Capítulo 20 – A Anatomia da Rendição
por FanfiqueiraDá o play
Yoongi não esperou Hana terminar. Ele deu as costas e atravessou a mansão, ignorando os seguranças que se curvavam à sua passagem como se ele fosse um deus da guerra retornando de uma conquista sangrenta. Mas ele não se sentia um vencedor. Ele não foi para o escritório, nem para a sala de armas para descarregar sua fúria. Ele foi até o antigo quarto de S/N, na ala mais afastada e simples da propriedade.
Ele parou diante da porta. Não era a porta de carvalho maciço da suíte dele, que prometia segurança e luxo; era uma barreira frágil, de madeira leve, que para ele parecia uma fortaleza inexpugnável naquele momento. O silêncio vindo do outro lado o agredia mais do que qualquer grito.
Ele não bateu. Ele chutou a porta com toda a sua frustração acumulada em sete dias de exílio em Macau, fazendo o trinco ceder com um estalo seco que ecoou pelo corredor vazio.
S/N estava sentada na cama. Ela não se sobressaltou. Não houve o pulo de susto ou o olhar de pavor que ele estava acostumado a ver. Ela apenas virou o rosto lentamente, com um olhar tão profundo e carregado de uma tristeza lúcida que Yoongi sentiu um nó na garganta, uma pressão que o impedia de respirar.
— O que você pensa que está fazendo? — ele perguntou, a voz saindo mais rouca do que o planejado, trêmula de uma autoridade que estava desmoronando. — Saia daqui. Agora. Volte para o andar de cima.
S/N não respondeu de imediato. Ela se moveu sobre o colchão, levantando-se de joelhos ainda em cima da cama, e engatinhou lentamente até a beirada, ficando na altura do peito dele. Seus olhos não buscavam os dele; eles estavam fixos no peitoral de Yoongi, na camisa preta que escondia a cicatriz que mudara tudo para ela.
— Você mal tem ficado em casa porque o seu “erro” não saia do seu quarto — ela disse, a voz num tom monocórdico, sem vida. — Eu não te vejo mais. Você foge para outros países para não ter que respirar o mesmo ar que eu.
Ela estendeu a mão, mas parou antes de tocá-lo, os dedos pairando sobre o tecido da camisa dele.
— Eu não quero ser um estorvo maior ainda, Yoongi. Se eu sou o seu “erro”, então vou ficar onde eu devo ficar — ela enfatizou a palavra com uma amargura que cortou o ar.
Yoongi sentiu como se ela estivesse arrancando as costelas dele com as mãos nuas. A passividade dela era pior do que qualquer rebeldia. Ela estava aceitando a narrativa dele, transformando-se na sombra que ele disse que ela era.
— Pare com isso — ele sibilou, segurando os ombros dela com força, tentando sacudi-la daquele estado de transe. — Você não decide onde fica. Eu decido.
— Saia daqui, S/N — ele ordenou novamente, mas desta vez a voz soou como um súplica disfarçada de comando.
— Não — ela respondeu, voltando a sentar-se nos calcanhares, desviando o olhar. — Se você quer que eu saia, terá que me carregar. Porque o meu lugar é aqui, no inventário dos seus arrependimentos.
Yoongi recuou, o peito subindo e descendo em espasmos de uma fúria que já não tinha alvo. Ele deu as costas, saindo do quarto e batendo a porta com uma força que fez o corredor inteiro estremecer. O som do metal batendo contra a madeira foi o ponto final que ele tentou colocar naquela conversa insuportável.
Ele deu dois passos, as mãos fechadas em punhos, pronto para se trancar no escritório e beber até esquecer o próprio nome. Mas, antes que pudesse se afastar, um som seco de algo atingindo o chão ecoou de dentro do quarto, seguido imediatamente por um grito agudo e lancinante.
O som cortou o ar como uma lâmina. O sangue de Yoongi gelou.
— S/N! — o nome dela escapou de seus lábios antes que ele pudesse conter.
Ele girou nos calcanhares e arrombou a porta que acabara de fechar. O pânico, um sentimento que ele julgava ter extirpado de seu vocabulário, inundou seus sentidos. Ele a viu caída no chão, ao lado da cama, encolhida.
— O que aconteceu?! Onde dói? S/N! — Yoongi se jogou de joelhos ao lado dela, as mãos grandes e trêmulas tateando o corpo dela em busca de sangue, de uma fratura, de qualquer sinal de ferimento.
Nesse momento, a máscara do “Dono da Noite” rachou por completo. Sob a luz fraca daquele quarto pequeno, Yoongi não era o mafioso que controlava Seul. Ele era, novamente, o menino de quinze anos que corria desesperado sempre que ela tropeçava. O olhar dele estava carregado de uma vulnerabilidade crua, o cenho franzido de preocupação real, os lábios entreabertos pela respiração ofegante.
