Yoo-na
por FanfiqueiraEle já estava entregue, completamente dominado pelo calor do momento. Os lábios dele mal conseguiam desgrudar dos dela quando, num sussurro rouco, Jungkook deixou escapar:
— Qual o seu nome…?
Yoo-na sorriu contra a boca dele, provocante.
— Vai ter que me fazer dizer…
O olhar dele escureceu ainda mais, a respiração pesada. Ele mordeu o lábio, rindo baixo, como se aquele desafio tivesse acendido ainda mais o fogo dentro dele.
— Então se prepara, porque eu vou arrancar isso de você.
Ela riu baixinho, deslizando as mãos pelo peito dele, sentindo cada músculo rígido. Logo depois, olhou em volta, curiosa:
— Estamos chegando? Tá me levando pra onde…?
Ele segurou firme a cintura dela, aproximando os lábios de sua orelha.
— Na minha casa… é o único lugar que consigo pensar agora. — A voz saiu grave, quase um gemido.
Yoo-na sorriu, mordendo o lábio.
— Faltam quantos minutos?
— Uns quinze… — ele respondeu sem tirar os olhos dela.
— É o suficiente. — ela disse, abrindo o zíper da calça dele enquanto voltava a beijá-lo com fome.
O ar entre eles ficou carregado. Jungkook a ajudou, puxando a calcinha dela e jogando de lado com um movimento rápido, ofegando.
— Diz… que tem camisinha… — ela provocou, roçando nele.
Ele puxou uma carteira do bolso, tremendo levemente, rasgando o pacotinho com pressa.
— Claro que eu tenho. — sussurrou, deslizando a camisinha. — Nunca brinco com sorte, mas… você tá me fazendo esquecer até o meu nome.
Ela riu maliciosa e, sem perder tempo, se encaixou nele, descendo devagar até sentir tudo dentro dela. Jungkook jogou a cabeça pra trás, soltando um gemido profundo.
— Caralho…
Ela começou a cavalgar nele com firmeza, sem piedade, mantendo o olhar fixo no dele. Yoo-na se movia com intensidade, rebolando e descendo fundo, deixando-o completamente fora de si.
— Porra, você… tá me deixando maluco… — ele gemia, agarrando os quadris dela com força, tentando acompanhar, mas já rendido.
O corpo dele tremia sob o ritmo insano dela. Yoo-na sabia o que estava fazendo, e fazia questão de deixá-lo perdido, quebrado, sem chão.
— Vai… — ela sussurrou contra os lábios dele. — Goza pra mim…
O carro balançava levemente com os movimentos. Jungkook, já sem fôlego, grudou a boca no pescoço dela, mordendo enquanto gemia alto, completamente dominado.
— Eu não aguento mais… porra… tô gozando…
O prazer explodiu nele, e mesmo assim Yoo-na continuou quicando em cima, arrancando cada segundo extra, cada tremor do corpo dele.
— Você vai me matar… — ele sussurrou, gemendo, rindo sem ar, completamente vencido.
Foi nesse exato momento que o motorista falou:
— Senhor… chegamos.
Jungkook, ainda agarrado nela, suado e sem forças, gemeu alto quando Yoo-na deu uma quicada forte e profunda.
— Ta… ta… obriga… ahh… caralho… — os olhos dele se reviraram por um instante, e ele mordeu o ombro dela, desesperado, tentando recuperar o controle que já tinha perdido há muito tempo.
Ele ainda mordia o ombro dela, tentando recuperar o ar, quando Yoo-na segurou firme nos ombros dele e começou a cavalgar mais rápido, mais fundo, como se não aceitasse parar ali.
— Aah… — a voz dela saiu embargada, quase um choro de prazer.
Ele abriu os olhos, surpreso por ela ainda estar em cima dele daquele jeito, e agarrou sua cintura, mas não tinha mais forças para controlar.
— Você tá me acabando… porra…
Yoo-na jogou a cabeça para trás, os gemidos ficando mais altos, o corpo inteiro dela tremendo enquanto cada movimento arrancava o fôlego dele. O atrito era intenso, quente, molhado — e o carro já parecia pequeno demais para a explosão que estava prestes a acontecer.
