You have no alerts.
Header Background Image

A rotina na casa de S/N havia sofrido uma alteração quase irônica nas últimas três semanas. O soco que Jungkook desferira contra o rosto de seu pai na calçada não apenas abrira um corte profundo no lábio do homem, mas o obrigara a tomar pontos no posto de saúde local. A orientação médica fora expressa: sem consumo de álcool durante o tratamento com os anti-inflamatórios e antibióticos.

Privado do soju, o homem mudara completamente de tom.

Sóbrio, o pai de S/N era quase uma figura irreconhecível. Ele limpara o pequeno quintal de cimento nos fundos, consertara a dobradiça emperrada da porta da cozinha e até mesmo deixara uma tigela de arroz quente coberta sobre o fogão antes que ela saísse para o trabalho. Era o ciclo cruel e familiar que S/N conhecia desde a infância: a sobriedade trazia um homem atencioso, quase afetuoso, mas o fantasma da garrafa continuava à espreita, esperando pela retirada do último ponto para retornar com o dobro da violência.

S/N não se deixava enganar pela trégua temporária. Ela aproveitou a calma relativa dentro de casa para intensificar seu ritmo de preparação. Falta pouco menos de um mês para o início das aulas na Universidade St. Jude, e cada minuto vago era precioso.

Todas as noites, após trancar a porta de seu quarto com a chave que mantinha suspensa no pescoço, ela espalhava sobre a escrivaninha os livros doados pelo Sr. Park e os cadernos de anotações que comprara com o pouco dinheiro economizado. O irmão, Min-jae, continuava com seu comportamento errático, entrando e saindo em horários incertos e espreitando pelos cantos em busca de qualquer nota esquecida para bancar seus pequenos vícios e apostas.

No entanto, se a situação dentro de casa dera um suspiro temporário, as ruas daquele bairro pareciam cada vez mais estreitas.

Praticamente todos os dias, enquanto se deslocava entre a cafeteria, a biblioteca e o caminho de volta para casa, S/N notava a presença dele. Aquele homem parecia ter se transformado em uma constante na paisagem urbana. Algumas vezes, ela o via de longe, encostado em uma esquina qualquer, conversando com rapazes de jaquetas escuras e posturas intimidantes. Em outras, ele estava sozinho, sentado na garupa de uma motocicleta estacionada perto da travessa comercial ou saindo de uma loja de conveniência no exato momento em que ela passava.

Ela não sabia que, para ele, aquilo deixara de ser mera coincidência para se tornar um hábito quase obsessivo. Ele nunca admitiria em voz alta, mas a necessidade de monitorar os passos daquela garota de olhar arisco se entranhara em seus dias. Na cabeça dele, a justificativa era simples e pragmática: ele apenas queria garantir que nenhum bêbado arruinasse a paz do quarteirão que ele frequentava. Era uma desculpa conveniente para disfarçar o incômodo constante que sentia ao lembrar da expressão de pavor e orgulho que ela ostentara naquela noite.

Aquela terça-feira, contudo, trouxe uma névoa espessa e um silêncio incomum para o trajeto de volta.

O relógio de pulso de S/N marcava pouco mais de dez horas da noite. Não era extremamente tarde, mas a rua comercial secundária estava completamente deserta. As portas de aço das lojas fechadas refletiam a luz amarelada e vacilante dos postes. S/N acelerou o passo, sentindo o ar frio da noite cortar o tecido do casaco. O joelho, embora cicatrizado, ainda mandava fisgadas sutis quando ela apertava o ritmo.

O homem estava onde costumava ficar àquela hora: na entrada de um beco lateral, a meia quadra de distância do trabalho dela. Ele a viu passar pela calçada oposta. O olhar dele acompanhou os movimentos dela — o queixo erguido, os braços cruzados contra o peito, a passos rápidos e calculados. Ele esperou que ela avançasse alguns metros antes de se desencostar da parede de tijolos e começar a segui-la, mantendo uma distância estratégica, oculta pelas sombras dos prédios.

