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📱 Mensagem – Tae → Jihye

📱 Mensagem – Tae → Jihye

Tae: Tá frio… por que você não tá aqui me esquentando? 😣

Logo em seguida, chega um áudio dele, com a voz manhosa, arrastada, como um garotinho pedindo atenção:
— Você mora aqui do lado, mas tá sempre distante de mim… eu queria que você dormisse aqui todas as noites… comigo.

📱 Mensagem – Jihye → Tae
Jihye: Ahhh… desse jeito a gente acaba morando junto, né? Não é assim que funciona. 😂

📱 Mensagem – Tae → Jihye
Tae: E por que não? 🥺

📱 Mensagem – Jihye → Tae
Jihye: Porque… eu divido apartamento com minhas amigas. E… tá cedo, Tae. A gente se conhece há pouco tempo pra já dar esse passo. Você nunca nem me pediu em namoro…

A resposta dele demorou alguns segundos. Então chegou uma foto: a mesa pequena perto da janela do apartamento dele. Duas cadeiras, uma de frente pra outra, e alguns piscas em formato de coração decorando o espaço.

 Duas cadeiras, uma de frente pra outra, e alguns piscas em formato de coração decorando o espaço

📱 Mensagem – Tae → Jihye
Tae: Então o que é isso?

📱 Mensagem – Jihye → Tae
Jihye: Hã? 🤨

📱 Mensagem – Tae → Jihye
Tae: Abre a porta.

O coração dela disparou. Era madrugada, mas sem pensar duas vezes, Jihye correu até a porta, ainda de camisola. Quando abriu, se deparou com Tae ajoelhado no corredor, um anel delicado entre os dedos e o sorriso mais fofo do mundo.

 Quando abriu, se deparou com Tae ajoelhado no corredor, um anel delicado entre os dedos e o sorriso mais fofo do mundo

Ele ergueu os olhos brilhando para ela e disse, baixinho, quase rindo de nervoso:

— E agora? Você dorme comigo todas as noites?

Ele não esperou. Assim que Jihye aceitou, ele a ergueu no colo com uma força firme, e o som da porta se fechando atrás deles pareceu selar algo que nenhum dos dois conseguiria mais desfazer. O corpo dela colado ao dele, as pernas instintivamente se enroscando em sua cintura, o peito comprimido contra o dele — tudo incendiava.

Quando chegaram no apartamento ele, o beijo veio como uma fome acumulada, devorador, urgente. Ele a prensou contra a porta do apartamento, como se quisesse marcar aquele instante no corpo dela. A boca dele deslizou pela dela, explorando cada canto, arrancando suspiros que ele engoliu como se fossem oxigênio.

A mão dele escorregou pelas costas dela até alcançar a curva da cintura, descendo firme, sem hesitação, até apertar a bunda dela com força possessiva. O gemido baixo que ela soltou contra os lábios dele só aumentou a intensidade. Ele alternava mordidas suaves com beijos quentes, até que rompeu o espaço entre as bocas e desceu pelo queixo, pelo pescoço, espalhando beijos molhados e descontrolados.

— Você não imagina… — ele murmurou contra a pele dela, a voz rouca, carregada de um desejo quase doloroso. — Quanto tempo eu esperei por isso… desde aquela noite…

As palavras se misturavam aos beijos, à respiração ofegante, aos dentes roçando na pele delicada do colo dela.

— Eu não paro de pensar em você… não paro de querer você… — ele continuou, descendo até os seios dela, ainda cobertos pelo tecido.

Com um gesto impaciente, ele puxou a roupa para o lado, os lábios encontrando a pele nua que ela escondia. O arrepio percorreu todo o corpo de Jihye quando ele sugou com força, chupando cada centímetro como se quisesse gravar nela o quanto sentia falta.

— Nos dias que você não dormiu comigo… — ele sussurrou, a boca colada à pele quente. — Eu senti tanto a sua falta…

Ele subiu de novo, encontrando a boca dela. Um beijo rápido, quase um selinho, antes de deixar escapar um sorriso carregado de malícia.

