Capítulo 22 – O Labirinto de Vidro e Sombras
por FanfiqueiraO silêncio do escritório na madrugada foi subitamente quebrado pelo som metálico da máquina de café no corredor. Karine estava em transe; seus dedos voavam pelo teclado, a lógica das treliças de compensação finalmente se encaixando como uma sinfonia perfeita. A euforia do sucesso técnico trouxe uma onda de energia que a fez esquecer do cansaço.
— Consegui… — ela sussurrou para si mesma, os olhos brilhando diante do monitor.
No exato momento em que ela se impulsionou para levantar da cadeira, ansiosa para mostrar o resultado a Namjoon, ele atravessava a porta da sala com duas xícaras fumegantes.
Karine não o viu. Ela girou o corpo com rapidez, o ímpeto de sua alegria transformando-se em choque quando deu de cara com a estrutura imponente de Namjoon bem à sua frente.
— Sr. Kim! — o grito dela foi abafado pelo impacto iminente.
Namjoon reagiu com a velocidade de quem ainda mantém os reflexos de um cirurgião. Em um movimento brusco, ele jogou o braço para trás, tentando afastar as xícaras do corpo de Karine para que o líquido fervente não a atingisse. O café voou, atingindo o carpete escuro com um som abafado, mas Karine, em um reflexo desesperado de “salvar” algo dele, inclinou-se para tentar segurar as xícaras que caíam.
— Cuidado! — a voz dele trovejou, mas não era uma ordem, era puro pavor.
Antes que ela pudesse tocar na porcelana quente, Namjoon largou tudo e a envolveu. Sua mão esquerda agarrou a cintura de Karine com uma força possessiva, puxando-a para longe do perigo, enquanto o braço direito, instintivo e protetor, a circulou, prendendo-a contra o seu peito.
O mundo parou. O som do café pingando no chão tornou-se o único ruído em meio ao silêncio ensurdecedor.
Karine estava com os olhos arregalados, o peito subindo e descendo com força contra o terno dele. O susto paralisou seus pulmões. Ela levantou o rosto lentamente, encontrando os olhos de Namjoon a milímetros dos seus. A distância era inexistente. Ela podia sentir o calor da pele dele, o hálito com aroma de café amargo e a tensão elétrica que emanava de cada músculo do corpo dele.
Namjoon travou. O rosto de Karine estava iluminado apenas pela luz azulada dos monitores, o que conferia a ela uma aura quase mística. Ele viu o pânico se transformar em algo muito mais profundo no olhar dela.
— Namjoon… — ela soltou o nome dele em um suspiro, um som quebrado, carregado do impacto de tê-lo tão perto, de sentir o cheiro dele, de ver a humanidade ferida em suas pupilas dilatadas.
Aquele sussurro foi o fim da resistência de Namjoon.
Ele não pensou na Min Corp. Não pensou no acidente, no ódio ou na traição. Ele só pensou que aquela mulher era a única coisa real em sua vida de sombras. Ele inclinou o rosto, e o beijo não foi um pedido; foi uma colisão.
O toque inicial foi urgente, quase desesperado, como se ele estivesse tentando recuperar cinco anos de oxigênio em um único contato. Karine soltou um pequeno som de surpresa contra os lábios dele, mas não recuou. Pelo contrário. Ela se entregou ao abismo. Suas mãos subiram pelo peito de Namjoon, sentindo o coração dele martelar em um ritmo caótico, até que seus dedos se perderam nos fios de cabelo da nuca dele.
Karine puxou-o para mais perto, aprofundando o beijo com uma intensidade que Namjoon jamais imaginou vindo dela. Ela não apenas aceitava o beijo; ela o buscava, faminta, respondendo a cada movimento da língua dele com um desejo que estava guardado sob camadas de formalidade e medo.
Namjoon soltou um rosnado baixo, a mão em sua cintura apertando-a com uma urgência que dizia que ele nunca mais a deixaria ir. O beijo tornou-se denso, quente, transformando a sala de reuniões gélida em um epicentro de chamas. Seus dedos se entrelaçaram nos cabelos dela, puxando-a para trás para ter mais acesso ao pescoço dela, enquanto o mundo lá fora, a formatura, os projetos e as dívidas de sangue desapareciam na escuridão da madrugada.
