Capítulo 20 – A Assistente e o Leão Ferido
por FanfiqueiraO vazio no 55º andar da Kim Global tinha um som específico. Era um zumbido elétrico, uma ausência de gravidade que fazia os ouvidos de Karine latejarem. Ela chegou pontualmente, a máscara de profissionalismo impecável escondendo as olheiras profundas de uma noite em claro, processando as revelações venenosas de Ji-a. Ela esperava encontrar Namjoon atrás de sua mesa de carvalho, com seu olhar de julgamento e sua aura de tempestade.
Mas a cadeira estava vazia.
No lugar do carrasco de aço, havia um homem que parecia ter saído de uma capa de revista de moda, mas com um brilho nos olhos que Namjoon nunca possuiu. Ele usava um terno de corte perfeito, mas a gravata estava ligeiramente mais frouxa, e ele cantarolava algo enquanto mexia na cafeteira privativa do CEO.
— Bom dia, estrelinha! O mundo não parou de girar, embora o dono deste andar ache que sim — o homem disse, abrindo um sorriso que exibia dentes perfeitamente alinhados e uma simpatia desconcertante.
Karine parou na porta, os relatórios de Busan apertados contra o peito.
— Perdão… Quem é o senhor? E onde está o Sr. Kim Namjoon?
— Eu sou o “Sr. Kim” mais bonito desta família, mas pode me chamar de Seokjin. Ou Jin, se quiser ser eficiente como o meu irmão rabugento — ele estendeu a mão, ignorando a formalidade rígida da empresa. — O Namjoon está passando mal. Uma raridade, eu sei. O homem é feito de engrenagens e rancor, mas até robôs superaquecem. Ele me pediu para segurar as pontas hoje para que ninguém incendiasse o prédio na ausência dele.
O dia foi, no mínimo, bizarro. Trabalhar com Seokjin era como mudar de um filme de terror psicológico para uma comédia romântica vibrante. Onde Namjoon dava ordens secas e cortantes, Jin fazia piadas infames e pedia sugestões de lanches. Onde Namjoon mantinha um silêncio sepulcral que exigia perfeição, Jin colocava jazz suave no som ambiente e elogiava o corte de cabelo dos estagiários.
Mas para Karine, aquela leveza era sufocante. A ausência de Namjoon pesava mais do que sua presença. Ela olhava para a mesa vazia e via o cirurgião quebrado. Via o homem que fora descartado por sua irmã como “investimento perdido”. Cada risada de Jin a lembrava de que Namjoon estava sozinho em algum lugar, lidando com os demônios que ela, involuntariamente, ajudara a alimentar.
As palavras de Ji-a — “Ele é um monstro feito de restos de um cirurgião” — ecoavam toda vez que Jin mencionava a saúde do irmão.
— Ele não atende o telefone, não é? — Jin perguntou no meio da tarde, notando Karine olhando fixamente para o celular.
— Não. Eu tentei enviar as revisões, mas ele não deu sinal de vida.
— Ele se tranca. É o modo de defesa do Namjoon. Ele se isola até que a dor, física ou mental, se torne suportável o suficiente para ele voltar a ser o robô que todos conhecem.
Quando o relógio marcou 18:00, a maioria dos funcionários saiu com um alívio visível. Karine, no entanto, começou a organizar uma pasta de couro preta com documentos que, embora importantes, não eram exatamente “de vida ou morte”. Era a sua desculpa. Sua única ponte para o abismo onde ele se encontrava.
Ela caminhou até a mesa de Jin, que estava terminando de organizar seus pertences.
— Sr. Seokjin? Eu… eu realmente preciso que o Sr. Kim assine estes documentos de incorporação. São urgentes para a reunião de amanhã cedo com os investidores de Busan. O senhor poderia me passar o endereço da residência dele?
Jin parou o que estava fazendo. Ele a observou com uma inteligência aguda que provava que, apesar das piadas, ele era um Kim. Ele viu o desespero nos olhos dela, a culpa latente e algo mais que nem ela sabia nomear.
