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S/N estava terminando sua taça de vinho quando o celular vibrou. O número era desconhecido. Ao atender, uma voz distorcida e urgente disparou:

— Sra. Kim? Você precisa vir agora aos fundos do hotel, no beco de serviço! Seu marido… ele foi agredido! Ele está perdendo muito sangue, por favor, venha rápido antes que os paparazzi cheguem!

O sangue de S/N gelou. Como Taehyung havia ido exatamente naquela direção indicado pelo garçom, ela não pensou duas vezes. Deixou a bolsa na cadeira e saiu correndo com o celular em mãos, o coração batendo na garganta.

Ela atravessou a cozinha e saiu por uma porta lateral que dava para um beco escuro e úmido, iluminado apenas por uma lâmpada amarela piscante. O silêncio era absoluto.

— Tae? — ela chamou, a voz trêmula. — Taehyung, você está aqui?

Foi então que ela viu. No fundo do beco, um vulto alto, usando um sobretudo escuro e uma máscara que escondia todo o rosto. S/N parou bruscamente. Aquele não era o Taehyung. O homem deu um passo à frente, as botas ecoando no asfalto molhado.

— Quem é você? Cadê o meu marido? — ela gritou, recuando.

O homem não respondeu, apenas acelerou o passo. S/N, tomada pelo instinto de sobrevivência, virou-se e começou a correr. Seus olhos bateram em um carro prata estacionado com a porta do motorista entreaberta. “É a minha chance”, pensou. Ela se jogou para dentro do carro, trancando a porta do motorista e tateando o painel em busca da chave.

Mas o carro não estava vazio.

Do banco de trás, uma sombra se ergueu com uma agilidade assustadora. Antes que S/N pudesse gritar, braços fortes a envolveram, prendendo seus ombros contra o banco. Uma mão enluvada pressionou um pano embebido em clorofórmio contra o seu nariz e boca.

S/N lutou, chutando o painel e tentando cravar as unhas nos braços do agressor, mas o cheiro adocicado e químico rapidamente invadiu seus pulmões. Sua visão começou a escurecer, os sons do mundo tornaram-se abafados e seus membros ficaram pesados como chumbo. O celular escorregou de sua mão, caindo no assoalho do carro. O último pensamento que cruzou sua mente antes da escuridão total foi o rosto de Taehyung sorrindo para ela no jantar.

Lá fora, o caos pessoal de Taehyung havia começado. Ele saiu do restaurante como um furacão, o rosto manchado pelo batom de Hana e os olhos injetados de fúria e pavor.

— S/N! S/N! — ele gritava, correndo pelo lobby do hotel, assustando os hóspedes de luxo.

Ele correu até a guarita do estacionamento, agarrando o segurança pela gola do uniforme. — Uma mulher de cabelo preto, vestido de alfaiataria claro! Você a viu sair? RESPONDA!

— S-sim, senhor! Ela saiu correndo em direção ao setor de carga e descarga! Parecia desesperada!

Taehyung largou o homem e correu para o beco de serviço. Seus pulmões queimavam. Ele chegou ao local e viu apenas o silêncio. No chão, perto de uma poça de água, algo brilhou. Ele se abaixou e pegou: era um pequeno pingente que S/N usava no pulso. Tinha sido arrancado durante a luta.

— Não… não, não, não! — ele soluçou, girando em círculos, olhando para todos os lados.

Ele correu até a rua principal, parando pessoas aleatórias, mostrando a foto dela no celular com as mãos tremendo. — Você viu essa mulher? Um carro saiu daqui agora? ME DIGA!

Um taxista que passava parou e gritou da janela: — Um carro prata saiu voando daqui há dois minutos, cortando o sinal! Quase bateu no meu carro!

Taehyung caiu de joelhos no asfalto frio. O desespero era uma dor física. Ele sabia que Hana estava por trás disso, mas o tempo era seu maior inimigo. Ele pegou o celular e discou o número do chefe de segurança da Kim Corp com uma voz que não parecia a sua:

— Rastreie o celular da minha esposa. Agora! E feche todas as saídas da ilha de Jeju! Se um barco ou avião sair sem minha ordem, eu destruo vocês!

Ele se levantou, os olhos brilhando com uma escuridão perigosa. O Taehyung carinhoso do banho havia sumido. No lugar dele, estava um homem que não tinha nada a perder e que transformaria Jeju em cinzas para encontrar S/N.

