You have no alerts.
Header Background Image

A manhã mal havia começado quando o som estridente da campainha e batidas violentas na porta principal ecoaram. O Sr. Kim, pai de Taehyung, entrou na mansão como um furacão, empurrando o segurança. Ele estava fora de si. O cancelamento abrupto do contrato com o Grupo Lee havia chegado aos seus ouvidos, e para ele, negócios eram mais sagrados que a vida.

Taehyung saiu do escritório com o rosto abatido, mas os olhos faiscando. Eles entraram no escritório, e a discussão subiu de tom em segundos.

— Você ficou louco?! — o Sr. Kim gritou, batendo a mão na mesa de carvalho. — Você humilhou o Sr. Lee! Aquele contrato era a chave para a nossa expansão no setor de aço!

— Eu não quero nada com aquela família! — Taehyung rugiu de volta, sua voz rouca de tanto chorar na noite anterior. — Nada! O preço desse contrato é alto demais, e eu não vou mais pagar!

O pai dele deu uma risada sarcástica, ajeitando o terno caro. — O preço? Pensei que você estivesse gostando da Hana. Desde o dia em que te peguei fodendo aquela menina na sala onde você e o pai dela deveriam tratar de negócios, achei que tinha entendido o jogo. Eu te dei uma ordem: use a garota, foda ela de vez em quando se for preciso para conseguir o que queremos. Você sempre foi bom nisso, Taehyung. O que mudou?

Taehyung sentiu uma náusea violenta. Ele correu até a porta e a fechou com força, temendo que S/N estivesse por perto. O nojo que sentia do pai — e de si mesmo por ter seguido aquele exemplo — quase o sufocou.

— Cansei de te obedecer! — Taehyung disse, virando-se para o pai, a voz trêmula de ódio. — Por causa dessas suas “estratégias”… por causa dessa mentalidade doentia de que tudo pode ser usado… eu… — Ele parou, a dor de ter perdido S/N entalada na garganta. Ele deu as costas ao pai, tentando controlar a respiração.

O Sr. Kim estreitou os olhos. O silêncio do filho era suspeito. De repente, a expressão de arrogância do velho deu lugar a um pavor frio. — Sua mulher descobriu? — ele perguntou em um sussurro apavorado. — A S/N sabe que você estava traindo ela?

O Sr. Kim sabia que, se o clã Kang descobrisse, o divórcio não seria apenas o fim do casamento, mas a ruína total das empresas Kim. A fusão seria cancelada e eles seriam processados por quebra de contrato moral.

Taehyung fechou os olhos, uma lágrima solitária escorrendo. Ele não podia admitir a verdade para o pai; ele não queria dar ao velho o prazer de saber que ele destruiu tudo. — Não — ele mentiu, em um sussurro fraco. — Mas eu não quero trair minha mulher. Não mais.

— Onde foi que eu errei com você? — O Sr. Kim explodiu, avançando e desferindo um tapa violento no rosto de Taehyung. O som do estalo ecoou no escritório. — Quando você se tornou tão desobediente e fraco? Um homem de verdade faz o que é preciso pela empresa, não importa quem tenha que deitar na cama!

Taehyung sentiu o rosto arder, mas não recuou. Ele olhou para o pai com um desprezo profundo, uma força que ele nunca tivera antes. — Saia da minha casa — Taehyung disse, a voz baixa e letal. — Agora. E só volte quando aprender a respeitar a minha mulher.

O pai dele bufou, ajeitou a gravata e saiu do escritório bufando, passando direto pelo corredor.

S/N estava parada no último degrau da escada. Ela parecia uma estátua de porcelana, com a postura perfeitamente ereta, mas seus olhos estavam fixos em Taehyung, que saía do escritório com a marca vermelha da mão do pai no rosto e a mão enfaixada.

Ela ouviu. Ouviu o pai dele incentivando a traição. Ouviu que o Sr. Kim sabia de tudo. Mas ela fingiu que só tinha chegado no final. Ela precisava manter a máscara se quisesse sobreviver ao que viria a seguir.

— Por que está tratando seu pai assim, Taehyung? — ela perguntou, a voz neutra, sem emoção.

Taehyung estancou. Ele a olhou, o coração disparado. Ele queria contar que estava defendendo a honra dela, mas como poderia, sendo que ele mesmo a manchara? — Negócios, S/N. Apenas negócios — ele mentiu, desviando o olhar para esconder a vergonha.

S/N engoliu seco, sentindo o peso da farsa que os rodeava. — Meu pai ligou — ela disse, endireitando ainda mais os ombros. — O almoço que cancelamos por causa da minha “cólica” foi reagendado. Vai ser um jantar, hoje à noite, nesta casa. Nossos pais estarão aqui. É melhor você se preparar para ser o marido perfeito igual a última vez.