— Ele odeia visitas, Karine. Especialmente quando está vulnerável. Ele é como um leão ferido; ele morde quem tenta ajudar.
— Eu não tenho medo de mordidas, Sr. Kim. Eu trabalho com ele há meses. Eu só preciso da assinatura.
Jin suspirou, pegando um papel de recado e escrevendo o endereço de uma cobertura em Hannam-dong.
— Vá por sua conta e risco. Mas um conselho: se ele não abrir a porta, não insista. E… se ele abrir, não olhe muito para a mão direita. Ele odeia quando notam que ele está tremendo.
Karine saiu da empresa como se estivesse fugindo de um incêndio. O ar frio da noite não a incomodava mais. No caminho, ela parou em um pequeno restaurante tradicional coreano, um lugar que sua mãe costumava levá-la.
— Uma Hobak-juk e um Samgyetang, por favor. Para viagem — ela pediu, a voz trêmula.
O trajeto até Hannam-dong pareceu uma eternidade suspensa no gelo. Karine segurava as sacolas de papel térmico contra o peito, sentindo o calor da canja de galinha e da sopa de abóbora lutando contra o vento cortante de Seul que insistia em invadir o táxi. Suas mãos, ainda pálidas pela conversa da noite anterior com Ji-a, apertavam com força a alça da pasta de couro. Ela não estava ali como a assistente exemplar, nem como a herdeira negligenciada dos Min. Ela estava ali porque o silêncio de Namjoon no escritório tinha um peso que ela finalmente compreendia.
O condomínio UN Village erguia-se diante dela como uma fortaleza de vidro e concreto armado. Ao chegar à guarita blindada, o porteiro a barrou com a cortesia fria de quem é pago para manter o mundo lá fora.
— O Sr. Kim não recebe visitas sem agendamento prévio, senhorita — disse o homem, os olhos percorrendo o sobretudo simples de Karine e as sacolas de comida.
— Eu não sou uma visita — Karine respondeu, a voz firme apesar do tremor nas pernas. Ela abriu a pasta de couro, exibindo o selo dourado da Kim Global e os documentos de incorporação de Busan. — Sou a assistente direta dele. Estes documentos precisam de assinatura imediata para a abertura do pregão de amanhã. Se o projeto de um bilhão de won sofrer um atraso por causa de um protocolo de segurança, o senhor será o primeiro nome que explicarei ao Sr. Kim Seokjin.
O nome de Jin funcionou como uma chave mestra. O porteiro hesitou, fez uma ligação rápida e, após alguns segundos de tensão, liberou o acesso ao elevador privativo.
O elevador subiu silenciosamente até a cobertura. Quando as portas se abriram, o ambiente era mergulhado em uma penumbra minimalista. Não havia quadros de família, não havia vasos de flores. Apenas mármore escuro e uma iluminação indireta que parecia comprimir o espaço.
Karine caminhou até a porta maciça de carvalho. O coração martelava contra as costelas, um som surdo que parecia ecoar no corredor vazio. Ela tocou a campainha.
Uma vez. Silêncio absoluto. Duas vezes. O som metálico pareceu morrer dentro do apartamento.
Na terceira vez, ela não apenas tocou a campainha, mas bateu com os nós dos dedos na madeira.
— Sr. Kim? É a Karine.
Houve um ruído de trincos eletrônicos sendo destravados. A porta se abriu devagar, mas não totalmente. Namjoon apareceu no vão, e a imagem atingiu Karine como um impacto físico. Ele não era o CEO impecável de terno cinza. Ele usava uma camiseta de algodão preta e uma calça de moletom escura. Seu rosto estava pálido, com olheiras profundas que faziam seus olhos parecerem dois poços de exaustão. O cabelo, sempre milimetricamente penteado, estava desordenado sobre a testa.
— O que você está fazendo aqui? — A voz dele saiu rouca, uma nota baixa que vibrava com irritação e confusão.
