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O domingo entre Tae e Jihye foi leve, passaram o tempo todo transando, trocando carinhos e conversando, se conhecendo. Conversavam bastante, riam, trocavam histórias como se já se conhecessem há mais tempo do que realmente se conheciam.

Ela, com aquele jeito doce e confiante, contou que trabalhava como modelo. Ele, curioso, puxou assunto sobre os bastidores, viagens, e os dois se perderam em detalhes do mundo dela. Então, chegou a vez de Tae falar. Ele contou da sociedade que tinha com Namjoon e Jung Kook — a academia que vinha crescendo muito em Seoul.

— Uma academia? — ela arqueou a sobrancelha, curiosa. — Coincidência… a Yoo-na foi chamada para uma entrevista amanhã, numa academia famosa daqui.

Tae riu, balançando a cabeça com um ar incrédulo. — Não acredito. Não pode ser a mesma. Qual é a probabilidade de serem a mesma pessoa?

Ela balançou a cabeça e deu uma risadinha leve. — Acho que o destino gosta de brincar com as pessoas

Ele assentiu, olhando-a nos olhos, e o clima foi mudando. A risada dela virou mordida de lábio, o olhar dele se aprofundou, a mão dele já encontrava espaço na coxa dela, deslizando devagar.

— Brincar com a gente… ou provocar — ele murmurou, a voz rouca, enquanto o polegar dele desenhava círculos lentos na pele dela.

Ela suspirou, provocativa. — Talvez seja isso que deixa as coisas mais interessantes.

A boca dele tomou a dela num beijo forte, que começou com calma e foi se tornando faminto. Logo estavam trocando carícias cada vez mais intensas — um aperto no quadril dela, a mão dela puxando o cabelo dele, os corpos se encaixando com urgência. Ele a ergueu no colo, encostando-a contra a parede, e o beijo virou gemidos baixos.

As costas de Jihye bateram contra a parede, mas o choque foi abafado pelo beijo faminto que Tae roubava dela. A língua dele invadia sua boca sem pedir permissão, enquanto as mãos exploravam cada pedaço do corpo dela, apertando a cintura, descendo pelas curvas até se perder no quadril. Ela arfava entre um beijo e outro, puxando o cabelo dele com força, como se quisesse provocá-lo ainda mais.

Ele rosnou baixo, uma mistura de prazer e frustração, e a ergueu no colo como se fosse nada. As pernas dela se enroscaram na cintura dele no mesmo instante, os dois gemendo no contato quente que crescia cada vez mais. As roupas foram arrancadas às pressas, caindo pelo chão em pedaços de tecido esquecidos.

Quando Tae finalmente a penetrou, fez isso de uma vez, forte, arrancando de Jihye um gemido alto que ecoou pelo quarto.

— Droga… — ele grunhiu contra o pescoço dela, cada palavra marcada por uma estocada profunda. — Você não faz ideia, o quanto tô amando ficar assim com você.

As mãos dele marcavam a pele dela, segurando com força como se tivesse medo de que ela escapasse. Cada batida do corpo dele contra o dela fazia a parede tremer, e os gemidos dela se misturavam aos dele em um ritmo cada vez mais frenético. Tae beijava, mordia, lambia o ombro e o pescoço dela, deixando marcas visíveis, enquanto seu quadril batia contra o dela sem piedade.

O som era indecente: o barulho úmido dos corpos, a cama próxima rangendo com o impacto das paredes, os gemidos altos de Jihye tentando ser contidos sem sucesso.

— Mais… — ela implorou, arranhando as costas dele com tanta força que deixou marcas vermelhas.

 — ela implorou, arranhando as costas dele com tanta força que deixou marcas vermelhas

— Você é minha… — ele devolveu, a voz rouca, enterrando-se ainda mais fundo, acelerando até o ponto em que ambos perdiam o fôlego.

