Capítulo 1 -Robô de Guarda
por FanfiqueiraO relógio na parede marcava exatamente 08h00 quando os últimos candidatos saíram da sala de entrevistas. A tensão pairava no ar. O cargo de segurança pessoal da filha do presidente da Coreia não era uma posição qualquer. Era necessário mais do que habilidades de combate; o escolhido teria que lidar com a pressão constante da mídia, a ameaça de possíveis atentados e, claro, a própria Amanda.
Jungkook entrou na sala com passos firmes. Seu currículo já tinha impressionado o chefe de segurança, mas agora era o momento de provar que ele era a melhor escolha.
O presidente estava presente na reunião, algo incomum, o que indicava a importância daquela decisão.
— Jeon Jungkook, 30 anos. Ex-militar, ex-forças especiais, instrutor de defesa pessoal, experiência em missões internacionais de alto risco… — O chefe de segurança leu as credenciais, olhando para o presidente.
— Impressionante — o presidente comentou, observando Jungkook de cima a baixo. — O que o motiva a aceitar esse trabalho?
Jungkook manteve a postura rígida, sem demonstrar hesitação.
— Com todo o respeito, senhor, minha motivação não é relevante. O que importa é que eu sou o melhor para essa função. Sua filha estará segura comigo.
O chefe de segurança trocou um olhar com o presidente, que arqueou uma sobrancelha, intrigado.
— E se ela se recusar a seguir ordens?
— Eu farei com que ela entenda a importância da segurança sem invadir seu espaço pessoal — Jungkook respondeu com calma, mas firmeza.
O presidente ficou em silêncio por alguns segundos, então se inclinou levemente para frente.
— Você sabe no que está se metendo, Sr. Jeon? Minha filha pode parecer só mais uma jovem rica, mas engana-se quem pensa que ela é frágil. Ela é teimosa, independente e detesta ser controlada.
— Perfeito — Jungkook respondeu. — Isso significa que ela também sabe se defender, o que torna meu trabalho um pouco mais fácil.
O presidente soltou um riso curto.
— Você tem coragem. Gosto disso. Está contratado.
Jungkook fez uma reverência leve, sem demonstrar qualquer emoção exagerada. Ele já tinha lidado com situações muito mais difíceis do que proteger uma jovem mulher.
Poucas horas depois, Jungkook estava no escritório do presidente recebendo instruções.
— Quero que minha filha seja protegida a qualquer custo. Não importa se ela reclamar ou tentar escapar da vigilância. Sua missão é garantir que nada aconteça com ela.
— Entendido.
— No entanto, há uma regra clara, Jungkook. — O presidente o encarou com intensidade. — Você é seu segurança, não seu amigo. Não cruze essa linha.
Jungkook apenas assentiu. Ele não misturava trabalho com vida pessoal.
A porta da sala se abriu, e Amanda entrou sem cerimônia, os saltos ecoando no piso de mármore. Vestindo uma roupa elegante, mas confortável, ela lançou um olhar rápido para Jungkook e depois voltou-se para o pai.
— Pai, mais um segurança? Sério? Eu não preciso disso.
Jungkook permaneceu imóvel, analisando-a. Ela não parecia ser apenas uma garota mimada, como o presidente havia insinuado. Havia algo na maneira como ela falava, na firmeza de sua postura, que indicava que ela não era alguém fácil de ser manipulada.
— Amanda, ele estará com você o tempo todo. Não discuta.
— Não discuta? — Ela cruzou os braços, revirando os olhos. — Pai, por favor, eu sou adulta, sei me cuidar.
O presidente suspirou, impaciente.
— Este é Jeon Jungkook. Ele não é qualquer segurança. Ele é o melhor.
Amanda finalmente olhou diretamente para Jungkook, analisando-o. Seu rosto sério, a expressão fria e profissional… ela já sabia o tipo dele. “Um soldado, sem emoção, apenas seguindo ordens.”
— Ótimo. Um robô.
Jungkook ergueu uma sobrancelha, mas não reagiu.
— Sou seu segurança, não seu amigo — ele disse, ecoando as palavras do presidente.
Ela soltou uma risada curta, desafiadora.
— Veremos até quando.
O desafio estava lançado.
O silêncio entre eles era quase ensurdecedor enquanto desciam as escadas do palácio presidencial. Amanda caminhava à frente, sem se preocupar em esperar por Jungkook, mas ele não parecia se importar. Com passos calculados e olhar atento, ele mantinha uma distância segura, sem perder nenhum detalhe ao redor.
