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O céu de Seul amanhecia em tons de cinza claro, e a cidade, já desperta, pulsava ao ritmo dos passos apressados e buzinas ao longe. Do lado de fora, a fachada envidraçada da Iron Fist Academy refletia os primeiros sinais de movimento da rua. Do lado de dentro, a academia ainda respirava silêncio, interrompido apenas pelo zumbido baixo do ar-condicionado e pelo rangido metálico das portas automáticas se abrindo.

Jungkook foi o primeiro a entrar. Carregava as luvas de boxe penduradas no ombro e uma garrafa d’água presa pela mão tatuada. Vestia uma regata preta que deixava à mostra os braços definidos, e o sorriso fácil já se acendia assim que cruzava o hall. Era sempre assim: antes mesmo de o treino começar, ele parecia pronto para uma performance — fosse no ringue ou diante de qualquer olhar feminino que atravessasse seu caminho.

— Bom dia, gatinha — murmurou, com a voz carregada de malícia, quando passou pela recepcionista que digitava concentrada. Ele não esperava resposta. Bastava o riso tímido dela para alimentar o ego.

Apesar de ser o professor de boxe, Jungkook não tinha pressa em subir para o ringue. Sua primeira aula começava mais tarde, então aproveitava as manhãs para treinar musculação flertar com as alunas. Isso lhe dava duas vantagens: manter o corpo no auge e, de quebra, observar — e ser observado.

Logo atrás dele veio Namjoon, mais discreto, mas não menos imponente. Trazia no ombro uma mochila volumosa, cheia de equipamentos, cadernos e até alguns livros que carregava para preencher os intervalos. Professor de musculação e condicionamento físico, era metódico. Cada série, cada postura, cada respiração tinha uma explicação lógica em sua boca. Diferente de Jungkook, sua atenção não se desviava facilmente; ainda assim, os olhos denunciavam um cansaço constante, uma preocupação que não tinha a ver com a academia, mas com a vida lá fora. Um relacionamento que não ia bem, talvez? Ele não falava muito, mas os amigos sabiam.

— Você chega cedo, mas sempre parece que já correu uma maratona antes de vir — Jungkook provocou, vendo o amigo largar a mochila atrás do balcão.

Namjoon riu baixo. — É que eu tenho vida fora daqui, sabia?

— Vida ou problema? — Jungkook ergueu a sobrancelha, com aquele ar que misturava deboche e curiosidade.

O mais velho não respondeu de imediato. Apenas tirou os óculos de grau, guardou-os no estojo e respirou fundo, como quem preferia deixar as palavras no ar em vez de transformá-las em confissão.

Por último, Taehyung surgiu. Alto, sereno, com a calça preta de treino e a camiseta simples que deixava ver a forma física de quem passava horas no tatame. Ele era o responsável pelas aulas de Muay Thai, e a calma que carregava no rosto contrastava com a intensidade dos golpes que ministrava.

— Vocês dois já começaram cedo? — ele perguntou, a voz grave, enquanto se aproximava.

— Eu tô aquecendo, hyung — Jungkook respondeu, já ocupando um dos aparelhos de supino, mas ainda atento à porta de entrada. — Hoje promete.

— Promete pra quem? — Namjoon resmungou, abrindo a agenda de treinos. — Pra você ficar distraído com as alunas novas?

Taehyung apenas riu baixo e se apoiou no balcão de madeira. — Deixa ele. É o único jeito dele aquecer antes do treino.

O clima entre eles era leve, familiar. Entre provocações, risos e silêncios, a amizade que sustentava não só a sociedade, mas também a rotina pesada da academia, se mostrava em cada detalhe.

Pouco depois, os primeiros alunos começaram a entrar. O som da catraca girando trouxe vida ao ambiente. Dois rapazes com toalhas nos ombros seguiram direto para a sala de musculação. Um grupo de mulheres passou pela recepção em direção ao vestiário. Jungkook interrompeu o supino só para observar.

— Bom dia. Hoje é treino de pernas, né? — disse para uma delas, piscando de leve.

Ela riu, enquanto seguia o caminho. Namjoon bufou. — Você não cansa, não?

— De treinar? Nunca. De olhar coisa bonita? Menos ainda.

Taehyung balançou a cabeça, mas o canto da boca denunciava o riso contido.

Enquanto Jungkook fazia charme, Namjoon já ajeitava os pesos para a primeira turma. Orientava cada aluno com atenção, corrigindo posturas, ajustando a carga, e oferecendo pequenas explicações que soavam mais como aulas particulares. Não importava se eram iniciantes ou veteranos, com ele todos recebiam a mesma paciência.

