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DÁ O PLAY, SE ACABAR ANTES DO FINAL DÁ O PLAY DE NOVO KKKK

A caminhada pelos corredores foi um evento por si só. O burburinho se espalhava como pólvora. Taehyung, o homem que mal olhava nos olhos dos subordinados, caminhava com os dedos entrelaçados aos de S/N, guiando-a com uma reverência que beirava a adoração.

— É ela… — uma secretária sussurrou no bebedouro. — Olhe para ele… ele parece outro homem.

Dentro da sala da presidência, o silêncio era luxuoso. Taehyung puxou a poltrona de couro — o seu “trono” — para que ela se sentasse. Antes mesmo de ela abrir a boca, ele já estava ao telefone com a cafeteria exclusiva do prédio.

— Um café com leite de amêndoas e essência de baunilha, e uma fatia daquela torta de frutas vermelhas. Para agora — ele ordenou, desligando em seguida.

S/N arqueou a sobrancelha, o coração dando um solavanco. — Como você sabe que esse é o meu pedido favorito? — ela perguntou, a voz baixa. — Você nunca se interessou por isso antes.

Taehyung parou por um segundo, dando-lhe um sorriso melancólico. — Eu sempre soube, S/N. Eu só era egoísta demais para usar esse conhecimento para te agradar. Eu observava você nos jantares de família… eu prestava atenção, mesmo quando fingia que não.

Ele depositou um beijo suave no topo da cabeça dela e se inclinou sobre a mesa, abrindo o tablet para revisar os pontos da reunião das 11:00. O escritório estava um caos de papéis, fruto dos dias em que ele se afundou no trabalho para fugir da culpa, mas para S/N, aquele caos parecia vivo.

— Quer entrar na reunião comigo? — ele perguntou, sem desviar os olhos da tela por um momento, antes de olhá-la com uma intensidade profunda. — Gostaria de exibir minha mulher para meus funcionários e sócios.

S/N sentiu o ar faltar. A expressão “minha mulher” soou como uma posse que, desta vez, ela não queria combater. — Me exibir? — ela repetiu, tentando recuperar o fôlego.

— Sim — ele disse, largando o tablet e contornando a mesa lentamente. — Meus sócios vivem se gabando de suas esposas. Quero mostrar o quanto a minha… — Ele se inclinou, o rosto a milímetros do dela, os olhos escurecendo de desejo. — A minha é a mais bela. A minha é a melhor.

Ele selou os lábios dela com um beijo que começou como uma promessa e rapidamente se transformou em um incêndio. O beijo era quente, urgente, carregado de toda a fome que os dias de briga haviam acumulado. Sem desviar o contato, a mão de Taehyung tateou o painel de controle na mesa e pressionou o botão de privacidade. Instantaneamente, os enormes vidros da sala tornaram-se foscos, transformando o escritório em um santuário impenetrável.

Taehyung contornou a mesa completamente enquanto a beijava. S/N se levantou, sentindo a adrenalina correr pelo sangue. Em um movimento firme e possessivo, ele a ergueu e a sentou sobre a mesa de carvalho, derrubando o tablet, as pastas e as canetas luxuosas no chão. O som dos objetos caindo foi abafado pelos batimentos cardíacos deles.

— Tae… — ela murmurou contra os lábios dele, a voz embargada.

Ele parou. Ele quebrou o beijo, embora sua testa continuasse encostada na dela, a respiração pesada batendo no rosto de S/N. Suas mãos permaneciam firmes nas coxas dela, mas ele a olhou com uma seriedade absoluta, um respeito que ele nunca tivera antes.

— Só vou te tocar se você quiser — ele disse, a voz num tom de promessa sagrada. — Se você não quiser… eu juro que não faço nada. Eu espero o tempo que for preciso. Só quero que você saiba que meu corpo, assim como meu nome, pertence a você agora.

