Capítulo 28 – A Arquitetura do Desejo
por FanfiqueiraO vapor do banheiro ainda flutuava levemente pela suíte quando Karine abriu a porta. Ela vestia apenas a camisa preta de Namjoon. O tecido de algodão pesado e caro, que nele ficava perfeitamente ajustado, nela transformava-se em um minivestido que batia no meio de suas coxas. As mangas compridas engoliam suas mãos, obrigando-a a dobrá-las até os pulsos, e o colarinho, ligeiramente aberto, deixava à mostra a clavícula e o topo das marcas que ele havia deixado em seu pescoço. Seus cabelos ainda estavam úmidos, caindo em ondas rebeldes sobre os ombros.
Os passos descalços de Karine não faziam ruído no piso de madeira escura enquanto ela caminhava em direção à cozinha em conceito aberto. O cheiro de alho, alecrim e carne selada na manteiga preenchia o ar, dando ao ambiente sofisticado uma sensação intimista que contrastava com a crueza da tensão entre os dois.
Namjoon estava de costas para ela, parado em frente ao fogão industrial de aço escovado. Ele continuava sem camisa, a calça de moletom cinza ajustada perfeitamente ao seu quadril largo. Os músculos de suas costas se moviam com precisão enquanto ele finalizava o molho na frigideira com movimentos calmos.
Ao ouvir o som suave dos passos dela parando na entrada da cozinha, Namjoon virou o rosto de perfil. Suas pupilas dilataram no mesmo segundo. O olhar dele desceu pelas pernas nuas de Karine, subiu pela barra da camisa preta que cobria apenas o estritamente necessário e fixou-se na forma como o tecido contrastava com a pele alva dela.
Namjoon prendeu o lábio inferior entre os dentes, um gesto puramente instintivo de um homem tentando manter as rédeas do próprio controle. Sob o tecido cinza da calça de moletom, a reação do seu corpo foi imediata e evidente, endurecendo sob o comando do desejo visual que ela representava.
Karine, fingindo uma audácia que fazia seu coração martelar, caminhou até o balcão de mármore que dividia a cozinha da sala. Ela se debruçou sobre a superfície fria, apoiando os antebraços no mármore, olhando para ele com uma mistura de desafio e expectativa.
Namjoon desligou o fogo com um clique seco. Ele não serviu os pratos. Em vez disso, ele contornou o balcão lentamente, como um predador que não precisa mais correr porque a presa já está encurralada.
Ele parou exatamente atrás dela. O calor do corpo dele emanou contra as costas de Karine antes mesmo do primeiro toque. Namjoon inclinou-se para a frente, colando o peito largo contra as costas dela, e sua mão direita subiu para os cabelos úmidos de Karine. Ele juntou os fios em um punho firme, exercendo uma pressão possessiva que puxou a cabeça dela ligeiramente para trás, forçando-a a expor a lateral do pescoço.
— Você não tem a menor ideia do que faz comigo vestindo as minhas roupas, não é? — a voz dele foi um sussurro rouco e arrastado contra a orelha dela, o hálito quente arrepiando cada poro de Karine.
Ele desceu os lábios até a curva do pescoço dela, depositando um beijo úmido e pesado exatamente sobre a marca arroxeada que havia feito na madrugada. Karine fechou os olhos com força, mordendo o próprio lábio inferior enquanto um suspiro trêmulo escapava de sua garganta.
Sentindo a entrega dela, Namjoon pressionou o quadril ainda mais contra as costas dela. Através do tecido fino da calça dele e da blusa dela, Karine sentiu a rigidez pulsante e imensa dele contra sua bunda. O volume era intimidador, uma promessa explícita do que ele pretendia cumprir.
— Sente o que você faz comigo apenas ficando parada na minha frente? — ele murmurou, a voz banhada em uma luxúria sombria.
A mão esquerda de Namjoon abandonou o balcão e desceu pela barriga de Karine, deslizando por baixo da barra da camisa preta. Os dedos longos e calejados subiram pela parte interna de suas coxas, subindo devagar, torturando-a com a lentidão do movimento, até alcançarem a intimidade dela.
