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O sol de Seul não teve piedade. Ele atravessou as cortinas de linho fino do quarto de hóspedes, atingindo o rosto de S/N como um flash de largada. Ela franziu o cenho, sentindo uma leve pulsação nas têmporas e a maciez de lençóis que definitivamente não eram os seus.

S/N sentou-se na cama de sobressalto, o coração disparando. Olhou ao redor: o quarto era minimalista, sofisticado, com o cheiro inconfundível da cobertura de Jungkook. Mas o choque real veio quando ela olhou para baixo.

Ela não estava com o conjunto de moletom areia que usara no dia anterior. Ela vestia uma camiseta de algodão preta, enorme, que descia até o meio de suas coxas. O tecido era macio e exalava o perfume cítrico e amadeirado de Jungkook, como se ela estivesse envolvida em um abraço dele.

— O que… — a voz dela saiu rouca, quase um sussurro.

Ela fechou os olhos com força, tentando forçar sua mente treinada a recuperar os arquivos da noite passada. As memórias vinham em flashes desconexos, como fotos borradas de um acidente: O brilho do whisky no copo de cristal… A confissão dele sobre o vazio após a morte da esposa… A própria voz contando sobre a solidão nos bastidores dos shows dos pais… E, por fim, o toque. Os dedos quentes de Jungkook roçando os dela no balcão da cozinha.

Depois disso? Nada. Um vácuo completo.

S/N sentiu o rosto esquentar em um nível alarmante. Como ela, uma psicóloga que se orgulhava do autocontrole, tinha “apagado” daquela forma? E mais importante: como ela tinha acabado naquela cama e com aquela roupa?

— Pensa, S/N, pensa… — ela murmurou, puxando a gola da camiseta para cobrir o rosto, sentindo o cheiro dele impregnado em cada fibra. — Nós bebemos… conversamos… ele tocou minha mão e…

Uma onda de pânico misturada com uma curiosidade proibida a atingiu. Será que a tensão da noite tinha explodido? Será que ela tinha perdido a linha profissional de forma tão drástica que nem conseguia lembrar?

Ela se levantou, sentindo as pernas ainda um pouco bambas. Caminhou até o espelho do banheiro e viu seu reflexo: o coque de ontem estava totalmente desfeito, o cabelo bagunçado e os lábios um pouco inchados. Ela parecia alguém que tinha sido muito bem cuidada — ou muito bem amada.

Lá fora, ela ouviu o som de risadas baixas vindo da cozinha. A voz de Minjae e a risada rouca de Jungkook.

S/N engoliu em seco. Ela tinha duas opções: fugir pela janela ou enfrentar o “homem imprudente” que, aparentemente, agora era o dono de suas memórias perdidas.

Ajeitando a camiseta enorme, que parecia pesar toneladas pelo significado que carregava, ela abriu a porta do quarto e caminhou em direção à cozinha, pronta para exigir uma explicação ou para pedir demissão imediatamente de tanta vergonha.

S/N caminhou até a cozinha com o coração martelando contra as costelas, sentindo o tecido da camiseta de Jungkook roçar em suas coxas a cada passo. O plano era ser firme, profissional e direta, mas assim que ela cruzou o arco da sala, toda a sua pose de psicóloga desmoronou.

Jungkook estava de pé, servindo um suco para Minjae. Ele já estava vestido para o treino, com uma regata que deixava os braços tatuados totalmente à mostra. Quando ele ouviu os passos dela, virou-se devagar.

O olhar dele começou nos pés descalços de S/N, subiu pelas pernas expostas e parou na camiseta preta que ficava enorme nela, antes de finalmente encontrar os olhos arregalados da garota. Um sorriso lento, ladino e perigosamente charmoso surgiu no rosto dele.

— Bom dia — ele disse, a voz ainda com aquele tom grave de quem não acordou há muito tempo. — Dormiu bem? Você estava… bem agitada ontem à noite.