S/N, cedendo ao desejo que queimava acima de qualquer mágoa, agarrou a seda da gravata dele e o puxou para perto.

Taehyung soltou um riso baixo, rouco, que vibrou contra os lábios dela antes de afogar o som em um beijo devastador. Ele a beijava como se estivesse faminto, as mãos percorrendo as curvas dela com uma urgência controlada, como se estivesse reaprendendo cada centímetro do seu corpo.

— Você é tão linda… — ele sussurrou entre beijos febris no pescoço dela. — Eu senti tanta falta do seu gosto, do seu cheiro.

Ele a beijou de novo, uma mão firme na nuca dela enquanto a outra a puxava ainda mais para o limite da mesa. Quando os dedos ágeis de S/N começaram a desabotoar a camisa dele, Taehyung parou por um segundo, a respiração pesada.

— Só um minuto… — ele murmurou com um olhar intenso.

Ele se afastou apenas o suficiente para caminhar até a porta pesada de madeira e girar a chave. O som do trinco ecoou pela sala silenciosa como uma sentença definitiva. Ele voltou para ela, descartando o paletó no chão, os olhos fixos nos dela.

— Onde paramos? — ele perguntou, a voz descendo uma oitava, carregada de intenção.

Eles voltaram a se unir, as roupas sendo descartadas entre toques que queimavam. No entanto, no meio do calor, quando a pele dele encontrou a dela, S/N travou. Um flash de memória a atingiu — a imagem de Hana e Taehyung juntos. Ela colocou as mãos no peito dele, parando o movimento, e olhou nos olhos dele com uma vulnerabilidade que a deixou sem fôlego.

— Você… você transou com ela aqui? — O sussurro dela foi carregado de um medo genuíno da resposta.

Taehyung parou imediatamente. Ele não desviou o olhar; ele a encarou com uma sinceridade dolorosa, deixando que ela visse cada grama de arrependimento em seus olhos. Ele respirou fundo, as mãos ainda envolvendo o rosto dela.

— Nunca. Nunca trouxe ela na empresa, S/N — ele afirmou, a voz firme. — Como eu poderia? Eu fui um filho da puta, um estúpido, mas não a esse ponto. Este lugar… eu nunca deixaria ninguém entrar aqui além de você. Eu nunca quis que ninguém ocupasse esse espaço.

S/N sentiu uma onda de alívio, mas ainda havia uma sombra. Taehyung percebeu. Ele se aproximou mais, unindo suas testas, e falou com uma voz que vinha do fundo de sua alma.

— Eu tenho nojo de como agi até hoje — ele confessou, os olhos marejados. — Eu não sou e nem quero mais ser aquele moleque mimado e egoísta. Eu quero ser o seu homem.

Ele roçou os lábios nos dela, os olhos quase fechando enquanto ele inalava o perfume dela, entregue.

— Só o seu homem, meu amor. Só o seu.

S/N não conseguiu mais lutar contra o magnetismo que a puxava para ele. Ela agarrou os cabelos da nuca de Taehyung e o selou em um beijo que não pedia permissão, era uma reivindicação. O som das pastas e papéis caindo no chão foi o único ruído enquanto ele a puxava para mais perto, acomodando-se entre as pernas dela sobre a mesa de carvalho.

Quando finalmente as peles se encontraram, sem barreiras, o choque térmico foi devastador. Para Taehyung, sentir S/N daquela forma pela primeira vez era como encontrar um oásis após uma vida inteira de sede. Ele não a tocava como se fosse apenas um corpo; ele a tocava como se ela fosse um solo sagrado. Seus lábios nunca abandonavam os dela por muito tempo, e suas mãos, grandes e firmes, mapeavam cada curva com uma adoração que beirava o desespero.

Ao entrar nela, Taehyung soltou um gemido baixo e rouco contra o pescoço de S/N, parando por um segundo apenas para absorver a sensação de estar completo.