— Eu trouxe os documentos de Busan. O Sr. Seokjin disse que o senhor não estava bem e…
— Seokjin — Namjoon cuspiu o nome, os olhos semicerrados em uma fúria súbita. A mandíbula dele travou. — Aquele idiota… Eu dei ordens explícitas para que ninguém fosse incomodado. Como ele se atreve a dar meu endereço pessoal para uma funcionária?
Ele respirou fundo, e Karine notou o esforço que ele fazia para manter a postura. O braço direito estava rigidamente colado ao corpo, a mão escondida atrás da porta, mas o ombro dele tremia de forma quase imperceptível.
— Me dê os documentos — ele ordenou, estendendo a mão esquerda. — Eu assino e você vai embora. Agora.
— Sr. Kim, o senhor precisa comer. Eu trouxe Samgyetang e…
— Eu não pedi comida, Senhorita Min. — Ele pegou a pasta com uma rispidez que quase a fez cair. — Volte para o seu dormitório. Se eu quisesse companhia, teria chamado um médico ou um garçom. Não você.
Ele começou a fechar a porta, um movimento final de expulsão. Mas Namjoon estava fraco. Ao empurrar a madeira pesada, sua coordenação falhou por um milésimo de segundo — o braço direito não respondeu ao comando de apoio e a porta cedeu uma brecha maior do que ele pretendia.
Karine não pensou. Ela agiu por instinto, deslizando para dentro do apartamento antes que ele pudesse reagir.
— Me desculpe, senhor — ela disse, já dentro do hall de entrada, a voz carregada de uma teimosia que ela raramente mostrava no escritório. — Mas eu não saio daqui até o senhor comer.
Namjoon parou, a porta ainda semicerrada. Ele se virou para ela, os olhos queimando de uma indignação gélida. Ele parecia um predador ferido, acuado em sua própria toca por alguém que deveria ter medo dele.
— Você perdeu o juízo? — ele perguntou, dando um passo em direção a ela. Mesmo doente e debilitado, sua altura imponente ainda era esmagadora. — Saia da minha casa, Karine. Isso não é uma ordem de trabalho. É um limite que você não tem o direito de cruzar.
— O senhor está com febre — ela rebateu, ignorando o tom de voz dele. Ela colocou as sacolas na bancada de mármore da cozinha americana, que era impecavelmente limpa, como se nunca tivesse sido usada. — O senhor mal consegue parar em pé. O Sr. Seokjin me disse que o senhor se isola quando está mal, mas isso não é isolamento, é negligência.
Namjoon soltou uma risada curta e seca, um som desprovido de qualquer humor.
— Negligência? Você fala de negligência para mim? — Ele caminhou até ela, a mão esquerda batendo na bancada com força, fazendo o papel das sacolas estalar. — Você acha que uma sopa quente resolve o que está errado aqui? Você acha que pode simplesmente entrar no meu santuário e brincar de enfermeira porque sentiu um pingo de pena ao me ver sem um terno de três peças?
— Não é pena, Sr. Kim. É eficiência — ela mentiu, sustentando o olhar dele. — Se o senhor morrer de inanição ou de uma gripe mal curada, quem vai revisar meus projetos de urbanismo? Quem vai me cobrar os quatro minutos de atraso? Eu estou protegendo o meu emprego.
O silêncio que se seguiu foi denso. Namjoon a observava, os olhos percorrendo o rosto dela com uma intensidade que parecia querer desmascarar cada intenção. Ele estava furioso, sim, mas por baixo da fúria, havia uma vulnerabilidade que o aterrorizava. Ninguém entrava ali. Ninguém o via sem a armadura. E ali estava ela, a mulher que era o epicentro de todas as suas noites de insônia, invadindo sua cozinha com cheiro de ginseng e caldo de abóbora.
— Eu vou assinar essa droga de papel — ele disse, a voz subitamente baixa, perigosa. — E depois que eu assinar, você vai pegar essas sacolas e sumir da minha frente. Entendido?
— Só depois que o senhor tomar pelo menos metade do Samgyetang — ela insistiu, abrindo o recipiente térmico. O aroma rico do caldo preencheu o ar frio do apartamento, um contraste violento com a estética estéril do lugar.
