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O silêncio na cobertura havia retornado, mas agora era um silêncio denso, carregado pela eletricidade que ficara suspensa no ar desde o café da manhã. Jungkook estacionou o carro na garagem, mas não subiu imediatamente. Ele ficou alguns minutos no banco do motorista, as mãos apertando o volante, tentando processar como aquela mulher conseguia desestabilizá-lo mais do que uma curva fechada a 300 km/h.

Quando ele finalmente entrou no apartamento, o som da porta se fechando foi abafado pelo tapete luxuoso da sala. Ele tirou as chaves do bolso, mas parou no meio do caminho.

S/N estava lá.

Ela estava sentada no sofá, mergulhada em um mundo onde ele claramente não havia sido convidado. Estava usando um vestido que batia nos joelhos, mas, como ela cruzava as pernas de forma apertada para criar uma base estável para o notebook, o tecido subia, revelando uma extensão generosa e macia de sua coxa.

Jungkook sentiu a garganta secar.

Ela usava óculos de armação fina que a deixavam com um ar de autoridade intelectual que ele achava terrivelmente atraente. Mas o que realmente prendeu o olhar dele foi o gesto inconsciente: S/N mordiscava a ponta de uma caneta enquanto franzia o cenho para a tela, totalmente alheia ao fato de que o dono da casa estava a poucos metros de distância, observando-a como se ela fosse o troféu mais valioso de uma temporada.

Ele não se moveu. Ficou ali, encostado no batente, deixando que o olhar percorresse cada detalhe. A luz da manhã destacava a curva de suas pernas e o modo como ela ocasionalmente passava a mão pelos cabelos, frustrada com algum texto difícil. Ela parecia uma contradição ambulante: a psicóloga rigorosa e a mulher que, sem querer, exalava uma sensualidade que o deixava sem defesas.

Jungkook soltou um suspiro baixo, mas o som foi o suficiente para que ela notasse algo. S/N parou de morder a caneta, mas não levantou os olhos imediatamente, achando talvez que fosse apenas o vento ou um estalo da casa.

— Sabe… — a voz de Jungkook saiu mais grave do que ele pretendia, cortando o silêncio. — Se você continuar mordendo essa caneta desse jeito, eu vou começar a ter inveja de um objeto de plástico.

S/N deu um salto no sofá, o notebook quase escorregando de seu colo. Ela descruzou as pernas rapidamente, puxando a barra do vestido para baixo em um movimento frenético, enquanto tentava ajeitar os óculos que tinham deslizado pelo nariz.

— Sr. Jeon! — ela exclamou, o rosto ganhando um tom de vermelho que competia com o sol lá fora. — Você… você chegou cedo. Eu não ouvi a porta.

Jungkook deu um passo à frente, soltando um sorriso ladino, aquele que ele guardava para quando sabia que tinha a vantagem total.

— Eu cheguei faz dois minutos. Mas você parecia tão concentrada em “estudar” que achei falta de educação interromper — ele disse, caminhando lentamente em direção ao sofá, os olhos fixos nos dela. — O que é tão importante que te faz esquecer de monitorar a porta, Dra. S/N? Ou será que o “desequilíbrio sistêmico” da minha volta foi maior do que você esperava?

Jungkook não apenas sentou; ele se acomodou de uma forma que o sofá pareceu pequeno demais para os dois. O braço dele se esticou pelo encosto, logo atrás da cabeça de S/N, e o corpo dele pendeu para o lado, reduzindo a distância entre seus ombros a meros milímetros. O calor que emanava dele, agora vestido com uma camiseta simples mas que ainda deixava o cheiro de sua pele evidente, era um convite ao desastre.

Ele inclinou o rosto para ler a tela do notebook, a respiração dele batendo na têmpora de S/N.

— “Mecanismos de Defesa e Repressão de Desejos Imediatos” — Jungkook leu em voz alta, a voz vibrando tão perto que ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha. — Um tema bem apropriado para você hoje, não acha, doutora?

S/N recuperou o fôlego, recusando-se a recuar desta vez. Ela ajeitou os óculos e sustentou o olhar, embora suas pupilas estivessem dilatadas.

— Pelo contrário, Jeon. Eu estava justamente analisando o perfil de indivíduos que sofrem de ‘Necessidade de Autoafirmação Constante’ através da provocação. — Ela deu um sorriso de lado, mordiscando a ponta da caneta novamente, mas desta vez olhando fixamente para os lábios dele. — Sabe, homens que precisam de atenção o tempo todo porque não suportam o silêncio de uma sala onde não são o centro das atenções.

Jungkook arqueou uma sobrancelha, visivelmente impressionado com o contra-ataque. Ele se aproximou ainda mais, o nariz dele quase roçando o dela.