Diferente da frieza ou da mecânica vazia que ele experimentara com Hana, com S/N tudo era conexão. Taehyung começou a se mover com uma cadência profunda e possessiva. Cada estocada era firme, preenchendo-a de uma forma que a fazia jogar a cabeça para trás, os olhos revirando enquanto o prazer subia por sua espinha como uma descarga elétrica.

S/N enterrou as unhas nas costas dele, sentindo os músculos de Taehyung retesarem sob seu toque. Ela gemia baixinho no ouvido dele, chamando seu nome entre suspiros entrecortados, o que o levava à loucura. Ele a fodia com uma intensidade voraz, mas seus olhos nunca deixavam de procurar os dela. Ele queria ver o prazer estampado no rosto de sua esposa, queria saber que era ele quem estava causando aquele caos nela.

— Olha para mim, S/N — ele murmurou, a respiração batendo quente na bochecha dela. — Sou eu. Só eu.

Ele a beijava com paixão enquanto o ritmo aumentava. O som da pele batendo contra a pele ecoava na sala privativa, um ritmo primitivo e honesto. Taehyung sentia que estava se perdendo; o controle que ele tanto prezava no mundo dos negócios havia se dissolvido completamente ali. Ele estava submerso nela, no calor dela, no aperto dos seus músculos e na doçura dos seus gemidos.

Para S/N, a experiência era avassaladora. Não havia a raiva que sentira com Jimin, nem a tentativa de fuga. Havia apenas Taehyung. Ele era carinhoso mesmo na força do ato, parando para beijar seus ombros ou sussurrar palavras de amor que ela nunca pensou que ouviria no escritório.

O ápice chegou para ambos como uma tempestade. Taehyung apertou o corpo de S/N contra o seu, as estocadas finais sendo rápidas e profundas. Ele se derramou nela com um grito abafado no ombro dela, enquanto S/N sentia o mundo girar e sumir, agarrada ao homem que, apesar de tudo, era o dono de cada batida do seu coração.

Eles ficaram ali, abraçados sobre a mesa, as respirações tentando voltar ao normal enquanto o suor esfriava em seus corpos. Taehyung a beijou na testa, mantendo-a colada a si, recusando-se a soltá-la.

O clima de êxtase na sala foi subitamente cortado pelo som rítmico de batidas na porta. A voz da secretária, do outro lado da madeira pesada, soou abafada, mas insistente.

— Sr. Kim? Trouxe o lanche da Sra. Kim e os documentos que o senhor pediu. Os sócios já estão na sala de conferências, todos o aguardam.

O choque da realidade atingiu o casal. Taehyung, ainda ofegante, encostou a testa na de S/N por um segundo, sorrindo com um misto de frustração e felicidade.

— Já estamos indo, Sun-hee! Um minuto! — ele gritou, enquanto ajudava S/N a descer da mesa com uma delicadeza extrema.

Eles se ajustaram com uma pressa coreografada. Taehyung abotoou a camisa, sem se importar que os vincos denunciassem o que havia acontecido, e S/N ajeitou o conjunto de alfaiataria, passando os dedos pelo cabelo para domar os fios rebeldes. Quando ele abriu a porta, a secretária quase derrubou a bandeja ao ver o brilho nos olhos do chefe. Ele pegou o lanche, agradeceu com um aceno curto e estendeu a mão para S/N.

Caminhar até a sala de reuniões foi como atravessar um tapete vermelho. Taehyung não apenas a levava; ele a exibia. Ao entrarem, o silêncio caiu sobre os doze homens de terno escuro sentados à mesa de vidro.

— Senhores — a voz de Taehyung projetou-se com uma autoridade renovada. — Antes de iniciarmos, gostaria de apresentar a verdadeira autoridade desta sala. Minha esposa, S/N. A partir de hoje, ela detém a maior parcela de ações da Kim Corp.