Ela passou por ele sem esperar resposta, mas Taehyung segurou seu braço levemente, soltando-o quase instantaneamente ao lembrar que não tinha esse direito. — S/N… — ele sussurrou. — Eu vou fazer tudo certo hoje. Eu juro.

S/N não olhou para trás. Ela apenas foi até a cozinha, pensando na ironia: enquanto o pai de Taehyung o esbofeteava por não ser um traidor melhor, ela tinha o império dele em uma pasta e o segredo de uma noite com o melhor amigo. O jantar não seria apenas um encontro de famílias; seria um campo minado.

Mais tarde naquela noite…

O clima na mansão estava carregado de uma eletricidade perigosa. S/N, com sua elegância impecável e fria, coordenava os empregados com uma precisão impecável. Ela estava deslumbrante em um vestido que gritava poder, mas seus olhos permaneciam como duas pedras de gelo.

Os convidados chegaram. O pai de S/N e o Sr. Kim trocavam apertos de mão e risadas sobre lucros e expansões. No entanto, o ar foi subitamente sugado da sala quando o pai de Taehyung soltou a bomba:

— Chamei os Lee também. Eles já devem estar chegando. Afinal, negócios de família se resolvem em família.

S/N parou com a taça de vinho a meio caminho da boca. Ela olhou para o sogro, desacreditada com tamanha audácia. Aquilo não era apenas um jantar; era uma emboscada armada pelo Sr. Kim para forçar Taehyung a voltar para as rédeas de Hana.

— Desmarque agora — Taehyung disse, a voz num tom baixo e perigoso, os punhos cerrados ao lado do corpo. — Eu fui claro no escritório, pai. Não quero essa família na minha casa.

O Sr. Kim, mestre na manipulação, deu um tapinha no ombro do pai de S/N e sorriu com uma harmonia falsa que daria náuseas em qualquer um.

— Perdoe a rebeldia do meu filho, meu caro. O Taehyung cancelou um contrato vital com os Lee sem me consultar. Achei que, como estamos todos em fusão, seria bom resolvermos isso aqui, como amigos. O que você acha?

O pai de S/N, que até então acreditava na farsa do casamento perfeito, assentiu prontamente. — Ora, claro! Se é para o bem das nossas empresas, vamos ouvir o que eles têm a dizer. Resolveremos isso juntos, Taehyung. Sente-se.

Taehyung sentiu o chão sumir. Ele olhou para S/N, seus olhos suplicando silenciosamente: “Por favor, me desculpa, eu não queria isso”. Mas S/N apenas desviou o olhar e bebeu de um gole só, a bebida que estava na taça.

A campainha tocou.

O silêncio que se seguiu foi interrompido pelo som de saltos altos batendo no mármore. O Sr. e a Sra. Lee entraram, seguidos por Hana. Ela estava radiante, usando um sorriso vitorioso e um vestido que parecia provocá-los.

S/N soltou uma risada curta, seca e totalmente sem humor. Ela já tinha entendido o jogo. O sogro queria usar o jantar para forçar a reconciliação dos negócios.

Hana caminhou pela sala como se fosse a dona do lugar. Ela cumprimentou os pais de S/N com uma falsidade angelical e, sem hesitar, dirigiu-se à mesa de jantar. Havia um lugar vazio exatamente ao lado de Taehyung.

A reação de Taehyung foi imediata. Ele sentiu uma repulsa física tão forte que seu estômago embrulhou. Quando Hana puxou a cadeira para sentar-se ao lado dele, ele se levantou bruscamente, fazendo a cadeira ranger contra o chão.

— O que você pensa que está fazendo? — Taehyung sibilou, os olhos injetados de sangue enquanto olhava para Hana.

Hana nem piscou. Ela colocou a mão delicadamente sobre a mesa, quase tocando a mão enfaixada de Taehyung, e sorriu para os convidados. — Ora, Tae, não seja rude na frente dos nossos pais. Viemos tratar de negócios, lembra? E o seu pai me garantiu que esse era o meu lugar.

Ela sentou-se, cruzando as pernas e exalando o perfume que Taehyung agora associava ao seu maior pecado.

A tensão no ar era tão densa que poderia ser cortada com uma faca. S/N estava sentada ao lado de Taehyung, sentindo-se invadida, violada em sua própria casa pela presença audaciosa de Hana. Ela mantinha os olhos fixos no prato, recusando-se a olhar para o marido, enquanto o ódio fervilhava sob sua pele.