O perigo, no entanto, surgiu da direção contrária.

Um jovem homem, caminhando a passos trôpegos e com uma garrafa embrulhada em papel pardo sob o braço, dobrou a esquina oposta. Ao notar a figura solitária de S/N na calçada deserta, o sujeito desacelerou.

— Ei, coisinha linda… — o homem arrastou as palavras, a voz carregada pelo excesso de bebida. — Tá indo pra onde tão apressada nessa escuridão?

S/N nem sequer piscou. Ela manteve os olhos fixos à frente, fingindo não ouvi-lo, e apertou ainda mais o passo, tentando contorná-lo pela borda do meio-fio.

— Não finge que não tá me ouvindo não! — o jovem insistiu, dando dois passos largos para fechar o caminho dela. — Dá uma atenção aqui. Custa conversar um pouco?

— Me deixa em paz — a voz de S/N saiu fria, cortante, enquanto ela desviava bruscamente para o lado esquerdo.

O sujeito, irritado pela rejeição, estendeu o braço com ignorância, tentando agarrar o tecido do casaco dela na altura do cotovelo:

— Volta aqui!

S/N girou o corpo no instinto de defesa, erguendo o braço para repelir o contato.

No segundo seguinte, o jovem simplesmente sumiu.

Não houve tempo para que ele tocasse o tecido da roupa dela. Como se tivesse sido tragado pela própria penumbra da rua, a figura do bêbado desapareceu do campo de visão de S/N em uma fração de segundo, sem deixar rastro. A calçada diante dela estava completamente vazia.

S/N estancou no lugar, a respiração presa na garganta. Ela olhou para os próprios braços, depois para o chão, o coração disparando em um pico repentino de adrenalina. A sensação de irrealidade fez um calafrio percorrer sua espinha. A rua continuava em silêncio, mas o choque daquela ausência repentina fez o pavor subir por sua garganta.

Sem pensar duas vezes, ela apertou a alça da mochila contra o peito e começou a andar o mais rápido que podia, quase correndo.

Ela deu menos de dez passos quando um ruído seco cortou o ar vindo do beco logo atrás. O som surdo de um impacto pesado de carne contra tijolo ecoou pela travessa, seguido pelo estalo abafado de algo caindo sobre sacos de lixo empilhados.

S/N travou. A curiosidade e o medo travaram uma batalha rápida em sua mente até que ela virou o corpo e olhou para trás.

Saindo da entrada escura do beco, a passos lentos e calmos, estava Jungkook.

Ele vestia sua jaqueta de couro escura habitual. Ele trazia a mão direita erguida na altura do peito, flexionando os dedos devagar e limpando o topo dos nós dos dedos — ligeiramente escoriados e avermelhados pelo impacto — contra o jeans da própria calça. Ele soltou um suspiro anasalado, sentindo a fisgada do soco que acabara de desferir no sujeito que ousara estender a mão para a garota.

Ao erguê-los do chão, os olhos pretos dele colidiram diretamente com o olhar de S/N.

Uma onda de raiva puríssima e acumulada explodiu no peito dela. O medo de instantes atrás evaporou, substituído por uma fúria que ela não conseguiu contiver. S/N marchou de volta na direção dele, a sola das botas batendo com força no asfalto até parar a menos de um metro de distância.

Ela ergueu a mão e bateu com o indicador diretamente contra o peito firme dele, a voz saindo alta e trêmula de indignação:

— Você tá me perseguindo! Desde aquele dia… desde o dia em que você se meteu na minha vida, você não para de me seguir! Todos os dias! Em todo lugar que eu vou, você tá lá!

Jungkook nem sequer se moveu com o toque. Ele olhou para o dedo dela pressionado contra sua jaqueta, depois ergueu os olhos para o rosto corado dela, mantendo a expressão perfeitamente serena e perigosa.

