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A luz fraca da manhã invadia o quarto, desenhando formas suaves nas paredes. Tae estava deitado, ainda adormecido, com o braço jogado acima da cabeça, o peitoral exposto, subindo e descendo lentamente com a respiração.

SN acordou primeiro. Ainda sentia seu corpo sensível e leve dos momentos intensos que tinham vivido horas antes. Por um instante, ela apenas ficou olhando para ele — tão lindo, tão sereno, tão seu.
Mordendo o lábio inferior, SN deslizou para mais perto, seu corpo nu roçando contra o dele, e começou a distribuir beijos suaves pelo abdômen definido de Tae. Sentia o calor da pele dele aquecer seus próprios sentidos.

Com uma ousadia que ela mesma não sabia possuir, seus lábios desceram lentamente, traçando um caminho até a linha do quadril dele. Tae murmurou algo incompreensível no sono, se remexendo levemente.
Quando ela chegou ao meio das pernas dele, seu olhar subiu para o rosto ainda adormecido. Com carinho e desejo, ela começou a acariciar a intimidade dele com beijos suaves, provocando a rigidez que logo crescia em resposta.

Tae soltou um gemido baixo, e seus olhos se abriram, encontrando os dela ali, entre suas pernas, o encarando com uma expressão de puro desejo.
O olhar dele escureceu imediatamente, carregado de uma luxúria crua que ele não se preocupou em disfarçar.

— O que você está fazendo, ursinha? — ele perguntou com a voz rouca, um sorriso lascivo surgindo no canto da boca.

SN não respondeu. Em vez disso, ela deslizou a língua lentamente pela extensão dele, fazendo o corpo de Tae arquear de prazer.
Ele soltou um palavrão abafado, e num impulso, enfiou a mão nos cabelos dela, guiando-a com mais firmeza.

— Assim… Isso… — ele gemeu, a voz grave vibrando pelo quarto.

A cada movimento, SN se tornava mais ousada, mais intensa, entregando-se completamente ao momento. Tae entrelaçava seus dedos nos cabelos dela, puxando com cuidado, mas impondo um ritmo que mostrava o quanto ele já havia perdido o controle.

— Você é perfeita, sabia? — ele sussurrou, ofegante, observando com olhos febris enquanto ela o levava cada vez mais fundo, sem medo, sem hesitar.

Quando sentiu que estava perigosamente perto de perder o controle, Tae a puxou gentilmente para cima, seus lábios capturando os dela em um beijo intenso, quase desesperado.
Ele a deitou de costas, se posicionando entre suas pernas com movimentos dominantes, mas ao mesmo tempo cheios de cuidado.

— Agora é minha vez de brincar com você… — ele murmurou contra a pele sensível do pescoço dela, mordiscando devagar.

As mãos dele deslizaram por todo o corpo dela, segurando seus quadris com firmeza, seu toque deixando um rastro de calor e expectativa.
Ele beijou, lambeu, mordeu cada pedaço dela, descendo até o ponto mais sensível entre suas coxas, onde começou a provocá-la sem piedade.

SN arqueava o corpo sob ele, os olhos fechados, a boca entreaberta soltando gemidos que Tae absorvia como combustível para a própria loucura.

— Tá molhadinha… — ele provocou, com a voz baixa e rouca, penetrando-a com a língua e arrancando dela um grito de puro prazer.

Ela se contorcia, puxando os lençóis, até que Tae subiu de novo, se encaixando nela, entrando devagar, com uma firmeza deliciosa.

— Olha pra mim… — ele pediu, segurando o rosto dela com uma mão grande e quente. — Eu quero ver o quanto você é minha.

Ela abriu os olhos, embriagada de prazer e emoção, e o encarou. Tae começou a se mover dentro dela, primeiro devagar, depois aumentando o ritmo, deixando claro em cada estocada o quanto a desejava.
A boca dele deslizava pelo pescoço dela, pelas orelhas, murmurando palavras entrecortadas:

— Você é tudo o que eu sempre quis…
— Nunca vou deixar outro homem te tocar…
— Só eu, ursinha… Só eu…

Os corpos deles se encaixavam como se fossem feitos um para o outro, e cada toque, cada beijo, cada sussurro só tornava a ligação entre eles mais forte, mais ardente.