Taehyung, percebendo a fúria contida da esposa e a audácia da amante, interrompeu o pai em voz alta, sua voz cortando a conversa paralela como um trovão.

— Meu amor, por favor, troque de lugar comigo? — Ele se virou para S/N, os olhos suplicantes. — Gostaria de me sentar mais perto do seu pai para discutirmos alguns pontos iniciais.

Ele hesitou por um segundo, o coração batendo na garganta com medo de que ela o rejeitasse ali mesmo, mas estendeu a mão ferida e, com uma delicadeza extrema, afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, prendendo-a atrás da orelha.

— Por favor… — ele sussurrou, apenas para ela ouvir.

“O que você está tramando, Taehyung?”, S/N pensou, sentindo um arrepio involuntário com o toque dele. “É mais uma encenação? Você está tentando me usar de escudo ou está realmente tentando me proteger dela?”.

Quando Taehyung fez menção de se levantar, Hana, num acesso de possessividade silenciosa, segurou o pulso dele por baixo da mesa. Seus olhos brilharam com uma promessa destrutiva. “Se você sair de perto de mim, eu conto tudo agora mesmo”, ela pareceu dizer com o olhar.

Taehyung, porém, não era mais o homem que temia o escândalo. Ele puxou o braço com força, desprendendo-se dela, e olhou-a com um desprezo profundo.

— Vai em frente, Hana. Eu não tenho mais nada a perder — ele disse, num tom baixo, mas audível o suficiente para ela entender que ele estava disposto a ver o mundo queimar.

Hana empalideceu, a fúria subindo por seu pescoço. Antes que ela pudesse reagir, S/N levantou-se com uma elegância letal e sorriu de forma radiante, uma máscara de perfeição.

— É claro, meu amor. Eu me sento ao lado da minha “melhor amiga” — S/N disse, enfatizando as últimas palavras.

Taehyung soltou um suspiro de alívio que quase o fez cambalear ao trocar de lugar. S/N sentou-se na cadeira que Tae ocupava segundos antes, encarando a mulher de frente. O sorriso dela era predatório.

— Papai… você lembra que a Hana adorava roubar meus brinquedos quando éramos crianças? — S/N disse, rindo sem humor para o pai. — Nossa, eu nunca entendi o porquê… você tinha tantos, Hana, e sempre tentava pegar os meus. Lembra?

Taehyung travou ao ouvir a metáfora. Ele sabia que o “brinquedo” agora era ele. Hana apertou os talheres com tanta força que os nós de seus dedos ficaram brancos. Os pais de ambas começaram a rir, relembrando “velhos tempos” de infância, sem perceber que a guerra estava sendo declarada ali.

— Ah, elas eram inseparáveis! — disse a mãe de S/N, mergulhada na nostalgia.

Em um momento, S/N deixou seu guardanapo cair e se abaixou para pegá-lo. Instintivamente, Taehyung estendeu a mão sobre a quina da mesa, protegendo a cabeça dela para que ela não se machucasse ao subir.

“Se controla S/N”, S/N pensou ao subir e ver a mão dele ali. “Ele sempre fez isso… é apenas um hábito cavalheiro que ele tem com todos. Não posso pensar que ele está mudando, isso vai me enfraquecer.”

Hana viu o gesto de proteção e seu ódio transbordou. Ela lançou um olhar cortante para o Sr. Kim, o pai de Taehyung, como se ordenasse que ele seguisse o plano. O Sr. Kim, suando frio, começou a desenhar os lucros do novo contrato com o pai de Hana, envolvendo o pai de S/N na conversa. Ambos os patriarcas ficaram animados com as cifras.

— Meu genro! — o pai de S/N exclamou, virando-se para Taehyung. — Isso é uma mina de ouro! Por que você cancelou esse contrato?

O Sr. Kim tentou desconversar, mas Taehyung o cortou com uma voz firme e absoluta.

— Porque não sou eu quem decide mais sobre isso.

A mesa ficou em silêncio absoluto. Os talheres pararam. Todos olharam para ele, confusos. Taehyung então olhou diretamente para S/N e, diante de todos, declarou o que ninguém esperava:

— Tudo o que é meu, é da minha esposa. Juridicamente e pessoalmente.

Ele inclinou-se e beijou a têmpora de S/N com uma ternura que ela não sentia há meses. — O que acha, amor? Esse negócio vale a pena ou não? A decisão cabe apenas a você, minha vida.