Ele passou a mão pela cintura dela, segurando-a contra si, ainda sem acreditar no que tinha acabado de acontecer dentro de um carro parado na garagem do apartamento dele.
O motorista pigarreou de novo, visivelmente constrangido, mas não ousou virar a cabeça. Jungkook estava enterrado no corpo dela, os olhos fechados e a respiração irregular. Yoo-na não parou, pelo contrário: cravou as unhas no ombro dele e quicou forte, sentindo cada centímetro dele pulsando dentro dela.
— Aahhh… eu vou… eu vou gozar… — ela gemeu, arqueando o corpo para trás, os seios fartos subindo e descendo com o movimento frenético.
Ele tentou segurar, mas já não tinha domínio sobre nada. As mãos deslizaram desesperadas pela cintura dela, pelos quadris, descendo até agarrar a bunda firme com força, puxando-a ainda mais contra si.
— Isso… me dá tudo… — ele arfava, a voz rouca e quebrada. — Goza pra mim… goza no meu pau…
Yoo-na sentiu a explosão vir como uma onda avassaladora. O corpo dela estremeceu todo, os músculos se contraindo violentamente em torno dele. O grito saiu preso na garganta, abafado contra o ombro dele enquanto gozava forte, intensa, descontrolada. As pernas tremeram tanto que quase perderam as forças, mas Jungkook a segurou colada contra si, sentindo o calor úmido envolver ainda mais o seu membro latejante.
— Fodaaa… — ele gemeu alto, quase num rosnado, mordendo o lábio até quase sangrar. — Você tá me deixando maluco…
Ela se retesava, os espasmos vindo em ondas sucessivas, o rosto marcado de suor, os lábios vermelhos e entreabertos. Jungkook observava cada detalhe, completamente vidrado na cena, os olhos escuros brilhando de luxúria.
O motorista tossiu, desconfortável.
— Senhor… precisamos subir.
Jungkook respirou fundo, ainda enterrado dentro dela, sem conseguir se mover por alguns segundos. Depois, encostou a testa no pescoço de Yoo-na e riu baixo, ofegante.
— Você não tem noção… do quanto eu te quero… — murmurou, dando um beijo quente na pele dela.
Com esforço, ele a ajudou a se recompor, puxando o vestido para baixo, ainda que inútil para esconder a bagunça que tinham feito. O vestido dela estava amarrotado, a calcinha perdida em algum canto do banco traseiro.
— Desce primeiro — ele sussurrou, com aquele olhar que misturava desejo e ordem.
Yoo-na saiu do carro ainda trêmula, as pernas bambas. Jungkook veio logo atrás, ajeitando a jaqueta de couro, mas o volume sob a calça ainda denunciava que não tinha terminado. Ele segurou a mão dela com firmeza e a puxou em direção ao elevador.
No elevador, o silêncio foi denso, mas a tensão sexual era tão forte que quase transbordava. Assim que as portas se fecharam, Yoo-na foi jogada contra a parede fria. Jungkook a prensou com o corpo todo, a boca devorando a dela num beijo faminto.
— Você quase me fez perder a cabeça lá embaixo — ele disse entre beijos, a respiração quente contra os lábios dela. — Agora você vai aguentar até eu me satisfazer de verdade.
Ele puxou a coxa dela para cima, encaixando-se no meio das pernas, pressionando o pau duro contra a entrada encharcada. O atrito fez Yoo-na gemer alto, agarrando os ombros dele.
— Aah… — ela sussurrou, mordendo o lábio.
— Shh… — ele rosnou, mordendo o pescoço dela, chupando com força até marcar. — Nem começou ainda.
As portas do elevador abriram no andar da suíte presidencial. Jungkook a pegou no colo sem dificuldade, as pernas dela se enroscando automaticamente em sua cintura. Yoo-na riu baixinho, excitada pela pressa dele, e beijou sua boca de novo, sentindo o gosto salgado do suor misturado à luxúria.
