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Jungkook deslizou a mão pelas costas dela, o toque suave contrastando com a intensidade de minutos atrás.

— Você tá bem? — ele perguntou, a voz baixa, quase cuidadosa.

Ela levantou o rosto, os olhos encontrando os dele.

— Tô. — E, depois de uma pausa, sorriu de canto. — E você?

Jungkook soltou uma risada rouca, puxando-a ainda mais para perto.

— Eu? — Ele suspirou, os olhos escuros brilhando. — Eu tô ferrado. Completamente ferrado por você.

Ela riu, mas a gargalhada foi cortada pelo beijo que ele roubou em seguida, lento, diferente de todos os outros. Não havia pressa, não havia fogo — só a intensidade de quem sabia que, dali em diante, não tinha mais volta.

Horas atras, no quarto do Tae…

O quarto ainda estava carregado do cheiro do sexo deles quando Taehyung, ainda nu, passou a mão pelo cabelo desgrenhado e murmurou:

— Vou pegar alguma coisa pra gente beber…

Ele já ia colocando a bermuda quando um som abafado fez seus olhos se arregalarem. Gemidos claros, ritmados. Tae congelou, e depois olhou para Jihye com um sorriso malicioso.

— Quem será? — disse baixo, colando o ouvido na porta. O som ficou mais nítido, arfado, cheio de prazer. Ele estreitou os olhos e arregalou ao reconhecer. — Essa voz… Namjoon.

Jihye correu até ele, curiosa, e abriu só uma fresta da porta. Seus olhos se arregalaram: Namjoon socava Lia no sofá, gemidos dela enchendo o apartamento.

— É isso aí! — Tae riu, excitado com a cena. — Esse é o meu amigo… finalmente seguindo a vida. — Abaixou o tom, mordendo o lábio. — E que vida, hein… olha o corpo dessa mulher…

— Yah! — Jihye fechou a porta com força e bateu no braço dele, indignada.

Tae riu alto, colando o corpo contra o dela, as mãos grandes já descendo para a bunda.

— Continua naquela posição… — sussurrou no ouvido dela, apertando com força e a inclinando contra a porta. — Me deixa te comer assim, Jihye… aqui, bem quietinha, só pra gente ouvir eles gozando enquanto você geme também.

— Você não presta… — ela protestou, mas a voz já falhava quando sentiu a glande dele roçando molhada entre suas pernas.

— Não presto mesmo… — Tae riu baixo, empurrando devagar até entrar por completo. O ar escapou dos lábios dela em um gemido sufocado contra a porta.

Ele começou a socar devagar, o quadril colando contra a bunda dela. A cada estocada, o corpo dela batia contra a madeira, produzindo um som abafado. Jihye rebolava, instintivamente, querendo mais fundo.

— Isso… rebola desse jeito… — Tae gemeu, uma das mãos apertando a cintura dela, a outra subindo até puxar seu cabelo, arqueando sua cabeça para trás. Ele lambeu o pescoço dela com intensidade.

— Ahh… Tae… — ela gemeu alto, mordendo o lábio para não chamar atenção.

Ele riu safado, o hálito quente contra o ouvido dela.

— Abre a porta… — disse, em meio às estocadas rápidas. — Quem sabe eles não veem a gente também… imagina, os dois fodendo lá e a gente aqui…

— Tá maluco?! — ela gemeu, apertando os olhos, tentando resistir à ideia.

— Maluco por você… — Tae estocou mais forte, fazendo ela perder o ar.

O ritmo aumentou, ele empurrou mais fundo, o som dos corpos se chocando ecoava abafado no quarto. Ela levou a mão até o próprio clitóris, massageando desesperada.

— Isso, toca pra mim… quero ver você gozar primeiro, Jihye… — ele sussurrou, os dentes cravando no ombro dela.

Ela gemeu alto, o corpo inteiro tremendo. Rebolou frenética, apertando contra ele até gozar forte, o líquido escorrendo pelas pernas.

Tae segurou firme, estocando sem parar, os gemidos ficando roucos e urgentes. Ele a puxou pelos cabelos, inclinando a cabeça dela para trás e beijando seus lábios entreabertos.

— Ah, caralho… eu vou gozar… — ele rosnou contra a boca dela, o quadril acelerando sem controle até se enterrar fundo, gozando forte dentro dela.

Ambos ficaram ofegantes, ainda colados contra a porta, o suor escorrendo. Tae riu rouco, mordendo o lábio inferior.

— Melhor bebida que eu podia ter pego… — murmurou, ainda dentro dela, provocando com mais um movimento lento de quadril que a fez gemer baixinho.

Ofegantes, ainda colados à porta, Tae segurou a mão dela e a puxou de volta para a cama. Jogou-se no colchão, levando Jihye junto, arrancando um riso cansado dela.

— Será que se a gente chamasse eles pra um… — ele começou, malicioso.