No tatame, Taehyung organizava as luvas e caneleiras. O cheiro do álcool usado para limpar o chão ainda pairava no ar. Ele não tinha pressa. Sabia que, em pouco tempo, seus alunos entrariam prontos para suar, gritar e aprender com a mesma intensidade que ele colocava em cada golpe.

A academia ganhava vida. O som metálico das anilhas batendo ecoava pelo salão. Risadas e cumprimentos cruzavam o espaço. Jungkook, mesmo no meio do treino, ainda arrumava tempo para parar, ajeitar o cabelo molhado de suor e lançar sorrisos que sempre arrancavam reações.

— Você devia patentear essa cara de cafajeste — Namjoon comentou, passando por ele com um grupo de alunos.

— Tá com inveja porque não sabe usar a sua — Jungkook respondeu rápido, sem perder o ritmo das repetições.

— Ele tem razão — Taehyung disse de longe, calmamente, antes de se abaixar para ajustar as faixas de um aluno.

E assim, a manhã seguia. Não havia pressa, nem grandes expectativas. Apenas mais um dia na Iron Fist Academy.

Por volta do horário do almoço, os três já tinham combinado: seria uma pausa juntos, uma chance de respirar fora da rotina da academia. Namjoon terminava de fazer algumas anotações em seu caderno, concentrado, enquanto Tae já estava na recepção, ajeitando toalhas e observando discretamente a movimentação do espaço.

Mas Jungkook… não estava junto.

Ele estava na pequena salinha que usava como espaço privado para treinos individuais.  Dentro, Jungkook segurava a cabeça dela com força, inclinando-a para mais perto, em um gesto ao mesmo tempo autoritário e possessivo. Sua respiração era profunda, quase controlada, enquanto palavras baixas escapavam de seus lábios, carregadas de intensidade.

O corpo dele estremecia toda vez que a boca dela descia mais fundo, e os gemidos baixos escapavam contra os lábios comprimidos.

— Isso… porra… continua… — ele arfava, puxando o cabelo dela para forçar o olhar. — Quero te ver se engasgando no meu pau.

A baba escorria pelo queixo dela, enquanto ela obedecia, os olhos marejados de tanto esforço. Ele a afastou de repente, erguendo o rosto dela pelo cabelo. Um fio grosso de saliva caiu entre os dois.

— Já me deixou duro o suficiente… — ele rosnou, girando o corpo dela e a jogando debruçada sobre a mesa. O som seco da palma dele estalou contra a bunda dela, que já estava arrepiada. — Agora vou te foder.

Ele puxou o short dela para baixo de uma vez só e, sem cerimônia, a penetrou fundo. O choque fez o corpo dela arquear, um gemido abafado escapando contra o tampo frio da mesa.

— Quietinha… — ele sussurrou, segurando a boca dela com uma das mãos enquanto a outra agarrava seus cabelos. — Se alguém ouvir, fodeu.

Os quadris batiam com força contra ela, o som da pele se encontrando ecoava pela sala. A cada investida, ele a puxava pelos cabelos, obrigando-a a encarar o reflexo no vidro ao lado.

— Olha pra mim enquanto eu te como. — ele ordenou, os olhos queimando de desejo. — Quero ver sua cara de safada.

Ela tentava se segurar, os dedos agarrados à beira da mesa, mas os gemidos escapavam em ondas irregulares. Ele aumentou o ritmo, o corpo colando ao dela, cada estocada mais forte que a anterior.

— Isso… porra, você aperta tanto… — ele arfava, o suor escorrendo pela têmpora. — Vai me fazer gozar rápido desse jeito.

Ela quase choramingava, perdida entre a dor e o prazer, os quadris dela sendo empurrados contra a mesa com cada movimento. Ele grunhiu fundo, acelerando ainda mais.

— Caralho… vou gozar… — ele puxou o cabelo dela para trás, expondo a garganta arqueada. — Vou gozar na sua bunda.

Com mais algumas estocadas fortes, o corpo dele estremeceu inteiro. Ele saiu de dentro dela no último segundo, segurando o membro rígido enquanto jorrava quente sobre a pele dela, respingando até nas costas.

Ele riu, ainda ofegante, limpando o suor da testa com as costas da mão.

— Nada melhor do que foder você antes do almoço… — murmurou, ajeitando a roupa com pressa. Olhou para o relógio no pulso e soltou um suspiro divertido. — Merda, tô atrasado.

Antes de sair, inclinou-se, deu um tapa rápido na bunda dela, espalhando um pouco do que havia acabado de deixar ali.

— Se arruma rápido. Não quero ninguém te achando aqui. Depois a gente continua.