— Tá sonhando comigo, baby? — a voz dele veio grave, arrastada, adornada por um sorriso de canto provocativo e debochado. — Ou anda pensando demais em mim durante o dia?

A provocação fez o sangue de S/N ferver. Ela deu um passo à frente, sem recuar um milímetro diante da estatura e da aura intimidadora dele.

— Você é ridículo! — ela disparou, a respiração desregulada. Ela desviou o olhar por cima do ombro dele, mirando a entrada escura do beco onde a figura do bêbado jazia desacordada entre a sujeira. — Você bateu nele? Você jogou o cara lá dentro?

Jungkook inclinou levemente a cabeça para o lado, mantendo o tom calmo e ironicamente cortês:

— Ele tava no meu caminho. E incomodando a vista.

S/N franziu a testa em profunda repulsa, a voz carregada de desdém ao encará-lo novamente:

— Você é um bárbaro. Um bárbaro completo! Acha que pode resolver absolutamente tudo na porrada? Acha que o mundo funciona do seu jeito?

Ela olhou para a mão direita dele, notando o pequeno rasgo na pele dos nós dos dedos de onde um filete discreto de sangue começava a despontar, misturado à sujeira do impacto.

— Por que você fez isso, afinal? Por que diabos você bateu no cara? — a voz dela subiu de tom, exigindo uma resposta real.

A indagação constante, o tom acusatório e a completa ausência de qualquer reconhecimento fizeram o orgulho de Jungkook estalar. A fachada debochada dele fraquejou por um segundo, dando lugar a uma irritação fria e contida. Ele odiava ser questionado. Odiava ainda mais ser tratado como um vilão por alguém que ele acabara de proteger.

— Você não cansa de reclamar, né? — a voz dele abaixou de tom, ficando perceptivelmente mais densa e perigosa. — Eu acabo de tirar um bêbado nojento de cima de você e a única coisa que você sabe fazer é me questionar e me xingar. Você nunca aprendeu a dizer ‘obrigada’?

— Eu nunca pedi para você me salvar! — S/N rebateu imediatamente, batendo no peito dele outra vez. — Eu já te agradeci daquela primeira vez e deixei muito claro: não se mete na minha vida! Eu não preciso da sua proteção, não pedi por ela e falei pra você não fazer isso de novo!

O tom imperativo dela foi a gota d’água para o orgulho de Jungkook.

Em um movimento absurdamente rápido e preciso, ele avançou. Sua mão esquerda disparou para a frente, segurando o ombro dela com firmeza, enquanto seu corpo alto e pesado a empurrou dois passos para trás até que as costas de S/N colidissem suavemente contra a parede de tijolos do prédio.

Ele se projetou sobre ela, prensando-a contra o concreto, bloqueando qualquer rota de fuga com sua presença física esmagadora. A iluminação fraca da rua refletia nos olhos escuros dele, que faiscavam de uma irritação genuína.

— Me obriga — ele sussurrou, a voz baixa, arrastada e perigosamente próxima do rosto dela. O hálito dele vinha quente contra a pele fria de S/N. — Me obriga a não me meter. Você fala como se mandasse em alguma coisa, mas a verdade é que você odeia o fato de que não consegue me controlar.

S/N tentou erguer o queixo, recusando-se a demonstrar o sobressalto que o impacto causara em seu peito, embora a proximidade dele fizesse seu coração martelar como um tambor.

— Você é um arrogante — ela cuspiu as palavras, mantendo o olhar cravado no dele. — Um arrogante que acha que pode fazer o que quiser só porque é mais forte.

Jungkook encarou os lábios dela se movendo na defensiva, a coragem teimosa estampada em cada traço do rosto pequeno. Um meio sorriso curto e perigoso voltou a despontar no canto de sua boca.

— Tá rindo do quê agora? — S/N perguntou, a voz falhando ligeiramente pela falta de espaço entre eles.