A temperatura na sala de reuniões não era mais regulada pelo sistema central; o calor que emanava de seus corpos era o único clima que importava. Namjoon interrompeu o beijo por uma fração de segundo, os lábios ainda roçando nos dela, a respiração tão pesada que parecia um esforço físico mantê-la sob controle.
— Karine… — o nome dela saiu como um aviso, um sussurro rouco que vibrava contra a pele sensível do rosto dela. — Você tem noção do que está fazendo? Se eu não parar agora… eu não vou parar. Você quer isso?
Ele precisava daquela confirmação, mas seus olhos, escuros e possessivos, já haviam decidido que ela era dele. Em resposta, Karine não usou palavras. Ela entrelaçou os dedos com mais força nos cabelos da nuca dele e o puxou de volta, selando seus lábios com uma intensidade faminta que dizia mais do que qualquer confissão.
O rosnado que escapou da garganta de Namjoon foi primitivo. O controle que ele ostentava como uma armadura de platina ruiu completamente.
Com um movimento brusco e carregado de uma urgência máscula, ele usou o braço esquerdo para varrer a mesa de reuniões. Notebooks, pastas de couro e as plantas do projeto de Busan voaram pelos ares, chocando-se contra o chão em um estrépito que nenhum dos dois se importou em ouvir. O espaço agora pertencia a eles.
Ele a ergueu com uma facilidade que deixou Karine sem fôlego, sentando-a na borda da mesa de carvalho. Namjoon se encaixou entre as pernas dela, as mãos grandes e firmes subindo pelas coxas dela, apertando o tecido fino da saia com uma possessividade que demarcava território.
O beijo tornou-se uma batalha de fôlegos. Namjoon a beijava como se estivesse tentando extrair dela toda a dor dos últimos cinco anos, transformando o ódio que sentia em uma luxúria devoradora.
Sua mão esquerda subiu pelas costelas dela, sentindo cada batida frenética do coração de Karine, enquanto a mão direita — aquela que ele tanto escondia — tateava as curvas dela com uma curiosidade desesperada. Ele sentia a maciez da pele dela contra a calosidade de seus dedos, e o contraste o enlouquecia.
Karine arqueou o corpo, a cabeça pendendo para trás enquanto os lábios de Namjoon abandonavam sua boca para trilhar um caminho de fogo pelo seu pescoço.
— Namjoon… — ela murmurou, a voz embriagada de desejo.
Ele não respondeu com palavras. Ele apenas a apertou mais contra si, o rosto escondido na curvatura do ombro dela, respirando o perfume de baunilha que agora estava misturado ao cheiro metálico da chuva lá fora e ao aroma do café derramado. Suas mãos passeavam pelo corpo dela com uma autoridade absoluta, subindo pelas costas, puxando-a para que não houvesse um milímetro de espaço entre eles.
Karine, movida por uma urgência que não conhecia, deslizou as mãos pelos ombros largos de Namjoon, tateando o tecido caro do paletó até que ele escorregasse pelos braços dele e atingisse o carpete, esquecido.
Namjoon interrompeu o rastro de beijos em seu pescoço apenas o tempo suficiente para esticar o braço esquerdo e pressionar o botão no painel de controle da parede. Em um segundo, o imenso vidro que dava para o corredor e para a cidade de Seul mudou de estado, transformando-se em uma barreira leitosa e fosca. Agora, o mundo lá fora estava morto; só existia o que pulsava entre aquelas quatro paredes.
— Agora sim, estamos sozinhos — ele sibilou contra a orelha dela, a voz carregada de uma possessividade que a fez estremecer.
Com dedos que ainda mantinham a precisão de um cirurgião, mas a força de um predador, ele começou a abrir os botões da blusa de seda dela. Ele não tinha pressa, cada milímetro de pele revelado era batizado por seus lábios. Ele beijou o ombro dela, sentindo a pele arrepiar, e subiu novamente para a boca, um beijo profundo, antes de descer para a curva do pescoço, onde deixou uma marca que seria o selo de sua posse.
