Capítulo 4 – Virgem
por FanfiqueiraEla estava de joelhos no centro da imensa cama de seda negra, os dedos cravados no lençol, os olhos baixos.
— Sou… sou virgem — ela disse, sua voz mal passando de um sopro, como se admitir aquilo fosse entregar a última linha de defesa que lhe restava.
Yoongi, que estava prestes a tocar o ombro dela, parou. Seus dedos ficaram suspensos no ar por um segundo eterno. Ele não pareceu chocado; o choque era uma emoção humana demais para alguém como ele. Em vez disso, seus olhos estreitaram-se, e um brilho de satisfação predatória e quase sombria iluminou suas pupilas.
Ele soltou um riso baixo, um som que vibrou no fundo de sua garganta.
— Virgem — ele saboreou a palavra como se fosse um vinho raro. — O velho Kang realmente guardou a melhor carta para o final. Ele sabia que, se me entregasse algo usado, eu teria cortado a garganta dele antes mesmo da primeira aposta.
Yoongi caminhou ao redor da cama, a presença dele cercando-a como uma tempestade. Ele parou atrás dela, e S/N sentiu o calor do corpo dele irradiando contra suas costas.
— Isso muda as coisas, S/N — ele sussurrou perto do ouvido dela, fazendo-a estremecer. — Eu planejava ser eficiente hoje. Rápido. Mas agora que sei que sou o primeiro… e o único… eu vou levar cada hora desta manhã para marcar o meu território.
Ele segurou o cabelo dela, puxando a cabeça para trás com uma firmeza que a forçou a olhar para o teto, expondo a linha pálida de seu pescoço. Yoongi inclinou-se e aspirou o aroma da pele dela, um misto de sabonete de baunilha e o cheiro metálico do medo.
— Você entende o que isso significa, boneca? — ele perguntou, sua mão livre deslizando para a frente, contornando o contorno de sua garganta. — Significa que não haverá memória de outro homem em você. Significa que a dor que você sentir hoje, e o prazer que eu decidir te dar depois, serão os únicos que você conhecerá. Eu vou ser o dono da sua primeira vez, e de todas as outras que virão.
Com um movimento ágil, Yoongi subiu na cama, posicionando-se atrás dela. Ele não a soltou. Seus dedos começaram a abrir o laço do robe de seda branca que ela usava. O tecido deslizou pelos ombros de S/N, revelando a pele macia e imaculada.
— Não tenha medo da dor, S/N — ele murmurou, seus lábios roçando a curva do ombro dela, deixando um beijo gélido e possessivo ali. — Tenha medo de como você vai se sentir quando descobrir que, depois de hoje, você nunca mais conseguirá pertencer a ninguém além de mim.
Ele a virou de frente para ele, mantendo-a de joelhos. Yoongi terminou de abrir sua própria camisa, revelando o peito definido. Ele segurou as mãos dela e as colocou sobre o seu peito.
— Sinta isso — ele ordenou. — Sinta o homem que comprou você.
S/N sentiu o coração dele. Estava calmo. Firme. Enquanto o dela parecia prestes a explodir.
— Eu vou ser gentil apenas uma vez — Yoongi disse, seus olhos fixos nos dela, desmantelando qualquer rastro de resistência que ela ainda tentava manter. — Vou deixar você se acostumar com o peso de ser minha. Mas depois que o sangue manchar esses lençóis, a dívida estará selada. E você passará o resto dos seus dias aprendendo a ser a submissa que eu vi no escritório, mas com um detalhe… você será a submissa que só eu posso tocar.
Ele a empurrou lentamente para trás, fazendo-a deitar-se na imensidão negra da cama. Yoongi se posicionou entre as pernas dela, as mãos prendendo os pulsos de S/N contra o colchão, exatamente como ele fizera ao acordá-la, mas agora não havia roupas entre eles, apenas a tensão elétrica e a inevitabilidade do que estava por vir.
— Olhe para mim, S/N — ele comandou, a voz agora um rosnado de pura posse. — Eu quero que a última coisa que você veja como uma mulher livre, e a primeira que você veja como minha, sejam os meus olhos.
Ele baixou o corpo, iniciando o contato com uma lentidão torturante, focado em quebrar não apenas o corpo dela, mas a alma que ela tentava esconder. Naquele santuário de sombras, Min Yoongi estava prestes a cobrar a dívida mais valiosa de sua coleção.
A cama era um abismo de seda negra, engolindo o corpo frágil de S/N. Yoongi estava sobre ela, uma sombra imponente que bloqueava a pouca luz do quarto. Seus olhos, escuros e implacáveis, eram a única coisa que S/N conseguia focar, um farol de perigo que a hipnotizava.