S/N o encarou. Foi ali, naquele milésimo de segundo de guarda baixa, que ela o viu. Não o monstro, não o herdeiro Min, mas o seu Suga.
Antes que ele pudesse perguntar novamente se ela estava bem, S/N agiu. Com uma agilidade que o pegou de surpresa, ela enlaçou o pescoço dele e o puxou para baixo, selando seus lábios nos dele com uma urgência desesperada.
Yoongi estacou. O choque percorreu sua espinha como uma descarga elétrica. Seus instintos de defesa gritaram para ele recuar, para manter a pose, para lembrá-la de quem ele era. Ele tentou se afastar, as mãos empurrando levemente os ombros dela, a mente nublada pela preocupação de que ela ainda estivesse machucada.
— S/N… pare… você se machucou, deixe-me ver… — ele murmurou contra a boca dela, a voz falhando miseravelmente.
Mas ela não o soltou. Pelo contrário, ela o puxou com ainda mais força, os dedos cravando-se nos cabelos da nuca dele, forçando-o a sentir o calor e a entrega daquele toque. Ela interrompeu o beijo por apenas um segundo, o suficiente para sussurrar contra os lábios dele, com a voz embargada e quente:
— Eu só queria chamar sua atenção.
E, antes que ele pudesse processar a confissão, ela o beijou novamente, mas desta vez com uma intensidade avassaladora, um beijo que carregava o luto dos últimos seis anos e a fome de quem finalmente reencontrou o ar após quase se afogar.
A resistência de Yoongi desmoronou como um castelo de cartas em meio a um furacão. O cheiro dela, o sabor daquele beijo que ele secretamente desejou todos os dias em Macau, o calor do corpo dela pressionado contra o seu… foi demais para o monstro suportar.
Um rosnado baixo, algo entre a frustração e a rendição, escapou da garganta de Yoongi. Ele parou de tentar se afastar e, em vez disso, suas mãos desceram das costas dela para sua cintura, apertando-a com uma possessividade feroz.
No momento em que os lábios de S/N selaram os seus com aquela intensidade faminta, algo dentro de Yoongi se partiu de forma definitiva. Ele não era mais o carrasco racional; ele era um homem sendo queimado vivo por dentro.
Sem interromper o beijo, ele deslizou as mãos por baixo das coxas dela e a ergueu do chão com uma força bruta e possessiva. S/N entrelaçou as pernas ao redor da cintura dele, as mãos cravadas em seus ombros, como se temesse que ele pudesse desaparecer se ela o soltasse.
Yoongi saiu do quarto de hóspedes com passos largos, chutando o que restava da porta de madeira. Ele atravessou os corredores da mansão como um predador carregando seu prêmio.
Nos corredores, o impacto foi imediato. Três seguranças que faziam a ronda pararam como estátuas, encostando-se na parede com os olhos arregalados. Eles nunca tinham visto o “Dono da Noite” assim: sem terno, com a camisa desabotoada, carregando a mulher que ele mantinha cativa enquanto a beijava com uma urgência quase selvagem.
Hana, que subia com uma bandeja de chá, estancou no topo da escada. A porcelana tilintou levemente em suas mãos trêmulas. Ela viu Yoongi passar por ela como um furacão negro, ignorando tudo e todos. O brilho de satisfação e terror cruzou o rosto da governanta.
Yoongi chegou à sua suíte e, com um movimento violento, fechou a porta de carvalho com o pé, o estrondo do trinco ecoando como um sinal de que o mundo exterior estava morto. Ele a levou até a cama king-size e a deitou sobre o lençol de seda negra, vindo por cima dela sem dar tempo para o ar retornar aos seus pulmões.
O beijo se intensificou, tornando-se mais profundo, mais úmido, carregado com o sabor do uísque e da saudade acumulada em Macau. Yoongi começou a despi-la com mãos urgentes, quase trêmulas, livrando-a das camadas de seda do robe até que a pele pálida dela brilhasse sob a luz fraca da lua que entrava pela vidraça.
Ele se afastou apenas o suficiente para abrir a própria calça, os olhos fixos nela com uma fome que beirava a loucura. Ele estava pronto para tomá-la, para marcar seu território de uma vez por todas, acreditando piamente que S/N finalmente havia cedido ao monstro que ele se tornara.
Mas, quando ele se posicionou entre as pernas dela, pronto para a penetração, S/N segurou o rosto dele com as duas mãos. Ela o puxou para perto, selando seus lábios num toque terno antes de sussurrar contra a boca dele:
— Me mostre… me mostre onde posso tocar. Me diga seus limites… mas não se afaste mais de mim.
Yoongi paralisou. O mundo pareceu parar de girar.
Ele nunca imaginou que ela agiria assim. Ele esperava resistência, ou talvez uma submissão passiva de quem aceitava o destino. Mas ela estava pedindo por intimidade, não apenas por sexo. Ela estava pedindo para conhecer as sombras dele, para tocar as partes que ele escondia sob os ternos de grife.
