Capítulo 19 – Império de Sangue e Seda
por FanfiqueiraÀ meia-noite, após o banho, a eletricidade entre os dois continuava ativa. SN estava na cozinha de ilha de mármore preto, servindo uma taça de água, vestindo apenas uma camisa de botão branca de Jimin que ficava folgada em seu corpo, cobrindo mal as suas coxas.
Jimin entrou no ambiente usando apenas a calça de moletom cinza, os cabelos pretos ainda úmidos do banho. Ele parou do outro lado da ilha, observando as pernas desenhadas dela e o contorno de sua bunda sob o tecido fino da camisa.
— Vem aqui — ele chamou, a voz baixa, o olhar fixo no centro das pernas dela.
SN deu a volta na bancada com passos lentos, segurando a taça. Antes que pudesse dar o último passo, Jimin a puxou pelo pulso, forçando-a a virar-se de costas e a apoiar as duas mãos no mármore frio da ilha da cozinha. A taça de água balançou, mas ela conseguiu colocá-la na bancada antes de ser prensada pelo peso dele.
Jimin levantou a barra da camisa de botão, deixando a bunda dela totalmente exposta sob a iluminação embutida da cozinha de luxo. Ele deu um tapa firme na nádega direita dela, o estalo alto fazendo SN soltar um arquejo de surpresa e tesão.
— Você quer jogar na minha mesa e depois andar pela minha cozinha com a minha camisa sem calcinha, SN? — ele provocou, a voz colada ao ouvido dela, a mão descendo para puxar o cabelo dela para o lado, expondo o pescoço. — Você está muito abusada desde que assumiu aquela diretoria.
— E você vai fazer o que a respeito, Park? Vai me dar uma advertência formal? — ela rebateu, empurrando o quadril para trás, o topo de sua bunda roçando na calça de moletom dele, sentindo o volume rígido que já se formava ali.
— Vou te foder até você esquecer como se fala o seu próprio sobrenome — ele rosnou.
Jimin abaixou o moletom, libertando o pau que já estava latejando. Ele segurou o quadril de SN com uma força que quase a fez escorregar no mármore, inclinando o corpo dela mais para a frente, e entrou por trás de uma vez só. O ângulo da pegada por trás permitia uma penetração ainda mais profunda que as anteriores; o membro dele batia direto no fundo de seu útero, arrancando dela gemidos sôfregos e contínuos que batiam nas paredes de porcelanato da cozinha.
— Isso… caralho… bem aí… — SN gemia alto, as mãos espalmadas no mármore para manter o equilíbrio enquanto Jimin desferia estocadas rápidas, ritmadas, a pele de seu saco batendo contra a dela com um som úmido e constante.
— Você é muito gostosa de costas, porra — Jimin incentivava, o ritmo tornando-se bruto, a respiração dele batendo quente na nuca dela. Suas mãos subiram para os seios dela por dentro da camisa aberta, apertando-os com força enquanto ele continuava a golpear por trás, sem piedade. — Olha para essa bunda se movendo no meu pau. Você é minha, SN. Minha em cima daquela mesa e minha nessa porra de cozinha.
O cansaço do dia de trabalho sumiu por completo, substituído pelo cansaço do consumo físico. SN jogava o quadril para trás a cada estocada, buscando mais daquela rigidez que a preenchia por completo. O clímax a atingiu com uma violência que fez suas pernas fraquejarem, as paredes internas sugando o membro de Jimin em contrações ritmadas. Ele soltou um rosnado forte, os quadris desferindo as últimas quatro estocadas rápidas antes de gozar fundo dentro dela, preenchendo-a até transbordar pelo mármore preto, selando mais uma noite de rotina e domínio absoluto antes do dia seguinte.
