Capítulo 10 – A Primeira Gota da Vingança
por FanfiqueiraDá o Play
Às 11:00 em ponto, o som da campainha ecoou pela mansão silenciosa. S/N, que esperava atrás da porta, respirou fundo. Ela não estava usando roupas de “esposa”. Ela estava vestida apenas com a lingerie de renda branca, fios de seda que desenhavam cada curva de seu corpo, a mesma peça que ela comprou com amor para o aniversário de casamento e que terminou a noite jogada no chão. Hoje, aquela renda era sua armadura de guerra.
Ao abrir a porta, o aroma amadeirado e cítrico do perfume de Park Jimin invadiu o hall, misturando-se ao cheiro metálico da chuva que começava a cair lá fora. Jimin estava parado ali, um sorriso de lado brincando em seus lábios cheios. Em suas mãos, um buquê colossal de rosas vermelhas, tão vibrantes que pareciam sangrar contra o terno cinza dele.
Ele a olhou de cima a baixo, sem pressa. Seus olhos percorreram o decote profundo, a cintura fina e as pernas de S/N. Ele mordeu o lábio inferior, um gesto de desejo bruto que Taehyung nunca se deu ao luxo de demonstrar.
— Pena triste quando aquele babaca resolve ser um idiota — Jimin disse, a voz grave vibrando no peito dela. Ele entrou, fechando a porta com o calcanhar sem desviar o olhar. Ele deu um passo de predador para cima dela, encurralando-a contra a parede do hall. — Mas, sinceramente? Ele podia fazer isso mais vezes. Me use como quiser, S/N. Eu sou seu hoje.
Ele entregou o buquê. Era pesado, denso. S/N mal conseguiu segurá-lo antes de Jimin avançar. Ele a prensou contra a parede, uma mão agarrando sua nuca com força, os dedos se perdendo em seus cabelos, enquanto a outra mão apertava sua cintura, puxando-a para o choque de seus corpos. O beijo foi uma explosão de necessidade e revanche. As rosas escorregaram dos braços dela, espalhando pétalas vermelhas pelo chão de mármore branco como restos de um massacre romântico.
S/N sorriu entre os lábios dele. Pela primeira vez em tempos, ela se sentia desejada, viva. E ela amava cada segundo daquela eletricidade.
O beijo durou minutos, uma batalha de línguas que deixou ambos ofegantes. S/N separou-se dele, os olhos brilhando com uma malícia nova. Ela segurou a mão de Jimin e o puxou escadaria acima. Ela o levou direto para a suíte master, onde ela e Taehyung dormiam.
Na entrada do quarto, Jimin parou. Ele soltou a mão dela e começou a tirar o paletó e a blusa com uma urgência febril, jogando as roupas de grife no chão com desprezo. Seu peito subia e descia com a respiração pesada.
— Você não faz ideia de quanto tempo eu esperei para tirar esse desgraçado da minha frente e te pegar assim — ele murmurou, o olhar fixo nela.
Antes que ela pudesse responder, ele a pegou no colo de surpresa. S/N soltou um riso curto, passando as pernas pela cintura dele. Ele a jogou na cama de casal — a cama de Taehyung — e mergulhou sobre ela.
Jimin não perdeu tempo com delicadezas. Ele beijou seu pescoço, deixando marcas que seriam impossíveis de esconder, descendo para o vale entre seus seios. Com uma mão, ele segurou os dois pulsos dela acima da cabeça; com a outra, ele puxou a renda fina da lingerie, expondo seus seios ao ar gelado do quarto.
— Puta que pariu, S/N… você é perfeita — ele rosnou contra a pele dela.
Ele abocanhou um dos mamilos, sugando com força enquanto massageava o outro com a palma da mão, completamente perdido no prazer de finalmente possuir o proibido. O desejo era tanto que o som da renda rasgando ecoou no quarto quando ele puxou a peça com os dentes, querendo mais contato pele a pele.
— Você gosta disso, não gosta? — ele sussurrou, a voz suja e rouca. — Gosta de ser fodida por alguém que realmente te quer? Esquece ele. Sente o que eu vou fazer com você.