Minutos depois…

O pânico de Taehyung atingiu o ápice quando o ponto vermelho no mapa do seu tablet parou de se mover. O sinal vinha de uma zona industrial esquecida, um complexo de galpões apodrecidos perto do porto de Jeju, onde o barulho das ondas contra o metal velho escondia qualquer grito.

Ele já estava dentro do carro, acelerando a velocidades insanas pelas estradas sinuosas da ilha, quando o celular tocou. O número era o mesmo que o atraíra para a armadilha mais cedo.

@clubefanfiqueira

“O pânico de Taehyung atingiu o ápice quando o ponto vermelho no mapa do seu tablet parou de se mover. O sinal vinha de uma zona industrial esquecida, um complexo de galpões apodrecidos perto do porto de Jeju, onde o barulho das ondas contra o metal velho escondia qualquer grito. Ele já estava dentro do carro, acelerando a velocidades insanas pelas estradas sinuosas da ilha, quando o celular tocou. O número era o mesmo que o atraíra para a armadilha mais cedo.” *clausulas-de-infidelidade* Leia agora no – Clubefanfiqueira.com.br clubefanfiqueira Taehyung KimTaehyung VBTS TaehyungFanfic FanficBTS BTSFanfic ArmyWriter ArmyFanfics

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— Onde ela está, Hana?! Se você encostar um dedo nela, eu juro que vou te caçar até o inferno! — Taehyung gritou, o volante gemendo sob o aperto de suas mãos.

Do outro lado, o silêncio durou apenas um segundo, seguido por uma risada gélida e desconexa.

— Shhh, Tae… Não grite. Você vai assustar a nossa convidada. Ela acabou de acordar.

Hana afastou o telefone e, no segundo seguinte, o som que atravessou o alto-falante rasgou o coração de Taehyung como uma navalha.

— TAEHYUNG! SOCORRO! ME TIRA DAQUI! — Era o grito de S/N. A voz dela estava embargada, rouca por causa do efeito do clorofórmio, carregada de um pavor puro que ele nunca tinha ouvido antes. — HANA, VOCÊ ENLOUQUECEU? ME SOLTA!

— S/N! S/N, VOCÊ ME OUVE? EU ESTOU CHEGANDO! — Taehyung berrava para o aparelho, as lágrimas de ódio e medo escorrendo pelo rosto.

— Ela não pode te ouvir agora, querido — a voz de Hana voltou, doce e venenosa. — Eu mandei o celular dela para o fundo do mar num barco de pesca para te despistar, mas deixei o rastreador ligado só para você ver o quão perto, e ao mesmo tempo tão longe, você está.

Dentro do galpão frio e mal iluminado, S/N estava amarrada a uma cadeira de metal. Sua cabeça latejava e o gosto químico do clorofórmio ainda queimava sua garganta. À sua frente, Hana caminhava de um lado para o outro, segurando uma faca pequena, mas afiada, com os olhos brilhando em um delírio psicótico.

— Sabe o que é engraçado, S/N? — Hana disse, parando na frente dela e puxando o cabelo de S/N para trás para que ela olhasse para cima. — Ele te deu a empresa. Ele te deu o amor dele. Ele te deu tudo o que era meu por direito. Mas agora, eu vou tirar de você a única coisa que ele não pode recuperar: a sua vida.

— Ele nunca foi seu, Hana… — S/N sussurrou, tentando manter a consciência. — Você era só um brinquedo que ele usava para fugir de si mesmo. Ele ama a mim.

Hana deu um tapa violento no rosto de S/N, fazendo o canto da boca dela sangrar. — CALA A BOCA! Ele me amava! Ele me queria! Você estragou tudo com aquele seu jeito de santa!

Enquanto isso, Taehyung avistava as luzes do porto. Ele não esperou a polícia. Ele jogou o carro contra o portão de ferro de um dos armazéns, saltando do veículo antes mesmo dele parar totalmente. Ele ouviu outro grito abafado vindo do galpão número 4.

Ele chutou a porta lateral, que já estava entreaberta. O cheiro de maresia e óleo diesel era sufocante.

HANA! APAREÇA! — O grito de Taehyung ecoou pelas vigas de aço. — EU ESTOU AQUI! SOLTE ELA!