O choque foi coletivo. Queixos caíram e trocas de olhares incrédulos percorreram a mesa. S/N, mantendo a postura impecável que herdara de sua linhagem, apenas inclinou a cabeça levemente, sentando-se na poltrona ao lado de Taehyung. Enquanto ele começava a discorrer sobre os números e a fusão, ela abriu calmamente sua embalagem de lanche e tomou um gole do café, observando o “leão” em seu habitat natural.

No meio da apresentação, um dos acionistas mais antigos, um homem grisalho que conhecia o pai de Taehyung, soltou uma risada baixa e brincou em um tom audível:

— Ora, Kim… parece que finalmente encontramos alguém que colocou a coleira em você. Você está… diferente. Domado.

Taehyung parou de falar. Ele olhou para S/N, que mantinha o café perto dos lábios, um sorriso sutil e enigmático brincando no canto do rosto dela. Ele não se ofendeu. Em vez disso, ele sorriu de volta para a esposa com uma devoção que fez os outros homens se sentirem subitamente desconfortáveis.

— Sabe, Sr. Park… — Taehyung disse, voltando-se para o acionista — quando você tem uma mulher como a S/N ao seu lado, você não precisa esperar ela colocar a coleira. Você mesmo a coloca no pescoço e entrega a guia na mão dela com prazer.

Os cochichos começaram instantaneamente entre os “amigos” e sócios: “Você viu isso? Ele está completamente rendido…” “O Kim Taehyung que conhecíamos morreu. Ele olha para ela como se ela fosse o sol e ele um planeta em órbita.” “Nunca vi tamanha submissão… e vindo dele? É inacreditável.”

S/N sentiu o impacto das palavras dele. O sorriso dela cresceu um milímetro. Ela percebeu que Taehyung não estava apenas tentando compensar o erro; ele estava entregando a ela a única coisa que ele sempre protegeu com unhas e dentes: seu orgulho e seu poder diante dos outros homens.

A reunião seguiu, mas ninguém conseguia focar totalmente nos gráficos. O foco era o casal na cabeceira — ela, a dona silenciosa do império; e ele, o guerreiro que finalmente havia encontrado seu motivo para lutar e para se curvar.

O encerramento da reunião foi apenas uma formalidade. Taehyung assinou os últimos papéis com uma pressa que não escondia sua urgência em deixar aquele prédio. Ao saírem da sala de conferências, ele não se importou com os olhares curiosos ou os cumprimentos dos sócios; seu foco estava total e exclusivamente em S/N.

— Acabou. O fim de semana é nosso — ele sussurrou no ouvido dela enquanto caminhavam em direção ao elevador privativo.

Ao chegarem na garagem, o motorista particular já segurava a porta da SUV aberta, mas Taehyung fez um sinal com a mão, recusando.

— Pode tirar o resto do dia de folga. Eu mesmo dirijo.

S/N arqueou a sobrancelha, surpresa. Taehyung raramente dirigia em Seul, preferindo usar o tempo no banco de trás para trabalhar. Vê-lo assumir o volante era mais um sinal de que o “CEO Kim” tinha ficado no 21º andar.

Assim que saíram do subsolo para a luz ofuscante da tarde de Seul, a atmosfera mudou. Taehyung abriu um pouco as janelas, deixando o ar fresco circular, e ligou o rádio em uma estação de jazz suave — o tipo de música que S/N sempre amou e ele costumava chamar de “distração”.

O trânsito de Seul estava pesado, mas Taehyung não parecia se importar. Ele dirigia com uma mão no volante e a outra firmemente entrelaçada à de S/N sobre o console central. De vez em quando, ele levava a mão dela aos lábios, beijando-a sem dizer uma palavra, apenas sorrindo com aquele brilho nos olhos que S/N começava a reconhecer novamente.