A primeira luz forte do dia já iluminava completamente o quarto quando eles chegaram juntos ao ápice, gemendo o nome um do outro.

Exaustos, Tae se deitou de costas, puxando SN para cima dele, segurando-a firme, como se tivesse medo que ela desaparecesse.

Ele acariciava os cabelos dela enquanto ambos tentavam recuperar o fôlego, os corações batendo descompassados.

— Eu te amo, SN… — ele murmurou, beijando o topo da cabeça dela.

Ela sorriu, com os olhos fechados e o coração completamente preenchido, e respondeu baixinho:

— Eu também te amo, Tae… Para sempre.

Minutos se passaram. Talvez horas. O tempo ali dentro já não obedecia ao relógio.

Tae a puxou delicadamente para cima, trazendo-a até seus braços. O rosto dela agora repousava na curva do pescoço dele, e ele envolveu a cintura de SN com força suave, como se não quisesse deixá-la escapar nunca mais.

— Você tá bem? — ele perguntou com a voz baixa, os lábios roçando a testa dela.

SN assentiu, fechando os olhos por um instante.

— Melhor do que nunca.

Ele sorriu, aquele sorriso preguiçoso e encantador que ela tanto amava, e fez carinho nos cabelos dela, deixando os dedos deslizarem devagar até a nuca. O silêncio agora era outro — cheio, confortável, como se as palavras fossem desnecessárias.

— A gente devia levantar — ela murmurou, sem convicção.

— Devia… — ele respondeu, mas não se moveu.

Ficaram assim por mais um tempo, ignorando o mundo lá fora, presos naquele instante só deles. Mas, eventualmente, Tae soltou um suspiro resignado e se sentou na cama, os cabelos desgrenhados e os olhos ainda pesados de sono. O lençol escorregou, revelando parte das costas dele, e SN mordeu o lábio sem conseguir disfarçar o sorriso.

— Que foi? — ele perguntou, notando o olhar dela.

— Nada… Só tô decorando.

Tae riu baixinho e esticou o braço para puxá-la de volta.

— Então vem decorar mais de perto.

Ela riu também, mas se levantou, puxando o lençol com ela e andando até o banheiro.

— Se eu ficar aí, não vai ter fim. — lançou por cima do ombro, provocando.

— Promessa? — ele retrucou, com um sorriso malicioso.

SN fechou a porta do banheiro, mas a risada dela ainda ecoava pelo quarto. Tae se jogou de volta nos travesseiros, olhando para o teto com um sorriso idiota nos lábios. Ele se sentia… leve. Como se, por algum motivo, o futuro não parecesse mais tão incerto.

E era por causa dela.

Alguns minutos depois, SN saiu do banheiro enrolada em uma toalha, os cabelos úmidos escorrendo pelas costas. Ele a olhou com admiração descarada, sem disfarçar o quanto ela mexia com ele.

— Eu vou fazer café. Quer alguma coisa? — ela perguntou, já seguindo em direção à cozinha.

— Você.

Ela parou na porta, virou-se devagar e ergueu uma sobrancelha.

— Isso você já tem.

Ele sorriu, e naquele instante soube que não queria mais nada — pelo menos não se ela não estivesse incluída.

Minutos depois…

A cozinha estava preenchida pelo aroma suave do arroz recém-cozido e do caldo de anchovas fervendo na panela. SN movia-se com familiaridade, mesmo não sendo coreana, já acostumada com alguns hábitos dele. Preparou uma refeição leve e tradicional: arroz branco, sopa de doenjang, kimchi, alguns acompanhamentos simples e ovos fritos com a gema ainda brilhante.

Tae apareceu logo depois, com os cabelos ainda úmidos e presos num coque frouxo. Vestia apenas uma calça de moletom e uma camiseta larga — mas aos olhos dela, parecia mais bonito do que qualquer artista de capa de revista.