Namjoon fechou os olhos por um segundo, a exaustão vencendo a raiva. Ele sentiu o estômago reclamar — ele não comia nada sólido há mais de vinte e quatro horas. O braço direito latejou, uma dor aguda que subia pelo pescoço.
— Você é a funcionária mais irritante que já tive o desprazer de contratar — ele murmurou, mas não se moveu para expulsá-la novamente.
Ele sentou-se em uma das banquetas altas da ilha da cozinha, deixando os ombros caírem. Sem a fachada de poder, Namjoon parecia um homem que carregava o peso de um edifício inteiro nas costas. Karine pegou uma tigela no armário — que estava quase vazio, exceto por copos de cristal e garrafas de uísque — e serviu a sopa com cuidado.
Ela colocou a tigela na frente dele, junto com uma colher.
— Coma, senhor. Os remédios que eu trouxe só funcionam se o estômago não estiver vazio.
Namjoon olhou para a tigela, depois para as mãos de Karine. Ela estava agindo com uma naturalidade que o desconcertava. Ela não fazia perguntas sobre a casa, não comentava sobre a decoração luxuosa, não mencionava o fato de ele estar tremendo levemente. Ela apenas o servia, como se aquele momento fosse a coisa mais lógica do mundo.
Ele pegou a colher com a mão esquerda. A primeira colherada foi recebida com uma careta, mas o calor do caldo começou a relaxar seus músculos tensos. Karine sentou-se na banqueta ao lado, mantendo uma distância respeitosa, mas vigilante.
— Por que você faz isso? — ele perguntou após alguns minutos, a voz menos agressiva, mas ainda carregada de uma desconfiança profunda. — Por que insistir em entrar? A maioria das pessoas fugiria de um homem no meu estado.
Karine olhou para a vista da cidade através das imensas janelas de vidro. As luzes de Seul brilhavam lá embaixo, indiferentes ao drama que ocorria na cobertura.
— O senhor é um homem difícil, Sr. Kim. Mas o senhor é justo. E… — ela hesitou, escolhendo as palavras com cuidado para não tocar nas feridas expostas — …eu sei o que é se sentir sozinho em uma sala cheia de gente. Achei que hoje, o senhor não deveria estar sozinho nem em uma sala vazia.
Namjoon parou a colher no ar. Ele olhou para ela de soslaio. Aquela frase o atingiu em um lugar que ele pensava estar blindado. Ele lembrou-se da Karine no jantar com a família, cercada por víboras, mantendo a dignidade enquanto todos tentavam devorá-la.
Ele não disse “obrigado”. Ele não era esse tipo de homem. Em vez disso, ele empurrou a pasta de documentos em direção a ela com o braço esquerdo.
— Pegue a caneta na gaveta lateral. Eu vou assinar.
Karine obedeceu prontamente. Namjoon pegou a caneta e, com um esforço visível que fez as veias de seu pescoço saltarem, assinou os documentos. A assinatura saiu um pouco trêmula, diferente da caligrafia afiada de sempre, mas estava lá.
— Pronto — ele disse, soltando a caneta como se ela pesasse uma tonelada. — Agora tome os seus remédios de farmácia e vá embora. Eu vou dormir.
Karine pegou os comprimidos e um copo de água, colocando-os ao lado da tigela agora vazia.
— Tome estes dois para a febre e este para a dor muscular. Eu vou deixar a Hobak-juk na geladeira para o seu café da manhã.
Namjoon tomou os remédios sem protestar, a resistência esgotada. Ele se levantou, cambaleando levemente, e Karine instintivamente estendeu a mão para segurar seu braço esquerdo. O toque foi breve, mas eletrizante. A pele dele queimava.
— Eu consigo caminhar sozinho, Karine — ele disse, mas não afastou a mão dela imediatamente.
Ele a conduziu até a porta. Antes de sair, Karine virou-se para ele.
