You have no alerts.
Header Background Image

O quarto médico estava mergulhado na luz fria dos aparelhos, mas o calor que emanava de Yoongi era de um desespero febril. Ele segurava a mão de S/N, que estava gélida e envolta em faixas brancas, enquanto as lágrimas caíam sem controle sobre o lençol.

— Eu nunca te venderia… nunca, S/N — ele sussurrou, a voz quebrada, o rosto escondido entre as mãos deles. — Eu só queria o controle de volta. Eu ouvi você na câmera… eu ouvi você dizendo que estava “conseguindo”. Eu achei que você estava me traindo, que estava me usando para facilitar sua vida aqui… eu fui um covarde. Um maldito paranoico.

Ele soluçou, sentindo o peso da ironia: ele, que comandava um império de informações, não soube ler o coração da única pessoa que importava.

O som de passos pesados ecoou no corredor. A porta foi aberta bruscamente. Era o “comprador”, o homem que, na verdade, era um amigo de infância de Yoongi, alguém que conhecia a história deles desde a época em que o mundo era apenas um porão úmido e promessas de proteção. Ele fora chamado para ajudar Yoongi na farsa do leilão, um plano cruel para testar a lealdade de S/N.

— E então, Min? — o homem disse, mantendo a postura de cliente. — O jato está pronto. Onde está a mercadoria?

Yoongi levantou a cabeça. Seus olhos não eram os de um mafioso, eram os de um animal ferido e enlouquecido.

— Para com essa porra de atuação! — Yoongi rugiu, levantando-se em um salto, derrubando a cadeira. — Acabou! O plano acabou!

O amigo de infância estancou, a expressão mudando de tédio para choque ao ver o estado deplorável de Yoongi e o corpo frágil de S/N na cama hospitalar.

— O que aconteceu? — o homem perguntou, a voz agora normal, carregada de preocupação.

— Ela tentou se matar — Yoongi sibilou, a voz sumindo em um fio de dor. — Ela se cortou no banheiro… porque ela acreditou. Ela acreditou que eu realmente a vendi.

Nesse momento, o silêncio que se seguiu foi devastador. Yoongi olhou para S/N e a verdade o atingiu como um tiro de misericórdia. Ele finalmente entendeu o que passava na cabeça dela naquelas últimas horas.

O pai dela a vendera duas vezes. Ela viveu uma vida de descartabilidade. E então, ela descobre que o seu defenssor, o seu Suga, o garoto que era o seu único porto seguro, estava vivo. Ela tentou trazê-lo de volta, tentou amá-lo através do monstro… e o que ele fez? Ele a vendeu pela terceira vez.

Na mente de S/N, não houve “plano” ou “teste”. Houve apenas a confirmação de que, no mundo dela, não existia salvação. Nem mesmo o Suga era real; ele era apenas mais um homem negociando o seu corpo.

— Ela sentiu que eu a vendi também… — Yoongi murmurou, caindo de joelhos novamente, o olhar perdido. — O pai a vendeu… e eu, que prometi ser o escudo dela… eu fiz o mesmo. Eu a matei por dentro muito antes dela pegar aquela lâmina.

O amigo de infância não soube o que dizer. Ele viu o homem mais temido de Seul desmoronar em volta de uma promessa quebrada, enquanto o bipe do monitor era o único som que dizia que a “pequena tangerina” ainda estava ali, embora talvez nunca mais quisesse acordar para olhar no rosto do homem que a traiu da pior forma possível.

O bipe frenético do monitor cardíaco preencheu o quarto quando os olhos de S/N se abriram. Por um segundo, houve apenas confusão, mas então a visão de Yoongi e do “comprador” parados ao pé da cama disparou um gatilho de terror absoluto.

Para ela, o pesadelo não tinha acabado. O leilão ainda era real. A venda era real.

Em um surto de adrenalina e desespero, S/N começou a se debater.

— Não! Me solta! — ela gritou, a voz saindo rasgada e fraca.

Com as mãos trêmulas e envoltas em faixas, ela começou a arrancar a agulha do soro, ignorando a dor do metal rasgando a veia. Ela puxava os eletrodos do peito, querendo apenas se livrar de qualquer coisa que a mantivesse viva para ser entregue àquele homem. Ela preferia sangrar ali mesmo a sair por aquela porta como uma mercadoria.