Na cabeça de Yoongi, ela estava se rendendo ao “Monstro Min”, ao herdeiro sanguinário que a mantinha trancada. Ele não fazia ideia de que, para S/N, ela estava falando com o garoto que a protegia no porão.
A reação dele foi visceral. Ele fechou os olhos com força, uma expressão de dor quase insuportável cruzando seu rosto. A vulnerabilidade do pedido dela o atingiu onde nenhuma faca de rival jamais conseguiu chegar. Ele sentiu uma vontade excruciante de confessar tudo, de chorar em seu colo, de dizer que ele nunca quis ser esse homem.
Em vez disso, ele soltou um gemido baixo, uma mistura de agonia e desejo, e enterrou o rosto na curva do pescoço dela, inspirando o cheiro de pele e vida.
— Você não sabe o que está pedindo — ele sussurrou, a voz quebrada, o hálito quente queimando a pele de S/N.
Ele levantou o rosto, os olhos transbordando uma possessividade que agora era tingida de uma necessidade desesperada de afeto. Ele pegou a mão dela e a levou até a cicatriz em seu peito por cima da blusa, pressionando os dedos dela contra o relevo torto.
— Comece por aqui — ele disse, a voz num tom de rendição total.
E, sem mais avisos, ele a penetrou, mas não com a violência que planejava, e sim com uma profundidade lenta e devastadora, unindo seus corpos enquanto seus olhos permaneciam fixos nos dela, buscando a alma que ele jurou que destruiria, mas que agora era a única coisa que o mantinha vivo.
Ele perdeu o controle total na frente dela uaaau
Caracaaaaa ele tacou o foda-se mesmo.. to chocada!!!
Meu deus totalmente entregue.. socorro!!
Ele não bateu. Ele chutou a porta com toda a sua frustração acumulada em sete dias de exílio em Macau, fazendo o trinco ceder com um estalo seco que ecoou pelo corredor vazio.
SN sabe exatamente o que fazer pra mexer com o psicológico dele
— Me mostre… me mostre onde posso tocar. Me diga seus limites… mas não se afaste mais de mim.
Ela tá tentando de todas entrar na mente dele
S/N estava sentada na cama. Ela não se sobressaltou. Não houve o pulo de susto ou o olhar de pavor que ele estava acostumado a ver. Ela apenas virou o rosto lentamente, com um olhar tão profundo e carregado de uma tristeza lúcida que Yoongi sentiu um nó na garganta, uma pressão que o impedia de respirar.
Ela já sabia que ele ia chegar desse jeito, e era exatamente o que ela queria
— O que aconteceu?! Onde dói? S/N! — Yoongi se jogou de joelhos ao lado dela, as mãos grandes e trêmulas tateando o corpo dela em busca de sangue, de uma fratura, de qualquer sinal de ferimento.
Ele só não quer assumir, mas é completamente rendido a ela
— Comece por aqui — ele disse, a voz num tom de rendição total.
Ele deixou ela tocar aaaaaaaaa
E, antes que ele pudesse processar a confissão, ela o beijou novamente, mas desta vez com uma intensidade avassaladora, um beijo que carregava o luto dos últimos seis anos e a fome de quem finalmente reencontrou o ar após quase se afogar.
Ela sabe beeem o que tá fazendo kkkkkk
Yoongi saiu do quarto de hóspedes com passos largos, chutando o que restava da porta de madeira. Ele atravessou os corredores da mansão como um predador carregando seu prêmio.
Nem ele consegue mais esconder, o quanto é louco por ela.
Tá nem aí pra nada mais
E, sem mais avisos, ele a penetrou, mas não com a violência que planejava, e sim com uma profundidade lenta e devastadora, unindo seus corpos enquanto seus olhos permaneciam fixos nos dela, buscando a alma que ele jurou que destruiria, mas que agora era a única coisa que o mantinha vivo.
Ele perdeu todo o controle que achava que tinha. Principalmente quando é algo ligado a ela
Ai agorotaaaaa . Meu Deus estoubsurtandooo
A raiva que está sentindo não muda o amor que sente por ela!!! Kkkk
Que delicia de sensação!!! Loucos um pelo outro!!! Kkkk
Que entrega total!!! E delicadeza por parte dela!!! Amor verdadeiro e respeito também!!!
Estou arrepiada com essa entrega dele!!! Amor verdadeiro!!!
Babado
Diva
Isso mesmo cadelinho, vem kkkkkk
Uhuuuuul ate que enfim
Ela sabe q venceu kkkk
Vai endoidar o cabra kkk
Passada chocada
Aí meu Deus,que agonia desses dois
O velho Suga aparecendo
Meu Deus,que selvageria é essa Yoon
Já é o primeiro passo