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A tensão no jantar era como uma corda esticada ao limite. S/N se levantou por um instante para buscar algo em um aparador próximo, e Taehyung, agindo como se fosse o marido mais solícito do mundo, levantou-se logo em seguida.

— Deixa que eu te ajudo, amor — ele disse, a voz alta o suficiente para a mesa ouvir, mas assim que chegaram ao canto mais reservado da sala de jantar, o tom mudou completamente.

Taehyung a cercou, deslizando os braços ao redor da cintura dela por trás. S/N ficou rígida, sentindo o calor do corpo dele e o cheiro familiar que ainda fazia seu coração traidor falhar uma batida. Ele encostou o rosto no pescoço dela, e o hálito quente arrepiou sua pele enquanto ele sussurrava:

— Eu sei que não tenho direito nem de estar na mesma casa que você… mas, por favor… me deixe mostrar que é você. Que é por você… e para você. Eu fui um burro, um estúpido… eu não fui homem, S/N — a voz dele falhou, quebrando em um fio de desespero que a atingiu como um soco no estômago. — Me dê essa oportunidade. Te ver me olhar com esse desprezo dói mais do que ter visto você… — Ele suspirou, incapaz de terminar a frase sobre Jimin.

Ele a virou delicadamente em seus braços. Taehyung segurou o rosto dela com a mão enfaixada e beijou o topo da cabeça dela com uma reverência quase religiosa.

S/N sentiu as pernas fraquejarem. O impulso de enterrar o rosto no peito dele e chorar tudo o que estava guardado era quase insuportável. Ela queria se render, queria o Taehyung de Jeju de volta, mas a imagem dele com Hana no restaurante ainda queimava. Ela respirou fundo, recuperando a frieza a duras penas.

— Nós resolvemos isso lá em cima, Taehyung. Aqui não — ela disse, a voz firme, embora seus olhos estivessem úmidos.

Quando ela deu um passo para pegar a garrafa de champanhe e levar de volta à mesa, ele foi mais rápido. Ele pegou a garrafa, os olhos brilhando com uma chama de esperança que ela não via há muito tempo. Ele deu um beijo rápido no rosto dela, um selinho estalado e um sorriso tão largo, tão genuinamente feliz que parecia quase infantil, destoando totalmente do homem sombrio de horas atrás.

“Ela não me disse não”, ele pensou, o peito inflando de um otimismo renovado enquanto caminhava de volta à mesa com passos leves. “Ela poderia ter me escorraçado, mas ela disse ‘lá em cima’. Há uma chance.”

S/N ficou parada por um segundo, olhando para as costas dele. Sem perceber, um sorriso fraco e melancólico surgiu em seus lábios antes de ela recompor a expressão e voltar para o seu lugar de poder.

Do outro lado da mesa, Hana assistiu a tudo. Ela não conseguia ouvir as palavras, mas a linguagem corporal era clara: o toque de Taehyung, o beijo no rosto, o sorriso radiante dele ao voltar. Ela viu o homem que ela tentou domar por meses se rastejar aos pés da esposa com uma alegria que ele nunca demonstrou por ela.

Hana sentiu o sangue ferver. A taça de cristal em sua mão tremia levemente. Ela olhou para o Sr. Kim, que também observava a cena com desconfiança, e depois para S/N.

“Você acha que ganhou, não é, S/N?”, Hana pensou, os olhos escurecendo de puro ódio. “Você acha que pode simplesmente beijá-lo e tudo volta ao normal? Você não sabe o que eu tenho guardado. Se eu não puder ter o Taehyung, eu vou garantir que você também não o tenha.”

Hana forçou um sorriso plástico para o pai de S/N, mas por baixo da mesa, suas unhas cravavam na própria palma da mão. Ela estava apenas esperando o momento certo para soltar a granada que destruiria aquele “teatro de família feliz” de uma vez por todas.

O jantar prosseguia sob uma tensão mascarada por tilintares de talheres e risadas forçadas. O Sr. Kim e o pai de S/N discutiam números, mas Hana não conseguia mais suportar o brilho de esperança nos olhos de Taehyung e a postura soberana de S/N. O sorriso que Taehyung dera ao voltar com o champanhe foi a gota d’água.

Hana esperou um breve momento de silêncio, quando todos pararam para que os empregados trocassem os pratos. Ela girou o vinho na taça, olhando fixamente para S/N, e soltou sua bomba com uma voz mansa e calculada.