— Do seu orgulho — ele respondeu, a voz descendo para um tom quase imperceptível, a ironia misturada a uma tensão pesada que parecia eletcutar o ar ao redor. — Você tá morrendo de raiva porque sabe que eu tô certo. E continua achando que esse seu falatório afasta alguém.

— Eu odeio você — ela sussurrou, a respiração entrecortada.

— Que pena — disse ele.

Antes que S/N pudesse formular qualquer outra réplica ou tentar empurrá-lo pelo peito, Jungkook inclinou a cabeça e capturou os lábios dela em um beijo intenso, bruto e repentino.

A reação de S/N foi um choque absoluto. O impacto da boca dele contra a sua paralisou qualquer pensamento lógico. O beijo não tinha gentileza; trazia o sabor metálico e distinto do resquício de sangue no lábio dele — resultado do soco desferido momentos antes —, misturado ao toque frio do piercing de prata e à pressão firme de sua mão segurando a cintura dela contra a parede.

Ele a dominou naquele gesto com uma posse silenciosa e avassaladora, aprofundando o contato por segundos que pareceram suspender o tempo na calçada deserta. Quando ele finalmente recuou alguns centímetros, mantendo a testa quase colada à dela e os olhos pretos cravados em sua reação, S/N permaneceu imóvel contra os tijolos frios, o peito subindo e descendo rápido, a mente completamente devastada pela invasão daquele estranho que recusava a sair de seu caminho.

12 Comentários

Aviso! Seu comentário ficará invisível para outros convidados e assinantes (exceto para respostas), inclusive para você, após um período de tolerância. Mas se você enviar um endereço de e-mail e ativar o ícone de sino, receberá respostas até que as cancele.
  1. Iasmine
    Sep 22, '26 at 8:49 pm

    Sóbrio, o pai de S/N era quase uma figura irreconhecível. Ele limpara o pequeno quintal de cimento nos fundos, consertara a dobradiça emperrada da porta da cozinha e até mesmo deixara uma tigela de arroz quente coberta sobre o fogão antes que ela saísse para o trabalho. Era o ciclo cruel e familiar que S/N conhecia desde a infância: a sobriedade trazia um homem atencioso, quase afetuoso, mas o fantasma da garrafa continuava à espreita, esperando pela retirada do último ponto para retornar com o dobro da violência.

    Interna logo esse homem no a.a pelo amor de deus

  2. Iasmine
    Sep 22, '26 at 8:51 pm

    Ela não sabia que, para ele, aquilo deixara de ser mera coincidência para se tornar um hábito quase obsessivo. Ele nunca admitiria em voz alta, mas a necessidade de monitorar os passos daquela garota de olhar arisco se entranhara em seus dias. Na cabeça dele, a justificativa era simples e pragmática: ele apenas queria garantir que nenhum bêbado arruinasse a paz do quarteirão que ele frequentava. Era uma desculpa conveniente para disfarçar o incômodo constante que sentia ao lembrar da expressão de pavor e orgulho que ela ostentara naquela noite.

    Meu deus ele ta obcecado… ta apaixonado ou so ta preocupado com ela? Mas pq iria ta preocupado?

  3. Iasmine
    Sep 22, '26 at 8:52 pm

    — Você tá me perseguindo! Desde aquele dia… desde o dia em que você se meteu na minha vida, você não para de me seguir! Todos os dias! Em todo lugar que eu vou, você tá lá!

    Com certeza ele ta e ele não ta nem ai pra esconder isso

  4. Iasmine
    Sep 22, '26 at 8:52 pm

    — Do seu orgulho — ele respondeu, a voz descendo para um tom quase imperceptível, a ironia misturada a uma tensão pesada que parecia eletcutar o ar ao redor. — Você tá morrendo de raiva porque sabe que eu tô certo. E continua achando que esse seu falatório afasta alguém.