— S/N, para! Por favor, para! — Yoongi gritou, avançando em direção a ela.

O amigo de infância deu um passo atrás, chocado com a violência do desespero dela. Yoongi a envolveu em seus braços, tentando conter os movimentos frenéticos dela para que ela não se ferisse mais. S/N se debatia, batendo no peito dele, arranhando seus braços, em um estado de choque onde a mente dela só via carrascos.

— Me deixa morrer! — ela soluçava, o corpo tremendo violentamente. — Você me vendeu… você me vendeu também!

Yoongi a apertou contra o peito, sentindo o coração dela disparado contra o seu. Ele não usou força para dominá-la, mas sim um abraço desesperado, como se estivesse tentando segurar a alma dela antes que ela partisse de vez.

Lentamente, ele pegou a mão enfaixada dela, a mão que ele mesmo tinha limpado o sangue horas antes, e a guiou. Ele a levou até a cicatriz que cruzava seu peito.

No momento em que a pele dela sentiu o relevo da marca, o corpo de S/N vacilou. Yoongi encostou a testa na dela, fechando os olhos com tanta força que o rosto dele se contorceu em agonia. As lágrimas dele caíam sobre o rosto dela, misturando-se aos soluços que agora começavam a diminuir.

— Olha para mim… pequena tangerina… olha para mim — ele sussurrou, a voz completamente despedaçada, um fio de som que vinha das profundezas do menino que ele costumava ser.

Aquele toque, a textura da cicatriz e o uso do apelido agiram como um âncora, puxando-a de volta do abismo. O pânico nos olhos de S/N começou a ser substituído por uma percepção dolorosa. O “Dono da Noite” tinha desaparecido; ali, na frente dela, estava apenas o Suga, quebrado e em ruínas.

— Me desculpa… me desculpa, por favor… — ele repetia, chorando como uma criança. — Eu nunca ia te deixar ir. Foi uma mentira… uma mentira maldita que eu criei por medo de te perder. Eu quase te matei com essa farsa. Me perdoa…

S/N parou de lutar. O corpo dela ficou pesado nos braços dele, a respiração vindo em haustos curtos. Ela olhou para a cicatriz sob seus dedos e depois para os olhos vermelhos de Yoongi. A realidade era um campo de destroços, mas ali, naquele sussurro de desculpas, ela finalmente encontrou o que restava do seu escudo.

Yoongi sentiu o corpo de S/N retesar ao perceber que o “comprador” ainda estava parado na porta. A presença daquele homem era o lembrete vivo do leilão, da humilhação e da lâmina. Sem desviar os olhos dela, Yoongi rosnou, uma ordem carregada de uma autoridade sombria que não admitia réplicas:

— Sai daqui. Agora. E nunca mais, ouviu bem? Esqueça que esse leilão existiu, fora!

O amigo, percebendo que o Min Yoongi que ele conhecia havia dado lugar a algo muito mais perigoso e instável, recuou e fechou a porta silenciosamente.

Ficaram apenas os dois. O silêncio era preenchido apenas pelo som da respiração curta dela e pelo choro contido dele. S/N, com a mão ainda trêmula sobre a cicatriz de Yoongi e a testa colada na dele, começou a falar. A voz dela era um sussurro, mas cada palavra pesava como chumbo.

— Você… — ela começou, a voz falhando. — Você estava procurando pelo meu primeiro amor… disposto a destruir ele… porque eu disse um “eu te amo” quando estava doente…

Yoongi fechou os olhos, sentindo uma pontada de vergonha. Ele se lembrou da fúria que sentiu, do ciúme doentio daquele fantasma do passado que ele queria caçar e aniquilar.

— Eu ia matar ele — Yoongi confessou, o peito subindo e descendo com força. — Eu ia caçar cada rastro desse garoto e apagar ele do mundo, porque eu não suportava a ideia de você pertencer a outra pessoa além de mim… mesmo que fosse uma memória.

S/N soltou um riso fraco, amargo e desolado, que o fez abrir os olhos e encará-la.