Ela chegou primeiro, tremendo nos braços dele, os gemidos se transformando em gritos sufocados contra o pescoço dele. Tae não parou, continuou batendo, levando-a ao limite até que ele também gozou forte, o corpo inteiro dele contraindo no dela, respirando pesado, os dois suados, grudados, rindo baixo pelo absurdo da intensidade.

Ainda sem se desgrudar, ele segurou a mão dela e puxou: — Vem… não acabei com você ainda.

Cambaleando, foram até o banheiro. O chuveiro ligado trouxe a água quente correndo pelos corpos já exaustos, mas famintos de novo. Tae encostou Jihye contra a parede molhada, a boca colada à dela num beijo profundo, e as mãos escorregando pelo corpo ensaboado dela.

Dessa vez ele foi mais lento, provocando. Beijava o pescoço, descia a língua pelo colo, parava para chupar os mamilos já sensíveis, mordendo de leve e sorrindo ao ouvir o gemido desesperado dela. Um dos dedos dele se aventurou entre as pernas dela, brincando, esfregando devagar só para ouvi-la implorar.

— Tae… por favor… — ela arfava, a testa encostada na parede fria, o corpo tremendo de antecipação.
— Fala mais… adoro ouvir você me pedir… — ele provocou, mordendo o queixo dela.

Quando finalmente a penetrou de novo, ela arqueou inteira, gemendo alto, o som abafado pela água batendo no azulejo. Ele segurava firme na cintura dela, entrando e saindo num ritmo que fazia a parede tremer. A cada estocada, palavras sujas escapavam da boca dele, enquanto ela arranhava o peitoral molhado dele, se rendendo ao prazer que a dominava.

O som da água se misturava ao dos gemidos, ao impacto dos corpos, ao ranger baixo que parecia vir de todo o banheiro. Tae olhava nos olhos dela, selvagem, e ao mesmo tempo a beijava como se fosse a última vez.

Ela gozou primeiro, o corpo inteiro sacudindo contra o dele, mas Tae não parou, segurou-a firme e continuou até ele mesmo explodir, um gemido rouco escapando contra os lábios dela.

Ambos ficaram colados, suados e molhados, respirando ofegantes, enquanto a água lavava os dois. Tae deixou a testa encostar na dela, ainda sorrindo satisfeito.

— Eu disse… não tinha acabado com você.

Tae se afastou lentamente, ainda com a respiração pesada, os dedos deslizando pela pele dela enquanto pegava a toalha para ambos se secarem. O silêncio entre eles era confortável, carregado do calor que ainda pairava no ar. Quando terminaram, ele jogou a toalha sobre a cama e olhou para ela com aquele sorriso maroto, meio cansado, meio satisfeito.

— Acho que podemos ir dormir — disse ele, a voz rouca. Ela assentiu, mas antes que pudesse se levantar, já se virou para sair, murmurando:
— Preciso ir em casa pegar uma roupa.

Foi quando Tae, com uma calma quase desarmante, a puxou para deitar novamente sobre ele. Os dedos dela se perderam nos fios do cabelo dele, ela se ajeitou, ainda surpresa.

— Vc já tá com uma roupa… — ele murmurou contra a pele dela.

Ela arqueou a sobrancelha, confusa, olhando para ele, ainda nua nos braços dele.

— Como assim? — perguntou, meio sorrindo, meio provocando.

Ele aproximou o rosto, o olhar fixo, e disse baixinho, com aquele tom confiante:
— Eu.

Ela levou um tempo para processar, um sorriso travesso se formando em seus lábios. Um riso baixo escapou dela, misturando surpresa e cumplicidade.

Sem mais palavras, eles se ajeitaram na cama, Tae envolvendo-a com os braços, mantendo-a colada ao peito. O silêncio voltou, agora mais confortável e íntimo, enquanto aos poucos fechavam os olhos, entregues ao descanso.

O último pensamento dela antes de dormir foi um sorriso — misto de cansaço e desejo — imaginando que, afinal, ele era tudo o que ela precisava naquela noite.

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