O mundo de S/N pareceu girar. “Agitada” era uma palavra muito ampla. Poderia significar que ela teve pesadelos, que ela falou dormindo… ou algo que faria seu diploma de psicologia ser rasgado ali mesmo.

— Eu… — ela começou, mas a voz falhou. Ela pigarreou, tentando recuperar a dignidade enquanto puxava a barra da camiseta para baixo. — Sr. Jeon, eu gostaria de saber o que exatamente aconteceu. Eu não me lembro de ter trocado de roupa e, certamente, não me lembro de ter decidido passar a noite aqui.

Jungkook deixou a jarra de suco na mesa e caminhou em direção a ela, parando a uma distância que a fazia sentir o calor do corpo dele. Ele se inclinou levemente, diminuindo o espaço, e sussurrou para que Minjae, que estava distraído com um desenho no tablet, não ouvisse:

— Você não lembra de nada? Nem de quando disse que eu era “muito mais que um piloto”? Ou de quando segurou minha gola e disse que não queria que a noite acabasse?

S/N sentiu o sangue fugir do rosto. Ela fez isso? Ela realmente disse aquilo? O pânico em seus olhos era tão evidente que Jungkook não conseguiu segurar uma risada baixa e rouca.

O silêncio que se seguiu à risada de Jungkook era carregado, uma mistura de eletricidade estática e o mais puro pânico psicológico por parte de S/N. Ela tentava buscar no fundo de sua memória qualquer rastro daquela suposta audácia — ela segurando a gola dele? Ela pedindo para a noite não acabar? A ideia parecia absurda, mas o modo como os olhos dele brilhavam, fixos nos dela, fazia sua segurança vacilar.

Jungkook deu mais um passo, reduzindo o espaço a quase nada. O cheiro de café fresco misturado ao perfume dele era uma combinação inebriante. Ele inclinou a cabeça, os lábios perigosamente próximos ao ouvido dela.

— Sabe, S/N… — ele murmurou, a voz vibrando baixo o suficiente para ser um segredo compartilhado apenas entre os dois. — Para alguém que analisa a mente dos outros, você é surpreendentemente honesta quando baixa a guarda. Talvez você devesse beber whisky comigo mais vezes. Ou talvez… eu devesse ter gravado o que você sussurrou antes de eu te carregar para o quarto.

— Eu… eu não acredito em você — ela retrucou, embora a voz tivesse saído sem nenhuma convicção. — Você está se aproveitando da situação para me desestabilizar. Isso é… é jogo sujo, Sr. Jeon.

— É? — Ele arqueou uma sobrancelha, o sorriso se alargando. — Ou talvez eu esteja apenas sendo o “homem imprudente” que você conheceu no bar. Aquele que você disse que era irresistível quando não estava tentando ser um personagem.

S/N sentiu as bochechas queimarem. Ela queria sumir. Queria que o chão daquela cobertura caríssima se abrisse e a engolisse. Mas, antes que ela pudesse formular uma resposta mordaz para recuperar o que restava de sua dignidade, uma vozinha vinda da mesa de jantar quebrou a bolha de tensão.

— Papai! — Minjae chamou, deixando o tablet de lado e descendo da cadeira com um pulo. — Por que a Noona está com a sua blusa da sorte?

Jungkook se afastou lentamente de S/N, mas não antes de lançar um último olhar provocador sobre ela. Minjae correu até eles, parando na frente da babá e olhando para a camiseta preta que chegava quase aos joelhos dela. O menino parecia genuinamente confuso.

— Eu não vi a Noona.ç chegar hoje cedo — Minjae continuou, cruzando os bracinhos e olhando para o pai com uma expressão de julgamento que era a cópia fiel de Jungkook. — Eu acordei e fui no quarto de visitas procurar meu caminhão azul, e ela estava lá… dormindo igual a Bela Adormecida.

S/N fechou os olhos por um segundo, desejando que Minjae parasse de falar, mas o menino estava apenas começando. Ele esticou a mão e tocou o tecido da camiseta.