— Mas o que você não percebeu… — ela continuou, olhando fundo na alma dele — …é que esse homem… sempre foi você. Meu primeiro beijo … o meu primeiro amor… foi você.

Yoongi estancou. O tempo pareceu parar.

Sua mente, que por anos agiu como um cofre trancado por traumas, começou a oscilar. O dia em que seu pai o cortou com a espada, a dor excruciante… tudo aquilo havia criado uma barreira negra que apagou as memórias doces. Para ele, sua vida antes do monstro era um borrão. Mas agora, com o toque dela, a barreira rachou.

— Você prometeu ser meu escudo, Suga — ela disse, as lágrimas voltando a cair sem dó. — Você prometeu que, se o mundo tentasse me quebrar, você quebraria o mundo primeiro.

Yoongi soltou um som que foi metade soluço, metade grito abafado. Ele enterrou o rosto no pescoço dela, abraçando-a com tanta força que parecia querer fundir seus corpos em um só. O monstro que ele se tornou havia caçado a si mesmo. Ele tentou destruir a única lembrança pura que restava em S/N, sem saber que o alvo do seu ódio era o seu próprio eu verdadeiro.

— Eu sou um idiota… um maldito monstro — ele gemia contra a pele dela. — Eu estava com ciúmes de mim mesmo… eu te machuquei por causa da única coisa boa que eu ainda tinha. Me perdoa, minha pequena tangerina… me perdoa por ter esquecido quem eu era.

O silêncio que se seguiu àquela confissão foi pesado, carregado com o luto de todas as versões de si mesmos que haviam morrido para que chegassem até ali. Yoongi, com o rosto ainda banhado em lágrimas e o coração batendo no ritmo frenético da culpa, olhou para as mãos enfaixadas de S/N e tomou a decisão que mudaria tudo.

Ele se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela, segurando seu rosto com uma delicadeza que parecia impossível para um homem com as mãos tão sujas de sangue.

— Chega — ele disse, a voz agora firme, embora rouca. — Eu passei anos construindo esse império de medo para que ninguém pudesse me machucar de novo. Mas, no processo, eu me tornei o homem que mais te feriu.

S/N o observava, a respiração ainda oscilante, o corpo exausto.

— Para salvar você… e para tentar salvar o que sobrou do Suga… eu preciso renunciar a tudo isso — ele continuou, ignorando o poder, o dinheiro e o nome que faziam a Coreia tremer. — Eu vou te levar para longe daqui, S/N. Para um lugar onde o Min Yoongi não possa mais nos encontrar.

Ele se levantou e, mesmo com os médicos tentando protestar no corredor, ele começou a agir. Ele não chamou seus seguranças; ele mesmo começou a desconectar os fios desnecessários, com cuidado extremo, e pegou um cobertor pesado para envolvê-la.

— Onde vamos? — ela sussurrou, a voz quase sumindo.

— Para onde o mundo não nos conheça. Para onde você seja apenas a minha pequena tangerina e eu seja apenas o seu escudo. Sem máfia, sem leilões, sem cicatrizes que precisem ser escondidas por ódio.

Yoongi a apertou contra o peito uma última vez antes de se levantar. Ele a envolveu cuidadosamente em um cobertor grosso, protegendo seu corpo fragilizado, e a tomou nos braços com uma reverência que nenhum de seus subordinados jamais ousaria esperar.

Ao cruzar a porta do quarto médico, o corredor estava tenso. Seu amigo de infância — o “comprador” — ainda estava lá, encostado na parede com o rosto carregado de culpa e incerteza, esperando para saber se o estrago que ajudara a causar tinha volta. Ao lado dele, Lee mantinha a postura vigilante, mas seus olhos entregavam que ele sabia o que viria a seguir.

Yoongi parou diante do amigo. O olhar frio de mafioso tinha sumido, dando lugar a uma determinação sombria e cansada.

— Plano A — Yoongi disse, a voz baixa e definitiva.

O amigo franziu o cenho, confuso por um breve segundo, vasculhando as memórias de anos atrás. De repente, seus olhos se arregalaram. O Plano A era o pacto de contingência que haviam traçado, uma rota de fuga desesperada: Yoongi forjaria sua própria morte para o pai, para os aliados e para cada inimigo na Coreia. O amigo assumiria o império, tornando-se o rosto do poder, enquanto Yoongi desapareceria da face da terra para viver a vida que lhe foi roubada.

