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Acordar naquela manhã parecia coisa de filme.
Jungkook abriu os olhos primeiro, viu Yoo-na apagada ao lado dele, respirando fundo, os cabelos espalhados no travesseiro. Ficou um tempo só olhando, um sorriso bobo se formando no rosto. Inclinou-se e deu um beijo demorado na cabeça dela, depois se levantou devagar, vestiu a calça e a camiseta, e saiu do apartamento com uma leveza quase infantil.

Na rua, parecia outro homem. Caminhava rindo sozinho, assobiando, cantarolando baixinho uma melodia qualquer, como se o mundo tivesse virado cenário de um clipe. No carro, dirigia com uma felicidade desajeitada, tamborilando os dedos no volante, balançando a cabeça no ritmo do que assobiava.

Primeiro parou na floricultura. Entrou decidido e saiu de lá com um buquê enorme de rosas vermelhas. Depois foi até uma padaria. Olhou prateleira por prateleira e comprou de tudo: croissants, pães de queijo, bolos, frutas, sucos, frios, café, geleias. Não tinha ideia do que ela gostava, então resolveu garantir — praticamente comprou a padaria inteira.

Quando voltou, ela ainda dormia, virada de bruços na cama, o lençol caído revelando parte das costas nuas. Jungkook parou na porta do quarto, a respiração falhando um pouco. Colocou o buquê ao lado dela, tirou o celular do bolso e fez uma foto rápida — o contraste do vermelho das rosas com ela dormindo quase nua mexeu com ele. Sorriu sozinho e foi para a cozinha organizar tudo.

Tentou montar uma mesa bonita, mas não encontrou uma bandeja

Tentou montar uma mesa bonita, mas não encontrou uma bandeja. Depois de abrir vários armários, achou apenas uma forma de bolo quadrada. Riu de si mesmo, ajeitou ali os croissants, frutas e uma xícara, deixando tudo improvisado, mas com carinho.

Yoo-na despertou com o cheiro de café. Espreguiçou-se, abriu os olhos e de cara viu o buquê enorme ao lado. Arregalou os olhos, incrédula.
“Em que mundo eu imaginei isso?”, pensou. Estava acostumada a caras que iam embora de manhã sem nem olhar para trás. Por isso sempre se mandava antes. Mas dessa vez, encontrou flores e barulhos vindos da cozinha.

Levantou, puxou uma camisola leve, mas percebeu que a calcinha tinha sumido. Resmungou baixinho, riu sozinha e foi até a sala assim mesmo. Chegando lá, encontrou Jungkook debruçado sobre a pia, ajeitando as coisas na forma de bolo.

— Eu tentei achar uma bandeja… — disse ele, coçando a nuca, meio sem graça. — Mas só achei isso aqui. Serve?

Ela riu alto, encantada com a cena, e caminhou até ele. Passou os braços pelo pescoço dele, deu um beijo intenso, prolongado, e murmurou contra os lábios dele:

— A porta tá trancada?

Ele arqueou a sobrancelha, divertido, e respondeu rindo:
— Não… por quê?

Ela sorriu maliciosa, mordendo o lábio.
— Tranca.

Ele nem discutiu. Girou a chave na porta e voltou para cima dela de imediato, já sabendo o que ela queria.

Encostou-a na bancada da cozinha, tirou a camisola com facilidade, deixando-a nua ali mesmo. Começou a beijar os seios dela, chupando com força, mordendo levemente, enquanto suas mãos percorriam as coxas dela. Ajoelhou-se em frente à bancada e abriu as pernas dela, passando a língua devagar, depois com mais intensidade, chupando o clitóris até ela arfar e agarrar os cabelos dele.

— Jungkook… — ela gemeu, a voz entrecortada.

Ele se ergueu, lambeu os lábios ainda úmidos e a penetrou de uma vez, fazendo-a arfar alto. As mãos dele seguraram firme na cintura dela, puxando-a contra si enquanto a fodia com estocadas fortes e rápidas. O som dos corpos se chocando enchia a cozinha.

Ele passou a mão pelo balcão, pegou a calda de chocolate que havia comprado e despejou nos seios dela, lambendo cada gota com fome, sugando os mamilos melados enquanto continuava a meter fundo nela.

— Você vai me deixar louco… — rosnou, ofegante, a boca suja de chocolate.

 — rosnou, ofegante, a boca suja de chocolate

Sorry, não resisti kkkk

Ela arqueava o corpo, os gemidos ficando cada vez mais altos, uma das mãos agarrada no cabelo dele, a outra arranhando o mármore da bancada.

Ele acelerou ainda mais, o quadril batendo contra ela com força. Yoo-na gemia, rebolando na intensidade das estocadas, o corpo todo entregue ao prazer. O ritmo, o calor, os sons — tudo estava tão intenso que ela não resistiu.

— Eu vou gozar… — ela arfou, tremendo, se desfazendo nos braços dele com um grito abafado.

Ele não parou, continuou a meter fundo, forte, até sentir o corpo dele também explodir, o prazer tomando conta de cada músculo. Gemeu o nome dela contra sua boca, selando o momento com um beijo suado, desesperado.

Ainda dentro dela, Jungkook ficou imóvel por alguns segundos, como se não quisesse que aquele momento acabasse. O rosto dele colado no dela, o suor misturado, a respiração quente. Ele deu um sorrisinho bobo, quase adolescente, e esfregou de leve o nariz no dela, como uma carícia doce em contraste com a intensidade de antes.

Uma das mãos dele desceu pela lateral do corpo dela até a coxa, acariciando devagar, como se quisesse guardar cada detalhe na memória.

— Yoo-na… — ele murmurou, com a voz rouca, os olhos brilhando. — Eu não quero que isso seja só hoje.