— Tae! — ela interrompeu, arregalando os olhos. — E eu achando que você era um menino puro…

Ele abriu aquele sorriso quadrado, travesso.
— Eu só tô brincando… — disse, mas logo acrescentou em tom baixo, os olhos faiscando. — Mas se você quiser… quem sou eu pra negar, né?

— Idiota! — ela riu, batendo no peito dele.

Ele aproveitou a deixa, puxou-a pela cintura e murmurou contra a boca dela:
— Aguenta mais uma rodada?

Antes que ela respondesse, já a encaixava de novo, os corpos deslizando no calor ainda úmido.

— Porra, Tae… — ela gemeu, mordendo o lábio e rindo. — Assim eu não vou sair daqui andando…

— Então eu te pego no colo… — ele sussurrou, chupando os seios dela, mordendo de leve os mamilos. — E levo você pra onde quiser, meu amor.

Ela riu, mas logo gemeu alto quando ele a fez se mover, guiando sua cintura com firmeza até que ela começasse a cavalgar. O corpo dela deslizava sobre o dele, os gemidos preenchendo o quarto.

Segurando o queixo dele, ela encarou-o com um sorrisinho malicioso.
— Eu, amor?

Tae a olhou com a respiração pesada, uma mão firme apertando sua bunda para dar impulso nos movimentos dela.
— Claro que sim… — murmurou entre gemidos. — Você é toda minha, Jihye.

O sorriso dela se desfez em um gemido longo quando ele estocou de baixo, profundo, fazendo seus seios balançarem enquanto ela cavalgava mais rápido.

O corpo dela deslizava sobre o dele, os gemidos se misturando ao som do colchão rangendo. Tae apertava a cintura dela com força, os olhos escuros fixos nos seios que subiam e desciam diante dele.

— Isso… rebola pra mim… — ele gemeu, cravando os dedos na pele dela. — Caralho, você me enlouquece, Jihye…

Ela jogou a cabeça pra trás, mordendo o lábio, a respiração curta.
— Ah, Tae… mais fundo… — pediu, arfando.

Ele obedeceu, impulsionando os quadris de baixo, cada estocada fazendo o corpo dela estremecer. Tae se ergueu um pouco, abocanhou um dos seios dela e chupou com força, arrancando um gemido alto.

— Porra… — ela riu entre gemidos, puxando os cabelos dele. — Vai me deixar maluca desse jeito…

De repente, Tae virou os dois, deixando-a de costas na cama. Passou a língua pelos lábios e deslizou para baixo, espalhando beijos quentes pela barriga até alcançar o centro dela. A língua dele a envolveu com intensidade, sugando, lambendo sem pressa.

— Aah… Tae! — ela gemeu alto, segurando os lençóis, rebolando contra a boca dele. — Não para… isso, continua…

Ele gemia contra ela, aumentando ainda mais o estímulo. Segurou suas coxas abertas, devorando-a com fome até sentir os tremores tomarem conta do corpo dela.

— Isso… goza na minha boca, amor… — ele murmurou, pressionando a língua com firmeza.

Ela se arqueou, gemendo alto, um orgasmo forte explodindo de dentro dela. Tae não parou até sugar cada reação dela, lambendo tudo com prazer.

Quando subiu de volta, os lábios brilhando, ela o puxou para um beijo intenso, ofegante.

— Me fode ta… — ela sussurrou manhosa contra a boca dele, puxando-o ainda mais para perto.

Sem hesitar, Tae se posicionou e deslizou fundo dentro dela, ambos soltando um gemido pesado. O ritmo começou forte, intenso, as estocadas batendo fundo enquanto ele a prendia contra o colchão.

— Isso, porra… — ele grunhiu, aumentando o ritmo. — Você é minha, Jihye…

— Toda sua… — ela gemeu, arranhando as costas dele. — Vai, Tae… mais rápido…

Ele virou-a de quatro, segurando sua cintura e entrando de novo com força, o som dos corpos ecoando no quarto. Puxou seu cabelo, inclinando sua cabeça para trás.

A cada estocada que ele dava arrancava gemidos intensos dela. 

Ela gemeu alto, olhando por cima do ombro, o suor escorrendo pelo corpo.

— Tô quase… porra… continua…

O ritmo dos dois ficou frenético, gemidos, respirações e o som dos corpos preenchendo o quarto até que ela explodiu em um orgasmo intenso, o corpo tremendo sob ele. Tae não parou, continuou estocando até não aguentar mais, gozar fundo nela, enterrado até o fim.

Os dois caíram na cama ofegantes, os corpos colados e úmidos, o quarto tomado pelo cheiro de sexo e suor. Tae riu baixinho, beijando o pescoço dela.
— Agora sim… você não vai sair daqui andando mesmo.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 1, '26 at 2:18 pm

    — Porra, Tae… — ela gemeu, mordendo o lábio e rindo. — Assim eu não vou sair daqui andando…

    Amiga o apelido dele é três pernas, óbvio que não vai sair andando kkkkk

Nota

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