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Yoo-na entrou no apartamento quase sem perceber o barulho das vozes na sala. Atrás dela, Jungkook fechou a porta devagar, com um clique firme. Ele passou o olhar por ela, franzindo levemente a testa.

— Você tá bem? — perguntou, a voz baixa, mas carregada de atenção.

Ela hesitou, como se não soubesse responder de imediato. Um leve constrangimento estampava seu rosto, ainda com o eco dos sons que vinham do outro lado da porta. Respirou fundo antes de soltar um riso contido.

— Eu… nunca vi minha amiga daquele jeito. E não queria ter visto — disse ela, finalmente, enquanto se jogava no sofá. A postura era relaxada, mas havia um misto de desconforto e curiosidade no olhar.

Jungkook ficou alguns segundos observando-a em silêncio, encostado perto da porta. Seu peito subia e descia devagar, como se também estivesse digerindo o que acabara de acontecer. Ele aproximou-se lentamente, apoiando-se na lateral do sofá.

— É… foi inesperado — disse ele, baixando o olhar. — Mas… você parece incomodada.

Yoo-na voltou calmamente, entregando as cobertas a ele com um leve sorriso contido.
— Boa noite, Jungkook — murmurou, virando-se para se afastar.

Mas antes que desse o segundo passo, sentiu o toque firme dele prendendo seu braço. Seu corpo perdeu o equilíbrio, e em um movimento ágil, Jungkook a puxou direto para o colo dele.

Os olhos dela se arregalaram, chocados pela proximidade repentina. O sorriso travesso que surgiu nos lábios dele a fez estremecer.
— Você esqueceu do meu beijo de boa noite… — disse em um tom baixo, quase rouco, antes de aproximar os lábios dos dela.

O beijo foi intenso, como se ele tivesse esperado a noite inteira por aquele momento. Yoo-na tentou, por instinto, não se entregar. Suas mãos repousaram tensas, uma contra o peitoral firme de Jungkook, a outra deslizando hesitante até sua nuca. Mas bastou um segundo para que sua resistência se dissolvesse.

O beijo se aprofundou, os lábios colados em uma dança faminta. Ele a segurava firme, como se não tivesse intenção de soltá-la, e a respiração dos dois já começava a se entrelaçar quente e descompassada.

Quando o ar se fez necessário, ela se afastou devagar, os olhos ainda presos nos dele, o peito subindo e descendo acelerado. Pigarrando suavemente para recuperar a compostura, forçou um sorriso discreto.
— Eu… — ela murmurou, levantando-se do colo dele com dificuldade. — Boa noite, Jungkook.

Sem esperar resposta, virou-se rapidamente e entrou no quarto. Antes de encostar a porta, porém, Jungkook conseguiu ver o pequeno sorrisinho travesso nos lábios dela, como se aquele beijo tivesse dito muito mais do que qualquer palavra.

Minutos depois…

Ele parou na porta entreaberta, apoiando uma das mãos no batente, os olhos fixos na cena. Yoo-na estava deitada de costas, o corpo pequeno aconchegado no ursinho de pelúcia que ele já sabia não ter sido presente de família, mas sim do ex.

Um aperto incômodo se instalou em seu peito. O maxilar travou, e por um instante, ele quase deixou escapar um suspiro de frustração.

“Sério…? Ela prefere abraçar esse maldito ursinho… do que se virar pra mim? Dormir comigo?” — pensou, mordendo o lábio inferior, sentindo aquela pontada ácida de ciúme que crescia mesmo contra a razão.

Ele inclinou a cabeça, observando o jeitinho dela se aconchegar, os lábios relaxados como se o mundo fosse tranquilo ao lado daquele objeto.

— Aish… — sussurrou baixinho, quase rosnando, passando a mão pelos fios de cabelo em irritação contida. — Esse ursinho não te beija, Yoo-na… não te aquece… não te faz perder o ar como eu acabei de fazer.

Se aproximou em passos silenciosos, como quem fosse tomado por uma mistura de raiva e desejo. A cada segundo, o pensamento o consumia: “Não vou deixar que algo que sobrou do passado dela tenha mais espaço que eu.”