— Vem… vamos jantar logo… — ele disse, os olhos faiscando. — Porque eu quero comer logo a minha sobremesa.

Ela piscou, surpresa, rindo baixinho apesar do coração descompassado.
— Que sobremesa? Você fez qual sobremesa?

Ele arqueou a sobrancelha, rindo daquele jeito safado que desarmava qualquer resistência.
— A minha sobremesa é você.

O rubor subiu pelas bochechas dela antes mesmo que pudesse responder. A reação dela foi meio incrédula, meio entregue, mas totalmente derretida.

Ela tentou interromper apenas por um instante, respirando entre um beijo e outro.
— Tae… você não acha que a gente tá indo rápido demais? A gente se conhece há… o quê? Uma semana? Menos?

Ele parou, rindo baixo, a testa colada à dela, os olhos escuros brilhando com algo mais profundo que desejo.
— Rápido demais? — ele repetiu, deslizando os dedos pela bochecha dela. — Jihye… eu nunca quis ser como o Jungkook, que saia pegando todo mundo só pra se satisfazer.

Ela o olhava com um misto de surpresa e ternura, enquanto ele continuava, a voz grave, confessional:
— Eu já fiquei com algumas mulheres, mas nunca prolongava. Nunca era a pessoa certa. Tive duas namoradas, só isso… porque eu não queria algo qualquer. Eu não queria viver um relacionamento vazio, como o Namjoon vem vivendo há dois… três anos… sei lá.

Ele segurou a mão dela, aproximando o rosto mais ainda, tão próximo que ela sentia a respiração quente roçar seus lábios.
— Eu sempre quis ter uma mulher foda ao meu lado. Que fosse gentil, doce, mas que me puxasse quando eu me perdesse. Que fosse minha melhor amiga. E você… você tem sido essa pessoa, Jihye. Então por que esperar três meses, seis, um ano? Eu não quero esperar. Eu quero você agora, comigo.

Ele fez um biquinho infantil, quase um contraste ao olhar carregado de desejo.
— Você não me quer?

Ela mordeu o lábio, rindo baixinho

Ela mordeu o lábio, rindo baixinho. O biquinho dele era sua fraqueza. Sem resistir, puxou o rosto dele e o beijou com força, como se a resposta estivesse ali, em cada movimento da boca.

Quando se afastou, o sorriso ainda brilhava no rosto dela.
— Eu… já namorei alguns caras. Mas nunca passou de três meses. Eu tinha medo… medo de me perder com eles.

Ele franziu a testa, confuso.
— Se perder?

Ela riu, o olhar iluminado.
— Eu perdi minha virgindade com você, Tae.

Ele arregalou os olhos.
— Hã?!

— Você não percebeu? — ela disse, divertida.

— Não! — ele balançou a cabeça, incrédulo. — Você parecia saber de tudo…

Ela mordeu o lábio, rindo.
— Eu converso muito com a Lia. Ela tem muuuuuita experiência. Mas com você… eu senti conforto. Então… eu só me permiti. Aconteceu. E, também, foi culpa sua. Você me deixou maluca naquele elevador.

O sorriso dele se abriu, orgulhoso e malicioso ao mesmo tempo. Com um giro rápido, ele a ergueu de novo no colo, colando os corpos.

— Então deixa eu terminar o que eu comecei naquele elevador…

Ela piscou, rindo entre nervosa e excitada.
— E o jantar?

Ele riu, os olhos faiscando.
— Vou comer minha sobremesa primeiro.

E a levou direto para o quarto.

 Tae, deitou na cama, a observou com aquele olhar carregado de fome e devoção misturados. Ele se apoiou nos cotovelos, enquanto um sorriso safado se abria em seus lábios.

— Vem cá… — ele murmurou, a voz grave, o peito arfando.

Ela caminhou até ele,  subiu na cama devagar, passando uma perna de cada lado do corpo dele, sentindo a ereção rígida já pressionando contra sua intimidade mesmo antes de ela se encaixar. Tae deslizou as mãos grandes pelas coxas dela, apertando a carne firme, subindo até o quadril e guiando-a com possessividade.