@clubefanfiqueira

“Enquanto isso, Taehyung avistava as luzes do porto. Ele não esperou a polícia. Ele jogou o carro contra o portão de ferro de um dos armazéns, saltando do veículo antes mesmo dele parar totalmente. Ele ouviu outro grito abafado vindo do galpão número 4. Ele chutou a porta lateral, que já estava entreaberta. O cheiro de maresia e óleo diesel era sufocante. — HANA! APAREÇA! — O grito de Taehyung ecoou pelas vigas de aço. — EU ESTOU AQUI! SOLTE ELA!” *clausulas-de-infidelidade* Leia agora no – Clubefanfiqueira.com.br clubefanfiqueira Taehyung KimTaehyung VBTS TaehyungFanfic FanficBTS BTSFanfic ArmyWriter ArmyFanfics

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No fundo do galpão, sob uma única lâmpada pendurada por um fio, um capanga de Hana apareceu, segurando S/N pelo queixo com a faca encostada na garganta dela. S/N estava pálida, os olhos arregalados ao ver Taehyung ali, tão perto, mas em uma situação tão perigosa.

— Um passo a mais, Tae… e ele corta essa garganta linda que você tanto beijou hoje cedo — Hana sibilou, a lâmina pressionando a pele de S/N, fazendo surgir um pequeno filete de sangue.

Taehyung parou na mesma hora, as mãos levantadas, o corpo tremendo. — Tudo bem… tudo bem, Hana. Olha para mim. Esquece ela. Você me quer, não quer? Eu estou aqui. Deixa ela ir e eu faço o que você quiser. Eu assino qualquer coisa, eu vou embora com você… mas deixa ela em paz!

S/N balançou a cabeça, as lágrimas caindo. — Não, Tae… não acredita nela…

O capanga de Hana mantinha a lâmina pressionada contra a jugular de S/N. Mas ele cometeu um erro: subestimou a adrenalina de uma mulher que lutava pela vida. Com as mãos parcialmente soltas pelas cordas frouxas, S/N reuniu toda a força que restava em suas pernas e deu um impulso violento, derrubando a cadeira para o lado oposto.

O movimento brusco pegou o agressor de surpresa, fazendo a faca cortar apenas o ar.

— AGORA, S/N! — Taehyung rugiu.

Ele avançou como um animal feroz. O primeiro capanga tentou interceptá-lo, mas Taehyung desferiu um soco brutal que o lançou contra uma pilha de caixotes. O segundo homem partiu para cima dele com uma barra de ferro, e uma luta corporal frenética se iniciou. Taehyung recebia golpes, mas não sentia dor; sua mente estava focada apenas no vulto de S/N tentando se desvencilhar dos restos das cordas.

Hana, vendo seu plano desmoronar e ouvindo as sirenes da polícia que já ecoavam ao longe, teve o seu colapso definitivo. O falso garçom, percebendo que a casa havia caído, empurrou Hana e correu em direção às sombras, fugindo para os fundos do porto, mas Hana não tinha para onde ir.

— Se ele não for meu, não vai ser de mais ninguém! — Hana gritou, os olhos completamente injetados.

Ela avançou sobre S/N, que ainda tentava se levantar do chão, e a arrastou pelos cabelos em direção à passarela de metal que dava para o mar aberto. Taehyung, ainda lutando com o último capanga, viu a cena pelo canto do olho. Ele desferiu uma cabeçada no agressor, deixando-o atordoado, e correu.

— HANA, NÃO! — ele gritou.

Mas era tarde demais. Em um ato de loucura suicida, Hana envolveu S/N em um abraço mortal e saltou para o abismo escuro do mar de Jeju.

O som do impacto na água fria foi seco. Taehyung não hesitou por um milésimo de segundo. Ele não esperou a polícia encostar, não tirou o paletó, não pensou nos perigos. Ele saltou logo em seguida.

A água estava congelante e a escuridão lá embaixo era absoluta. Taehyung mergulhou, os pulmões ardendo, tateando o vazio até que seus dedos encontraram o tecido do vestido de S/N. Hana ainda estava agarrada a ela, as duas afundando juntas em um redemoinho de tecidos e desespero.

Hana, sentindo o toque de Taehyung, tentou agarrar o braço dele, os olhos abertos debaixo d’água implorando por salvação, acreditando que ele a levaria para a superfície. Mas Taehyung não olhou para ela. Com um movimento firme, ele despachou as mãos de Hana para longe, chutando a água para se impulsionar e agarrar S/N pela cintura.