Assim que a porta do quarto se fechou, ele a jogou na cama, arrancando a jaqueta, a camiseta e ficando só de calça. O olhar era predatório, escuro, cheio de desejo.
— Tira tudo — ele ordenou, passando a língua pelos lábios, observando cada curva dela. — Quero ver você nua… deitada pra mim.
Yoo-na obedeceu sem hesitar. O vestido deslizou pelos ombros e caiu ao chão. O sutiã abriu com facilidade, revelando os seios firmes e duros. Ela deitou devagar, o cabelo bagunçado no travesseiro, os olhos provocantes fixos nele.
Jungkook abriu a calça e libertou o membro ainda ereto, brilhando com os fluidos dela. Subiu na cama de joelhos, agarrando a cintura dela com brutalidade, puxando-a para perto.
— Abre as pernas — ele murmurou, o tom baixo e carregado de tesão.
Ela obedeceu, expondo-se para ele. Jungkook inclinou a cabeça, admirando a visão por um instante, antes de se abaixar e passar a língua devagar, saboreando o gosto dela.
— Ahhh… porra… — Yoo-na gemeu alto, agarrando os lençóis. — Assim…
Ele chupava com força, sugando o clitóris, enfiando dois dedos ao mesmo tempo, indo fundo. O gemido dela ecoava pelo quarto, cada vez mais alto, enquanto o corpo arqueava em resposta.
Jungkook intensificou o ritmo, a língua e os dedos trabalhando em perfeita sincronia até Yoo-na gritar de novo, gozando forte pela segunda vez naquela noite.
Ele levantou a cabeça com a boca molhada, o queixo brilhando. Um sorriso torto apareceu em seu rosto.
— Pronta pra mais? Porque eu não vou parar.
E sem esperar resposta, posicionou-se e a penetrou de uma vez, arrancando outro grito dela.
— Ahhh… porra! — Yoo-na gemeu, os olhos fechando, a boca entreaberta.
Jungkook estava selvagem. Segurava a cintura dela com tanta força que deixaria marcas. Movia-se com estocadas rápidas e firmes, cada vez mais fundo, o quadril batendo contra o dela em um ritmo alucinado.
— Isso… — ele rosnava, a voz rouca. — Tão apertadinha pra mim…
Ele inclinou o corpo para frente, sugando o seio dela, mordendo o mamilo duro. A outra mão agarrou a coxa dela e a abriu ainda mais, deixando o encaixe ainda mais profundo.
Yoo-na gemia alto, rebolando contra ele, cada vez mais entregue.
— Caralho… você tá me destruindo…
Jungkook ergueu a cabeça, os olhos vidrados nela.
— Ainda nem comecei.
Num movimento rápido, ele a virou de bruços, puxou pelo quadril e entrou de novo por trás, afundando até o limite. O gemido dela ecoou pelo quarto inteiro.
— Aahhh…
Ele inclinou o corpo sobre ela, a mão no pescoço, puxando os cabelos. As estocadas se tornaram violentas, o som do impacto ecoando misturado aos gemidos dela.
— Olha pra mim — ele ordenou, puxando a cabeça dela para trás.
Os olhos dela encontraram os dele no espelho em frente à cama. Jungkook sorriu, ofegante.
— Isso… fica olhando enquanto eu te como…
O corpo dela tremia, cada movimento fazendo o prazer crescer sem controle. O espelho refletia a cena perfeita: ela de quatro, o corpo sendo tomado por ele, os olhos fechando e abrindo em êxtase.
De repente, Yoo-na se virou, empurrando-o de costas na cama. Ele caiu sentado, surpreso, mas excitado demais para resistir.
— Agora é a minha vez — ela disse com um sorriso malicioso, subindo nele e encaixando-se devagar.
O gemido dele foi gutural, a cabeça caindo para trás.
— Puta merda…
Ela começou devagar, rebolando lento, apertando ao máximo, como se estivesse torturando-o. Jungkook agarrou a cintura dela, tentando acelerar, mas ela segurou suas mãos contra o colchão.
