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A noite estava silenciosa quando Yoo-na chegou à casa de Jungkook. Tirou a chave da bolsa, abriu a porta devagar, e percebeu tudo estava muto quieto. Pensou que ele estivesse dormindo. Deixou a bolsa no sofá e seguiu pro quarto. 

Assim que abriu a porta, ele se virou lentamente, fazendo um biquinho fofo.

Assim que abriu a porta, ele se virou lentamente, fazendo um biquinho fofo

— Oi amor… pensei que você já estivesse dormindo — disse ela sorrindo.

Ele fez um bico ainda maior, quase como se fosse um pedido.

— Como é que eu vou dormir se você ainda não tinha chegado? — falou, a voz manhosa

— Como é que eu vou dormir se você ainda não tinha chegado? — falou, a voz manhosa.

Ela sorriu mais, caminhou até ele e deu um beijo suave nos lábios dele, desfazendo o bico. Antes que pudesse falar algo, ele a fez girar lentamente e agarrou sua cintura por trás, encostando o queixo no ombro dela.

— Que isso? — ela perguntou rindo.

— Não vou desgrudar de você mais — respondeu ele, a voz baixa, quase um sussurro.

Ela soltou uma risada leve.

— Mas eu preciso ir beber água — disse ela, tentando se soltar.

— Eu vou com você — disse ele, firme.

Ela tentou puxar distância, mas ele ficou agarrado nela, a mão firme na cintura. Ela sentiu a respiração dele quente em sua nuca enquanto ele dava leves beijos ali. Ela riu.

Seguiram até a cozinha, Yoo-na pegou água na geladeira, bebeu lentamente, sentindo o olhar dele em suas costas. Quando voltaram ao quarto, ela falou:

— Você vai continuar me agarrando assim?

— Vou — respondeu ele, com um bico novo, mais insistente, quase teimoso.

Ela riu.

— Tá… mas eu vou precisar tomar banho, né? Afinal, eu comprei algo para usar com você. E como é que eu vou tomar banho assim, com você agarrado desse jeito? Como vou tirar a roupa?

Ele não esperou. Num impulso, pulou na cama, encostando-se na cabeceira.

— Tá bom — disse ele, cruzando os braços. — Eu te espero. Não demora.

Ela riu, meio incrédula.

— Sério? — disse, ainda sorrindo.

Ela sentou-se ao lado dele na cama, aproximando o corpo, e falou num tom mais baixo:

— Eu demorei para chegar porque precisei passar num lugar antes. Precisava resolver uma coisa.

Ele franziu a testa.

— Onde? — perguntou, a voz carregada de curiosidade.

Ela pegou o celular e mostrou para ele alguns vídeos e fotos: Jisoo beijando vários caras, rebolando em seus colos, com uma atitude provocante — imagens da balada. Por fim, mostrou ela mesma subindo para um camarote com um deles.

Ele olhou, seu olhar se fixando apenas em um detalhe.

— Você foi sozinha? — disse ele, indignado. — Que balada é essa? Quem foi com você? Ninguém mexeu com você, né? Ninguém fez nada?

Yoo-na riu baixinho, segurando o rosto dele com as duas mãos.

— Ei… ninguém mexeu comigo. Eu fui porque precisava pegar a Jisoo desse jeito. Eu vou acabar com essa garota. Ela está destruindo minha amiga sem motivo algum.

Ele riu, sem esconder o encantamento pela audácia dela.

— Tá… mas na próxima vez você me chama, que eu vou com você.

— Tá bom — disse ela, sorrindo. — Pode deixar que eu chamo.

Eles se aproximaram, trocaram um beijo leve, delicado, e ela brincou:

— É sério que de tudo que eu disse você só prestou atenção nisso? Que eu fui na balada? Eu te mostrei provas que essa filha da mãe está traindo teu melhor amigo e você só prestou atenção que eu fui na balada?

Ele riu sem jeito, um sorriso tímido e embaraçado escapando pelos lábios.

— Tá… talvez eu tenha prestado atenção mais nisso — disse, num tom baixo, quase confessando.

Ela sorriu, satisfeita, e falou:

— Tá, agora que isso tá resolvido, eu vou tomar banho.

— Não esquece a bolsa — disse ele, quase em tom de comando.

Ela riu.

— Tá, eu sei, eu sei — respondeu ela, brincando.

Ele, impaciente, perguntou:

— É o quê?

— Você vai ver — respondeu ela com um sorriso misterioso.

Ela levantou-se, indo em direção ao banheiro, lançando um olhar de cumplicidade para ele.

— Você vai ver quando eu sair do banho com ela — disse ela fofa, provocando.