— E o que a sua análise diz sobre o homem que para tudo o que está fazendo apenas para observar uma mulher que finge que não está louca para que ele se aproxime? — Ele baixou o tom de voz, os olhos escuros descendo para a boca dela e subindo novamente. — Isso é necessidade de atenção… ou é apenas leitura de sinais?

Ele levou a mão até a perna dela, mas não a tocou. Ele apenas parou os dedos a um centímetro de onde o tecido do vestido terminava, deixando que o calor da sua palma fosse sentido pela pele exposta de S/N. Um “quase” palpável, uma promessa que ele não cumpria, apenas para ver a reação dela.

S/N sentiu os dedos dos pés encolherem dentro dos sapatos. Ela fechou o notebook devagar, sem desviar os olhos dos dele.

— Diz que esse homem é um mestre em distração — ela sussurrou, inclinando-se para frente, diminuindo ainda mais a distância, até que seus lábios quase se encostassem nos dele. — Mas que ele tem medo de cruzar a linha de chegada porque sabe que, depois que a corrida termina, ele perde o controle do jogo.

Jungkook soltou um suspiro pesado, os olhos queimando. Ele moveu a mão, roçando levemente o polegar na lateral da coxa dela, um toque tão sutil que poderia ser imaginário, se não fosse pelo choque elétrico que causou nela.

— Você acha que eu tenho medo, S/N? — ele murmurou, aproximando o rosto até que as pontas de seus narizes se tocassem.

Ele permaneceu ali, estático. A boca dele a milímetros da dela. S/N conseguia sentir o hálito dele, via o brilho de desafio em suas íris. Ela esperou o beijo, o corpo todo inclinado para ele, mas Jungkook, fiel ao seu jogo de tortura, apenas deslizou os lábios pelo contorno do rosto dela até chegar ao seu ouvido.

— O problema de analisar demais — ele sussurrou, a voz enviando ondas de calor por todo o corpo dela — é que você acaba perdendo a prática do que realmente importa.

Ele se afastou apenas alguns centímetros, o suficiente para olhá-la nos olhos, mantendo a mão firme na lateral da perna dela, mas sem avançar mais.

— O que você vai fazer sobre isso, doutora? Vai escrever um relatório sobre como o seu coração está batendo agora, ou vai admitir que a sua teoria está falhando miseravelmente?

S/N fechou o notebook com um estalo seco, mantendo o olhar fixo no dele, desafiando a intensidade que emanava de suas íris escuras. Ela colocou o aparelho sobre a mesa de centro, desvencilhando-se de qualquer obstáculo físico entre seus corpos.

Ela não recuou. Pelo contrário.

Com uma lentidão calculada, S/N começou a se mover. Ela deslizou pelo sofá, aproximando-se tanto que Jungkook teve que inclinar o tronco para trás para manter o foco. Ela apoiou uma das mãos no ombro dele e a outra no encosto do sofá, cercando-o. Seus joelhos roçaram as laterais das coxas dele, e ela se inclinou para frente, o corpo pairando sobre o seu, como se estivesse a milímetros de se acomodar em seu colo.

O perfume dela — baunilha e aquela loção acetinada — envolveu Jungkook como uma névoa. Ele travou, a respiração ficando curta e audível, as mãos espalmadas no sofá, os dedos cravando no estofado para se impedir de agarrá-la ali mesmo.

S/N aproximou o rosto do ouvido dele, deixando que seus fios de cabelo roçassem no pescoço do piloto. Ela desceu a voz para um sussurro rouco, quase um sopro que fez os pelos dos braços de Jungkook se arrepiarem.

— Sabe, Jeon… — ela começou, a voz carregada de uma malícia que ele nunca tinha ouvido. — Eu estava pensando sobre a sua ‘impulsividade’. No carro, você precisa de reflexos rápidos, de controle absoluto sob pressão. Mas aqui… — ela deslizou o nariz pelo contorno da mandíbula dele, parando a centímetros de sua boca — aqui você parece estar lutando para não bater em um muro. Seus batimentos estão subindo. Sua pupila está dilatada. Você está perdendo a corrida antes mesmo da largada.

Jungkook fechou os olhos por um segundo, o maxilar tão tenso que chegava a doer. Ele sentia o calor do corpo dela, a promessa do peso dela sobre o seu. Ele estava pronto. Ele queria que ela terminasse o movimento.

— Você fala demais, S/N — ele murmurou, a voz saindo em um tom perigosamente baixo, os olhos focados na boca dela com uma sede evidente.

S/N deu um sorriso mínimo, os lábios quase roçando nos dele. Ela podia sentir a tensão emanando de cada músculo do corpo dele, a exitação clara que ele não conseguia mais esconder.

— É o meu trabalho, lembra? Analisar… — ela sussurrou, e por um momento, pareceu que o beijo era inevitável.