— Você precisa mesmo me seguir assim? Parece um espião — ela disse, sem se virar.
— Meu trabalho não é ser discreto, e sim eficaz — Jungkook respondeu sem hesitação.
Ela revirou os olhos, parando de repente e se virando para encará-lo.
— Então me diz, Sr. Guarda-Costas, o que exatamente você acha que vai acontecer comigo?
Jungkook inclinou a cabeça levemente, observando-a com sua expressão impassível.
— Se eu te contar, terei que reforçar sua segurança em dobro.
Amanda cruzou os braços, irritada.
— Você acha que eu sou uma criança?
— Acho que você está acostumada a ter controle sobre tudo ao seu redor. E eu sou a primeira coisa que você não pode controlar.
Ela abriu a boca para retrucar, mas se calou. “Ele está certo.” “E isso me irrita mais do que a presença dele.”
— Tente não me atrapalhar, então — disse por fim, voltando a andar.
Jungkook apenas a seguiu, sem responder.
O dia transcorreu sem maiores problemas, até que Amanda decidiu sair para um café. Mesmo contra a recomendação do pai, ela gostava de andar pelas ruas sem chamar atenção, algo que Jungkook percebeu de imediato.
— Você não devia estar aqui sem escolta — ele disse ao lado dela, observando as pessoas ao redor.
— E você é minha escolta. Problema resolvido.
Jungkook suspirou. “Isso vai ser mais difícil do que eu pensava.”
Foi então que ele notou um homem parado do outro lado da rua, falando ao telefone enquanto olhava discretamente na direção deles. Seus instintos se aguçaram. Ele reconhecia aquele tipo de comportamento — alguém estava monitorando Amanda.
— Precisamos sair daqui. Agora.
— O quê? Por quê?
— Agora, Amanda — seu tom não deixou espaço para discussão.
Ele segurou seu pulso firmemente, guiando-a para fora do café. Amanda tentou se soltar, mas a seriedade em seu olhar a fez recuar.
Assim que saíram, Jungkook notou que o homem começou a segui-los.
— Merda — murmurou, puxando Amanda para um beco.
— O que está acontecendo?! — ela sussurrou, tentando se desvencilhar.
Jungkook olhou para o lado, avaliando as opções. Ele não podia lutar ali no meio da rua. Tinha que ser estratégico.
— Fique atrás de mim e não faça barulho.
Ela bufou, mas obedeceu.
O homem se aproximou, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, Jungkook agiu. Em um movimento rápido, ele agarrou o sujeito pelo braço e o pressionou contra a parede.
— Quem te enviou? — sua voz era baixa, mas ameaçadora.
O homem tentou se soltar, mas Jungkook apertou mais.
— Eu… eu só estava passando…
Jungkook não acreditou. Ele puxou o telefone do sujeito e olhou as mensagens. Um nome desconhecido apareceu na tela, junto de uma frase: “Ela está com um segurança. Mantenha-se à distância por enquanto.”
Ele praguejou e soltou o homem, que correu para longe.
Amanda observava tudo de olhos arregalados.
— Quem era ele?
Jungkook a encarou, sério.
— Alguém que estava te vigiando.
Ela ficou em silêncio, absorvendo a informação.
— Isso é normal?
Ele suspirou.
— Para alguém como você? Sim.
Amanda mordeu o lábio, sentindo pela primeira vez que talvez ter um guarda-costas não fosse uma ideia tão ruim.
Jungkook guardou o telefone do sujeito no bolso.
— Vamos. Agora eu decido para onde você vai.
Dessa vez, ela não discutiu.
[quote]— Com todo o respeito, senhor, minha motivação não é relevante. O que importa é que eu sou o melhor para essa função. Sua filha estará segura comigo.
Nossa, esse é confiante viu?
[quote]— No entanto, há uma regra clara, Jungkook. — O presidente o encarou com intensidade. — Você é seu segurança, não seu amigo. Não cruze essa linha.
Se tem uma regra assim, é pq tem história kkk
[quote]Jungkook ergueu uma sobrancelha, mas não reagiu.
Ele: Me dediquei tanto, pra agora ser chamado de robô, é isso msm? kkkkk
[quote]Jungkook suspirou. “Isso vai ser mais difícil do que eu pensava.”
Kkkkk ele pensando direitinho se vai dá conta do recado
Caraca vai tomando.. ele é o cara
BERREI KKKKKKK usou as palavras do presidente
Ele é bom mesmo celoco meu.. eu do jeito que sou leza nem teria visto
Tomee.. ele botou o pau na mesma e mandou medir