O amigo abriu a boca para contestar, para perguntar se ele tinha certeza de que abriria mão de bilhões e do trono por uma vida de fugitivo, mas Yoongi não esperou por uma confirmação. Ele não precisava de permissão para ser livre.

Lee, que já estava um passo à frente como sempre, não disse uma palavra. Ele apenas acenou levemente, retirou uma chave de ouro do bolso e correu na frente.

Eles desceram pelas garagens subterrâneas, longe dos olhares curiosos. Lá, estacionado em uma baia isolada, estava um Motorhome de luxo, um verdadeiro bunker sobre rodas, equipado com tudo o que havia de mais moderno e confortável, abastecido para meses de viagem sem necessidade de paradas em locais públicos.

Yoongi acomodou S/N no acento macio do veículo, Yoongi assumiu o volante, o motor rugiu baixo e potente, e os portões da mansão se abriram pela última vez para o seu mestre.

Enquanto a mansão ficava para trás, transformando-se apenas em um ponto de luz no retrovisor, Yoongi segurou a mão enfaixada dela. O Min Yoongi, o monstro, o Dono da Noite, estava morto para o mundo. Mas ali, dentro daquele refúgio em movimento, o Suga estava finalmente voltando para casa.

ou não… kkkk

33 Comentários

Aviso! Seu comentário ficará invisível para outros convidados e assinantes (exceto para respostas), inclusive para você, após um período de tolerância. Mas se você enviar um endereço de e-mail e ativar o ícone de sino, receberá respostas até que as cancele.
  1. Thamiris
    Mar 23, '26 at 3:19 pm

    Nunca tive tanto ódio de um prota como essa do Yoon
    Mais melhorou a tempo
    Queria que ele sofresse mais

  2. Thamiris
    Mar 23, '26 at 3:18 pm

    ou não… kkkk

    Ahhhhhhj
    Faz isso não

  3. Thamiris
    Mar 23, '26 at 3:15 pm

    — Para salvar você… e para tentar salvar o que sobrou do Suga… eu preciso renunciar a tudo isso — ele continuou, ignorando o poder, o dinheiro e o nome que faziam a Coreia tremer. — Eu vou te levar para longe daqui, S/N. Para um lugar onde o Min Yoongi não possa mais nos encontrar.

    Até que enfim…

  4. Thamiris
    Mar 23, '26 at 3:09 pm

    — Mas o que você não percebeu… — ela continuou, olhando fundo na alma dele — …é que esse homem… sempre foi você. Meu primeiro beijo … o meu primeiro amor… foi você.

    Viu, seu égua

  5. Thamiris
    Mar 23, '26 at 2:25 pm

    O pai dela a vendera duas vezes. Ela viveu uma vida de descartabilidade. E então, ela descobre que o seu defenssor, o seu Suga, o garoto que era o seu único porto seguro, estava vivo. Ela tentou trazê-lo de volta, tentou amá-lo através do monstro… e o que ele fez? Ele a vendeu pela terceira vez.

    Que ódio,agora que resolveu acorda

  6. Karine
    Mar 2, '26 at 9:22 pm

    Eles desceram pelas garagens subterrâneas, longe dos olhares curiosos. Lá, estacionado em uma baia isolada, estava um Motorhome de luxo, um verdadeiro bunker sobre rodas, equipado com tudo o que havia de mais moderno e confortável, abastecido para meses de viagem sem necessidade de paradas em locais públicos.

    Aah a felicidade que o dinheiro possibilita

  7. Karine
    Mar 2, '26 at 9:20 pm

    Ao cruzar a porta do quarto médico, o corredor estava tenso. Seu amigo de infância — o “comprador” — ainda estava lá, encostado na parede com o rosto carregado de culpa e incerteza, esperando para saber se o estrago que ajudara a causar tinha volta. Ao lado dele, Lee mantinha a postura vigilante, mas seus olhos entregavam que ele sabia o que viria a seguir.