Quando a blusa caiu, o olhar de Namjoon sobre o corpo dela foi devorador. Ele deslizou as mãos pelas costas de Karine, desprendendo o fecho do sutiã com uma facilidade sombria. Ele a tomou nos braços, beijando o vale entre seus seios antes de envolver um deles com a boca, a língua traçando círculos de fogo que faziam Karine gemer alto, as mãos dela apertando os ombros dele com força.
Roupas foram descartadas como obstáculos irrelevantes. O terno de Namjoon, a saia de Karine; tudo formava um rastro de pano no chão. Quando os corpos finalmente se encontraram sem barreiras, o choque térmico da pele dele, quente pela febre da madrugada, contra a dela foi absoluto.
Namjoon a puxou para a beirada da mesa de carvalho, as mãos grandes circulando a cintura dela, os dedos cravando-se levemente em sua carne. Ele a abriu para ele, posicionando-se com uma lentidão torturante.
— Olha para mim — ele ordenou, a voz rouca. Quando Karine abriu os olhos, ele entrou nela.
O impacto foi profundo e intenso. Namjoon soltou um rosnado baixo, a testa encostada na dela enquanto começava a se mover. Ele era gentil ao segurar o rosto dela, mas suas estocadas eram implacáveis, profundas, marcando o ritmo daquela entrega. Ele a fodia com uma intensidade que parecia querer fundir suas almas, cada movimento sendo uma resposta aos cinco anos de ódio transformados em desejo puro.
— Isso… — ele sussurrou contra os lábios dela, a respiração errática. — Grita meu nome, Karine. Deixa eu ouvir que você é minha hoje.
O som da pele se chocando, o estalar rítmico da madeira maciça sob o peso de dois corpos e a respiração pesada de Namjoon criavam uma sinfonia profana que ecoava contra o vidro fosco.
Namjoon enfiou os dedos da mão esquerda entre os fios de cabelo da nuca de Karine, puxando a cabeça dela para trás com uma força que a obrigava a expor a garganta e olhar para o teto, enquanto a mão direita, grande e impiedosa, massageava um de seus seios, apertando a carne com uma urgência possessiva que deixaria marcas.
— Olha como você me recebe, porra… — Namjoon sibilou, a voz vibrando como um trovão baixo contra o pescoço dela. — Tão quente. Tão apertada que parece que vai me esmagar. Você gosta disso, não gosta? Gosta de sentir como eu estou enterrado fundo dentro de você?
Ele deu uma estocada mais profunda, fazendo a mesa ranger e Karine soltar um grito abafado, os dedos dela cravando-se nos bíceps dele.
— Geme pra mim, Karine. Deixa eu ouvir você ficando quando eu te fodo desse jeito. Eu quero te foder até você esquecer como se respira sem a minha permissão. Puta que pariu… você é perfeita demais.
Ele a beijou com violência, uma colisão de línguas e dentes, enquanto o ritmo embaixo se tornava frenético. Ele não usava a sutileza do cirurgião; ele usava a força bruta do homem que precisava marcar o território.
— Eu vou te foder tanto que você não vai conseguir olhar para esse escritório sem sentir o meu cheiro.
Sem interromper o ritmo por mais de um segundo, Namjoon a segurou pela cintura e a virou de bruços na mesa. O movimento foi bruto, decisivo. Karine sentiu o carvalho frio contra seu abdômen enquanto ele se posicionava novamente atrás dela, prendendo-a contra a superfície onde plantas bilionárias haviam sido desenhadas horas antes.
Ele enrolou os dedos no cabelo dela novamente, puxando-a para que ela arqueasse as costas, enquanto a outra mão se espalmava na base do pescoço dela, exercendo uma pressão dominante que a mantinha fixa no lugar.
— Fica parada… — ele ordenou, o tom de voz sombrio e carregado de uma autoridade que a fazia tremer. — Fica bem quietinha enquanto eu te levo até o limite.
Ele entrou nela novamente com um impulso único e devastador. Karine soltou um gemido agudo, as mãos tateando a borda da mesa em busca de apoio.
— Isso… chora, geme, faz o barulho que você quiser. Ninguém vai te ouvir além de mim. — Ele começou a se mover com uma cadência implacável, cada impacto sendo uma declaração de posse. — Olha para o seu reflexo nesse monitor desligado, Karine. Olha o que eu estou fazendo com a herdeira dos Min. Eu estou te quebrando, peça por peça, e você está adorando cada segundo desse caralho.