— Ah, Taehyung… quase me esqueci. Você ainda tem aquela cicatriz em forma de lua na parte interna da coxa? Aquela que você disse que foi um acidente de infância? — Ela fez uma pausa dramática, fingindo uma realização tardia enquanto levava a mão à boca. — Oh, meu Deus! Que indelicadeza a minha… eu não deveria ter mencionado algo tão… pessoal na frente de todos.

O silêncio que se seguiu não foi apenas constrangedor; foi letal. O pai de S/N parou o garfo no ar, o cenho franzido, tentando processar como a amiga da filha conhecia detalhes tão específicos da anatomia do genro. A mãe de S/N empalideceu, olhando de Hana para Taehyung.

Taehyung sentiu o sangue sumir do rosto. Ele paralisou, a mão enfaixada apertando o guardanapo sob a mesa. Aquela marca era algo que ele só mostrava em momentos de extrema intimidade; era o seu segredo mais guardado, algo que nem S/N conhecia.

Ele olhou para S/N, seu coração despencando no peito. Ele viu o momento exato em que a pouca esperança que ele havia construído se estilhaçou nos olhos dela.

S/N sentiu um frio gélido percorrer sua espinha. A humilhação não era apenas pela traição, mas pela forma como Hana usava aquilo como uma arma pública, dentro de sua casa, na frente de seus pais. Ela sentiu o estômago revirar, a imagem de Hana tocando aquela cicatriz sobrepondo-se à imagem do beijo doce que Taehyung acabara de lhe dar.

Hana continuou, o tom de voz carregado de um falso arrependimento que escorria veneno: — Desculpe, S/N… é que o Taehyung e eu ficamos tão próximos durante as negociações do contrato em Jeju… sabe como é, reuniões que duram a noite toda, a gente acaba descobrindo essas particularidades um do outro no calor do momento. Mas não me entenda mal! Foi tudo profissional… ou quase tudo.

O pai de S/N limpou a garganta, o tom de voz mudando de amigável para perigosamente sério. — Taehyung… o que exatamente a senhorita Lee está querendo dizer com isso?

Taehyung tentou falar, mas sua voz morreu na garganta. Ele olhou para o pai, que tentava desviar o olhar, e depois para Hana, que ostentava um sorriso triunfante de quem acabara de incendiar o palco.

Mas foi a reação de S/N que mudou o curso do desastre. Ela não gritou. Ela não chorou. Ela simplesmente largou o talher, que fez um som metálico e seco contra a porcelana, e olhou para Hana com uma calma que era mais assustadora do que qualquer grito.

— Sabe o que é engraçado, Hana? — S/N começou, a voz baixa e melódica. — Você fala dessa marca como se fosse um troféu de conquista. Mas, para o Taehyung, essa cicatriz sempre foi um símbolo de dor. O fato de você usá-la para tentar me ferir só prova que, embora você tenha conhecido o corpo dele, você nunca chegou nem perto de conhecer o homem.

S/N virou-se para o pai, ignorando a expressão de choque de todos. — Papai, a Hana está apenas um pouco… confusa. Acho que o excesso de champanhe e o fato de ela não aceitar que o Taehyung a rejeitou várias vezes estão afetando a memória dela.

Ela então olhou para Taehyung, que a encarava com uma dor insuportável. S/N sabia que a cicatriz era real. Ela sabia que Hana estivera lá. Mas ela não daria a Hana o gosto da vitória na frente dos pais.

— Não é, querido? — S/N perguntou, pegando a mão enfaixada de Taehyung por cima da mesa e apertando-a com força, os olhos brilhando com uma promessa: eu te defendi agora, mas você vai me pagar cada centavo disso no quarto.

Taehyung engoliu em seco, entendendo o jogo de sobrevivência dela. — Sim, amor. A Hana sempre teve uma imaginação fértil… e uma dificuldade imensa em aceitar um “não”.

Hana perdeu o sorriso. O tiro que deveria ter matado o casamento de S/N tinha acabado de ricochetear, e S/N estava usando a própria traição dele para humilhá-la como uma mulher obsessiva e rejeitada.

O desfecho do jantar foi o desmoronamento final de todas as máscaras. Taehyung, sentindo o sangue ferver diante da audácia de Hana, levantou-se com uma postura que exalava uma autoridade que ninguém naquela mesa tinha visto antes.