Ele se abaixou ao lado da cama, ficando na altura do rosto dela. A respiração dele bateu suave contra a pele dela, e ele teve que fechar os olhos um instante para se conter. Os dedos coçavam de vontade de arrancar aquele urso dos braços dela e ocupar o lugar.

Mas Jungkook apenas ficou ali, observando, os olhos escuros brilhando na penumbra do quarto.

— Você devia estar nos meus braços, não nos dele… — murmurou baixinho, tão baixo que talvez fosse mais um desabafo ao silêncio do que uma confissão.

Ele esticou a mão, tocando de leve os fios do cabelo dela, deslizando até a ponta, como quem roubava para si um pedacinho daquela calma. O peito ardia com uma mistura de ternura e posse, e ele sabia que aquela cena não sairia da cabeça dele tão cedo.

Jungkook respirou fundo, mas o aperto no peito não cedia. Quanto mais olhava Yoo-na abraçada ao ursinho, mais aquele ciúme queimava como fogo sob a pele. Ele mordeu o lábio inferior, olhos fixos na cena, até que não aguentou mais.

— Chega… — murmurou entre dentes.

Com delicadeza, ainda assim decidido, ele puxou o ursinho dos braços dela, e o jogou no chão. O gesto a fez se remexer no sono, e por um instante ele prendeu a respiração, temendo que ela despertasse. Mas Yoo-na apenas virou o corpo, buscando o calor que havia perdido.

Jungkook aproveitou. Escorregou para cima da cama, rápido e silencioso, ocupando o espaço que o ursinho tinha deixado. Quando ela se virou instintivamente, os braços dela encontraram o peitoral dele, e o abraço que antes pertencia ao brinquedo agora era dele.

O coração dele disparou. Ele sentiu o calor suave dela contra o corpo, a respiração tranquila batendo em sua clavícula. Um arrepio percorreu sua espinha quando ela suspirou baixinho, como se seu corpo reconhecesse o dele até em sonho.

Ele sorriu, vitorioso e ao mesmo tempo completamente rendido. Puxou o cobertor sobre os dois, prendendo-a contra si, e murmurou junto à orelha dela:

— É assim que deveria ser, Yoo-na… 

Por alguns segundos, apenas ficou ali, observando o jeito dela se aninhar mais fundo contra o peito dele, como se aquilo fosse natural.

Jungkook fechou os olhos, inalando o perfume dela misturado ao cheiro doce dos fios de cabelo. O ciúme ainda latejava, mas agora, com ela nos braços, o sentimento se transformava em algo possessivo, quente, intenso.

Ele a segurou mais firme, como se não fosse deixar que nada — nem um maldito ursinho — tomasse o lugar dele outra vez.

— Você é minha… — sussurrou, quase sem voz, antes de beijar de leve o topo da cabeça dela e se deixar vencer pelo sono, ainda colado a ela.

Poucas horas depois…

Yoo-na abriu os olhos lentamente com a luz da janela, ainda sonolenta, e sentiu de imediato um peso quente sobre ela. Piscou algumas vezes até se dar conta: Jungkook estava ali, colado ao seu corpo, o braço forte a prendendo pela cintura.

O coração dela deu um salto. Assustada, seus olhos desceram rapidamente pelo próprio corpo, verificando a roupa. Estava vestida. Soltou o ar em alívio, mas a testa se franziu logo em seguida.

— O que você tá fazendo aqui…? — murmurou baixinho, sem resposta, já que ele dormia profundamente.

Ela mordeu o lábio, tentando entender. A forma como ele estava agarrado nela não deixava dúvidas: tinha entrado no quarto de propósito. Mas por quê?

Então, uma lembrança a atingiu. O ursinho.

Rapidamente, ela percorreu o olhar pela cama, procurando. Nada. Virou a cabeça para o lado, e lá estava ele, jogado no chão, abandonado perto do tapete.

Yoo-na levou a mão à boca para segurar o riso, mas uma risadinha baixa escapou mesmo assim.

— Sério? Você jogou meu ursinho no chão? — sussurrou, divertida, balançando a cabeça.

E então, um pensamento a fez parar. Tinha mentido para ele, dito que o ursinho era presente de um ex, só para provocar. Será que… aquilo era ciúme?

Sacudiu a cabeça, rindo sozinha.
— Não… não pode ser… — murmurou para si mesma. — Ele é um pegador. Um pegador não faz essas coisas.