Mas então, com a agilidade de quem sempre esteve no controle, ela mudou a inclinação. Em vez de sentar no colo dele, ela usou o apoio das mãos para dar um impulso suave, passando a perna por cima das dele e deslizando com elegância para o outro lado do sofá, ficando de pé em um movimento único.

Jungkook ficou ali, estático, as mãos vazias e o corpo latejando de antecipação frustrada. O “vazio” que ela deixou no ar foi como uma freada brusca a 300 km/h.

S/N ajeitou o vestido, puxando a barra com uma calma irritante. Ela colocou os óculos de volta no topo da cabeça, olhando para ele de cima, com um brilho de triunfo que beirava a crueldade.

— Vou escrever que o paciente apresenta sinais claros de impaciência motora e dificuldade em manter o foco sob pressão externa — ela disse, a voz voltando ao tom profissional, mas com um fundo de riso. — Te vejo no jantar, Jeon.

Ela deu as costas e caminhou em direção ao corredor, o quadril balançando levemente de forma deliberada.

Jungkook soltou o ar que nem sabia que estava segurando, passando as mãos pelo rosto e soltando um riso incrédulo e rouco. Ele olhou para o teto da sala, tentando acalmar o próprio sangue.

— Você vai pagar caro por isso, doutora — ele rosnou para o vazio, embora o sorriso em seu rosto indicasse que, pela primeira vez, ele estava adorando perder uma rodada.

17 Comentários

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  1. Marcela
    Mar 7, '26 at 6:23 pm

    [quote]— Vou escrever que o paciente apresenta sinais claros de impaciência motora e dificuldade em manter o foco sob pressão externa — ela disse, a voz voltando ao tom profissional, mas com um fundo de riso. — Te vejo no jantar, Jeon.

    Kkkkkkkkkkkk nesse momento, o JK esqueceu ate qual era o seu nome.

  2. Marcela
    Mar 7, '26 at 6:15 pm

    [quote]— Sabe, Jeon… — ela começou, a voz carregada de uma malícia que ele nunca tinha ouvido. — Eu estava pensando sobre a sua ‘impulsividade’. No carro, você precisa de reflexos rápidos, de controle absoluto sob pressão. Mas aqui… — ela deslizou o nariz pelo contorno da mandíbula dele, parando a centímetros de sua boca — aqui você parece estar lutando para não bater em um muro. Seus batimentos estão subindo. Sua pupila está dilatada. Você está perdendo a corrida antes mesmo da largada.

    Aaaaeee garotaa
    Mostrando que também sabe provocar.

  3. Marcela
    Mar 7, '26 at 6:08 pm

    — E o que a sua análise diz sobre o homem que para tudo o que está fazendo apenas para observar uma mulher que finge que não está louca para que ele se aproxime? — Ele baixou o tom de voz, os olhos escuros descendo para a boca dela e subindo novamente. — Isso é necessidade de atenção… ou é apenas leitura de sinais?

    Pense MT não meu filho… só vai!! agarra ela logo kkkk

  4. Marcela
    Mar 7, '26 at 5:50 pm

    Ele não se moveu. Ficou ali, encostado no batente, deixando que o olhar percorresse cada detalhe. A luz da manhã destacava a curva de suas pernas e o modo como ela ocasionalmente passava a mão pelos cabelos, frustrada com algum texto difícil. Ela parecia uma contradição ambulante: a psicóloga rigorosa e a mulher que, sem querer, exalava uma sensualidade que o deixava sem defesas.

    Ele a observando de cabo a rabo e ela nem percebeu

  5. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:59 pm

    — Você vai pagar caro por isso, doutora — ele rosnou para o vazio, embora o sorriso em seu rosto indicasse que, pela primeira vez, ele estava adorando perder uma rodada.

    Uma ameaça!!! Que delícia!!! Estou louca para ver essa reviravolta!!! Jogo de sedução!!! Mas quando isso vai acabar?! Quem vai ceder primeiro?! Kkkkk

  6. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:55 pm

    Jungkook ficou ali, estático, as mãos vazias e o corpo latejando de antecipação frustrada. O “vazio” que ela deixou no ar foi como uma freada brusca a 300 km/h.

    Nossa o que foi isso?! Cadê o Jk que tinha o controle dessa corrida na mão?! Kkkk

  7. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:53 pm

    — Sabe, Jeon… — ela começou, a voz carregada de uma malícia que ele nunca tinha ouvido. — Eu estava pensando sobre a sua ‘impulsividade’. No carro, você precisa de reflexos rápidos, de controle absoluto sob pressão. Mas aqui… — ela deslizou o nariz pelo contorno da mandíbula dele, parando a centímetros de sua boca — aqui você parece estar lutando para não bater em um muro. Seus batimentos estão subindo. Sua pupila está dilatada. Você está perdendo a corrida antes mesmo da largada.