Ao pressionar os dedos contra a carne macia, Namjoon soltou uma risada baixa, um som profundamente safado que vibrou contra o pescoço de Karine. Seus dedos deslizaram com facilidade, encontrando-a completamente encharcada, quente e pulsando de desejo por ele.
— Olha só para isso… — ele provocou no ouvido dela, os dedos movendo-se com propriedade na umidade dela. — Você não se secou direito do banho, Senhorita Min… ou você está apenas muito feliz por me ver?
O calor que subiu pelo corpo de Karine apagou qualquer resquício de racionalidade. Ela virou o corpo rapidamente dentro do abraço dele, desfazendo o aperto em seu cabelo. Seus braços dispararam para cima, envolvendo o pescoço de Namjoon com força, e ela deu um impulso para cima, pulando no colo dele.
Namjoon reagiu com os reflexos rápidos de sempre. Suas mãos grandes e firmes prenderam o quadril de Karine no ar, sustentando o peso dela sem o menor esforço, enquanto as pernas dela se entrelaçavam ao redor da cintura dele. Ele a deu dois passos à frente e a sentou com firmeza sobre o balcão de mármore, abrindo espaço entre as pernas dela para colar seus corpos.
Karine o olhou de cima, os dedos enroscados nos cabelos escuros da nuca dele, a respiração arfante e o olhar queimando com a mesma intensidade.
— Por que você não vem verificar por si mesmo o que me deixou assim? — ela sussurrou, a voz carregada de provocação, colando a boca na dele logo em seguida.
O espaço entre eles no balcão de mármore desapareceu por completo. Namjoon não respondeu com palavras; sua reação foi física, imediata e devastadora.
Ele espalmou as duas mãos grandes nas laterais do rosto de Karine, os dedos calejados afundando em suas bochechas e na linha da mandíbula com uma força que não dava espaço para recuos. Ele inclinou a cabeça dela e aprofundou o beijo, transformando a provocação em um confronto de línguas ávidas. Era um beijo violento, molhado, que arrancava o ar dos pulmões de Karine enquanto o som dos lábios se colando preenchia o silêncio da cozinha.
Sem quebrar o contato da boca, Namjoon usou uma das mãos para puxar o cordão da calça de moletom cinza com uma urgência cega. Ele a empurrou para baixo junto com a cueca, libertando a rigidez que latejava, vermelha e totalmente pronta.
Karine arqueou as costas no mármore frio, sentindo o contraste do material gelado contra sua pele nua enquanto a camisa preta era empurrada para cima, acumulando-se ao redor de sua cintura. Suas pernas se abriram ainda mais, prendendo-se no quadril largo dele.
— Olha para mim — Namjoon sibilou, interrompendo o beijo por um milímetro, a voz tão rouca que mal parecia humana. Os olhos escuros dele estavam completamente dilatados, fixos nela. — Olha bem para mim, Karine.
Ele não esperou. Namjoon segurou a base das coxas dela, levantando o quadril de Karine ligeiramente do balcão, e se jogou para a frente, entrando nela de uma única vez, em um estocado profunda e implacável.
— Ah, caralho… — o palavrão escapou da garganta de Namjoon como um rosnado quando a apertou ao redor de seu membro, quente e úmida ao extremo.
Karine soltou um grito agudo, a cabeça indo para trás, os dedos cravando-se com força nos músculos dos ombros nus dele. A sensação de preenchimento foi tão intensa, tão brutal, que seus olhos lacrimejaram. Ele era grande demais, firme demais, e a forma como a tomou ali, sem preliminares longas, cortou toda a sua capacidade de raciocinar.
— Puta que pariu, Karine… você é apertada demais — ele praguejou entre os dentes, a mandíbula tão travada que os músculos saltavam.