Ele subiu com S/N nos braços, ignorando Hana que debulhava o ar atrás dele.

Ele emergiu ofegante, nadando com uma mão só até a escada de metal do cais. No exato momento em que ele colocou S/N — que tossia e tentava recuperar o ar — no chão firme, os refletores da polícia iluminaram todo o porto.

— Ela está aqui! — um policial gritou.

Taehyung colou sua testa na de S/N, ambos encharcados e tremendo de frio. — Eu te peguei… eu te peguei, meu amor. Acabou.

A poucos metros dali, outro policial mergulhou para resgatar o que restava. Hana foi retirada da água desmaiada, o rosto pálido e os lábios arroxeados. Ela foi colocada em uma maca, sobrevivendo apenas para enfrentar o julgamento que a esperava. O falso garçom e os capangas foram cercados e algemados ali mesmo, nos fundos do galpão.

Taehyung envolveu S/N em seu paletó molhado, apertando-a contra o peito como se o mundo fosse acabar se ele a soltasse.

— Você está segura — ele sussurrou entre beijos no rosto gelado dela. — Eu nunca mais vou deixar ninguém tocar em você.

Um ano depois…

O inverno em Jeju tinha um brilho diferente desta vez. Não havia o cheiro de óleo diesel ou o som de sirenes, apenas o rugido constante e pacificador do oceano. Taehyung fizera questão de que eles ficassem no lado oposto da ilha, em um hotel boutique onde cada detalhe fora planejado para que S/N se sentisse em um mundo inteiramente novo. Ele queria que as memórias de Jeju fossem as de hoje, e não as daquela noite no porto.

Durante o dia, eles alugaram um barco. O mar estava agitado, mas S/N não sentia medo. Com Taehyung ao seu lado, o oceano não era mais um abismo que tentou engoli-la, mas um horizonte vasto e livre. Ele a segurava contra o peito, protegendo-a do vento frio com seu próprio corpo, depositando beijos em sua testa enquanto a neve caía levemente sobre eles. Era o silêncio que eles tanto buscaram: a paz de quem não precisa mais lutar para provar nada.

Quando a noite caiu, eles desceram para a areia da praia privativa. O céu estava límpido, pontilhado de estrelas que pareciam observar o recomeço do casal. S/N abraçou Taehyung pelas costas, escondendo o rosto em sua nuca, sentindo o calor dele através do casaco grosso. Ela fechou os olhos por um momento, apenas ouvindo a respiração dele.

— Você está bem? — ele perguntou, virando-se para envolvê-la em seus braços, os olhos brilhando com uma serenidade que o Kim Taehyung do passado nunca conhecera.

— Pela primeira vez em anos… eu estou em casa — ela respondeu, sorrindo contra o peito dele.

À meia-noite, o céu explodiu.

Os fogos de artifício coloriram a escuridão de dourado, vermelho e azul. O barulho das explosões, que antes poderia remeter ao pânico, agora era apenas a trilha sonora de uma celebração. Taehyung segurou o rosto de S/N com as mãos trêmulas de emoção e a beijou com uma promessa silenciosa: a de que os próximos anos seriam apenas de luz.

Hana era agora apenas um nome em um processo judicial distante. A empresa era próspera, mas não era mais a prioridade. Ali, naquela praia, o homem mais poderoso de Seul era apenas um homem perdidamente apaixonado pela mulher que o ensinou a ser homem.

Enquanto os fogos iluminavam o rosto de ambos, S/N percebeu que a queda não os destruiu. Ela apenas os ensinou que, para voar de verdade, às vezes é preciso perder o chão.

— Feliz Ano Novo, meu amor — ele sussurrou. — Feliz vida nova, Tae.

Eles caminharam pela areia, deixando pegadas que o mar logo levaria, prontos para escrever uma história onde a única regra era o amor que sobreviveu à tempestade.

Quando os últimos fogos de artifício se desvaneceram no horizonte, Taehyung pegou a mão de S/N e a guiou de volta para o hotel. O caminho até a suíte luxuosa foi um silêncio preenchido por olhares, sorrisos e a promessa de uma noite que selaria o novo começo.