E saiu, deixando a porta bater atrás dele, enquanto ela ainda ofegava contra a mesa, sentindo o corpo tremer pela intensidade.

17 Comentários

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  1. Eney♡⁷
    Jan 2, '26 at 4:04 pm

    Jungkook seu safadoooo

  2. Karine
    Jan 3, '26 at 1:52 pm

    — Bom dia, gatinha — murmurou, com a voz carregada de malícia, quando passou pela recepcionista que digitava concentrada. Ele não esperava resposta. Bastava o riso tímido dela para alimentar o ego.

    A cara dele fazer isso kkkkkk

    1. @KarineJan 3, '26 at 2:50 pm

      kkkk

  3. Karine
    Jan 3, '26 at 1:55 pm

    Logo atrás dele veio Namjoon, mais discreto, mas não menos imponente. Trazia no ombro uma mochila volumosa, cheia de equipamentos, cadernos e até alguns livros que carregava para preencher os intervalos. Professor de musculação e condicionamento físico, era metódico. Cada série, cada postura, cada respiração tinha uma explicação lógica em sua boca. Diferente de Jungkook, sua atenção não se desviava facilmente; ainda assim, os olhos denunciavam um cansaço constante, uma preocupação que não tinha a ver com a academia, mas com a vida lá fora. Um relacionamento que não ia bem, talvez? Ele não falava muito, mas os amigos sabiam.

    Me interessei nesse professor kkkm

  4. Karine
    Jan 3, '26 at 2:00 pm

    O corpo dele estremecia toda vez que a boca dela descia mais fundo, e os gemidos baixos escapavam contra os lábios comprimidos.

    Isso é assédio kkkkkkk

    1. @KarineJan 3, '26 at 2:51 pm

      não se é ela que vai atras kkk

    2. FicanteDoJK♤
      @KarineJan 6, '26 at 10:53 pm

      Kkkkk Só se for do profe

  5. Karine
    Jan 3, '26 at 2:02 pm

    Com mais algumas estocadas fortes, o corpo dele estremeceu inteiro. Ele saiu de dentro dela no último segundo, segurando o membro rígido enquanto jorrava quente sobre a pele dela, respingando até nas costas.

    Aqui não aparece emoji kkkk (emoji laranja com calor suando e a língua pra fora)

  6. FicanteDoJK♤
    Jan 6, '26 at 10:51 pm

    Esse professor Jeikei é mesmo um espetáculo

  7. FicanteDoJK♤
    Jan 6, '26 at 10:52 pm

    — Se arruma rápido. Não quero ninguém te achando aqui. Depois a gente continua.

    Tá bm,Jeon, te vejo mais tarde então

  8. Thamis
    Jan 8, '26 at 2:53 pm

    — De treinar? Nunca. De olhar coisa bonita? Menos ainda.

    Cafajeste como sempre

  9. THAMIRIS
    Jan 8, '26 at 2:55 pm

    Logo atrás dele veio Namjoon, mais discreto, mas não menos imponente. Trazia no ombro uma mochila volumosa, cheia de equipamentos, cadernos e até alguns livros que carregava para preencher os intervalos. Professor de musculação e condicionamento físico, era metódico. Cada série, cada postura, cada respiração tinha uma explicação lógica em sua boca. Diferente de Jungkook, sua atenção não se desviava facilmente; ainda assim, os olhos denunciavam um cansaço constante, uma preocupação que não tinha a ver com a academia, mas com a vida lá fora. Um relacionamento que não ia bem, talvez? Ele não falava muito, mas os amigos sabiam.

    Eu imaginando uma aula particular com esse professor

  10. Thamis
    Jan 8, '26 at 3:01 pm

    O corpo dele estremecia toda vez que a boca dela descia mais fundo, e os gemidos baixos escapavam contra os lábios comprimidos.

    Jeusisss, é isso que tão ensinando nas academias??
    Quero aprender

  11. Thamis
    Jan 8, '26 at 3:03 pm

    — Isso… porra… continua… — ele arfava, puxando o cabelo dela para forçar o olhar. — Quero te ver se engasgando no meu pau.

    Pisquei e nem foi com os olhos

  12. THAMIRIS
    Jan 8, '26 at 3:04 pm

    — Quietinha… — ele sussurrou, segurando a boca dela com uma das mãos enquanto a outra agarrava seus cabelos. — Se alguém ouvir, fodeu.

    Literalmente

  13. Thamis
    Jan 8, '26 at 3:06 pm

    — Se arruma rápido. Não quero ninguém te achando aqui. Depois a gente continua.

    É um canalha mesmo

  14. IASMINE
    Feb 1, '26 at 10:47 am

    Jeykey meu filho ja logo no primeiro capítulo

Nota

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