S/N arregalou os olhos. Ela sabia dos papéis na pasta, mas ver o herdeiro dos Kim abdicar do seu poder diante das famílias era uma renúncia pública de seu ego. Ela olhou para o pai; ele sorria com um orgulho genuíno, o tipo de sorriso que dizia: “O que você decidir estou com você!”. Ela olhou para o sogro; o Sr. Kim estava pálido, aterrorizado. E então, ela olhou para Hana, que parecia ter levado um tapa físico.

S/N sorriu de lado. Ela se virou para Taehyung, passou a mão ao redor do pescoço dele com uma possessividade que o fez estremecer e o beijou.

Foi a primeira vez que ela o tocava voluntariamente desde a descoberta da traição. O beijo foi doce, carregado de uma energia diferente. Não era o Taehyung frio, nem o manipulador. Havia uma vulnerabilidade ali que a remeteu instantaneamente à noite do Ano Novo em Jeju.

Quando o beijo terminou, ela limpou o batom dos lábios dele com o polegar, mantendo o olhar fixo no dele. — Amor, a gente discute isso mais tarde no nosso quarto… — ela disse, com uma voz aveludada que prometia intimidade. — Preciso estar a par de mais algumas coisas antes de decidir.

Hana explodiu internamente. Ela não se conteve. — Isso é rídiculo! — Hana disparou, olhando para o Sr. Kim e para o próprio pai. — A S/N não entende nada sobre o setor de aço! Ela não pode se meter em decisões de bilhões!

S/N pegou a garrafa de vinho calmamente e serviu a taça de Hana, transbordando-a levemente por descuido proposital. — Oh, minha criança… — S/N sorriu com condescendência. — Estamos falando de negócios. O que uma garotinha que vive de shopping e mesada do pai entenderia sobre gestão de ativos?

S/N sentou-se e, para o choque de todos, começou a falar. Ela citou margens de lucro, passivos trabalhistas das fábricas do Sr. Lee e as brechas contratuais que o pai de Taehyung estava tentando esconder. Ela falava com uma precisão cirúrgica, citando dados que nem o próprio pai de Hana lembrava de cabeça.

O pai de S/N sussurrou para a esposa, com os olhos brilhando: — Essa é a minha garota…

Taehyung observava S/N com um misto de adoração e choque. Foi ai que ele percebeu que ela tinha devorado o dossiê que ele deixara na pasta. Ela não apenas lera; ela assimilara tudo. Naquela mesa, S/N não era mais a esposa troféu. Ela era a dona do jogo.

Hana estava em silêncio, humilhada em seu próprio campo de batalha, enquanto S/N lançava um olhar de vitória para Taehyung. Ela tinha o controle, ela tinha o dinheiro, e naquele momento, ela percebeu que tinha o Taehyung totalmente rendido.

20 Comentários

Aviso! Seu comentário ficará invisível para outros convidados e assinantes (exceto para respostas), inclusive para você, após um período de tolerância. Mas se você enviar um endereço de e-mail e ativar o ícone de sino, receberá respostas até que as cancele.
  1. THAMIRIS
    Jan 12, '26 at 6:56 am

    O pai dele deu uma risada sarcástica, ajeitando o terno caro. — O preço? Pensei que você estivesse gostando da Hana. Desde o dia em que te peguei fodendo aquela menina na sala onde você e o pai dela deveriam tratar de negócios, achei que tinha entendido o jogo. Eu te dei uma ordem: use a garota, foda ela de vez em quando se for preciso para conseguir o que queremos. Você sempre foi bom nisso, Taehyung. O que mudou?

    Que nojento,filho da put@

  2. Thamis
    Jan 12, '26 at 6:58 am

    O Sr. Kim estreitou os olhos. O silêncio do filho era suspeito. De repente, a expressão de arrogância do velho deu lugar a um pavor frio. — Sua mulher descobriu? — ele perguntou em um sussurro apavorado. — A S/N sabe que você estava traindo ela?

    O que tu acha, gênio???

  3. THAMIRIS
    Jan 12, '26 at 6:59 am

    Taehyung sentiu o rosto arder, mas não recuou. Ele olhou para o pai com um desprezo profundo, uma força que ele nunca tivera antes. — Saia da minha casa — Taehyung disse, a voz baixa e letal. — Agora. E só volte quando aprender a respeitar a minha mulher.

    Até que enfim,honrou as calças que veste

  4. THAMIRIS
    Jan 12, '26 at 7:07 am

    Ela sentou-se, cruzando as pernas e exalando o perfume que Taehyung agora associava ao seu maior pecado.

    É sempre assim,depois do pecado vem o arrependimento

  5. THAMIRIS
    Jan 12, '26 at 7:09 am

    — Vai em frente, Hana. Eu não tenho mais nada a perder — ele disse, num tom baixo, mas audível o suficiente para ela entender que ele estava disposto a ver o mundo queimar.