S/N sentia-se mais leve. O peso da vingança, do ódio por Hana e da mágoa acumulada parecia estar se dissipando conforme os prédios altos da cidade davam lugar às áreas mais abertas a caminho do Aeroporto Internacional de Gimpo. Ela olhou para o perfil de Taehyung sob a luz do sol; ele parecia mais jovem, menos carregado.

— Sabe… — S/N disse, quebrando o silêncio confortável enquanto observava a paisagem passar. — Eu esqueci como era a sensação de apenas… ir. Sem planejar um ataque ou uma defesa.

Taehyung apertou a mão dela com mais força, os olhos fixos na estrada, mas o sorriso ainda presente.

— Eu prometi que ia te devolver o sorriso, S/N. Jeju é só o começo. Eu quero que você se sinta segura o suficiente para nunca mais precisar de armaduras perto de mim.

Eles passaram pela Ponte Mapo, cruzando o Rio Han. O reflexo do sol na água parecia um rastro de diamantes. O trajeto até Gimpo levou cerca de quarenta minutos, mas para eles, pareceu durar apenas alguns segundos. Havia uma cumplicidade silenciosa no carro, uma paz que eles não experimentavam desde a lua de mel.

Ao chegarem no terminal de voos domésticos, Taehyung estacionou o carro no setor VIP. Ele desceu rapidamente, contornou o veículo e abriu a porta para S/N como se fosse o primeiro encontro deles. Ele pegou as duas malas práticas no porta-malas, recusando a ajuda dos carregadores que se aproximaram.

— Eu cuido disso — ele disse, com uma voz gentil, mas firme.

Eles caminharam pelo saguão do aeroporto. S/N, com seus óculos escuros e seu porte elegante, atraía olhares, mas Taehyung fazia questão de manter seu braço ao redor da cintura dela, marcando território de uma forma protetora, e não opressora.

Ao chegarem no portão de embarque da classe executiva, Taehyung parou por um momento antes de entregarem os bilhetes. Ele a olhou profundamente, o vento do ar-condicionado bagunçando levemente seu cabelo.

— Pronta para deixar Seul para trás por alguns dias? — ele perguntou.

S/N sorriu — um sorriso verdadeiro, que alcançou seus olhos.

— Mais do que pronta, Tae.

Eles entregaram os cartões de embarque e caminharam pelo túnel em direção à aeronave. O destino era Jeju, a ilha das memórias, mas o objetivo era muito maior: era a reconstrução de um amor que quase se perdeu nas sombras do poder.

27 Comentários

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  1. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 3:27 pm

    — É ela… — uma secretária sussurrou no bebedouro. — Olhe para ele… ele parece outro homem.

    Só uma mulher de verdade,tem esse poder

  2. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:02 pm

    Taehyung parou por um segundo, dando-lhe um sorriso melancólico. — Eu sempre soube, S/N. Eu só era egoísta demais para usar esse conhecimento para te agradar. Eu observava você nos jantares de família… eu prestava atenção, mesmo quando fingia que não.

    Custa demonstrar isso antes de perder tua mulher

  3. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:03 pm

    S/N sentiu o ar faltar. A expressão “minha mulher” soou como uma posse que, desta vez, ela não queria combater. — Me exibir? — ela repetiu, tentando recuperar o fôlego.

    Kk,sou troféu por acaso??????

  4. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:04 pm

    Se liga Tae e não perde mais essa mulher

  5. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:05 pm

    Ele selou os lábios dela com um beijo que começou como uma promessa e rapidamente se transformou em um incêndio. O beijo era quente, urgente, carregado de toda a fome que os dias de briga haviam acumulado. Sem desviar o contato, a mão de Taehyung tateou o painel de controle na mesa e pressionou o botão de privacidade. Instantaneamente, os enormes vidros da sala tornaram-se foscos, transformando o escritório em um santuário impenetrável.

    Eita misericórdia
    Por instantes achei que ele ia fazer a reunião de vídeo ali mesmo kk

  6. Th
    Jan 13, '26 at 6:09 pm

    — Você… você transou com ela aqui? — O sussurro dela foi carregado de um medo genuíno da resposta.