Ele arregalou os olhos, animado:

— Tá, tá… vai logo, antes que eu invada esse banheiro e entre junto com você.

Quando Yoo-na fechou a porta do banheiro, não teve tempo nem de respirar. Jungkook entrou logo atrás, já nu, os olhos brilhando de fome.

— Que pressa é essa? — ela riu, arqueando uma sobrancelha. — Nos vimos o dia inteiro…

Ele não disse nada — apenas entrou no box, fechou o vidro e a prensou contra a parede gelada, as mãos firmes agarrando a bunda dela. Um gemido baixo escapou da garganta dele quando encostou os lábios no pescoço dela.

— Você não me deixou te foder no meu escritório… nem depois da sua aula… — rosnou, a voz grave vibrando contra a pele dela.

Yoo-na gargalhou, tentando disfarçar o arrepio que percorreu seu corpo. — Eu tô aqui, não tô?

A resposta dele veio em forma de toque. A mão deslizou entre as pernas dela e dois dedos entraram de uma vez, arrancando um gemido alto dos lábios dela.

— Tá, você tá aqui… — ele murmurou, colando o corpo no dela, os quadris pressionados contra a bunda dela. — Mas amanhã… não vai conseguir trabalhar.

Ela não teve tempo de retrucar. Jungkook a virou de frente para o vidro embaçado, roçando a glande já latejante na entrada dela. Ele só a provocava com a pontinha, entrando e saindo superficialmente, enquanto a puxava pelos cabelos para beijar seu pescoço.

— Fala… — ele sussurrou, rouco, mordendo de leve a pele dela. — Fala que você quer ser fodida pelo seu homem.

O corpo dela reagiu antes da mente. Estava encharcada, rebolando contra ele, implorando por mais. — Quero… me fode, amor… me come…

Mas Jungkook sorriu malicioso, beijou a testa dela e se afastou. — Gostou do incentivo pra vir logo pra mim, amor? Se veste e vem sentar no seu coelhão…

Ela mordeu os lábios, olhando para ele com desejo, e então lambeu lentamente os próprios dedos molhados.

Jungkook arregalou os olhos. — Não… não… — ele tentou abrir o box, mas Yoo-na travou a porta e se encostou no vidro, os olhos fixos nele enquanto se masturbava bem na frente dele.

Ele batia a palma contra o vidro, os músculos do braço tensionados. — Yoo-na… abre essa droga de porta! Você vai me matar…

Mas ela não parava. Os gemidos ecoavam pelo banheiro, os dedos dela acelerando entre as pernas, até que o corpo arqueou e ela gozou na frente dele, os olhos semicerrados e a boca entreaberta. Num gesto provocador, ela lambeu os próprios dedos sujos de prazer, olhando direto pra ele.

Quando ela soltou o trinco, Jungkook não esperou um segundo. Voou pra cima dela, agarrando sua bunda com força, distribuindo tapas que faziam a pele arder.

— Menina má… — ele rosnou contra o ouvido dela. — Me provocar desse jeito?

Ele a ajoelhou de repente, afastando suas pernas e colando a boca no sexo dela, sugando com avidez. Mas parou rápido, frustrado, subindo para os seios dela e mordiscando os mamilos.

— Droga… — murmurou contra a pele dela. — É covardia me deixar sem o seu gosto… agora vou ter que te foder, amor. Você foi muito má comigo.

Ela apenas sorriu, ainda arfando. — Você come…

A frase mal saiu dos lábios dela antes que ele a penetrasse de uma vez, forte, fundo. O impacto fez o corpo dela bater contra o vidro, os gemidos preenchendo o banheiro abafado pelo vapor. Ele puxava os cabelos dela para trás, marcava sua pele com tapas na bunda e estocava sem parar, cada vez mais intenso.

— Isso… geme pra mim… — Jungkook dizia entre dentes, o suor misturado à água escorrendo pelo corpo dele.

Yoo-na rebolava, tentando acompanhar o ritmo, os dedos se agarrando no vidro embaçado. A cada estocada, um gemido escapava, mais alto que o anterior. Quando levou a mão ao próprio clitóris, massageando freneticamente, Jungkook perdeu o controle.

— Isso, se toca pra mim, amor… mostra o quanto você gosta de ser fodida por mim…

Ela tremia, arqueando o corpo até explodir, gozando forte contra ele. Jungkook continuou, os músculos rígidos, até que o próprio corpo não aguentou. Enterrou-se fundo e gozou junto, a testa colada na nuca dela, os dois ofegantes.