Ela piscou algumas vezes, o coração acelerado.
— O que você tá dizendo, Jungkook?

Ele respirou fundo, mantendo o sorriso tímido, mas verdadeiro.
— Eu tô dizendo que quero você. Quero acordar ao seu lado, quero comprar café errado todo dia só pra ver você rindo de mim. Quero… você como minha namorada.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, balançada, mordendo o lábio como se tentasse se proteger do turbilhão que sentia. Mas, ao olhar nos olhos dele, toda a resistência foi quebrada.

Um sorriso pequeno escapou, e ela suspirou.
— Tá… eu aceito.

O sorriso de Jungkook ainda estava colado nos lábios quando ele começou a se mover devagar dentro dela, como se aquele pedido tivesse acendido algo a mais entre os dois. A respiração dela se tornou irregular, os olhos se fechando enquanto ele deslizava lento, fundo, quase em adoração.

Ele roçou o nariz no dela outra vez, murmurando com a voz baixa e rouca:

— Quero você assim… sempre minha.

As mãos dele seguraram firme na cintura dela, guiando o ritmo, e quando ela gemeu baixinho, Jungkook perdeu o controle da lentidão. O movimento que começou suave foi crescendo, cada estocada mais intensa, mais profunda, até os gemidos dela ecoarem pela cozinha.

Ela cravou as unhas nos ombros dele, puxando-o mais contra si.
— Mais fundo, Jungkook… — ela gemeu, a voz entrecortada pelo prazer.

Ele obedeceu, os quadris batendo contra o corpo dela com força. Jungkook alternava entre beijar os lábios dela com fome e morder o pescoço, descendo até os seios, chupando e lambendo com avidez antes de voltar a foder com força.

Ela arqueou o corpo, uma das mãos descendo entre as próprias pernas para massagear o clitóris, aumentando a própria loucura. Ele olhou aquilo e gemeu contra a boca dela, acelerando o ritmo.
— Isso… porra… me mostra que você é minha.

Os gemidos dela ficaram mais altos, os dois perdendo completamente o ritmo da respiração. O som dos corpos se chocando, o prazer crescendo rápido demais para os dois segurarem.

Ela chegou primeiro, o corpo inteiro estremecendo, um gemido forte escapando enquanto ela apertava ao redor dele. Jungkook segurou firme na cintura dela, os olhos fechados, gemendo contra os lábios dela, e então também se perdeu, gozando dentro dela com força, cada estocada final marcada pelo desespero e pela intensidade de tê-la.

Ele caiu sobre ela, ainda dentro, respirando pesado, o nariz roçando no dela de novo, um sorriso bobo escapando mesmo com o suor colado à pele.

O silêncio entre eles depois de se recompor era confortável. Jungkook e Yoo-na agora devidamente vestidos, estavam no sofá, encostados, com olhares vagos, se beijando devagar. 

Ele sorriu contra a boca dela:
— A gente poderia ficar assim o dia todo… mas acho que precisamos levantar.

Ela riu baixinho, com voz rouca:
— Já tá cedo, e ninguém apareceu… então… acho que podemos ir lá.

Então foram até o apartamento de Tae e ao Jungkook destrancar a porta, antes dele abrir por completo Yoo-na deu uma batida de leve na porta, com receio de pegar Namjoon e Lia se pegando na sala de novo.

Jungkook cochichou:
— Cadê o Taehyung e a Jihye?

Namjoon, respondeu rindo:
— Se trancaram no quarto de novo.

Jungkook sorriu malicioso:
— Eles não vão sair tão cedo… então vamos tomar café.

Namjoon arqueou a sobrancelha:
— Em que momento você teve tempo pra comprar café?

Jungkook olhou para Yoo-na, sorrindo e disse, com um tom de orgulho:
— No apartamento delas não tinha nada… como elas se mudaram ontem, não tinha nada pra fazer café. Então eu precisei descer… pra alimentar a minha garota.

Ele deu um passo para trás, abraçando Yoo-na por trás, deixando seu queixo encostar no ombro dela. Yoo-na riu, encostando a cabeça na dele.

Namjoon encarou-os incrédulo:
— Como assim minha garota?

Foi quando Lia soltou um grito alto, rindo:
— Eu não acredito! Vocês estão juntos?!

Yoo-na soltou uma gargalhada, tentando não rir alto demais, e disse:
— Calma, cara, relaxa…

Jungkook entrou na brincadeira, sorrindo e se afastando um pouco:
— Eu pedi ela em namoro… e ela acertou.

Ele sorriu, puxando o celular e mostrando a imagem dela dormindo nua, coberta parcialmente por cobertas, deixando só as costas de fora ao lado de um buquê de rosas.
— Enquanto você dormia… eu achei você tão fofa, que eu queria registrar aquele momento.

Yoo-na revirou os olhos, meio constrangida, e deu um tapa no braço dele:
— Se eu dissesse que não…

Ele sorriu com malícia, aproximando o rosto dela e sussurrou:
— Eu com certeza te levaria de volta pro quarto, e faria você dizer sim.

Yoo-na constrangida, afundou o rosto no peitoral dele:
— Eeei, não fala essas coisas na frente deles.

Foi nesse momento que a porta do quarto se abriu devagar. Taehyung e Jihye saíram de fininho, ainda trocando sorrisos cúmplices, como se estivessem tentando não interromper ninguém. Eles se posicionaram discretamente na cozinha, mas logo foram notados.

Todos se acomodaram à na mesa sala, com café fumegante, pães, croissants e algumas coisas doces que Jungkook havia comprado. O cheiro forte e acolhedor de café preenchia o ar.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 1, '26 at 2:49 pm

    Jeykey o último romântico

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