Ele manteve os pulsos dela presos acima da cabeça, a pele pálida em contraste com a escuridão da cabeceira. Com a outra mão, Yoongi traçou a linha da perna de S/N, subindo lenta e deliberadamente até o centro da sua intimidade. O toque era gélido, mas incendiava cada terminação nervosa. Ela estremeceu, sentindo o calor e o peso da mão dele se aproximando.
— Você é uma tela em branco, S/N — ele sussurrou, a voz rouca e carregada de uma possessividade que a fez prender a respiração. — E eu vou ser a sua primeira e única cor.
Ele abriu as pernas dela com uma brutalidade contida, sem pedir, sem perguntar. A exposição repentina e total a fez sentir-se vulnerável, exposta a um predador que estava apenas começando seu banquete. Yoongi se posicionou, sua ereção roçando a pele sensível dela. Ele era grande, duro, e a visão dele causou um misto de terror e uma curiosidade proibida que S/N se odiou por sentir.
Ele não a beijou. Não sussurrou palavras doces. A boca de Yoongi desceu até a orelha dela, mordiscando o lóbulo suavemente antes de dizer:
— Se doer, você vai se lembrar de quem a colocou aqui. Se houver prazer, você vai se lembrar de quem a deu. Tudo em você, a partir de agora, é meu.
A penetração foi lenta, uma tortura calculada. Yoongi pressionou, milímetro por milímetro, com uma força implacável. S/N arfou, o corpo se arqueando contra o colchão, uma dor aguda e rasgante atravessando-a. Ela sentiu o tecido de sua virgindade se romper, um rasgo que não era apenas físico, mas também uma ruptura de sua inocência, de sua antiga vida.
Um gemido rouco escapou de sua garganta, um som que ela tentou abafar, mas que se perdeu no espaço. Lágrimas quentes rolaram pelos seus olhos, misturando-se com o suor frio que brotava de sua testa. Yoongi não parou. Ele continuou a pressionar, seus músculos tensos, seus olhos fixos nos dela, observando cada centímetro da dor que ele estava infligindo.
— É assim que se paga uma dívida, S/N — ele rosnou, a voz quase um sibilo. — Com o seu corpo. Com o seu grito. Com o seu sangue.
Quando ele finalmente a preencheu por completo, o corpo de S/N convulsionou. Ela sentiu-se esticada, rasgada, completamente invadida. A sensação era avassaladora, uma mistura de dor excruciante e uma plenitude que, por mais aterrorizante que fosse, era inegável.
Yoongi esperou, imóvel dentro dela, permitindo que seu corpo se ajustasse, que a dor inicial se transformasse em uma pulsação constante. O sangue manchou a seda negra, um vermelho escuro que selava o contrato de posse. Ele viu os olhos dela, agora marejados, mas ainda desafiadores em sua vulnerabilidade.
— Agora que está marcada — ele disse, com uma satisfação fria — vamos começar a dançar.
Ele começou a se mover. Lenta e profundamente no início, estocando com uma cadência que buscava testar os limites dela. O barulho da pele úmida batendo contra a pele, o som abafado de seus corpos se encontrando, encheu o quarto.
A cada estocada, S/N sentia uma onda de sensações conflitantes. A dor persistia, mas começava a ser entremeada por uma corrente elétrica que percorria seu corpo. Era o choque do prazer nascendo do terror, uma traição de seu próprio corpo que a deixava ainda mais confusa.
Yoongi acelerou o ritmo, seus movimentos tornando-se mais brutais, mais selvagens. Ele a fodia com uma fúria controlada, o peso de seu corpo contra o dela, os olhos fixos nos seus, como se quisesse devorar cada reação dela. S/N começou a gemer, os sons escapando sem controle, um misto de dor e algo mais sombrio, mais primitivo.
Em meio ao caos de sensações, algo se quebrou dentro de S/N. Uma linha tênue entre o ódio e a rendição se dissolveu. Com um gemido que era mais um soluço de desespero e uma súplica por alívio, ela fez o impensável.
Ela puxou os pulsos que Yoongi mantinha presos, e com uma força desesperada, agarrou os cabelos dele na nuca. Seus quadris se levantaram para encontrá-lo, seus olhos ainda fixos nos dele, mas com uma intensidade nova. E então, S/N o beijou.
Foi um beijo faminto, selvagem. Ela mordeu o lábio inferior dele, sua língua exigindo passagem, gemendo contra a boca dele, uma mistura de dor, raiva e um desejo sombrio que ela não sabia que possuía.