S/N estava em transe. Ela jogou a cabeça para trás, os gemidos escapando sem controle. Ela levou as mãos até a nuca de Jimin, enterrando os dedos nos cabelos dele e empurrando-o para baixo, na direção de sua intimidade que pulsava de desejo.
— Mais embaixo, Jimin… agora! — ela comandou, a voz quebrada.
Jimin desceu. Ele terminou de rasgar o que restava da lingerie e abriu o próprio cinto com uma mão, enquanto a outra abria as pernas dela com força. Ele mergulhou a boca nela como se estivesse morrendo de sede. Ele a devorava, lambendo, sugando o clitóris com uma pressão que a fazia arquear as costas da cama.
— Você é tão saborosa, gatinha… — ele murmurava entre as lambidas, o hálito quente enviando choques pelo corpo dela. — Eu vou beber cada gota sua.
S/N puxava os cabelos dele, as unhas cravando em seu couro cabeludo. Quando ele parou por um segundo para olhar para ela, ela gemeu em frustração.
— Não para, por favor…
— Quer mais? — Jimin sorriu de forma canalha. — Então me mostra o quanto você quer.
Ele enfiou dois dedos no ponto certo, movendo-os com rapidez enquanto sua boca voltava a torturá-la. — Caralho, Jimin… eu vou gozar! — ela gritou, o corpo tremendo.
— Goza para mim, S/N! Goza na minha boca! Eu vou te foder como você merece, mas primeiro eu quero sentir o seu gosto! — ele incentivou, dando um tapa leve em sua coxa.
S/N atingiu o ápice com uma força que a fez gritar o nome dele, o corpo sacudindo enquanto Jimin sugava cada gota de seu prazer, terminando com uma lambida lenta e vitoriosa.
Jimin subiu novamente, os lábios brilhando com a umidade dela. Ele pegou uma camisinha no criado-mudo e a colocou com pressa. Quando ele se posicionou entre as pernas dela, ele entrou devagar, querendo saborear a resistência inicial.
— Jimin, por favor… tudo! Agora! — ela implorou, as mãos arranhando as costas dele.
Ele obedeceu. Com uma estocada profunda e bruta, ele a preencheu por completo. S/N soltou um grito que misturava dor e um prazer transcendental. Ele começou a foder com um ritmo implacável, cada impacto fazendo a cabeceira da cama bater contra a parede. Eram tapas, puxões de cabelo e palavras chulas sussurradas ao pé do ouvido.
— De quem é essa bucetinha agora? Diz! É minha, S/N! — ele rosnava, as veias do pescoço saltadas.
Em um movimento ágil, S/N o virou, subindo no colo dele. Ela começou a cavalgar com uma fúria selvagem, jogando a cabeça para trás, os cabelos bagunçados. Jimin segurava a cintura dela, dando estocadas de baixo para cima, enquanto uma de suas mãos subia para massagear o clitóris dela ritmicamente.
— Isso… rebola mais! — Jimin gritava, puxando-a para um beijo molhado e desesperado.
Lá embaixo, o som do motor do carro de Taehyung parou. Ele entrou na mansão com o buquê de crisântemos de corte, o coração cheio de uma esperança patética de perdão. Ao abrir a porta, ele parou. O chão estava coberto de pétalas de rosas vermelhas. Rosas que ele não comprou. O cheiro de um perfume masculino que não era o dele impregnava o ar.

O pavor gelou seu sangue. Ele largou as tulipas no chão e começou a subir as escadas, dois degraus por vez. Conforme chegava perto do seu quarto, os sons o atingiram: o ranger da cama, os tapas de pele contra pele e, principalmente, os gemidos altos e desavergonhados de sua esposa chamando por outro nome.
Taehyung escancarou a porta do quarto principal com toda a sua força.
O que ele viu foi a imagem do seu inferno pessoal: S/N estava montada em Jimin, nua, suada, com a cabeça jogada para trás em pleno orgasmo, enquanto Jimin, seu melhor amigo, a possuía com uma selvageria que Taehyung nunca teve coragem de exercer.
O estalo da porta batendo contra a parede reverberou pelo quarto como um trovão, mas o ritmo na cama não cessou de imediato. O ar ali dentro estava denso, saturado com o cheiro de sexo, suor e o perfume amadeirado de Jimin.