A união entre as duas dinastias de Seul não seria um evento de bastidores. Nos dez dias que antecederam a cerimônia, a rotina de SN e Jimin transformou-se em uma corda bamba tensionada entre o fechamento de capital do terceiro trimestre e as exigências burocráticas de um casamento de elite na Ilha de Jeju. No entanto, quem esperava que o jovem casal seguisse a cartilha tradicional do mercado financeiro subestimou o nível de controle que Jimin exercia sobre cada milímetro de sua vida.
A mesa de jacarandá do restaurante privado The Shilla estava posta para o último jantar oficial antes do embarque para Jeju. O clima, contudo, era de pura hostilidade camuflada por porcelanas caras. Park Sunghoon e Daniel Lee ocupavam as pontas opostas da mesa, com expressões que oscilavam entre a irritação e a impaciência crônica.
— Isso é um absurdo administrativo, Jimin — Daniel Lee declarou, batendo a taça de cristal contra a mesa com força excessiva. — Eu sou o pai da noiva. A tradição dita que a Construtora Lee patrocine e gerencie a logística de segurança e os fornecedores da recepção. Você simplesmente cancelou os contratos que minha equipe assinou com a empresa de Incheon.
Jimin nem sequer ergueu os olhos do seu prato de hanwoo. Ele cortou a carne com precisão cirúrgica antes de responder, a voz descendo naquele tom gélido que costumava usar para demitir diretores seniores.
— A sua equipe assinou contratos com uma empresa de transportes que apresenta três processos por fraude de carga e desvio de rota, Daniel — Jimin pontuou, limpando os cantos da boca com o guardanapo de linho. — No meu casamento, a segurança é gerida pela divisão militar privada da holding Park. Ninguém entra naquele perímetro em Jeju sem que o Minho tenha checado os metadados biométricos.
— Você está insultando a minha capacidade de gerenciar os meus próprios contatos, garoto! — Daniel esbravejou, os nós dos dedos ficando brancos sobre a mesa.
— Estou blindando o meu patrimônio e a minha mulher — Jimin rebateu, inclinando-se para a frente, os olhos escuros fixos nos do sogro. Ele estendeu a mão por cima da mesa, cobrindo os dedos de SN com um aperto firme, possessivo. — E, por falar em decisões, os convites da ala política da Assembleia Nacional foram reduzidos pela metade. O deputado Choi e o secretário Min não estão mais na lista de honra do altar. Eles terão assentos comuns na última fileira, se decidirem aparecer.
Park Sunghoon, o patriarca dos Park, soltou um rosnado grave, intervindo pela primeira vez.
— Jimin, o deputado Choi financia parte das nossas isenções fiscais de tecnologia! Você não pode rebaixar um homem desse calibre em um evento público. A imagem da holding…
— A governança da holding sou eu, Sunghoon — Jimin cortou o próprio pai, a voz caindo para um sussurro cortante que silenciou o ambiente. — O casamento é meu. As ações são minhas. Se eu quisesse casar com a SN em um cartório de subúrbio usando calça jeans, vocês assinariam as testemunhas e sorririam para a imprensa de negócios. O assunto está encerrado.
Daniel Lee engoliu a seco, olhando para o prato de comida com o estômago revirado de ódio. Ele trocou um olhar rápido e tenso com o deputado Choi, que assistia à cena da mesa ao lado. O “garoto” estava fechando os flancos rápido demais, mas Daniel se confortou com o pensamento sombrio de que, após a certidão de comunhão total de bens ser selada, o caminhão na rota de Incheon resolveria aquela audácia de uma vez por todas.
Faltavam quarenta e oito horas para o sim. O décimo dezoito andar da corporação Park havia se tornado um híbrido de escritório de auditoria e ateliê de alta costura parrisiense. SN se recusava a deixar o terminal privado; havia uma inconsistência de transição de ativos que ela fazia questão de esmagar antes de subir no avião.