    Nada mais bonito que um homem arrependido

  6. THAMIRIS
    Jan 12, '26 at 7:12 am

    — Tudo o que é meu, é da minha esposa. Juridicamente e pessoalmente.

    Por essa nem o futuro esperava

  7. THAMIRIS
    Jan 12, '26 at 7:15 am

    Hana estava em silêncio, humilhada em seu próprio campo de batalha, enquanto S/N lançava um olhar de vitória para Taehyung. Ela tinha o controle, ela tinha o dinheiro, e naquele momento, ela percebeu que tinha o Taehyung totalmente rendido.

    Gigante Sn

  8. Anne
    Jan 12, '26 at 8:24 pm

    O pai do Tae é um nojento. Jogando o filho pra cima da Hana . Depois que ele não quis mais

  9. Anne
    Jan 12, '26 at 8:25 pm

    SN é a minha heroína. Deu tapa de luva na Hana falando de negócios

  10. Karine
    Jan 12, '26 at 10:07 pm

    — Eu não quero nada com aquela família! — Taehyung rugiu de volta, sua voz rouca de tanto chorar na noite anterior. — Nada! O preço desse contrato é alto demais, e eu não vou mais pagar!

    A voz dele já é grossa, imagina rouca (¬‿¬)

  11. Karine
    Jan 12, '26 at 10:27 pm

    O pai dele deu uma risada sarcástica, ajeitando o terno caro. — O preço? Pensei que você estivesse gostando da Hana. Desde o dia em que te peguei fodendo aquela menina na sala onde você e o pai dela deveriam tratar de negócios, achei que tinha entendido o jogo. Eu te dei uma ordem: use a garota, foda ela de vez em quando se for preciso para conseguir o que queremos. Você sempre foi bom nisso, Taehyung. O que mudou?

    Passada, chocada (o_O)

  12. Karine
    Jan 12, '26 at 10:28 pm

    O Sr. Kim estreitou os olhos. O silêncio do filho era suspeito. De repente, a expressão de arrogância do velho deu lugar a um pavor frio. — Sua mulher descobriu? — ele perguntou em um sussurro apavorado. — A S/N sabe que você estava traindo ela?

    Aaah fdp

  13. Karine
    Jan 12, '26 at 10:29 pm

    — Onde foi que eu errei com você? — O Sr. Kim explodiu, avançando e desferindo um tapa violento no rosto de Taehyung. O som do estalo ecoou no escritório. — Quando você se tornou tão desobediente e fraco? Um homem de verdade faz o que é preciso pela empresa, não importa quem tenha que deitar na cama!

    (•̀_•́ ) (•̀_•́ ) (•̀_•́ )

  14. Karine
    Jan 12, '26 at 10:32 pm

    — Chamei os Lee também. Eles já devem estar chegando. Afinal, negócios de família se resolvem em família.

    A noção passou correndo ali atrás dele
    (-‸ლ)

  15. Karine
    Jan 12, '26 at 10:36 pm

    Hana caminhou pela sala como se fosse a dona do lugar. Ela cumprimentou os pais de S/N com uma falsidade angelical e, sem hesitar, dirigiu-se à mesa de jantar. Havia um lugar vazio exatamente ao lado de Taehyung.

    A noção dela correndo ali atrás tbm kkkk

  16. Karine
    Jan 12, '26 at 10:38 pm

    — Por favor… — ele sussurrou, apenas para ela ouvir.

    Droga…ah cara de cachorro pidão não tem como resistir

  17. Karine
    Jan 12, '26 at 10:41 pm

    — Tudo o que é meu, é da minha esposa. Juridicamente e pessoalmente.

    Passada chocada

  18. Karine
    Jan 12, '26 at 10:44 pm

    Hana estava em silêncio, humilhada em seu próprio campo de batalha, enquanto S/N lançava um olhar de vitória para Taehyung. Ela tinha o controle, ela tinha o dinheiro, e naquele momento, ela percebeu que tinha o Taehyung totalmente rendido.

    Isso aí garota, dona da poha toda

  19. IASMINE
    Feb 4, '26 at 1:30 am

    S/N sentou-se e, para o choque de todos, começou a falar. Ela citou margens de lucro, passivos trabalhistas das fábricas do Sr. Lee e as brechas contratuais que o pai de Taehyung estava tentando esconder. Ela falava com uma precisão cirúrgica, citando dados que nem o próprio pai de Hana lembrava de cabeça.

    Dona da porra toda

  20. Luana
    Feb 6, '26 at 6:20 pm

    Que confusão kkkk

Nota

Você não pode copiar conteúdo desta página