— Quero ver você me cavalgar até perder o controle, Jihye… — ele provocou, o tom baixo, quente contra a pele dela.

Ela inclinou o corpo, os cabelos molhados caindo como uma cortina ao redor dos dois, e o beijou forte, molhando os lábios dele com desejo. Enquanto a língua explorava a dele, Jihye segurou o membro de Tae com firmeza, esfregando a ponta já molhada contra a própria entrada, gemendo baixo com o choque de prazer.

— Droga, você já tá tão pronto pra mim… — ela sussurrou, ofegante, olhando nos olhos dele.

Tae sorriu, os dedos pressionando a cintura dela. — Só de olhar pra você, eu fico assim. Agora senta, quero sentir cada maldito centímetro dentro de você.

Jihye obedeceu sem tirar os olhos dele. Lentamente, começou a se abaixar, sentindo o sexo ser aberto e preenchido pela rigidez dele. Gemeu alto, mordendo o lábio inferior, até estar completamente sentada no colo dele, o pau enterrado fundo dentro dela.

— Ah, porra… — Tae grunhiu, apertando os quadris dela, sentindo o calor e a umidade aveludada que o envolvia. — Isso… fica assim, toda cheia de mim.

Ela se moveu devagar no início, as unhas cravando no abdômen definido dele enquanto rebolava e subia, sentindo a fricção deliciosa contra o interior sensível. Tae não tirava os olhos dela, hipnotizado pelo balançar dos seios, pelo jeito que a boca dela se abria em gemidos curtos a cada descida.

— Mais forte… — ele ordenou, a voz carregada de prazer. — Quero ouvir essa cama ranger com você me montando.

Ela aumentou o ritmo, descendo e subindo com intensidade, o som dos corpos se chocando preenchendo o quarto. O estalar da pele molhada contra pele se misturava com os gemidos roucos dela e os grunhidos graves dele. Tae levou uma das mãos aos seios dela, apertando e chupando o mamilo quando ela se inclinou para frente.

— Isso, porra… — ele gemeu contra o peito dela. — Cavalgando como se fosse só minha.

O suor já escorria pelas costas dela, o quadril batendo contra o dele em estocadas fortes, cada movimento o deixando mais fundo, mais dentro, arrancando gemidos cada vez mais altos de sua garganta. Jihye jogou a cabeça para trás, os cabelos caindo, os seios saltando a cada batida.

Tae não resistiu. Segurou firme a cintura dela e começou a ditar o ritmo, forçando-a a descer com mais brutalidade, gemendo alto, os olhos semicerrados de tanto prazer.

— Isso… isso… — ele arfava, a voz falhando. — Se você continuar desse jeito, vou gozar dentro de você agora mesmo.

Ela riu ofegante, provocando: — Ainda não… você vai aguentar até eu mandar.

Os olhos dele brilharam perigosos com a ousadia, mas Tae adorava.

Com a boca colada ao ouvido dela, ele murmurou: — Então me mostra até onde você consegue me enlouquecer, Jihye…

E ela mostrou, cavalgando com ainda mais força, deixando o quarto repleto de sons molhados, gemidos e respirações desesperadas.

Foi então que ele parou, segurando-a firme, olhando-a nos olhos com um sorriso quase provocador. Tirou do bolso uma pequena caixa elegante e abriu lentamente diante dela, revelando um objeto que brilhava sob a luz suave. Ela arqueou a sobrancelha, surpresa. Ele falou baixo, a voz carregada de desejo:
— Pensei em trazer algo especial pra nós hoje.

O corpo de Jihye se movia a cada investida na bunda dela, o vibrador enterrado na buceta vibrando tão fundo que a fazia quase perder os sentidos. Tae estava completamente tomado, uma mistura de luxúria e obsessão. O som dela gemendo, a pele suada, a bunda erguida contra ele — tudo alimentava a fúria dos movimentos.

— Tae… eu vou… — ela gemeu, quase sem ar, os dedos tentando se agarrar em qualquer coisa.