— Papai, essa é a blusa que você não me deixa usar! — ele protestou, olhando para Jungkook com indignação. — Você disse que ela era grande demais e que eu ia tropeçar. Mas a Noona também é pequena! Por que ela pode usar a sua roupa e eu não? Ela é especial, papai?

Jungkook pigarreou, e pela primeira vez naquela manhã, ele pareceu levemente desconcertado. Ele passou a mão pela nuca, evitando o olhar vitorioso — e agora acusador — de S/N.

— Bem, Minjae… é que… — Jungkook começou, buscando as palavras. — A Noona teve um probleminha com o casaco dela ontem. E como somos bons anfitriões, nós emprestamos uma roupa limpa. É uma questão de educação.

— Mas você nunca emprestou roupa nem pra Vovó! — Minjae rebateu, implacável na sua lógica infantil. — E ela dormiu aqui! A Noona vai morar com a gente agora? Eu quero que ela more aqui. Ela sabe o segredo do sorvete e ela não ronca como o senhor.

S/N sentiu seu coração amolecer, apesar do constrangimento. Ela se abaixou, ficando na altura de Minjae, tentando ignorar o fato de que a camiseta de Jungkook subia um pouco mais quando ela se agachava.

— Minjae, querido… eu só fiquei porque estava muito tarde e seu pai foi muito gentil — ela explicou com sua melhor voz de “psicóloga centrada”. — Mas eu tenho minha própria casa, lembra?

O biquinho que se formou nos lábios de Minjae foi instantâneo. Jungkook observou a cena e algo em seu peito se apertou. Ele olhou para S/N, e a brincadeira em seus olhos deu lugar a uma seriedade que ela ainda não conhecia.

— Na verdade… — Jungkook interveio, fazendo S/N levantar o olhar para ele. — Eu queria falar com você sobre isso, S/N.

Ele caminhou até o balcão, pegando um tablet que mostrava sua agenda lotada de treinos, viagens e sessões de fotos.

— As próximas semanas serão caóticas. Eu vou começar a preparação intensiva para o GP da próxima semana e, além disso, fechei uma série de campanhas publicitárias que vão me exigir o dia todo, às vezes até a madrugada. Vai ter dias que eu nem vou conseguir voltar para casa para ver o Minjae acordado.

S/N levantou-se lentamente, sentindo o peso do tom dele.

— Eu estou fazendo isso por um motivo — Jungkook continuou, olhando para o filho que agora tentava equilibrar um biscoito no nariz. — Eu prometi ao Minjae que o levaria para a Disney este ano. Ele vem pedindo isso há meses, desde que viu aquele desenho do castelo. E eu quero dar isso a ele. Quero tirar férias de verdade e ser apenas o pai dele por duas semanas seguidas, sem motores, sem câmeras. Mas para isso, preciso finalizar tudo agora.

Ele voltou a olhar para ela, e havia uma vulnerabilidade genuína em seus olhos escuros.

— Eu queria pedir que você passasse alguns dias morando aqui. Pelo menos até o fim das campanhas. O Minjae confia em você. Ele se sente seguro com você. E, honestamente… — ele fez uma pausa, a voz baixando — eu também me sinto mais tranquilo sabendo que é você quem está cuidando da nossa casa enquanto eu estou fora “vencendo o vento”.

S/N ficou em silêncio por um longo tempo. O convite era profissional, mas a atmosfera entre eles dizia o contrário. Estar naquela casa significava estar no mundo de Jungkook 24 horas por dia. Significava usar suas camisetas, ver seu rosto ao amanhecer, dividir jantares tarde da noite e, talvez, descobrir o que realmente aconteceu naquelas horas perdidas da noite anterior.

— Você está me pedindo para me mudar para cá? — ela perguntou, tentando manter a voz firme.

— Estou pedindo para você ser o porto seguro do meu filho enquanto eu tento construir esse momento para ele — Jungkook respondeu, dando um passo à frente e estendendo a mão, não para tocá-la, mas como quem oferece um pacto. — O que me diz, S/N? Você aceita o desafio de cuidar de dois Jeons imprudentes por um tempo?