    Não sei se ela deveria ta feliz ou preocupada kkkkkk

  5. Iasmine
    Sep 22, '26 at 8:53 pm

    Antes que S/N pudesse formular qualquer outra réplica ou tentar empurrá-lo pelo peito, Jungkook inclinou a cabeça e capturou os lábios dela em um beijo intenso, bruto e repentino.

    O que????? O que foi issoo vei? Pqp manoo do nada

    1. Marcela
      @Iasmine • Sep 23, '26 at 12:32 pm

      [quote]Antes que S/N pudesse formular qualquer outra réplica ou tentar empurrá-lo pelo peito, Jungkook inclinou a cabeça e capturou os lábios dela em um beijo intenso, bruto e repentino.

      Foi n pow kkk ele é afoito mesmo hein??

  6. Marcela
    Sep 23, '26 at 12:04 pm

    [quote]Praticamente todos os dias, enquanto se deslocava entre a cafeteria, a biblioteca e o caminho de volta para casa, S/N notava a presença dele. Aquele homem parecia ter se transformado em uma constante na paisagem urbana. Algumas vezes, ela o via de longe, encostado em uma esquina qualquer, conversando com rapazes de jaquetas escuras e posturas intimidantes. Em outras, ele estava sozinho, sentado na garupa de uma motocicleta estacionada perto da travessa comercial ou saindo de uma loja de conveniência no exato momento em que ela passava.

    Rpz, esse negócio tá ficando estranho

  7. Marcela
    Sep 23, '26 at 12:08 pm

    [quote]Ela não sabia que, para ele, aquilo deixara de ser mera coincidência para se tornar um hábito quase obsessivo. Ele nunca admitiria em voz alta, mas a necessidade de monitorar os passos daquela garota de olhar arisco se entranhara em seus dias. Na cabeça dele, a justificativa era simples e pragmática: ele apenas queria garantir que nenhum bêbado arruinasse a paz do quarteirão que ele frequentava. Era uma desculpa conveniente para disfarçar o incômodo constante que sentia ao lembrar da expressão de pavor e orgulho que ela ostentara naquela noite.

    Como assim? Han?
    Uma obsessão assim do Neida por ela ??

  8. Marcela.
    Sep 23, '26 at 12:21 pm

    [quote]— Não finge que não tá me ouvindo não! — o jovem insistiu, dando dois passos largos para fechar o caminho dela. — Dá uma atenção aqui. Custa conversar um pouco?

    O boy falando isso em uma rua deserta, tarde da noite e para uma mulher
    ( TNC)

  9. Marcela
    Sep 23, '26 at 12:25 pm

    [quote]— Tá sonhando comigo, baby? — a voz dele veio grave, arrastada, adornada por um sorriso de canto provocativo e debochado. — Ou anda pensando demais em mim durante o dia?

    AAAA que ÓDIO kkkkkk o deboche dele
    Sabendo que tudo era vdd

  10. Marcela
    Sep 23, '26 at 12:30 pm

    [quote]— Me obriga — ele sussurrou, a voz baixa, arrastada e perigosamente próxima do rosto dela. O hálito dele vinha quente contra a pele fria de S/N. — Me obriga a não me meter. Você fala como se mandasse em alguma coisa, mas a verdade é que você odeia o fato de que não consegue me controlar.

    Acho que nem ela sabe o que pensar disso tudo kkkkk

  11. Marcela
    Sep 23, '26 at 12:51 pm

    [quote]Ele a dominou naquele gesto com uma posse silenciosa e avassaladora, aprofundando o contato por segundos que pareceram suspender o tempo na calçada deserta. Quando ele finalmente recuou alguns centímetros, mantendo a testa quase colada à dela e os olhos pretos cravados em sua reação, S/N permaneceu imóvel contra os tijolos frios, o peito subindo e descendo rápido, a mente completamente devastada pela invasão daquele estranho que recusava a sair de seu caminho.

    SN fazendo download em tudo que tinha acontecido
    A Pobi kkkk

Nota