    Kkkkk coitado do amg, só foi ajudar e ainda saiu como errado kkk

  8. Karine
    Mar 2, '26 at 9:15 pm

    No momento em que a pele dela sentiu o relevo da marca, o corpo de S/N vacilou. Yoongi encostou a testa na dela, fechando os olhos com tanta força que o rosto dele se contorceu em agonia. As lágrimas dele caíam sobre o rosto dela, misturando-se aos soluços que agora começavam a diminuir.

    Passada q ele chorou

  9. Karine
    Mar 2, '26 at 9:13 pm

    Em um surto de adrenalina e desespero, S/N começou a se debater.

    Ooh MDs quanto sofrimento

  10. Karine
    Mar 2, '26 at 9:11 pm

    O som de passos pesados ecoou no corredor. A porta foi aberta bruscamente. Era o “comprador”, o homem que, na verdade, era um amigo de infância de Yoongi, alguém que conhecia a história deles desde a época em que o mundo era apenas um porão úmido e promessas de proteção. Ele fora chamado para ajudar Yoongi na farsa do leilão, um plano cruel para testar a lealdade de S/N.

    Eu odiaria ele por essa brincadeirinha de mal gosto eu hein

  11. Sheila
    Feb 22, '26 at 11:02 pm

    ou não… kkkk

    Como assim?! Parte dois?!
    Será que a SN, vai dar o troco no Yoongi?!
    Fez ela sofre pra caramba!!!
    Nada mais justo!!! Kkkkk

  12. Sheila
    Feb 22, '26 at 11:00 pm

    Yoongi acomodou S/N no acento macio do veículo, Yoongi assumiu o volante, o motor rugiu baixo e potente, e os portões da mansão se abriram pela última vez para o seu mestre.

    Enquanto a mansão ficava para trás, transformando-se apenas em um ponto de luz no retrovisor, Yoongi segurou a mão enfaixada dela. O Min Yoongi, o monstro, o Dono da Noite, estava morto para o mundo. Mas ali, dentro daquele refúgio em movimento, o Suga estava finalmente voltando para casa.

    Nossa que final incrível!!! Muito sofrimento, mas no final ficaram juntos!!! Amei!!! Aí sim em dono da noite… agora somente Suga!!!

  13. Sheila
    Feb 22, '26 at 10:57 pm

    O amigo franziu o cenho, confuso por um breve segundo, vasculhando as memórias de anos atrás. De repente, seus olhos se arregalaram. O Plano A era o pacto de contingência que haviam traçado, uma rota de fuga desesperada: Yoongi forjaria sua própria morte para o pai, para os aliados e para cada inimigo na Coreia. O amigo assumiria o império, tornando-se o rosto do poder, enquanto Yoongi desapareceria da face da terra para viver a vida que lhe foi roubada.

    Então sempre teve um plano para sair dessa vida de mafioso!!! Aí sim!!! Agora é só ser feliz!!! Uh uh!!!

  14. Sheila
    Feb 22, '26 at 10:53 pm

    — Mas o que você não percebeu… — ela continuou, olhando fundo na alma dele — …é que esse homem… sempre foi você. Meu primeiro beijo … o meu primeiro amor… foi você.

    Nossa!!! Agora me emocionei!!! Que declaração foi essa?! Que lindooo!!!

  15. Luana
    Feb 22, '26 at 7:27 am

    Coitada da S/N ele pegou muito pesado com ela!

  16. Luana
    Feb 21, '26 at 11:50 pm

    Sacanegem oque ele fez com ela.
    Espero que na próxima temporada ela coloque umas gaia nele kkkk

  17. IASMINE
    Feb 17, '26 at 9:55 am

    Agora resta esperar o que vem aí na parte 2

  18. IASMINE
    Feb 17, '26 at 9:54 am

    Enquanto a mansão ficava para trás, transformando-se apenas em um ponto de luz no retrovisor, Yoongi segurou a mão enfaixada dela. O Min Yoongi, o monstro, o Dono da Noite, estava morto para o mundo. Mas ali, dentro daquele refúgio em movimento, o Suga estava finalmente voltando para casa.

    O que um homem apaixonado não faz né, ele teve sorte que ela sobreviveu, pq depois daquela humilhação toda, se ela tivesse morrido, ele ia morrer de arrependimento

    1. @IASMINEFeb 17, '26 at 12:49 pm

      No mínimo queimar a porra toda e se matar..

