Capítulo 6 – O Eco da Cicatriz
por FanfiqueiraYoongi estava sobre ela, o peso de seu corpo e a promessa de uma nova rodada de possessão preenchendo o espaço entre eles. Ele queria moldá-la, esculpir a submissão no que restava de sua vontade. Mas S/N, movida por uma mistura tóxica de niilismo e uma audácia que beirava o suicídio, não esperou pela estocada.
Ela avançou.
Seus dedos se fecharam na gola da camisa preta dele, puxando-o para baixo com uma urgência selvagem. O beijo foi um choque de dentes e desejo distorcido. Ela afundou as unhas no couro cabeludo dele, forçando-o a sentir a marca de sua existência. Mas o que realmente paralisou o ar no quarto foi o movimento seguinte: as mãos de S/N desceram frenéticas, abrindo os botões da camisa de Yoongi.
Ela queria ver o que havia por baixo da máscara de perfeição.
O tecido se abriu, e sob a luz mortiça da luminária, S/N viu. Não era apenas pele pálida e músculos tensos. No peito dele, subindo em direção ao ombro, havia o relevo de uma cicatriz extensa, feia, um mapa de violência que nenhum terno de três peças poderia apagar.
A reação dele foi visceral.
Yoongi se afastou como se tivesse sido queimado por ácido. O desespero nos olhos dele durou apenas um milésimo de segundo, substituído instantaneamente por uma fúria gélida. Ele saltou da cama, fechando a camisa com dedos que, pela primeira vez, pareciam levemente trêmulos de ódio.
S/N, ainda tentando processar o que vira, inclinou-se para frente na cama, o robe cor de vinho deslizando pelos ombros. Ela estendeu a mão, um gesto instintivo de busca, de tentativa de tocar a humanidade que ele escondia sob aquela marca de guerra.
— Yoongi… — ela começou, a voz baixa.
Ele reagiu como o monstro que ela conheceu no Night Shade. Ele não recuou; ele atacou com as palavras, voltando a ser o babaca que tratava mulheres como gado.
— Tire as mãos de mim — ele sibilou, a voz cortante como vidro quebrado. — Quem você pensa que é?
Ele caminhou até o pé da cama, olhando-a de cima, os olhos injetados. Toda a “conexão” momentânea do beijo foi esmagada sob o peso de seu narcisismo defensivo.
— Você é uma dívida, S/N. Nada mais que um buraco onde eu descarrego meu estresse e um troféu para eu exibir. Não se iluda achando que esse seu teatrinho de rebeldia e beijos significa alguma coisa para mim. — Ele soltou um riso seco, um som que não tinha nada de poético, apenas a crueza da humilhação. — Eu tenho dúzias como você lá embaixo. Algumas são mais bonitas, outras são mais obedientes. Você é apenas a que me dá mais trabalho, e eu estou começando a me cansar do esforço.
S/N sentiu o impacto de cada palavra como se ele estivesse usando os punhos. A mão que ela estendera caiu sobre o lençol, sem vida.
— Você quer brincar de intimidade? — Yoongi deu um passo à frente, agarrando o pulso dela e apertando até que os dedos dele deixassem marcas brancas. — Guarde isso para os seus romances baratos. Aqui, você é propriedade. Amanhã, Hana vai levá-la de volta para o andar de baixo. Você vai comer com as outras, vai dormir com as outras. Cansei de tratar você como algo especial quando você claramente não sabe o seu lugar.
Ele soltou o pulso dela com um empurrão desdenhoso. Sem olhar para trás, ele pegou o paletó e saiu do quarto, batendo a porta com uma força que fez os cristais do lustre tilintarem em sinal de aviso.
S/N permaneceu exatamente onde ele a empurrou. As marcas brancas dos dedos dele em seu pulso começaram a se tornar roxas, um colar de hematomas que pulsava no ritmo de sua dor. As lágrimas desciam quentes, silenciosas, traçando caminhos salgados em seu rosto pálido. Seus olhos não saíam da porta. Uma parte dela, a parte que ainda não havia sido completamente destruída, esperava que a maçaneta girasse, que ele voltasse e dissesse que era apenas um jogo.
Mas o silêncio da cobertura era absoluto, interrompido apenas pelo tique-taque indiferente do relógio.
— O que eu estava pensando? — ela murmurou para as paredes frias, a voz falhando. — É claro que ele não mudou… Ele é um monstro. E monstros não mudam.
Ela se encolheu na imensidão da cama de seda negra, abraçando os joelhos contra o peito. O cheiro dele ainda estava ali, mas agora parecia fumaça de um incêndio que acabara de consumir sua dignidade.
Enquanto isso, no andar das “unidades”, o ar se tornou irrespirável quando o elevador privativo se abriu. Yoongi saiu de lá como uma tempestade de pólvora prestes a explodir. Ele não via rostos; via apenas válvulas de escape.
— Hana! — o grito dele ecoou pelo corredor de mármore. — Traga a 02. Agora. Para o quarto de punição.
Mina e as outras se encolheram nas sombras. Hana não questionou. Minutos depois, uma garota jovem, de cabelos curtos e olhar vazio, foi empurrada para dentro da sala de paredes acolchoadas em couro escuro.