Ele se inclinou sobre ela, colando o peito às costas dela, e mordeu forte seu ombro. — Goza pra mim. Quero sentir você gozando toda apertada em volta de mim.

O pedido dele foi a última fagulha. Jihye arqueou, soltando um grito rouco, o corpo inteiro tremendo em ondas intensas de prazer. A cada contração, Tae gemeu fundo, sentindo-se sugado por dentro dela, ainda mais apertado pelo orgasmo dela. Mas não parou. Continuou fodendo forte, o vibrador ainda pulsando dentro dela, levando-a a estremecer de novo, incapaz de segurar outra onda.

Ela caiu sobre a cama, exausta, mas Tae não tinha terminado. Retirou-se devagar, tirou o brinquedo dela, e a virou de frente com um puxão firme. O olhar dele era selvagem, as pupilas dilatadas, os lábios vermelhos de tanto morder e beijar.

— Sobe — ele ordenou, sentando-se na cama e abrindo as pernas.

Sem forças, mas excitada demais para negar, Jihye montou nele, sentindo-o deslizar de novo fundo dentro de si. O calor era insuportável, delicioso, e ela jogou a cabeça para trás ao começar a cavalgar, os seios balançando diante do olhar fixo de Tae.

Ele agarrou os seios dela com as duas mãos, chupando um deles com força, mordendo o mamilo até ela gritar. A outra mão desceu para o clitóris, esfregando em círculos rápidos, e Jihye quase chorou de prazer.

— Mais… mais forte… — ela implorava, cavalgando com toda a força que conseguia, o som das estocadas ecoando no quarto.

Tae segurou a cintura dela, movendo-a com brutalidade sobre si, subindo e descendo até que ela perdeu o controle outra vez. O orgasmo explodiu nela em um grito desesperado, as pernas tremendo, o corpo suado colado ao dele.

Mas Tae ainda não tinha gozado.

Ele a deitou de bruços e abriu as pernas dela com firmeza. Sem dar tempo para que respirasse, ele a penetrou de novo na bunda, o corpo inteiro dele caindo sobre ela.

— Tae… eu não aguento mais… — ela choramingou, mas o tom era suplicante, não de recusa.

Ele lambeu a orelha dela, arfando. — Aguenta sim bebê.

O ritmo era selvagem, estalos fortes preenchendo o quarto junto aos gemidos altos dela. Tae se inclinava, chupando o pescoço, mordendo as costas, as mãos marcando sua cintura. Ele estava insaciável, e cada gemido dela só o enlouquecia mais.

De repente, ele saiu de dentro dela e pegou o vibrador novamente. Ligou-o e pressionou contra o clitóris dela enquanto a penetrava na buceta, agora fundo e rápido, fodendo com toda a força que tinha. Jihye gritou tão alto que a garganta doeu, o corpo inteiro se contorcendo.

— Tae… eu vou desmaiar… — ela soluçou, o prazer insuportável.

Ele cravou os dentes no ombro dela, os gemidos dele misturados aos dela, os dois corpos colados, tremendo. Quando o orgasmo duplo a tomou, mais forte que todos os anteriores, Tae finalmente perdeu o controle.

Com um grito rouco, ele a penetrou fundo, segurando forte a cintura dela enquanto gozava intensamente, jorrando dentro dela até perder as forças.

Ambos caíram na cama, suados, ofegantes, o vibrador ainda jogado ao lado. Tae puxou Jihye para os braços, beijando sua testa enquanto ela tentava recuperar o ar.

— Você me deixa louco… — ele murmurou, a voz rouca, os dedos acariciando a pele úmida dela.

Jihye sorriu, exausta, mas satisfeita. — E você me destrói, Tae.

Ele riu baixo, beijando-a de novo, ainda sem conseguir se desgrudar dela, já pensando em quando seria a próxima vez que a teria daquele jeito — ou mais.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 3, '26 at 4:55 am

    Ele riu baixo, beijando-a de novo, ainda sem conseguir se desgrudar dela, já pensando em quando seria a próxima vez que a teria daquele jeito — ou mais.

    Gente esse homem é uma máquina kkkk

Nota

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