  19. IASMINE
    Feb 17, '26 at 9:52 am

    — Plano A — Yoongi disse, a voz baixa e definitiva.

    Pqp ele abriu mão de tudo, pra proteger ela

  20. Marcela
    Feb 16, '26 at 4:03 pm

    — Eu sou um idiota… um maldito monstro — ele gemia contra a pele dela. — Eu estava com ciúmes de mim mesmo… eu te machuquei por causa da única coisa boa que eu ainda tinha. Me perdoa, minha pequena tangerina… me perdoa por ter esquecido quem eu era.

    Sofreram tanto. Merecem MT ser felizes

  21. Marcela
    Feb 16, '26 at 3:51 pm

    — Mas o que você não percebeu… — ela continuou, olhando fundo na alma dele — …é que esse homem… sempre foi você. Meu primeiro beijo … o meu primeiro amor… foi você.

    Tava doida esperando por essa declaração
    Aaaaaaaaaaa

  22. Marcela
    Feb 16, '26 at 3:47 pm

    — Me deixa morrer! — ela soluçava, o corpo tremendo violentamente. — Você me vendeu… você me vendeu também!

    Traumas, raiva e desespero. Tudo de uma só vez, misturado dentro dela

  23. Marcela
    Feb 16, '26 at 3:19 pm

    Com as mãos trêmulas e envoltas em faixas, ela começou a arrancar a agulha do soro, ignorando a dor do metal rasgando a veia. Ela puxava os eletrodos do peito, querendo apenas se livrar de qualquer coisa que a mantivesse viva para ser entregue àquele homem. Ela preferia sangrar ali mesmo a sair por aquela porta como uma mercadoria.

    O Desespero da coitaaa

    1. Marcela
      @MarcelaFeb 16, '26 at 4:04 pm

      — Para onde o mundo não nos conheça. Para onde você seja apenas a minha pequena tangerina e eu seja apenas o seu escudo. Sem máfia, sem leilões, sem cicatrizes que precisem ser escondidas por ódio.

      Ele vai abrir mão de tudo por elaaaa
      Tou passada

    2. Marcela
      @MarcelaFeb 16, '26 at 4:13 pm

      Enquanto a mansão ficava para trás, transformando-se apenas em um ponto de luz no retrovisor, Yoongi segurou a mão enfaixada dela. O Min Yoongi, o monstro, o Dono da Noite, estava morto para o mundo. Mas ali, dentro daquele refúgio em movimento, o Suga estava finalmente voltando para casa.

      Aaah que perfeitoooo
      Amei demais o final

  24. Marcela
    Feb 16, '26 at 3:16 pm

    — Ela sentiu que eu a vendi também… — Yoongi murmurou, caindo de joelhos novamente, o olhar perdido. — O pai a vendeu… e eu, que prometi ser o escudo dela… eu fiz o mesmo. Eu a matei por dentro muito antes dela pegar aquela lâmina.

    Se dando conta da merda que tinha feito.

  25. Marcela
    Feb 16, '26 at 3:08 pm

    — Eu nunca te venderia… nunca, S/N — ele sussurrou, a voz quebrada, o rosto escondido entre as mãos deles. — Eu só queria o controle de volta. Eu ouvi você na câmera… eu ouvi você dizendo que estava “conseguindo”. Eu achei que você estava me traindo, que estava me usando para facilitar sua vida aqui… eu fui um covarde. Um maldito paranoico.

    Melhor tarde do que nunca kkk
    Finalmente ele percebeu o quão perturbado tava sendo

  26. Anne
    Feb 16, '26 at 11:22 am

    Agora um recomeço mais que merecido para eles

    1. @AnneFeb 16, '26 at 11:33 am

      ou não..

  27. Anne
    Feb 16, '26 at 11:21 am

    Ela que sempre o amou. Só ele que não percebeu

  28. Anne
    Feb 16, '26 at 11:19 am

    Ele precisou ver ela destruída para entender o que fez

  29. Anne
    Feb 16, '26 at 11:19 am

    Nossa que final…ou nao

Nota

Você não pode copiar conteúdo desta página