Taehyung estava parado na soleira, o rosto pálido, as mãos tremendo ao lado do corpo. O buquê de crisântemos de corte, que ele segurava como uma última oferta de paz, caiu no chão, as flores se espalhando sobre o carpete de luxo. Seus olhos estavam arregalados, fixos na cena que parecia arrancada de um pesadelo: sua esposa, a mulher que ele acreditava ter sob controle, estava entregue a outro homem na cama que pertencia a eles.
Jimin parou por um breve segundo. Ele apoiou os cotovelos no colchão, os músculos das costas ainda tensos e brilhando de suor, e olhou diretamente para Taehyung. Não havia culpa no olhar de Jimin; havia um triunfo cruel, uma satisfação predatória de quem acabara de tomar o trono do rei. Ele deu um sorriso de canto, arqueando uma sobrancelha, desafiando Taehyung a dizer uma única palavra.
S/N, no entanto, não parou. O corpo dela ainda tremia com os resquícios do orgasmo, as coxas apertando a cintura de Jimin com uma possessividade que Taehyung nunca tinha sentido. Ela virou o rosto lentamente por cima do ombro, os cabelos bagunçados caindo sobre o rosto suado. Seus olhos não tinham lágrimas, não tinham medo e, acima de tudo, não tinham arrependimento.
— Feche a porta, Taehyung — ela disse, a voz rouca, fria e carregada de um desdém que o atingiu mais forte do que qualquer tapa. — Você está me atrapalhando.
Taehyung abriu a boca, mas nenhum som saiu. Ele sentiu o chão sumir sob seus pés. Ele era o CEO, o herdeiro, o homem que todos temiam, mas ali, naquele quarto, ele era invisível.
S/N voltou a olhar para frente, ignorando a estátua de choque que seu marido se tornara. Ela segurou o rosto de Jimin com as duas mãos, puxando-o para um beijo profundo e molhado, e voltou a cavalgar. Ela subia e descia com uma fúria renovada, forçando o corpo contra o de Jimin, soltando um gemido alto e provocativo que preencheu cada canto do ambiente.
Jimin soltou um rosnado baixo, as mãos descendo para as nádegas de S/N e apertando-as com força, puxando-a para baixo com violência enquanto dava estocadas de baixo para cima. O som da pele batendo contra a pele ecoava rítmico e obsceno aos ouvidos de Taehyung.
— Você ouviu ela, Tae — Jimin murmurou entre os lábios de S/N, a voz carregada de deboche. — O show não é para você. Sai daqui.
Taehyung deu um passo atrás, cambaleando. A imagem de S/N cavalgando em seu melhor amigo, usando a lingerie que ele nunca deu importância, enquanto o mandava fechar a porta como se ele fosse um criado indesejado, estilhaçou o resto de sanidade que ele possuía.
Ele recuou para o corredor, a visão turva. Ele não bateu a porta; ele a fechou devagar, as mãos agindo no automático enquanto o som dos gemidos de S/N continuava a atravessar a madeira, marcando o início da sua completa e absoluta destruição.
Eu quero um brinquedinho desse kkk
N creio, descreio
Irrooowww
Um criado kkkkkkl
Jimin-shhiiiiii
Pimenta no C* dos outros é refresco né
Aaaah bicha ousada mesmo kkkk
Aí n, pô
Ele mereceu isso
É agr
Ele nem tá gostando de ser usado
Se os homens realmente aprendesse como uma mulher gosta de ser tratada
Isso sim q é perfume, q homem…
Jesuiiiissss sinto que tô atrapalhando kk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Aaaaaaaa
O que o marido não faz,o amante resplve
Kkkkkk Jimin! ○●○
kkkkkl
Ah coitado
Ele merece ,mais já foi longe demais s
Começando a ficar com pena do Tae
Agr sim a peça será devidamente apreciada
Aq temos uma oferta irrecusável
O show começou
Ayô, Silver!! **Yeah, i’m gonna take my horse to the old town road i’m gonna ride ‘till i can’t no more**
Kkkkkkkkkk Ah n
Prove prove prooove do seu veneno fdp
Isso aí garotaaa