— Está vendo, Sr. Kang? É exatamente por isso que eu não queria esse contrato — disse Taehyung, olhando para o sogro, mas apontando para Hana com desprezo. — O Sr. Lee é um homem de negócios maravilhoso, mas eu cansei de aturar a inconveniência da filha dele. Agora, se o Sr. Lee colocar a filha dele no lugar dela — que não é na mesa de negócios, nem na minha casa e muito menos perto de mim ou da minha esposa — eu poderei pensar no assunto.

O Sr. Kang, pai de S/N, cruzou os braços, observando Hana com um olhar de profunda decepção. — Taehyung tem razão — disse o Sr. Kang, a voz grave. — Sr. Lee, eu prezo nossa amizade, mas o comportamento da sua filha é vergonhoso. Uma mulher que tenta desestabilizar um casamento por capricho não tem lugar entre nós.

O pai de Hana estava roxo de raiva, enquanto o pai de Taehyung suava frio, vendo o acordo de bilhões por um fio. As mães presentes estavam em choque; a mãe de S/N cobria a boca com a mão, e a mãe de Hana parecia querer sumir.

Hana, atingida pelo desprezo público, explodiu: — Eu tenho provas! Provas de que o Taehyung e eu estávamos juntos!

O som do líquido atingindo o rosto de Hana interrompeu o grito. S/N, com uma precisão gélida, havia jogado sua taça de vinho tinto na cara da “amiga”. O vinho escorreu pelo vestido caro de Hana como sangue.

— Você querer meus brinquedos, tudo bem… — S/N sibilou, levantando-se. — Agora dizer que quer meu marido? Você não tem vergonha, menina? Meu marido me ama. Jamais… te tocaria como você quer. Agora saia da minha frente antes que eu mande os seguranças te jogarem para fora como o lixo que você é!

Hana, tremendo, tentou pegar o celular para mostrar as fotos e vídeos da traição, mas o próprio pai a segurou pelo braço com uma força brutal. — Chega, Hana! — gritou o Sr. Lee. — Você já me envergonhou o suficiente!

Ele a arrastou para fora da mansão enquanto ela gritava. A mãe de Hana, em prantos, apenas sussurrou: “Me desculpem, mas eu não sei com quem ela aprendeu a ser assim”, e os seguiu.

O silêncio que ficou era sepulcral. O pai de Taehyung tentou dar um sorriso amarelo, limpando o suor da testa. — Bom… agora que a confusão passou, podemos voltar ao vinho e…

— Saia da minha casa — Taehyung o interrompeu, a voz rouca e letal.

— O quê? Taehyung, eu sou seu pai… — o Sr. Kim gaguejou.

— SAIA DA MINHA CASA! — Taehyung rugiu, fazendo os cristais da mesa vibrarem. — Eu já te dei o aviso pela manhã. Nunca mais ouse pisar aqui ou na minha empresa enquanto não aprender a respeitar a minha mulher. Faça de novo e eu retiro todas as suas ações. A empresa leva seu sobrenome, mas foi eu quem a moldei com minhas mãos. Agora, saia!

Taehyung caminhou até a mãe, que assistia a tudo com tristeza. Ele pegou a mão dela e a beijou com doçura. — A senhora é sempre bem-vinda, minha mãe. Mas hoje, ele precisa ir.

Após a saída humilhante do Sr. Kim, o pai de S/N aproximou-se de Taehyung e colocou a mão em seu ombro. — Meu genro… poucos homens teriam a coragem de enfrentar o próprio pai e um investidor tão forte para proteger a dignidade da esposa. Você provou ser o homem que eu esperava.

Taehyung abaixou a cabeça, o peso da culpa quase o impedindo de falar. — Eu não mereço os parabéns, senhor… mas eu juro, vou cuidar e proteger a S/N com a minha própria vida.

Quando os pais de S/N finalmente se despediram, Taehyung voltou para a sala de jantar. S/N estava sentada, sozinha, com o olhar perdido. Ela havia bebido quase toda a garrafa de vinho que restara. Estava exausta, a armadura de gelo finalmente derretendo em uma embriaguez melancólica.

Taehyung aproximou-se devagar. Ele a pegou no colo com uma delicadeza infinita. S/N apenas encostou a cabeça no peito dele, fechando os olhos, entregue ao cansaço.