A mão dele no pescoço dela apertou levemente, não para machucar, mas para lembrá-la de quem estava no controle total daquela madrugada.
— Você é tão deliciosa de costas, porra… ver como sua bunda se move quando eu te acerto fundo… — ele sibilou, os palavrões saindo naturais, despidos de qualquer polidez. — Você nasceu pra ser fodida assim, toda entregue, toda minha.
As estocadas tornaram-se mais rápidas, curtas e potentes, transformando o prazer em algo que beirava a dor doce da exaustão. Namjoon estava possuído, o suor de seu peito colando nas costas dela, o calor irradiando entre eles como um incêndio.
— Eu vou gozar dentro de você, Karine. Vou deixar minha marca onde ninguém mais pode ver. Você vai carregar o meu peso com você amanhã, e depois, e depois… até você entender que o único lugar onde você pertence é aqui, sob as minhas mãos.
Ele intensificou o ritmo, o som dos corpos se encontrando tornando-se o único foco de existência. A cada palavra suja, a cada comando sussurrado com autoridade, Karine se perdia mais, entregando-se ao monstro que ela mesma havia ajudado a despertar, mas que agora, naquela mesa de reuniões, era o único homem que a fazia sentir-se verdadeiramente viva.
O som das estocadas implacáveis contra a madeira maciça da mesa de reuniões era a única coisa que preenchia o vácuo da madrugada. Karine estava em um estado de transe sensorial; o prazer era tão agudo que suas cordas vocais não conseguiam mais articular palavras, apenas gemidos manhosos que se transformavam em gritos altos e descontrolados toda vez que Namjoon a atingia no ponto certo. Se houvesse qualquer segurança naquele andar, o escândalo estaria selado, mas naquele momento, ela não se importava.
Namjoon, sentindo o corpo dela se contrair em espasmos de puro êxtase, mudou o ângulo. Sem sair de dentro dela, ele a puxou para trás, forçando as costas de Karine a se colarem contra o peito suado dele. A mão esquerda, grande e autoritária, permanecia firme em seu pescoço, não para sufocar, mas para mantê-la exatamente onde ele queria: sob o seu domínio absoluto.
Ele colou os lábios na curva do pescoço dela, mordiscando a pele sensível enquanto continuava a se mover com uma cadência brutal e rítmica.
— Olha como você está tremendo… porra, Karine, você me aperta tanto que eu estou quase perdendo o controle — ele sussurrou contra o ouvido dela, a voz sendo apenas um rosnado carregado de luxúria. — Eu estou quase lá… estou quase gozando, mas eu quero te ver quebrada primeiro. Goza para mim, vai… deixa eu sentir você se derretendo toda em volta de mim. Agora!
Ele desferiu três estocadas profundas, quase violentas, atingindo o fundo dela. O comando em sua voz foi o gatilho final. Karine arqueou as costas, o pescoço esticado sob a pressão da mão dele, e soltou um grito longo enquanto o clímax a atingia como uma onda avassaladora. Namjoon sentiu as paredes internas dela pulsarem desesperadamente contra ele e, incapaz de segurar mais, ele soltou um gemido baixo e rouco, fundindo-se a ela em um orgasmo intenso e demorado, despejando-se completamente dentro dela, selando aquela mesa de reuniões com a marca de sua posse.
O silêncio que se seguiu foi pesado, interrompido apenas por duas respirações ofegantes que tentavam recuperar o ritmo normal. Namjoon permaneceu abraçado a ela por alguns segundos, o rosto enterrado em seu ombro, sentindo os batimentos cardíacos frenéticos de Karine diminuírem gradualmente.
Lentamente, ele se afastou, saindo de dentro dela com um suspiro pesado. O ar frio da sala atingiu a pele úmida deles, trazendo um choque de realidade, mas a tensão ainda era elétrica. Namjoon a segurou pela cintura e, com uma força protetora, a puxou para a cadeira de couro do CEO, sentando-se primeiro e acomodando-a em seu colo logo em seguida.