— Droga… — ele murmurou, ainda dentro dela, a respiração irregular. — Não vou poder ver a surpresa agora…

Yoo-na riu, arfando, sem forças para se afastar. — Até parece… se eu aparecer de camisola, você já vem atrás de mim querendo me foder…

Ele ergueu a cabeça e riu baixo, mordendo de leve o ombro dela. — Você sabe que tem razão.

Se afastou lentamente, ainda a segurando pela cintura, e sussurrou com um sorriso safado: — Vai logo, amor. Eu espero você lá fora… mas não demora, senão eu entro de novo.

O quarto ainda estava tomado pelo vapor quente do banho quando ela abriu a porta, deixando a visão ser tomada pela lingerie. O tecido realçava cada curva, cada detalhe da pele úmida ainda marcada pelas gotas de água. Jungkook estava encostado na parede, tragando um cigarro, o olhar imediatamente descendo pelo corpo dela — intenso, faminto, como se estivesse diante da própria perdição.

 Jungkook estava encostado na parede, tragando um cigarro, o olhar imediatamente descendo pelo corpo dela — intenso, faminto, como se estivesse diante da própria perdição

Ele prendeu a fumaça nos pulmões e soltou um riso rouco, quase um gemido:

— Caralho… você quer me matar, não quer?

O cigarro ficou esquecido entre os dedos enquanto ele avançava. Jogou a bituca no cinzeiro antes de alcançá-la, segurando firme em sua cintura e apertando a bunda com força.

— Gira. Quero ver você de costas.

Ela obedeceu, lentamente, sabendo exatamente o efeito que causava. Ele passou as mãos pela curva da bunda, abaixando-se para morder de leve uma das nádegas, depois lamber toda a extensão, separando e explorando cada espaço com a língua.

— Olha essa buceta… fodase, não sei se aguento brincar muito hoje. — ele rosnou, mas mesmo assim continuou provocando, chupando de frente, depois se erguendo para lamber os seios, mordendo os mamilos até deixá-los sensíveis.

Ele a colocou de quatro no tapete, passando os dedos pelo meio das pernas, enfiando um devagar só para ouvir o gemido escapar. Então recuou, puxou o cigarro da mesinha e deu uma tragada longa. Segurou o rosto dela, encaixando a boca junto à dele e soprou a fumaça quente dentro da sua. 

— Divide comigo

— Divide comigo… isso, boa menina.

Enquanto ela tossia baixo e ria, ele rasgou a lingerie sem aviso, deixando os pedaços caírem ao redor. Com um estalo forte na bunda, ele a penetrou de uma vez, profundo, fazendo o corpo dela bater contra o chão.

— Agora você é minha, porra…

O ritmo era bruto, estalos altos preenchendo o quarto. Ele segurava seus cabelos, a boca próxima do ouvido dela.

— Empina mais… isso. Não foge, amor.

A cada estocada, ele variava: às vezes rápido e frenético, às vezes lento e torturante.

Logo, os dois estavam na sacada, nus, o vento frio contrastando com o calor dos corpos. Ele tragou o cigarro novamente e encostou na boca dela, dividindo mais uma vez.

— Chupa… — ele ordenou, levando o pau até a boca dela. Enquanto ela obedecia, ele dava tapas firmes na bunda, gemendo alto.

De repente, puxou-a para cima e a colocou sentada nele. Ela começou a quicar, o corpo todo estremecendo, os gemidos ecoando para fora. Ele mordia o pescoço, apertava seus seios, estapeava sua bunda, completamente dominado.

Voltaram para dentro — de quatro sobre a cama, de bruços com ele prendendo seus pulsos, por cima, por baixo, sem dar descanso. Cada vez que gozava, ele respirava fundo, descansava uns minuto, mas logo estava duro de novo, descendo entre as pernas dela para chupá-la com fome.

— Você tem ideia do que faz comigo? — murmurava, a voz rouca, enquanto ela se contorcia com orgasmo.

Numa das vezes, ele tirou a tempo e gozou no rosto dela, espalhando com os dedos enquanto ela ria, provocando ainda mais.

— Menina má… você gosta disso, né?

A última foda foi quase desesperada, o corpo dela tremendo em um orgasmo duplo, as pernas amolecendo. Ele gozou junto, gemendo contra a nuca dela, até finalmente desabar ao lado.

Respirando ofegante, puxou-a contra o peito, beijando sua testa com um sorriso cansado.

— Droga… um dia você ainda vai acabar comigo. — ele murmurou, passando os dedos pelos cabelos dela. — Tinha tempo que a gente não transava assim, acho que exageramos. 

Ele adormeceu logo depois com um sorriso no rosto, ainda colado nela, como se tivesse medo de soltá-la.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 3, '26 at 8:12 am

    Deve ser um inferno ser vizinha deles kkkkkkkkk

Nota

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