Lá em cima, no quarto de hóspedes (onde ela estava ficando), ele a deitou na cama. Com mãos trêmulas, ele tirou o próprio paletó e a gravata. Ele tirou os sapatos dela e a cobriu com o edredom. Taehyung não tentou nada; ele apenas deitou-se ao lado dela, mantendo uma distância respeitosa, apenas para sentir que ela ainda estava ali.

Ele ficou observando o rosto dela sob a luz fraca do abajur. Ela parecia tão frágil, tão diferente da mulher que enfrentara Hana minutos atrás.

— Eu vou te devolver cada sorriso que eu roubei… — ele sussurrou para o silêncio do quarto, sentindo o próprio coração apertar. — Eu juro.

Ele fechou os olhos, exausto pela guerra do dia, mas decidido a vencer a batalha pela alma dela

21 Comentários

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  1. Karine
    Jan 12, '26 at 11:35 pm

    Quando ela deu um passo para pegar a garrafa de champanhe e levar de volta à mesa, ele foi mais rápido. Ele pegou a garrafa, os olhos brilhando com uma chama de esperança que ela não via há muito tempo. Ele deu um beijo rápido no rosto dela, um selinho estalado e um sorriso tão largo, tão genuinamente feliz que parecia quase infantil, destoando totalmente do homem sombrio de horas atrás.

    O ponto alto antes da queda kkkkkk (rindo de nervoso)

  2. Karine
    Jan 12, '26 at 11:37 pm

    “Você acha que ganhou, não é, S/N?”, Hana pensou, os olhos escurecendo de puro ódio. “Você acha que pode simplesmente beijá-lo e tudo volta ao normal? Você não sabe o que eu tenho guardado. Se eu não puder ter o Taehyung, eu vou garantir que você também não o tenha.”

    Papo de psicopata

  3. Karine
    Jan 12, '26 at 11:39 pm

    — Ah, Taehyung… quase me esqueci. Você ainda tem aquela cicatriz em forma de lua na parte interna da coxa? Aquela que você disse que foi um acidente de infância? — Ela fez uma pausa dramática, fingindo uma realização tardia enquanto levava a mão à boca. — Oh, meu Deus! Que indelicadeza a minha… eu não deveria ter mencionado algo tão… pessoal na frente de todos.

    Cachorra

  4. Karine
    Jan 12, '26 at 11:40 pm

    Hana continuou, o tom de voz carregado de um falso arrependimento que escorria veneno: — Desculpe, S/N… é que o Taehyung e eu ficamos tão próximos durante as negociações do contrato em Jeju… sabe como é, reuniões que duram a noite toda, a gente acaba descobrindo essas particularidades um do outro no calor do momento. Mas não me entenda mal! Foi tudo profissional… ou quase tudo.

    Ela me irritou aqui na minha casa

  5. Karine
    Jan 12, '26 at 11:41 pm

    O pai de S/N limpou a garganta, o tom de voz mudando de amigável para perigosamente sério. — Taehyung… o que exatamente a senhorita Lee está querendo dizer com isso?

    Que ela é uma vagabunda

  6. Karine
    Jan 12, '26 at 11:42 pm

    — Não é, querido? — S/N perguntou, pegando a mão enfaixada de Taehyung por cima da mesa e apertando-a com força, os olhos brilhando com uma promessa: eu te defendi agora, mas você vai me pagar cada centavo disso no quarto.

    Ai que ódio por ela cara, tadinha

  7. Karine
    Jan 12, '26 at 11:44 pm

    — Está vendo, Sr. Kang? É exatamente por isso que eu não queria esse contrato — disse Taehyung, olhando para o sogro, mas apontando para Hana com desprezo. — O Sr. Lee é um homem de negócios maravilhoso, mas eu cansei de aturar a inconveniência da filha dele. Agora, se o Sr. Lee colocar a filha dele no lugar dela — que não é na mesa de negócios, nem na minha casa e muito menos perto de mim ou da minha esposa — eu poderei pensar no assunto.

    O mínimo

  8. Karine
    Jan 12, '26 at 11:45 pm

    — Você querer meus brinquedos, tudo bem… — S/N sibilou, levantando-se. — Agora dizer que quer meu marido? Você não tem vergonha, menina? Meu marido me ama. Jamais… te tocaria como você quer. Agora saia da minha frente antes que eu mande os seguranças te jogarem para fora como o lixo que você é!