No momento em que ele abriu a porta do quarto, um calor aconchegante os envolveu. A decoração em tons suaves e a vista deslumbrante do oceano sob a luz da lua criavam um ambiente de santuário. S/N, sentindo o peso da emoção, virou-se para ele.

Taehyung colocou as mãos no rosto dela, os polegares acariciando suas bochechas. Seus olhos estavam marejados, mas com um brilho que S/N nunca vira. Ele havia demonstrado seu amor de mil maneiras, com cada ação, cada sacrifício, mas as palavras… as palavras sempre foram o seu maior obstáculo.

— S/N — a voz dele saiu rouca, quase um sussurro, mas carregada de uma verdade que transbordava. — Eu… eu te amo. Eu te amo de verdade, mais do que a mim mesmo, mais do que qualquer coisa neste mundo.

O ar pareceu vibrar. S/N sentiu as pernas fraquejarem. Lágrimas quentes escorreram pelo seu rosto. Era a primeira vez que ele verbalizava aquilo. A confirmação que seu coração tanto ansiava. Ela jogou os braços em volta do pescoço dele, puxando-o para um beijo que foi uma mistura de lágrimas salgadas e o doce sabor do amor recém-declarado.

— Eu também te amo, Tae — ela conseguiu murmurar entre os beijos, sentindo-se completa.

Taehyung a ergueu nos braços, levando-a para a cama macia. As roupas caíram ao chão com urgência, mas com um toque de reverência. Cada beijo, cada carícia, era uma celebração da vida que quase perderam, do amor que quase se dissolveu.

Quando ele entrou nela, S/N soltou um gemido abafado, os dedos cravados nos ombros largos dele. Taehyung se moveu com uma cadência poderosa, mas controlada, seus olhos fixos nos dela, buscando uma conexão que ia além do físico.

— Você é linda, porra — ele sussurrou contra a boca dela, a voz rouca de desejo. — Minha linda.

S/N o provocava com a língua, com o movimento dos quadris, com o olhar. Ela queria sentir cada grama do prazer que ele podia dar. Em uma das posições, ela sentou no colo dele, as pernas envolvendo a cintura de Taehyung, e começou a quicar com força.

— Isso… caralho — ele rosnou, as mãos subindo para dar tapas leves e ritmados na bunda dela, fazendo a pele branca ficar vermelha. — Mais forte, meu amor. Eu quero te sentir em cada pedaço do meu corpo.

S/N jogava a cabeça para trás, revirando os olhos em êxtase, o cabelo escuro em contraste com os lençóis claros. Ela gemia o nome dele, as unhas arranhando as costas de Taehyung. Ele a virou, levantando as pernas dela sobre os ombros, a visão da bunda dela emoldurando o local onde se conectavam era enlouquecedora.

— Você é uma deusa, S/N — ele ofegava, as estocadas se tornando mais profundas e rápidas. — Eu te fodo tão gostoso porque te amo, caralho. Você é a única que me faz perder a cabeça assim.

A cada impulso, S/N sentia o corpo vibrar, a alma se conectando à dele em um nível que transcendia as palavras. A paixão deles não era mais tingida de raiva ou dor, mas de uma devoção pura e inabalável. Os gritos e gemidos se misturavam aos sons da noite e do mar.

Taehyung a levou ao orgasmo múltiplas vezes, beijando cada parte do seu corpo, chupando seus seios com uma fome insaciável. Quando o clímax final os atingiu simultaneamente, foi um grito uníssono de prazer e alívio, de uma paz encontrada após a tempestade.

Eles desabaram na cama, suados e exaustos, mas com os corpos ainda emaranhados. Taehyung a abraçou com força, beijando o topo da cabeça dela.

— Eu te amo — ele sussurrou novamente, não como uma declaração, mas como uma promessa.

S/N adormeceu nos braços dele, sentindo-se a mulher mais amada do mundo, finalmente em paz. A queda havia sido brutal, mas o amor que floresceu das cinzas era indestrutível.

31 Comentários

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  1. THAMIRIS
    Jan 14, '26 at 2:06 pm

    Do banco de trás, uma sombra se ergueu com uma agilidade assustadora. Antes que S/N pudesse gritar, braços fortes a envolveram, prendendo seus ombros contra o banco. Uma mão enluvada pressionou um pano embebido em clorofórmio contra o seu nariz e boca.