Namjoon começou a ditar o ritmo, e não havia nenhuma delicadeza ali. Era um sexo rápido, suado e possessivo. O impacto do quadril dele contra o dela produzia um som estalado e ecoante no ambiente vazio da cobertura. A cada estocada, ele afundava até o limite, fazendo o corpo de Karine deslizar levemente pelo mármore polido antes de puxá-la de volta pelas coxas para cravá-la novamente.
— Namjoon… mais… por favor… — ela gemia, a voz saindo em fiapos, completamente entregue ao domínio dele. Os braços dela envolviam o pescoço dele, tentando trazer o peito largo para mais perto, querendo o peso dele esmagando-a.
— Você quer mais? — ele perguntou, o hálito quente batendo no rosto dela enquanto ele aumentava a velocidade, os movimentos tornando-se quase violentos de tão intensos. — Eu te avisei no carro, porra. Eu avisei que ia te foder até você não aguentar ficar de pé.
O palavrão cru saindo da boca do homem que poucas horas antes controlava uma sala de aula de terno e gravata era o maior afrodisíaco para Karine. Ela se sentia totalmente corrompida e reivindicada por aquela faceta sombria dele.
Namjoon inclinou-se, cravando os dentes na pele do ombro dela, deixando uma nova marca enquanto continuava a bombardeá-la por baixo. O prazer estava se acumulando rápido demais, uma onda de eletricidade que fazia os músculos da parede interna de Karine se contraírem ao redor dele em espasmos violentos.
— Isso, porra… aperta assim. Caralho, você vai me fazer gozar — ele rosnou, a velocidade das estocadas tornando-se frenética, o suor de sua testa pingando no peito dela.
Karine sentiu o ápice chegar como uma explosão. Ela contraiu o corpo inteiro, soltando um gemido alto e arrastado enquanto o orgasmo a atingia em cheio, fazendo sua mente apagar por alguns segundos. Ao sentir as contrações dela, Namjoon soltou um último palavrão abafado contra o pescoço dela, deu três estocadas brutais, afundando ao máximo, e descarregou o jato quente de seu sêmen no fundo dela, preenchendo-a por completo.
Ele desabou o peso do corpo sobre ela por alguns segundos, a respiração de ambos ecoando como uma maratona na cozinha. Namjoon manteve-se profundamente enterrado nela, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado contra o peito um do outro, enquanto o calor da entrega começava a assentar sobre o balcão.
CONTINUA…
[quote]Namjoon prendeu o lábio inferior entre os dentes, um gesto puramente instintivo de um homem tentando manter as rédeas do próprio controle. Sob o tecido cinza da calça de moletom, a reação do seu corpo foi imediata e evidente, endurecendo sob o comando do desejo visual que ela representava.
E o moleton mais uma vez, mostrando a parte boooa
[quote]— Olha só para isso… — ele provocou no ouvido dela, os dedos movendo-se com propriedade na umidade dela. — Você não se secou direito do banho, Senhorita Min… ou você está apenas muito feliz por me ver?
Klkkkkkkkkkkkkkkkkk ela tá chorando de alegria em te ver
[quote]O calor que subiu pelo corpo de Karine apagou qualquer resquício de racionalidade. Ela virou o corpo rapidamente dentro do abraço dele, desfazendo o aperto em seu cabelo. Seus braços dispararam para cima, envolvendo o pescoço de Namjoon com força, e ela deu um impulso para cima, pulando no colo dele.
Tá com mais “sede” que ele kkk
Ja prevejo esse homem perdendo o controle
Visão privilegiada ela teve ein
Mas tu que deu suas roupas pra ela usar (  ̄ー ̄)
Que isso mulher? Quer que saia na sua garganta carai?
Oooh coisa linda
Kkkkkk cachorro vgbd
Oxi Que soneca engraçada é essa?
Reação rápida né kk
Mais é debochado kk
É água do banho Nam
Com uma visão dessas,se ela não ficasse molhada
Eu ficava kk
MDS
Já tá assim
Pra quem nem queria ir
A delícia de ter as duas versões dos mesmo homem