Ele não esperou por preliminares. Não havia sedução, apenas a necessidade visceral de silenciar a voz de S/N que ainda ecoava em sua cabeça.
— De joelhos. De costas para mim — ele rosnou.
A garota obedeceu instantaneamente. Yoongi a agarrou pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás com tanta força que um grito agudo escapou dela. Ele não se importou. Ele abriu a calça e a penetrou com um solavanco seco, sem lubrificação, sem cuidado. O som do corpo dele batendo contra as nádegas dela era como aplausos rítmicos e violentos em um teatro macabro.
Ploft. Ploft. Ploft.
O som úmido da carne sendo golpeada preenchia a sala. Yoongi a fodia com uma fúria cega, as veias de seu pescoço saltando. Ele não sentia o prazer dela; ele sentia apenas o peso do próprio ódio. A cada estocada profunda, ele descarregava a frustração de ter sido vulnerável por um segundo.
— Olhe para frente! — ele gritou, desferindo um tapa estalado no rosto da garota, deixando a marca de seus dedos na bochecha dela.
Ele a virou de frente, segurando-a pelo pescoço com uma das mãos, apertando até que ela perdesse o fôlego. Com o polegar da outra mão, ele forçou a boca dela a abrir, esmagando o lábio inferior contra os dentes.
— Abre a porra da boca — ele sibilou.
Ele substituiu os dedos por sua ereção, invadindo a garganta dela com movimentos brutos que a faziam engasgar. O som do sufocamento e das lágrimas dela eram música para seus ouvidos distorcidos. Ele precisava que ela sofresse, precisava que ela fosse apenas um objeto, para que ele pudesse esquecer que S/N o tratara como um homem.
Ele a jogou de volta no chão e a penetrou por trás novamente, as mãos apertando a cintura dela com tanta força que certamente deixaria hematomas permanentes. O ritmo era frenético, animal. O som do pau dele entrando e saindo — misturava-se aos gemidos de dor da submissa.
— É assim… é assim que tem que ser — ele rosnava entre dentes, o suor pingando sobre as costas dela.
Ele estava perto do limite. A imagem de S/N tocando sua cicatriz, o calor das mãos dela, o gosto do beijo dela… tudo colidiu em sua mente. No momento em que o orgasmo o atingiu, uma explosão de adrenalina e fúria, ele apertou o cabelo da garota com tanta força que alguns fios ficaram entre seus dedos.
— S/N! — o nome dela saiu de sua garganta em um rosnado gutural, alto e claro, enquanto ele se descarregava com violência dentro da garota.
O silêncio que se seguiu foi mortal.
Yoongi congelou, o corpo ainda pulsando sobre a submissa trêmula. Ele soltou o cabelo dela como se tivesse tocado em brasa. Seus olhos se arregalaram. Ele tinha dito o nome dela. Naquele momento de perda total de controle, o nome da única mulher que ele queria odiar foi o que escapou de seus lábios.
Ele se afastou abruptamente, limpando-se com o desdém de sempre, mas o tremor em suas mãos não era de prazer. Era de pânico.
— Saia — ele disse, a voz agora um sussurro letal. — Saia antes que eu te mate.
A garota recolheu o que restava de suas forças e fugiu da sala. Yoongi ficou sozinho, socando a parede de couro com força. Ele a odiava. Odiava o que ela estava fazendo com sua mente. Amanhã, ele a jogaria naquele buraco junto com as outras. Ele a faria ver que ela não era nada.
Ele tentando dizer para ele mesmo que ela não é nada
Agora as outras vão saber que a punição é por causa da SN
Sim e ela ta fudida
Yoongi congelou, o corpo ainda pulsando sobre a submissa trêmula. Ele soltou o cabelo dela como se tivesse tocado em brasa. Seus olhos se arregalaram. Ele tinha dito o nome dela. Naquele momento de perda total de controle, o nome da única mulher que ele queria odiar foi o que escapou de seus lábios.
Ele sem querer acreditar, que já tava apaixonado por ela
Meu amor não adianta negar kkkkkk tu quer ela
Isso garota
Ela tem talento rsrs
Ooh querido, vai tomar um remedinho
Kkkkkk
Vdd ela devia trata lo como xorume
Mdsssssss, isso está ficando insano!
O tanto que esse homem quer ela e não assume!
A garota recolheu o que restava de suas forças e fugiu da sala. Yoongi ficou sozinho, socando a parede de couro com força. Ele a odiava. Odiava o que ela estava fazendo com sua mente. Amanhã, ele a jogaria naquele buraco junto com as outras. Ele a faria ver que ela não era nada.
Ele vai arder de desejo por ela Kkkkkkkk
Nossa estou chocada com essa SN!!!
Não consegue resistir o Yoongi!!! Mas quem consegue?! Kkkk
Que homem é esse??! Estou chocada com a fúria!!! Mas não tirava a SN da cabeça!!!
Foi cruel com a pobi
Olha aí!!! Não consegue tirá-la da cabeça!!! Kkkk
O descontrole dele tem nome kkkk S/N
Não era isso que ele queria
Voltou a ser o canalha idiota de novo
Babaca,escroto do krlh
Fiquei com pena dela,culpa da Sn
Eita porraaaaa
Kk,tenho uma péssima notícia amigo
Ela não é qualquer uma