— Melhore, senhor. A Kim Global precisa do seu dono. E eu preciso do meu chefe.
Namjoon encostou-se no batente da porta, observando-a entrar no elevador. Ele não respondeu, mas enquanto as portas de metal se fechavam, Karine viu algo nos olhos dele que nunca tinha visto antes. Não era ódio. Era uma curiosidade dolorosa, como se ele estivesse tentando entender como ela — a filha do homem que ele desprezava e a irmã da mulher que o descartara — podia ser a única pessoa a lhe trazer um pouco de calor em uma noite de inverno.
A porta da cobertura se fechou. Namjoon voltou para a cozinha, olhando para a tigela vazia. O cheiro de ginseng ainda pairava no ar, uma prova de que ela estivera ali. Ele tocou o lugar no braço onde ela o segurara.
Ele ainda a odiava. Odiava o que o nome dela representava. Mas, naquela noite, pela primeira vez em cinco anos, o monstro dentro dele não estava gritando por vingança. Estava apenas… em silêncio, aquecido por uma sopa de abóbora e pela presença de uma mulher que se recusava a deixá-lo quebrar sozinho.
Ela aprendendo com o melhor
[quote]— Eu não pedi comida, Senhorita Min. — Ele pegou a pasta com uma rispidez que quase a fez cair. — Volte para o seu dormitório. Se eu quisesse companhia, teria chamado um médico ou um garçom. Não você. [/quote
Delicado que nem uma patada de elefante
O Kim mais bonito kk
Quero ver ate quando ele vai odiar ela, pra mim isso é amor encubado
Cara ela ainda fez ele comer, celoco a mulher é pica
Mano a bicha destemida, foi la e botou o pau na mesa
Worldwilde handsome tu é irmão dele? Kkkkkkkkk
[quote]Ele ainda a odiava. Odiava o que o nome dela representava. Mas, naquela noite, pela primeira vez em cinco anos, o monstro dentro dele não estava gritando por vingança. Estava apenas… em silêncio, aquecido por uma sopa de abóbora e pela presença de uma mulher que se recusava a deixá-lo quebrar sozinho.
O que um pouco de cuidado não faz hein??
[quote]— Você é a funcionária mais irritante que já tive o desprazer de contratar — ele murmurou, mas não se moveu para expulsá-la novamente.
Desprazer né? Seeeeei
[quote]— Eu não tenho medo de mordidas, Sr. Kim. Eu trabalho com ele há meses. Eu só preciso da assinatura.
A resposta na ponta da língua kkkkkk
[quote]Mas para Karine, aquela leveza era sufocante. A ausência de Namjoon pesava mais do que sua presença. Ela olhava para a mesa vazia e via o cirurgião quebrado. Via o homem que fora descartado por sua irmã como “investimento perdido”. Cada risada de Jin a lembrava de que Namjoon estava sozinho em algum lugar, lidando com os demônios que ela, involuntariamente, ajudara a alimentar.
Huuum, tá preocupada demais… No meu tempo isso tinha um nome kkkkk
[quote]— Eu sou o “Sr. Kim” mais bonito desta família, mas pode me chamar de Seokjin. Ou Jin, se quiser ser eficiente como o meu irmão rabugento — ele estendeu a mão, ignorando a formalidade rígida da empresa. — O Namjoon está passando mal. Uma raridade, eu sei. O homem é feito de engrenagens e rancor, mas até robôs superaquecem. Ele me pediu para segurar as pontas hoje para que ninguém incendiasse o prédio na ausência dele.
O mais bonito da família, sim ou com certeza?? Hahahahah
Uquê?? Já acabou ? Só sábado q vem? Mds não vou aguentar
[quote]— Eu não pedi comida, Senhorita Min. — Ele pegou a pasta com uma rispidez que quase a fez cair. — Volte para o seu dormitório. Se eu quisesse companhia, teria chamado um médico ou um garçom. Não voce.
Eiiita que ele é delicado, feito um coice de mula
Aaaaah ingrato
“Eu quero que ele me morda”
Ou os lábios de mel