    Eita merdaaaaaa,a memória é uma merda
    A gente não esquece nunca

  7. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:10 pm

    — Você… você transou com ela aqui? — O sussurro dela foi carregado de um medo genuíno da resposta.

    Pior que a gente sempre pensar assim,se fez a mesma coisa,se foi no mesmo lugar
    Traição é uma merda

  8. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:11 pm

    — Nunca. Nunca trouxe ela na empresa, S/N — ele afirmou, a voz firme. — Como eu poderia? Eu fui um filho da puta, um estúpido, mas não a esse ponto. Este lugar… eu nunca deixaria ninguém entrar aqui além de você. Eu nunca quis que ninguém ocupasse esse espaço.

    Pelo menos isso né

  9. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:14 pm

    Diferente da frieza ou da mecânica vazia que ele experimentara com Hana, com S/N tudo era conexão. Taehyung começou a se mover com uma cadência profunda e possessiva. Cada estocada era firme, preenchendo-a de uma forma que a fazia jogar a cabeça para trás, os olhos revirando enquanto o prazer subia por sua espinha como uma descarga elétrica.

    Com uma mulher dessa dentro de casa,ficou comendo lixo pela rua

  10. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:19 pm

    — Sabe, Sr. Park… — Taehyung disse, voltando-se para o acionista — quando você tem uma mulher como a S/N ao seu lado, você não precisa esperar ela colocar a coleira. Você mesmo a coloca no pescoço e entrega a guia na mão dela com prazer.

    Ta cachorrinho de mais!!

  11. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:19 pm

    Kk, qual a cor da coleira ???

  12. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:21 pm

    S/N arqueou a sobrancelha, surpresa. Taehyung raramente dirigia em Seul, preferindo usar o tempo no banco de trás para trabalhar. Vê-lo assumir o volante era mais um sinal de que o “CEO Kim” tinha ficado no 21º andar.

    É um neném dirigindo com essa língua pra fora

  13. THAMIRIS
    Jan 13, '26 at 6:24 pm

    Eles entregaram os cartões de embarque e caminharam pelo túnel em direção à aeronave. O destino era Jeju, a ilha das memórias, mas o objetivo era muito maior: era a reconstrução de um amor que quase se perdeu nas sombras do poder.

    Aiiiiin que amorr

  14. Karine
    Jan 14, '26 at 1:42 pm

    — Um café com leite de amêndoas e essência de baunilha, e uma fatia daquela torta de frutas vermelhas. Para agora — ele ordenou, desligando em seguida.

    Chique né

  15. Karine
    Jan 14, '26 at 1:43 pm

    Taehyung parou por um segundo, dando-lhe um sorriso melancólico. — Eu sempre soube, S/N. Eu só era egoísta demais para usar esse conhecimento para te agradar. Eu observava você nos jantares de família… eu prestava atenção, mesmo quando fingia que não.

    Juro q não entendo essa lógica kkkk

  16. Karine
    Jan 14, '26 at 1:45 pm

    — Quer entrar na reunião comigo? — ele perguntou, sem desviar os olhos da tela por um momento, antes de olhá-la com uma intensidade profunda. — Gostaria de exibir minha mulher para meus funcionários e sócios.

    La vem a corna kkkkkk aff coitada

  17. Karine
    Jan 14, '26 at 1:46 pm

    Taehyung contornou a mesa completamente enquanto a beijava. S/N se levantou, sentindo a adrenalina correr pelo sangue. Em um movimento firme e possessivo, ele a ergueu e a sentou sobre a mesa de carvalho, derrubando o tablet, as pastas e as canetas luxuosas no chão. O som dos objetos caindo foi abafado pelos batimentos cardíacos deles.