    Não entrem em carros desconhecidos,com gente ou não

  2. THAMIRIS
    Jan 14, '26 at 2:07 pm

    S/N lutou, chutando o painel e tentando cravar as unhas nos braços do agressor, mas o cheiro adocicado e químico rapidamente invadiu seus pulmões. Sua visão começou a escurecer, os sons do mundo tornaram-se abafados e seus membros ficaram pesados como chumbo. O celular escorregou de sua mão, caindo no assoalho do carro. O último pensamento que cruzou sua mente antes da escuridão total foi o rosto de Taehyung sorrindo para ela no jantar.

    Aí meu nenéns

  3. THAMIRIS
    Jan 14, '26 at 2:11 pm

    — Rastreie o celular da minha esposa. Agora! E feche todas as saídas da ilha de Jeju! Se um barco ou avião sair sem minha ordem, eu destruo vocês!

    Soberano Kim

  4. Karine
    Jan 14, '26 at 2:58 pm

    — Quem é você? Cadê o meu marido? — ela gritou, recuando.

    Eu conheço essa cena

  5. Karine
    Jan 14, '26 at 2:59 pm

    Ele correu até a guarita do estacionamento, agarrando o segurança pela gola do uniforme. — Uma mulher de cabelo preto, vestido de alfaiataria claro! Você a viu sair? RESPONDA!

    Imagino ele baixinho fzd isso com um segurança alto kkk

    1. @KarineJan 14, '26 at 4:08 pm

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tae é alto cara

      1. Luana
        @FanfiqueiraFeb 6, '26 at 7:24 pm

        Sim kkkkkkk

    2. Luana
      @KarineFeb 6, '26 at 7:23 pm

      Tadinho kkkkkkkkkkkk

  6. Karine
    Jan 14, '26 at 3:05 pm

    — Ela não pode te ouvir agora, querido — a voz de Hana voltou, doce e venenosa. — Eu mandei o celular dela para o fundo do mar num barco de pesca para te despistar, mas deixei o rastreador ligado só para você ver o quão perto, e ao mesmo tempo tão longe, você está.

    Aaah imunda

  7. Karine
    Jan 14, '26 at 3:11 pm

    — Se ele não for meu, não vai ser de mais ninguém! — Hana gritou, os olhos completamente injetados.

    Mas então tentasse matar ele, não ela kkk

  8. Karine
    Jan 14, '26 at 3:15 pm

    Mas era tarde demais. Em um ato de loucura suicida, Hana envolveu S/N em um abraço mortal e saltou para o abismo escuro do mar de Jeju.

    Uui que agonia >_<

    1. Luana
      @KarineFeb 6, '26 at 7:24 pm

      Passei mal aqui

  9. Karine
    Jan 14, '26 at 3:24 pm

    Durante o dia, eles alugaram um barco. O mar estava agitado, mas S/N não sentia medo. Com Taehyung ao seu lado, o oceano não era mais um abismo que tentou engoli-la, mas um horizonte vasto e livre. Ele a segurava contra o peito, protegendo-a do vento frio com seu próprio corpo, depositando beijos em sua testa enquanto a neve caía levemente sobre eles. Era o silêncio que eles tanto buscaram: a paz de quem não precisa mais lutar para provar nada.

    Nunca vi andar de barco no inverno kkkk quero experimentar tbm

    1. @KarineJan 14, '26 at 4:08 pm

      jkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  10. Karine
    Jan 14, '26 at 3:28 pm

    — Feliz Ano Novo, meu amor — ele sussurrou. — Feliz vida nova, Tae.

    (。•́‿•̀。)

  11. Karine
    Jan 14, '26 at 3:31 pm

    Quando ele entrou nela, S/N soltou um gemido abafado, os dedos cravados nos ombros largos dele. Taehyung se moveu com uma cadência poderosa, mas controlada, seus olhos fixos nos dela, buscando uma conexão que ia além do físico.

    Foi de 0 a 100 muito rápido kkk

  12. Karine
    Jan 14, '26 at 3:34 pm

    S/N adormeceu nos braços dele, sentindo-se a mulher mais amada do mundo, finalmente em paz. A queda havia sido brutal, mas o amor que floresceu das cinzas era indestrutível.