    Passada chocada

  9. Karine
    Jan 12, '26 at 11:47 pm

    — SAIA DA MINHA CASA! — Taehyung rugiu, fazendo os cristais da mesa vibrarem. — Eu já te dei o aviso pela manhã. Nunca mais ouse pisar aqui ou na minha empresa enquanto não aprender a respeitar a minha mulher. Faça de novo e eu retiro todas as suas ações. A empresa leva seu sobrenome, mas foi eu quem a moldei com minhas mãos. Agora, saia!

    Agr é da S/N!!

  10. Karine
    Jan 12, '26 at 11:49 pm

    Após a saída humilhante do Sr. Kim, o pai de S/N aproximou-se de Taehyung e colocou a mão em seu ombro. — Meu genro… poucos homens teriam a coragem de enfrentar o próprio pai e um investidor tão forte para proteger a dignidade da esposa. Você provou ser o homem que eu esperava.

    iiih meu senhor, sabe de nada kkk, é melhor deixar baixo

  11. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 5:20 am

    — Eu sei que não tenho direito nem de estar na mesma casa que você… mas, por favor… me deixe mostrar que é você. Que é por você… e para você. Eu fui um burro, um estúpido… eu não fui homem, S/N — a voz dele falhou, quebrando em um fio de desespero que a atingiu como um soco no estômago. — Me dê essa oportunidade. Te ver me olhar com esse desprezo dói mais do que ter visto você… — Ele suspirou, incapaz de terminar a frase sobre Jimin.

    Ainda bem que tu sabe,mais tá no caminho da redenção

  12. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 5:22 am

    “Ela não me disse não”, ele pensou, o peito inflando de um otimismo renovado enquanto caminhava de volta à mesa com passos leves. “Ela poderia ter me escorraçado, mas ela disse ‘lá em cima’. Há uma chance.”

    É meu amigo a esperança é a última que morre

  13. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 5:25 am

    Hana esperou um breve momento de silêncio, quando todos pararam para que os empregados trocassem os pratos. Ela girou o vinho na taça, olhando fixamente para S/N, e soltou sua bomba com uma voz mansa e calculada.

    Lá vem a vaca estragar tudo

  14. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:19 am

    S/N virou-se para o pai, ignorando a expressão de choque de todos. — Papai, a Hana está apenas um pouco… confusa. Acho que o excesso de champanhe e o fato de ela não aceitar que o Taehyung a rejeitou várias vezes estão afetando a memória dela.

    Ela não perde a classe nuncaaaa

  15. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:21 am

    — Está vendo, Sr. Kang? É exatamente por isso que eu não queria esse contrato — disse Taehyung, olhando para o sogro, mas apontando para Hana com desprezo. — O Sr. Lee é um homem de negócios maravilhoso, mas eu cansei de aturar a inconveniência da filha dele. Agora, se o Sr. Lee colocar a filha dele no lugar dela — que não é na mesa de negócios, nem na minha casa e muito menos perto de mim ou da minha esposa — eu poderei pensar no assunto.

    Muito bem macho

  16. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:22 am

    O som do líquido atingindo o rosto de Hana interrompeu o grito. S/N, com uma precisão gélida, havia jogado sua taça de vinho tinto na cara da “amiga”. O vinho escorreu pelo vestido caro de Hana como sangue.

    Eu aguardando esse momento

  17. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:23 am

    O som do líquido atingindo o rosto de Hana interrompeu o grito. S/N, com uma precisão gélida, havia jogado sua taça de vinho tinto na cara da “amiga”. O vinho escorreu pelo vestido caro de Hana como sangue.

    Amo quem resolve com palavras ou em silêncio,mais um barraco clássico,não pode faltar

  18. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:25 am

    — SAIA DA MINHA CASA! — Taehyung rugiu, fazendo os cristais da mesa vibrarem. — Eu já te dei o aviso pela manhã. Nunca mais ouse pisar aqui ou na minha empresa enquanto não aprender a respeitar a minha mulher. Faça de novo e eu retiro todas as suas ações. A empresa leva seu sobrenome, mas foi eu quem a moldei com minhas mãos. Agora, saia!

    Meu ursinho gigante aquiii

  19. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:27 am

    Ele fechou os olhos, exausto pela guerra do dia, mas decidido a vencer a batalha pela alma dela

    ‍↕️‍↕️‍↕️

  20. IASMINE
    Feb 4, '26 at 1:44 am

    Que mulher suja pqp, agora ta explicado sempre teve inveja da s/n

  21. Luana
    Feb 6, '26 at 6:33 pm

    Passadaaa

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