    Sensacional SN!!! Vai Jk… cadê o contragolpe?! Ficou sem força né?! Ela é perigosa viu!!! Surpreenda agora!!! Kkkk

  8. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:50 pm

    Com uma lentidão calculada, S/N começou a se mover. Ela deslizou pelo sofá, aproximando-se tanto que Jungkook teve que inclinar o tronco para trás para manter o foco. Ela apoiou uma das mãos no ombro dele e a outra no encosto do sofá, cercando-o. Seus joelhos roçaram as laterais das coxas dele, e ela se inclinou para frente, o corpo pairando sobre o seu, como se estivesse a milímetros de se acomodar em seu colo.

    Isso aí SN!!! Arrasou!!! Aí sim!!! Vc tem as peças principais desse jogo de sedução!!!
    Estava confiando em vc!!! Uh uh!!! Kkkk

  9. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:46 pm

    — O problema de analisar demais — ele sussurrou, a voz enviando ondas de calor por todo o corpo dela — é que você acaba perdendo a prática do que realmente importa.

    Uau… olha o contragolpe aí!!! Falei SN… ele sabe o que fazer… a se sabe!!! Kkkk

  10. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:45 pm

    — Diz que esse homem é um mestre em distração — ela sussurrou, inclinando-se para frente, diminuindo ainda mais a distância, até que seus lábios quase se encostassem nos dele. — Mas que ele tem medo de cruzar a linha de chegada porque sabe que, depois que a corrida termina, ele perde o controle do jogo.

    Ai meu Deus… que foi isso SN?! Que virada de jogo foi esse?! Kkkk cuidado!!! Ele sabe exatamente como jogar!!!!

  11. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:42 pm

    — E o que a sua análise diz sobre o homem que para tudo o que está fazendo apenas para observar uma mulher que finge que não está louca para que ele se aproxime? — Ele baixou o tom de voz, os olhos escuros descendo para a boca dela e subindo novamente. — Isso é necessidade de atenção… ou é apenas leitura de sinais?

    Calculista total… sabe como jogar… Parabéns Jk!!! Agora só falta a SN se conformar que o jogo já tem um vencedor!!! Kkkkk

  12. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:40 pm

    — “Mecanismos de Defesa e Repressão de Desejos Imediatos” — Jungkook leu em voz alta, a voz vibrando tão perto que ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha. — Um tema bem apropriado para você hoje, não acha, doutora?

    Nossa SN… que tema é esse?! Simplesmente fazendo um convite para o desejo de ambos!!!! Kkkk

  13. Sheila
    Mar 6, '26 at 11:37 pm

    — Sabe… — a voz de Jungkook saiu mais grave do que ele pretendia, cortando o silêncio. — Se você continuar mordendo essa caneta desse jeito, eu vou começar a ter inveja de um objeto de plástico.

    Eu vejo exatamente a cena… ela mordendo a caneta e ele com a garganta seca… querendo enlouquecidamente beija-la!!! Que tentação né Sr. Jeon!? Kkkkk

  14. Iasmine
    Mar 6, '26 at 11:04 pm

    — Vou escrever que o paciente apresenta sinais claros de impaciência motora e dificuldade em manter o foco sob pressão externa — ela disse, a voz voltando ao tom profissional, mas com um fundo de riso. — Te vejo no jantar, Jeon.

    Pagou na mesma moeda kkkkkk quero ver ate onde eles vão aguentar esse jogo

  15. Iasmine
    Mar 6, '26 at 11:03 pm

    Ele levou a mão até a perna dela, mas não a tocou. Ele apenas parou os dedos a um centímetro de onde o tecido do vestido terminava, deixando que o calor da sua palma fosse sentido pela pele exposta de S/N. Um “quase” palpável, uma promessa que ele não cumpria, apenas para ver a reação dela.

    Jesus amado!!! Homem que tortura psicológica, essa mulher ta sendo muito forte

  16. Iasmine
    Mar 6, '26 at 11:02 pm

    — Pelo contrário, Jeon. Eu estava justamente analisando o perfil de indivíduos que sofrem de ‘Necessidade de Autoafirmação Constante’ através da provocação. — Ela deu um sorriso de lado, mordiscando a ponta da caneta novamente, mas desta vez olhando fixamente para os lábios dele. — Sabe, homens que precisam de atenção o tempo todo porque não suportam o silêncio de uma sala onde não são o centro das atenções.

    Ela não deixa ele ficar por cima kkkkkk nada mais justo depois do vídeo

  17. Iasmine
    Mar 6, '26 at 10:59 pm

    — Sabe… — a voz de Jungkook saiu mais grave do que ele pretendia, cortando o silêncio. — Se você continuar mordendo essa caneta desse jeito, eu vou começar a ter inveja de um objeto de plástico.

    Ja chega provocando esse homem kkkkkk puta merda

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