    Ainda fiquei com ranço dele, mas que sejam felizes kkkk yeah

    1. @KarineJan 14, '26 at 4:08 pm

      kkkkkkkkkkkkkkkk

  13. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 12:51 am

    — TAEHYUNG! SOCORRO! ME TIRA DAQUI! — Era o grito de S/N. A voz dela estava embargada, rouca por causa do efeito do clorofórmio, carregada de um pavor puro que ele nunca tinha ouvido antes. — HANA, VOCÊ ENLOUQUECEU? ME SOLTA!

    MDS que pânico
    Mulher louca

  14. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 12:52 am

    — Ela não pode te ouvir agora, querido — a voz de Hana voltou, doce e venenosa. — Eu mandei o celular dela para o fundo do mar num barco de pesca para te despistar, mas deixei o rastreador ligado só para você ver o quão perto, e ao mesmo tempo tão longe, você está.

    Que vagabunda

  15. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 12:56 am

    Enquanto isso, Taehyung avistava as luzes do porto. Ele não esperou a polícia. Ele jogou o carro contra o portão de ferro de um dos armazéns, saltando do veículo antes mesmo dele parar totalmente. Ele ouviu outro grito abafado vindo do galpão número 4.

    Absoluta cinema

  16. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 1:01 am

    O capanga de Hana mantinha a lâmina pressionada contra a jugular de S/N. Mas ele cometeu um erro: subestimou a adrenalina de uma mulher que lutava pela vida. Com as mãos parcialmente soltas pelas cordas frouxas, S/N reuniu toda a força que restava em suas pernas e deu um impulso violento, derrubando a cadeira para o lado oposto.

    Kk,nunca duvidei da Sn
    Ela é o cara

  17. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 1:03 am

    Mas era tarde demais. Em um ato de loucura suicida, Hana envolveu S/N em um abraço mortal e saltou para o abismo escuro do mar de Jeju.

    Naaaaaooooo creio

  18. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 1:06 am

    A poucos metros dali, outro policial mergulhou para resgatar o que restava. Hana foi retirada da água desmaiada, o rosto pálido e os lábios arroxeados. Ela foi colocada em uma maca, sobrevivendo apenas para enfrentar o julgamento que a esperava. O falso garçom e os capangas foram cercados e algemados ali mesmo, nos fundos do galpão.

    Era pra ela ter era morrido ali mesmo

  19. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:03 am

    — S/N — a voz dele saiu rouca, quase um sussurro, mas carregada de uma verdade que transbordava. — Eu… eu te amo. Eu te amo de verdade, mais do que a mim mesmo, mais do que qualquer coisa neste mundo.

    Demorou mais saiu,a frase dos sonhos de toda mulher

  20. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:05 am

    S/N o provocava com a língua, com o movimento dos quadris, com o olhar. Ela queria sentir cada grama do prazer que ele podia dar. Em uma das posições, ela sentou no colo dele, as pernas envolvendo a cintura de Taehyung, e começou a quicar com força.

    Eita Sn

  21. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:07 am

    S/N jogava a cabeça para trás, revirando os olhos em êxtase, o cabelo escuro em contraste com os lençóis claros. Ela gemia o nome dele, as unhas arranhando as costas de Taehyung. Ele a virou, levantando as pernas dela sobre os ombros, a visão da bunda dela emoldurando o local onde se conectavam era enlouquecedora.

    Misericórdia Tae,vai quebrar a baixinha no meio

  22. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:08 am

    S/N adormeceu nos braços dele, sentindo-se a mulher mais amada do mundo, finalmente em paz. A queda havia sido brutal, mas o amor que floresceu das cinzas era indestrutível.

    Aaaaahhhhh

  23. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:10 am

    Fimmmm…. Perfeito demais
    Obrigada Lê

  24. IASMINE
    Feb 4, '26 at 9:28 am

    Taehyung colou sua testa na de S/N, ambos encharcados e tremendo de frio. — Eu te peguei… eu te peguei, meu amor. Acabou.

    Meu deus isso aqui foi cena de filme

  25. IASMINE
    Feb 4, '26 at 9:29 am

    — S/N — a voz dele saiu rouca, quase um sussurro, mas carregada de uma verdade que transbordava. — Eu… eu te amo. Eu te amo de verdade, mais do que a mim mesmo, mais do que qualquer coisa neste mundo.

    Senhor a sua filha esta pronta para ouvir um eu te amo de um dos btsers kkkkk

Nota

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