— Shhh… eu vou te deixar maluquinho por mim agora…
E começou a cavalgar. Forte, intensa, ritmada. Cada quicada fazia ele perder o fôlego, cada movimento arrancava um gemido involuntário dele. O corpo dele inteiro tremia, o abdômen se contraindo, os olhos escurecendo ainda mais.
— Aahhh… caralho… você vai me matar… — ele arfava, suado, o cabelo grudando na testa.
Ela inclinou-se sobre ele, mordendo o lábio inferior dele enquanto acelerava ainda mais, quicando sem parar, até o som do impacto ser obsceno.
— Goza pra mim… eu quero sentir… — ela sussurrou no ouvido dele, a voz carregada de tesão.
Ele apertou os olhos, desesperado, o corpo todo tremendo.
— Ahhh… eu… eu vou gozar…
O orgasmo o atingiu como um choque elétrico. Ele gritou, enterrando o rosto no pescoço dela, os músculos se contraindo violentamente enquanto gozava forte dentro da camisinha, sem conseguir se segurar.
— Porraaaa… — ele gemia, agarrado nela como se tivesse medo de soltar.
Mas ela não parou. Continuou cavalgando, mesmo sentindo ele estremecer sob ela, levando-o ao limite. Jungkook tentou segurar sua cintura para parar, mas não tinha forças.
— Aahhh… chega… eu tô… tô sensível… — ele gemeu, o corpo tremendo.
Ela sorriu, vitoriosa, e acelerou mais, fazendo-o contorcer de prazer e desespero ao mesmo tempo.
— Isso… aguenta…
Ele não aguentou. Gozou de novo, ainda mais forte, o corpo inteiro se arqueando, o grito rouco preso na garganta.
Quando finalmente caiu de costas, suado, exausto, sem forças nem para abrir os olhos, Yoo-na se deitou sobre ele, rindo baixinho.
— E aí, pegador… já te deixaram assim antes? — cutucou, ajeitando o cabelo para trás da orelha.
Jungkook fechou os olhos por um segundo, respirou fundo e soltou outro gemido arrastado, como se não tivesse energia para nada. Abriu os olhos devagar, encarou-a de baixo pra cima e falou, quase em tom de confissão:
— Meu nome é Jungkook… e… — a respiração falhou, ele engoliu seco, já quase apagando. — Não pegador.
A voz dele saiu fraca, mas firme o suficiente para que ela entendesse. Antes que o sono o vencesse.
Yoo-na soltou uma risadinha baixa. Então, deitou a cabeça no peito dele, sentindo o coração acelerado sob a pele quente.
— Yoo-na… meu nome é Yoo-na — disse baixinho, como se estivesse entregando um segredo.
Os olhos de Jungkook já estavam quase fechados, mas ao ouvir o nome dela, seus lábios se curvaram em um sorriso leve. Ele passou a mão trêmula pelos cabelos dela, num carinho breve, quase automático, e murmurou:
— Yoo-na… — repetiu, saboreando o nome. — você acabou comigo, Yoo-na…
O toque da mão dele foi ficando mais frouxo, o corpo relaxando por completo. Em segundos, Jungkook apagou, ainda com o sorriso preguiçoso nos lábios, abraçado nela, como se tivesse medo de soltá-la.
Imagina a cara do motorista kkkkkkkkkkkk
Que sentimento ruim (inveja) kkkkk
Dois canibais kkkkkk
O motorista apenas querendo ganhar o pão honestamente
Ela é terrivel
Não sei qual dos 2 estava passando fome kk
papéis invertidos aqui
Tenho pena só do motorista
Motorista
Tô invisível
2 safados,vai ter fim é nunca
Homens que fazem isso,são uns anjos
Oh mulher….ele já está
Yoo-na mostrando como se pega um homem de verdade kk
Kk,botou o neném pra dormi kk
Como diz o ditado remédio pra doido é um doido e meio.. ela assim: prove do seu veneno, prove do seu veneno kkkkkk