Yoongi congelou por um instante. O beijo de S/N era uma rebelião, uma quebra de todas as suas regras de não-contato. Nenhuma mulher jamais havia ousado beijá-lo. Um brilho perigoso, quase insano, acendeu em seus olhos. A surpresa rapidamente deu lugar a uma fúria intensificada, uma possessividade que explodiu dentro dele.
Ele não se afastou. Em vez disso, Yoongi aprofundou o beijo, dominando a boca dela com a sua, a língua dele invadindo a dela com uma agressividade que a fez chorar. Ele a fodeu com mais força, os quadris batendo contra os dela com uma brutalidade calculada que fez a cama gemer sob o impacto.
— É assim que você se entrega, S/N? — ele rosnou contra os lábios dela, os dentes arranhando o queixo dela enquanto ele a fodia. — Com fogo e sangue? Você quer que eu mostre o quanto eu posso ser cruel?
Ele a beijou novamente, um beijo de domínio, enquanto suas estocadas se tornavam mais profundas, mais rápidas, sem misericórdia. O corpo de S/N se arqueou, gemendo contra a boca dele, sentindo-se possuída de uma forma que ela nunca imaginou. Cada estocada era um lembrete de que ela não era mais dela, de que seu corpo agora respondia apenas ao comando dele.
Yoongi a apertou contra si, o suor de seus corpos se misturando, o barulho úmido e primal ecoando no quarto. Ele atingiu seu ápice com um rosnado animal, aprofundando-se nela com uma última estocada que a fez gritar, não de dor, mas de uma exaustão prazerosa e aterrorizante.
Ele desabou sobre ela, o peso de seu corpo imobilizando-a completamente. Sua respiração estava ofegante, o coração martelando contra as costas de S/N. Ele se manteve dentro dela, uma marca viva de sua posse.
— O sangue secou, S/N — ele sussurrou, a voz ainda rouca, mas agora com um tom de finalidade. — Você é minha. Completamente. E eu vou ter certeza de que você nunca mais se esquecerá disso.
Ele se afastou lentamente, separando seus corpos. O silêncio que caiu sobre o quarto não era mais opressor; era um vazio, preenchido apenas pelo tique-taque do relógio e pela consciência dolorosa de S/N de que a sua vida, o seu corpo estavam agora irrevogavelmente ligados ao Dono da Noite.
Aqui ela foi ousada ein
Ela surpreendendo ele
Acho que com o tempo ele vai se “desfazer” da “coleção”
— Agora que está marcada — ele disse, com uma satisfação fria — vamos começar a dançar.
Dança boa essa kk
Ela puxou os pulsos que Yoongi mantinha presos, e com uma força desesperada, agarrou os cabelos dele na nuca. Seus quadris se levantaram para encontrá-lo, seus olhos ainda fixos nos dele, mas com uma intensidade nova. E então, S/N o beijou.
Entrou na “brincadeira”
Eita que ela gostou hem
Klkkkkkk coitada amg
(((>_<)))
Aaah o peitoral
Sinta mulher kkk r
Vai sair rasgando tudo kkkkk
Kkkkkk assim é a vida, tem q sofrer pra ter prazer!
Passada
Essa dança aí com o Yoong nunca tive
Mdsss eu não sei quem será mais entregue ao outro
Tô chocada
Vamos dançar boneca?! Que delícia de convite!!! Apesar de tudo que tinha passado!!!
[quote]— Isso muda as coisas, S/N — ele sussurrou perto do ouvido dela, fazendo-a estremecer. — Eu planejava ser eficiente hoje. Rápido. Mas agora que sei que sou o primeiro… e o único… eu vou levar cada hora desta manhã para marcar o meu território. [anchor]paragraph-
Que medo delicioso desse homem!!!
Que perca de virgindade foi essa?! Não sei se tive inveja ou medo?! Kkkk
Que carrasco!!! Kkkk
Queria tanto ter uma divida com ele kkkk
Estou com uma inveja dessa S/N … ou não!!!
Duvida cruel!!! Kkkk
Não sei se odeio ele por essa fala,ou pai,por saber disso tbm
Um poeta ele né kk
Kk,me chama pro baile tbm kk
Eitaaaaa
Por essa nem ele,nem eu e nem o futuro esperava
Se ele fosse o cobrador,eu teria prazer em pagar minhas dividas com prazer
Valeime,lascou foi td
Vc sempre estraga a porcaria do clima
Menos mal então kkk
Beleza, mas vou avisando: Eu tenho 2 pés esquerdos