— Isso tá com cheiro de casa. — ele disse, aproximando-se dela por trás e passando os braços ao redor da cintura dela.

— É pra isso que serve um café da manhã tradicional, não é? Conforto. — respondeu, sorrindo.

Sentaram-se no chão, em volta da mesinha baixa da sala, como era costume. Ele serviu a sopa para ela, e ela ajeitou o kimchi no prato dele. O silêncio era confortável, pontuado apenas pelos sons das colheradas e de vez em quando um comentário baixinho.

— Ninguém faz ovo frito como você. — Tae disse, fingindo drama. — Isso é um talento escondido?

SN riu.

— É dom de gente apaixonada.

Ele a olhou por um instante e sorriu com os olhos.

— Então espero que você continue apaixonada por muito tempo.

Ela olhou de volta, tocando os dedos dele sob a mesa, sem dizer nada.

Depois do café, eles arrumaram juntos e, sem muito plano, decidiram sair. Era um dia fresco, com sol tímido e vento suave — um daqueles dias em que Seul parecia ter desacelerado. Mas sabiam que não podiam simplesmente andar de mãos dadas por aí.

Tae puxou o boné mais baixo sobre os olhos, vestiu uma máscara preta e colocou um moletom neutro. SN também escolheu algo discreto. Estavam juntos, mas camuflados no meio da cidade.

Seguiram pelas ruas do Bukchon Hanok Village, andando devagar pelas vielas estreitas entre as casas tradicionais. Evitavam turistas, desviavam discretamente de celulares levantados e mantinham uma distância segura, mas emocionalmente estavam ligados como se os dedos ainda estivessem entrelaçados.

Em um momento mais isolado, entre os muros de pedra de uma viela, Tae se aproximou um pouco mais e tocou de leve a mão dela, escondendo o gesto entre os corpos.

— É meio louco, né? Ter que esconder isso. — ele murmurou.

— Eu sei. Mas às vezes… o que é nosso tem mais valor por ser só nosso.

Tae a olhou de lado, olhos intensos.

— Eu não quero esconder você. Mas também não quero que te machuquem.

Ela assentiu, apertando de leve os dedos dele por um segundo.

— Por mim, tá tudo bem. Contanto que a gente continue se encontrando assim. Com calma. Com verdade.

Ele sorriu. E pela primeira vez em muito tempo, Tae sentiu que podia respirar — longe das câmeras, longe das cobranças. Só com ela.

Caminharam até o fim da rua e encontraram um pequeno café escondido. Entraram discretamente, escolheram um canto mais isolado, e ali, em meio ao aroma de chá verde e ao som de música ambiente, dividiram um bolo de arroz doce e riram de bobagens sussurradas.

SN apoiou a cabeça no ombro dele por alguns minutos, esquecendo o mundo.

E ele, de olhos fechados, pensou que talvez estivesse começando a entender o que era amar alguém de verdade.

 Tae pegou o celular e puxou o rosto dela para perto, tirando uma selfie onde ele beijava sua bochecha e ela fazia um biquinho. Depois uma outra em que seus narizes se encostavam, e ele registrava tudo com o cuidado de quem sabia que aquele momento era raro demais para esquecer.

Horas depois, com os bonés cobrindo parte do rosto, máscaras e roupas simples, caminharam juntos por um parque mais afastado. Tae segurava a mão dela discretamente, vez ou outra apertando de leve, como se testasse se aquilo era real. Os dois trocavam sorrisos cúmplices e beijos rápidos quando ninguém via. 

Quando chegaram em casa, o silêncio entre eles era cheio de intenção. SN jogou a bolsa no sofá e virou-se para Tae, que já trancava a porta devagar. O olhar dele era escuro, intenso.

— Eu tô com saudade de você… mesmo depois de tudo — ela disse baixinho, com um meio sorriso.

Tae caminhou até ela e a beijou com força, empurrando-a de leve até encostar nas almofadas do sofá. As mãos dele estavam famintas — tocavam as coxas dela por baixo da roupa, subiam pela lateral do corpo, puxavam a blusa larga que ela ainda usava.