Minjae, percebendo a seriedade, correu e segurou a mão de S/N, olhando para ela com aqueles olhos que eram a perdição de qualquer um.

— Fica, S/N. Eu deixo você usar as blusas do papai que eu não posso.

S/N olhou para o pequeno, depois para o homem à sua frente — o piloto audaz, o pai solo exausto, o homem que a provocava e a desarmava na mesma medida. Ela sabia que, ao aceitar, estava cruzando uma linha de chegada da qual não haveria retorno.

— Tudo bem — ela disse, finalmente deixando um sorriso de rendição surgir. — Mas com uma condição: o Sr. Jeon vai ter que me explicar, detalhe por detalhe, cada palavra que eu supostamente disse ontem à noite.

Jungkook soltou uma risada baixa, um som que vibrou no peito dele e, de alguma forma, pareceu ressoar na pele de S/N. Ele não se afastou imediatamente; pelo contrário, aproveitou a proximidade para estender a mão e ajustar, com uma lentidão deliberada, a gola da camiseta preta que ela vestia. O toque dos dedos dele roçando o pescoço dela — agora desprovido de qualquer barreira — foi um lembrete físico de que ela estava usando a roupa dele, no apartamento dele, rendida à vontade dele.

— Detalhe por detalhe? — Ele repetiu, a voz caindo para um tom perigosamente aveludado enquanto seus olhos desciam rapidamente pela camiseta dele que ela usava, antes de voltarem para os lábios dela. — Cuidado com o que deseja, S/N. Algumas memórias podem ser… perturbadoras para uma mulher tão centrada quanto você.

Ele se aproximou tanto que S/N sentiu o calor vindo do corpo dele, o cheiro de sabonete e adrenalina pura. Jungkook esticou a mão e, com o polegar, roçou levemente o queixo dela, fazendo-a prender a respiração.

— Eu vou levar o Minjae para a escola agora — ele disse, com um sorriso de canto que gritava segundas intenções. — Mas eu tenho uma hora antes de me apresentar na pista. Vou deixá-lo na sala de aula e voltar correndo. Eu faço questão de refrescar sua memória antes de ir para o trabalho. Vou te contar tudo… e talvez até mostrar tudo sobre ontem a noite.

S/N sentiu o coração dar um solavanco. — Mostrar? O que você quer dizer com…

Jungkook não respondeu com palavras. Ele apenas deu uma piscadela lenta, uma expressão de puro divertimento e malícia que a deixou completamente desarmada. Ele se afastou, pegando a mochila de Minjae com uma agilidade leve, como se não tivesse acabado de lançar uma granada emocional no meio da cozinha.

— Vamos, amigão! O papai está com pressa hoje — Jungkook chamou, pegando o filho no colo e girando-o, enquanto Minjae ria alto.

S/N ficou parada no mesmo lugar, as mãos agarrando a barra da camiseta preta, tentando processar a promessa (ou ameaça) que ele acabara de fazer. Ela se sentia vulnerável, exposta e, acima de tudo, terrivelmente curiosa.

Jungkook caminhou até a porta com o filho, mas antes de sair, ele parou. Ele colocou Minjae no chão por um segundo para pegar as chaves e, sem se virar completamente, apenas inclinando o rosto sobre o ombro, ele lançou o golpe final. A voz dele saiu em um sussurro potente, que atravessou a sala e atingiu S/N como uma descarga elétrica.

— Me espera no quarto onde acordou… Eu não vou demorar.

O clique da porta fechando ecoou pelo apartamento silencioso. S/N soltou o ar que nem sabia que estava prendendo, suas pernas vacilando levemente. Ele não tinha apenas pedido para ela ficar; ele tinha acabado de marcar um encontro no território onde ela se sentia mais desprotegida.

22 Comentários

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  1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 31, '26 at 8:59 pm

    O clique da porta fechando ecoou pelo apartamento silencioso. S/N soltou o ar que nem sabia que estava prendendo, suas pernas vacilando levemente. Ele não tinha apenas pedido para ela ficar; ele tinha acabado de marcar um encontro no território onde ela se sentia mais desprotegida.