A porta de sua sala foi aberta sem aviso. A mãe de SN, a Sra. Park (mãe de Jimin) e quatro estilistas franceses entraram carregando três araras móveis cobertas por capas de veludo preto. Atrás delas, Minho vinha logo em seguida, segurando a prancheta de segurança, com um sorriso divertido de canto de boca por ver a irmã encurralada.
— SN, isso passou dos limites da sanidade! — a Sra. Park exclamou, os saltos batendo rápido no piso de mármore. — Três ligações do ateliê dizendo que você desmarcou a última prova do vestido de noiva para revisar relatórios de infraestrutura? O tecido de seda pura precisa dos ajustes finais no busto!
— Eu tenho doze bilhões de wons flutuantes na subsidiária de Incheon, sogra — SN respondeu, sem tirar os olhos das três telas de LED da mesa. Ela apenas estendeu o braço esquerdo para que uma das costureiras, que já estava de joelhos, começasse a tirar as medidas por cima de sua camisa social. — Podem ajustar aqui. Eu não vou descer até o distrito de Gangnam hoje.
Indignada, a mãe de Jimin marchou em direção à porta interligada que dava para a sala da presidência executiva.
— Jimin! Você precisa intervir na sua mulher! Ela está transformando a prova do vestido em uma reunião de diretoria!
A porta divisória se abriu e Jimin surgiu. No entanto, o cenário não foi o que as matriarcas esperavam. O CEO estava vestindo a calça do terno de casamento de alfaiataria preta, mas a camisa estava aberta, e um alfaiate italiano estava pendurado em seu ombro esquerdo, ajustando as ombreiras do paletó com alfinetes na lapela. Ele carregava um tablet na mão direita.
— Ela está certa, mãe — Jimin disse, a voz calma, assinando digitalmente uma ordem de liberação com o polegar. Ele caminhou até a mesa de SN, parando logo atrás da cadeira dela, os olhos fixos nos gráficos que ela analisava. — Minho, a equipe de terraplenagem já respondeu sobre o manifesto de Incheon?
— Sim, diretor Park — Minho respondeu imediatamente, assumindo a postura profissional e ignorando o drama das mães no recinto. — O fluxo está limpo. O erro de digitação que deixamos passar ontem manteve o Daniel ocupado achando que estamos rastreando a rota errada.
A Sra. Park olhou para o filho e para a nora, completamente perplexa.
— Vocês dois são doentes. Vocês estão provando os trajes do altar enquanto discutem balancetes fiscais!
— Nós somos eficientes, mãe — Jimin respondeu, os dedos longos descendo pelo ombro de SN, apertando a carne macia ali em um gesto possessivo que fez as estilistas francesas desviarem o olhar. — Vá para a recepção. Os ajustes de nós dois estarão prontos em vinte minutos. O Minho vai escoltar vocês até o heliponto.
[quote]A porta divisória se abriu e Jimin surgiu. No entanto, o cenário não foi o que as matriarcas esperavam. O CEO estava vestindo a calça do terno de casamento de alfaiataria preta, mas a camisa estava aberta, e um alfaiate italiano estava pendurado em seu ombro esquerdo, ajustando as ombreiras do paletó com alfinetes na lapela. Ele carregava um tablet na mão direita.
Eles são iguais, deu certinho kkkk
[quote]— A governança da holding sou eu, Sunghoon — Jimin cortou o próprio pai, a voz caindo para um sussurro cortante que silenciou o ambiente. — O casamento é meu. As ações são minhas. Se eu quisesse casar com a SN em um cartório de subúrbio usando calça jeans, vocês assinariam as testemunhas e sorririam para a imprensa de negócios. O assunto está encerrado.
A lapada seca
Amoo
[quote]— Vou te foder até você esquecer como se fala o seu próprio sobrenome — ele respondeu
Punição dura essa, literalmente
Os dois iguaizinhos
Foram feitos um para o outro mesmo kkkk
Jesus amado casamento uma loucura
Ele dando uma lapada atrás da outra
Ja começou o circo pegar fogo