Ela arfava entre os beijos, respondendo com igual intensidade, os dedos enroscando na camisa dele, puxando para cima até que seus peitos encostassem no peito nu dele, pele contra pele.

Ele a deitou com cuidado, tirando a própria camiseta enquanto os olhos não desgrudavam dela. As mãos dele desceram com lentidão, puxando o short que ela usava, e os beijos dele seguiam o mesmo caminho, traçando um caminho quente por cada parte do corpo dela. SN o puxava pelos ombros, guiando-o, sem pressa.

Ali, na sala, com os corpos entrelaçados e os sussurros abafados por beijos, eles se entregaram um ao outro mais uma vez. 

10 Comentários

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  1. Marcela
    Feb 22, '26 at 4:38 am

    Melhor do que nunca.

    A resposta mais sincera da vida kkkkk

  2. Marcela
    Feb 22, '26 at 4:46 am

    [quote]— Você é tudo o que eu sempre quis… — Nunca vou deixar outro homem te tocar… — Só eu, ursinha… Só eu…

    A ursinha ganhou foi na loteria
    Kkkkk

  3. Marcela
    Feb 22, '26 at 4:49 am

    [quote]Quando chegaram em casa, o silêncio entre eles era cheio de intenção. SN jogou a bolsa no sofá e virou-se para Tae, que já trancava a porta devagar. O olhar dele era escuro, intenso.

    Ja chegou na intenção dela

  4. Iasmine
    Feb 23, '26 at 8:29 pm

    Com uma ousadia que ela mesma não sabia possuir, seus lábios desceram lentamente, traçando um caminho até a linha do quadril dele. Tae murmurou algo incompreensível no sono, se remexendo levemente. Quando ela chegou ao meio das pernas dele, seu olhar subiu para o rosto ainda adormecido. Com carinho e desejo, ela começou a acariciar a intimidade dele com beijos suaves, provocando a rigidez que logo crescia em resposta.

    Eita que essa virgem ta é bem esperta viu

  5. Iasmine
    Feb 23, '26 at 8:31 pm

    — Olha pra mim… — ele pediu, segurando o rosto dela com uma mão grande e quente. — Eu quero ver o quanto você é minha.

    Se ele fala isso pra mim, eu juro que ia responder sou 100% sua amor, estoy a total disposição

  6. Iasmine
    Feb 23, '26 at 8:33 pm

    Caminharam até o fim da rua e encontraram um pequeno café escondido. Entraram discretamente, escolheram um canto mais isolado, e ali, em meio ao aroma de chá verde e ao som de música ambiente, dividiram um bolo de arroz doce e riram de bobagens sussurradas.

    Num dia não queria nem comer o que ela tinha feito e hj tão dividindo ate bolinho

  7. Iasmine
    Feb 23, '26 at 8:33 pm

    — Eu tô com saudade de você… mesmo depois de tudo — ela disse baixinho, com um meio sorriso.

    Gostou ne amada.. o Bofe tem a pegada

  8. Thamiris
    Apr 24, '26 at 8:00 pm

    Com uma ousadia que ela mesma não sabia possuir, seus lábios desceram lentamente, traçando um caminho até a linha do quadril dele. Tae murmurou algo incompreensível no sono, se remexendo levemente. Quando ela chegou ao meio das pernas dele, seu olhar subiu para o rosto ainda adormecido. Com carinho e desejo, ela começou a acariciar a intimidade dele com beijos suaves, provocando a rigidez que logo crescia em resposta.

    Isso pq ela não sabia de nada

  9. Thamiris
    Apr 24, '26 at 8:02 pm

    — Tá molhadinha… — ele provocou, com a voz baixa e rouca, penetrando-a com a língua e arrancando dela um grito de puro prazer.

    Que putari@….kk adoro
    Esses virgem que não sabem de nada kk

  10. Thamiris
    Apr 24, '26 at 8:09 pm

    — Eu tô com saudade de você… mesmo depois de tudo — ela disse baixinho, com um meio sorriso.

    Pra quem nunca nem tinha visto um p@u,ela gostou né.

Nota

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