    O q será q esse homem vai dizer??

  2. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 31, '26 at 8:57 pm

    — Você não lembra de nada? Nem de quando disse que eu era “muito mais que um piloto”? Ou de quando segurou minha gola e disse que não queria que a noite acabasse?

    Kkkkk Socorro, q gafe

  3. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 31, '26 at 8:55 pm

    Jungkook estava de pé, servindo um suco para Minjae. Ele já estava vestido para o treino, com uma regata que deixava os braços tatuados totalmente à mostra. Quando ele ouviu os passos dela, virou-se devagar.

    Q visão privilegiada essa

  4. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 31, '26 at 8:46 pm

    Ajeitando a camiseta enorme, que parecia pesar toneladas pelo significado que carregava, ela abriu a porta do quarto e caminhou em direção à cozinha, pronta para exigir uma explicação ou para pedir demissão imediatamente de tanta vergonha.

    Realmente é o certo a se fazer

  5. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 31, '26 at 8:43 pm

    A história começou a ficar interesante

  6. Sheila
    Mar 6, '26 at 8:29 pm

    — Detalhe por detalhe? — Ele repetiu, a voz caindo para um tom perigosamente aveludado enquanto seus olhos desciam rapidamente pela camiseta dele que ela usava, antes de voltarem para os lábios dela. — Cuidado com o que deseja, S/N. Algumas memórias podem ser… perturbadoras para uma mulher tão centrada quanto você.

    Que ameaça gostosa!!! Homem perigoso desse… só querooo!!! Kkkk

  7. Sheila
    Mar 6, '26 at 8:27 pm

    — Papai, essa é a blusa que você não me deixa usar! — ele protestou, olhando para Jungkook com indignação. — Você disse que ela era grande demais e que eu ia tropeçar. Mas a Noona também é pequena! Por que ela pode usar a sua roupa e eu não? Ela é especial, papai?

    E agora em Jk?! A camiseta e a SN são especiais!!! Lindo!!!

  8. Sheila
    Mar 6, '26 at 8:24 pm

    — Você não lembra de nada? Nem de quando disse que eu era “muito mais que um piloto”? Ou de quando segurou minha gola e disse que não queria que a noite acabasse?

    Olha isso?! Raiva!!! E a SN caiu direitinho na dele… cadê a mulher forte?!
    Vc não pode ser fácil mulher?! Kkkk

  9. Sheila
    Mar 6, '26 at 8:22 pm

    — Sabe, S/N… — ele murmurou, a voz vibrando baixo o suficiente para ser um segredo compartilhado apenas entre os dois. — Para alguém que analisa a mente dos outros, você é surpreendentemente honesta quando baixa a guarda. Talvez você devesse beber whisky comigo mais vezes. Ou talvez… eu devesse ter gravado o que você sussurrou antes de eu te carregar para o quarto.

    Nossa que raiva dele!!! Conseguiu o que queria… fazer a SN pensar bobeiras!!! Kkkk

  10. Sheila
    Mar 6, '26 at 8:17 pm

    — Pensa, S/N, pensa… — ela murmurou, puxando a gola da camiseta para cobrir o rosto, sentindo o cheiro dele impregnado em cada fibra. — Nós bebemos… conversamos… ele tocou minha mão e…

    E aí SN?! O que aconteceu!? Tortura maravilhosa!!! Kkkk

  11. Iasmine
    Mar 4, '26 at 10:33 pm

    — Me espera no quarto onde acordou… Eu não vou demorar.

    Pqp agora ta eu e ela curiosa kkkkkk o que aconteceu aqui?

  12. Iasmine
    Mar 4, '26 at 10:33 pm

    — Tudo bem — ela disse, finalmente deixando um sorriso de rendição surgir. — Mas com uma condição: o Sr. Jeon vai ter que me explicar, detalhe por detalhe, cada palavra que eu supostamente disse ontem à noite.