    Esquentou

  18. Karine
    Jan 14, '26 at 1:47 pm

    — Só vou te tocar se você quiser — ele disse, a voz num tom de promessa sagrada. — Se você não quiser… eu juro que não faço nada. Eu espero o tempo que for preciso. Só quero que você saiba que meu corpo, assim como meu nome, pertence a você agora.

    !!!!!!

  19. Karine
    Jan 14, '26 at 1:48 pm

    Taehyung soltou um riso baixo, rouco, que vibrou contra os lábios dela antes de afogar o som em um beijo devastador. Ele a beijava como se estivesse faminto, as mãos percorrendo as curvas dela com uma urgência controlada, como se estivesse reaprendendo cada centímetro do seu corpo.

    Ele sabe que é um gostoso irresistível, um cachorro safado, mas um gostoso kkk

  20. Karine
    Jan 14, '26 at 1:50 pm

    — Você… você transou com ela aqui? — O sussurro dela foi carregado de um medo genuíno da resposta.

    Putz não acredito

  21. Karine
    Jan 14, '26 at 1:52 pm

    Quando finalmente as peles se encontraram, sem barreiras, o choque térmico foi devastador. Para Taehyung, sentir S/N daquela forma pela primeira vez era como encontrar um oásis após uma vida inteira de sede. Ele não a tocava como se fosse apenas um corpo; ele a tocava como se ela fosse um solo sagrado. Seus lábios nunca abandonavam os dela por muito tempo, e suas mãos, grandes e firmes, mapeavam cada curva com uma adoração que beirava o desespero.

    Poesia pura

  22. Karine
    Jan 14, '26 at 1:56 pm

    Eles se ajustaram com uma pressa coreografada. Taehyung abotoou a camisa, sem se importar que os vincos denunciassem o que havia acontecido, e S/N ajeitou o conjunto de alfaiataria, passando os dedos pelo cabelo para domar os fios rebeldes. Quando ele abriu a porta, a secretária quase derrubou a bandeja ao ver o brilho nos olhos do chefe. Ele pegou o lanche, agradeceu com um aceno curto e estendeu a mão para S/N.

    Kkkkkk o brilho dizendo: “sim, nós fizemos exatamente isso que você está pensando” kkkk

  23. Karine
    Jan 14, '26 at 2:01 pm

    — Sabe, Sr. Park… — Taehyung disse, voltando-se para o acionista — quando você tem uma mulher como a S/N ao seu lado, você não precisa esperar ela colocar a coleira. Você mesmo a coloca no pescoço e entrega a guia na mão dela com prazer.

    Hrrrííí (Cavalo relinchando) kkkk

  24. Karine
    Jan 14, '26 at 2:04 pm

    Assim que saíram do subsolo para a luz ofuscante da tarde de Seul, a atmosfera mudou. Taehyung abriu um pouco as janelas, deixando o ar fresco circular, e ligou o rádio em uma estação de jazz suave — o tipo de música que S/N sempre amou e ele costumava chamar de “distração”.

    Olha, tá de parabéns pelos gifs kkkk

  25. Karine
    Jan 14, '26 at 2:07 pm

    Eles caminharam pelo saguão do aeroporto. S/N, com seus óculos escuros e seu porte elegante, atraía olhares, mas Taehyung fazia questão de manter seu braço ao redor da cintura dela, marcando território de uma forma protetora, e não opressora.

    Clássico

  26. IASMINE
    Feb 4, '26 at 8:03 am

    Ao chegarem no terminal de voos domésticos, Taehyung estacionou o carro no setor VIP. Ele desceu rapidamente, contornou o veículo e abriu a porta para S/N como se fosse o primeiro encontro deles. Ele pegou as duas malas práticas no porta-malas, recusando a ajuda dos carregadores que se aproximaram.

    Esperou perder ela pra poder fazer isso pqp

  27. Luana
    Feb 6, '26 at 6:57 pm

    Tudo se encaixando bem

Nota

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