Karine, ainda tonta e com as pernas trêmulas, escondeu o rosto no pescoço dele, sentindo o calor reconfortante de seu corpo. Namjoon a envolveu em seus braços, os dedos massageando suavemente as costas dela, enquanto depositava beijos lentos e carinhosos em sua têmpora.
— Chega de cálculos, de Busan e de plantas — ele murmurou, a voz agora calma, mas ainda com aquele timbre de autoridade. — Vamos ficar um pouco assim. O mundo não vai acabar se pararmos por trinta minutos.
Ele a apertou mais contra si, sentindo o perfume de baunilha dela agora misturado ao cheiro deles dois. Era uma intimidade que ele nunca permitira a ninguém, uma vulnerabilidade que ele só mostrava entre aquelas paredes foscas.
— Quando você recuperar suas forças… — ele continuou, a mão subindo para acariciar o cabelo desgrenhado dela — …você decide o que quer fazer. Se você quer que eu te leve para o seu dormitório para você ter sua privacidade, ou… — ele fez uma pausa, os olhos encontrando os dela com uma intensidade sombria — …se você vem comigo para a minha casa. Onde eu possa te ter em uma cama e não em uma mesa de carvalho. A escolha é sua, Senhorita Min.
Dois desastrados da nisso kkkk
Cana digna de Oscar kkkk
Não tem como não se render a esse homem
Ela só tem a cara de boba inocente kkkk
Quero
Também com 3 km de braço fica fácil
Deixa todo mundo ver o nosso amor!! Kkkkkk
Treinou bastante pra abrir o fecho né sfd
Com q cara vão trabalhar no dia seguinte kkkk
Mais gente cadê a timidez kkkk
Isso, desse jeito vou carregar mesmo, aí daqui 9 meses nasce
[quote]Ele não pensou na Min Corp. Não pensou no acidente, no ódio ou na traição. Ele só pensou que aquela mulher era a única coisa real em sua vida de sombras. Ele inclinou o rosto, e o beijo não foi um pedido; foi uma colisão.
Eita pohaaaaa, não tou crendo :0
[quote]Karine puxou-o para mais perto, aprofundando o beijo com uma intensidade que Namjoon jamais imaginou vindo dela. Ela não apenas aceitava o beijo; ela o buscava, faminta, respondendo a cada movimento da língua dele com um desejo que estava guardado sob camadas de formalidade e medo.
Sabiaaaa que ela tava querendo também
Essa safada kkkk
[quote]— Karine… — o nome dela saiu como um aviso, um sussurro rouco que vibrava contra a pele sensível do rosto dela. — Você tem noção do que está fazendo? Se eu não parar agora… eu não vou parar. Você quer isso?
A sede que esse homem tava nela esse tempo todooo
[quote]Namjoon interrompeu o rastro de beijos em seu pescoço apenas o tempo suficiente para esticar o braço esquerdo e pressionar o botão no painel de controle da parede. Em um segundo, o imenso vidro que dava para o corredor e para a cidade de Seul mudou de estado, transformando-se em uma barreira leitosa e fosca. Agora, o mundo lá fora estava morto; só existia o que pulsava entre aquelas quatro paredes.
AGR tá do jeitinho que ele queria
[quote]— Quando você recuperar suas forças… — ele continuou, a mão subindo para acariciar o cabelo desgrenhado dela — …você decide o que quer fazer. Se você quer que eu te leve para o seu dormitório para você ter sua privacidade, ou… — ele fez uma pausa, os olhos encontrando os dela com uma intensidade sombria — …se você vem comigo para a minha casa. Onde eu possa te ter em uma cama e não em uma mesa de carvalho. A escolha é sua, Senhorita Min.
A noite vai ser boooa
MDs kkkk sujou a cadeira
Esse homem é meu, Braaasiiiill!!!
Meu deus o desastre aaaaa
Puta merda, eu disseee!! Agora ja era
Gente negócio tava tão foda de segurar, que eles não se aguentaram vei kkkkkkk
Aiiiiii que convite gostoso ein kkkkkk
Absolute cinema kkk
Até que enfim …
Sem pensar 2 vezes
As lembranças da segunda feira,são sempre piores kkk
Um poeta ele né
Era meu sonho
A segunda opção
Obrigada