    Pois ate eu quero uma explicação do que rolou? Me perdi na parte do almoço

  13. Iasmine
    Mar 4, '26 at 10:32 pm

    — Bom dia — ele disse, a voz ainda com aquele tom grave de quem não acordou há muito tempo. — Dormiu bem? Você estava… bem agitada ontem à noite.

    O que vocês aprontaram? Meu deus

  14. Iasmine
    Mar 4, '26 at 10:31 pm

    Ela fechou os olhos com força, tentando forçar sua mente treinada a recuperar os arquivos da noite passada. As memórias vinham em flashes desconexos, como fotos borradas de um acidente: O brilho do whisky no copo de cristal… A confissão dele sobre o vazio após a morte da esposa… A própria voz contando sobre a solidão nos bastidores dos shows dos pais… E, por fim, o toque. Os dedos quentes de Jungkook roçando os dela no balcão da cozinha.

    Eita que diacho de whisky foi esse menina

  15. Anne
    Mar 4, '26 at 6:33 pm

    — Tudo bem — ela disse, finalmente deixando um sorriso de rendição surgir. — Mas com uma condição: o Sr. Jeon vai ter que me explicar, detalhe por detalhe, cada palavra que eu supostamente disse ontem à noite.

    Curiosa por essa explicação

  16. Anne
    Mar 4, '26 at 6:32 pm

    — Eu vou levar o Minjae para a escola agora — ele disse, com um sorriso de canto que gritava segundas intenções. — Mas eu tenho uma hora antes de me apresentar na pista. Vou deixá-lo na sala de aula e voltar correndo. Eu faço questão de refrescar sua memória antes de ir para o trabalho. Vou te contar tudo… e talvez até mostrar tudo sobre ontem a noite.

    Deixou a tensão no ar

  17. Anne
    Mar 4, '26 at 6:32 pm

    — Vamos, amigão! O papai está com pressa hoje — Jungkook chamou, pegando o filho no colo e girando-o, enquanto Minjae ria alto.

    Com pressa de voltar para casa e para ela

  18. Anne
    Mar 4, '26 at 6:31 pm

    — Me espera no quarto onde acordou… Eu não vou demorar.

    Eita! Que se ele estiver brincando vai matar ela do coração

  19. Marcela
    Mar 4, '26 at 5:56 pm

    [quote]— Detalhe por detalhe? — Ele repetiu, a voz caindo para um tom perigosamente aveludado enquanto seus olhos desciam rapidamente pela camiseta dele que ela usava, antes de voltarem para os lábios dela. — Cuidado com o que deseja, S/N. Algumas memórias podem ser… perturbadoras para uma mulher tão centrada quanto você.

    Só por esse olhar, já dá pra saber um pouco do que aconteceu kkkk

  20. Marcela
    Mar 4, '26 at 5:53 pm

    [quote]— Papai, essa é a blusa que você não me deixa usar! — ele protestou, olhando para Jungkook com indignação. — Você disse que ela era grande demais e que eu ia tropeçar. Mas a Noona também é pequena! Por que ela pode usar a sua roupa e eu não? Ela é especial, papai?

    Minjae tacando gasolina no incêndio kkkkkkk

  21. Marcela
    Mar 4, '26 at 5:49 pm

    [quote]— Você não lembra de nada? Nem de quando disse que eu era “muito mais que um piloto”? Ou de quando segurou minha gola e disse que não queria que a noite acabasse?

    Eeeeeita cct, que a cachaça entra e a verdade sai kkkk

  22. Marcela
    Mar 4, '26 at 5:40 pm

    [quote]Ela não estava com o conjunto de moletom areia que usara no dia anterior. Ela vestia uma camiseta de algodão preta, enorme, que descia até o meio de suas coxas. O tecido era macio e exalava o perfume cítrico e amadeirado de Jungkook, como se ela estivesse envolvida em um abraço dele.

    Eles dormiram juntos??? Seeerio? Aaaaaaa

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