Mas quando deixou o olhar pousar de novo no rosto dele, a certeza começou a tremer. Jungkook dormia profundamente, os traços relaxados, um leve sorriso desenhado nos lábios. Tão diferente do cafajeste arrogante que ele mostrava ser acordado.

O peito dela se apertou de um jeito inesperado. Sem pensar, levou a mão até os cabelos dele, acariciando devagar, deixando os dedos deslizarem pelas mechas escuras.

— Te olhando assim… — sussurrou, quase sem voz. — Nem parece que você é um cafajeste de marca maior.

Um sorriso nasalado escapou dela, suave e involuntário

Um sorriso nasalado escapou dela, suave e involuntário.

De repente, Jungkook se mexeu no sono, o braço apertando-a mais contra o corpo. O susto percorreu Yoo-na, e, rápido, ela fechou os olhos e fingiu estar dormindo, o coração disparado dentro do peito.

Yoo-na arregalou os olhos devagar, mordendo o lábio inferior como se tivesse sido pega em flagrante. O coração dela disparou, e a respiração ficou curta — a sensação era de que ele podia ouvir o sangue correndo em suas veias.

Jungkook sustentou o olhar dela com aquela expressão perigosa, o meio sorriso de canto que denunciava sua vitória. Os cabelos caíam um pouco sobre os olhos, ainda bagunçados do sono, mas havia algo predatório na forma como ele se inclinava sobre ela, os braços apoiados de cada lado de seu corpo, cercando-a por completo.

— Então é isso que você pensa de mim… — a voz saiu rouca, grave, carregada de ironia. — Cafajeste de marca maior?

Ela engoliu em seco, tentando encontrar alguma resposta, mas tudo que conseguiu foi apertar os lençóis entre os dedos.

— Eu… eu não disse isso. — a voz dela saiu fraca, quase um sussurro, enquanto os olhos fugiam para qualquer lugar, menos para ele.

Jungkook soltou um riso baixo, inclinado, cada vez mais perto. O hálito quente dele bateu contra os lábios dela quando murmurou:

— Não precisa negar, eu ouvi. — sua mão deslizou pelo cabelo dela, afastando uma mecha que caía sobre o rosto. — Mas sabe o que é engraçado? … É que mesmo achando isso de mim, você tava me acariciando como se eu fosse o contrário.

O rosto dela corou imediatamente. Yoo-na fechou os olhos por um instante, como se aquilo fosse amenizar a vergonha, mas só serviu para sentir mais forte a proximidade dele.

Jungkook sorriu satisfeito com a reação, a ponta dos dedos deslizando pela bochecha dela até o queixo. Segurou o rosto dela com firmeza, obrigando-a a encarar aqueles olhos escuros que a despia por dentro.

— Então, me diz, Yoo-na… — ele murmurou, provocador, inclinando-se até quase encostar a boca na dela. — Se eu sou mesmo um cafajeste… por que é que você tá tremendo agora?

Ele ergueu uma sobrancelha, esperando, mas não deu tempo para resposta. O sorriso dele se abriu em pura malícia antes de capturar os lábios dela num beijo profundo, faminto, cheio da intensidade que ele vinha segurando desde a noite anterior.

O beijo começou suave, mas a intensidade aumentou rápido. As mãos dele deslizaram pelos ombros dela, apertando de leve, explorando cada curva. Os lábios dela se abriram aos dele, e um gemido baixo escapou, abafado contra a boca dele.

Ele sorriu contra os lábios dela, segurando o rosto dela com firmeza, explorando com a língua, provocando, fazendo-a perder o controle. Cada gemido dela aumentava a sede dele, e o corpo dele se aproximava mais, colando cada vez mais, como se quisesse transmitir calor só com o toque.

— Eu não vou transar com você… — ela murmurou entre os beijos, tentando se afastar levemente, mas sem força suficiente para romper a proximidade.

Ele ergueu uma sobrancelha, um sorriso malicioso se formando nos cantos da boca.

— Uhum… — murmurou, baixo, apenas isso, antes de continuar o beijo, mais profundo, sugando, pressionando os corpos juntos, sem se importar com a resistência verbal dela.

As mãos dele desceram pelo pescoço dela, explorando a nuca, mordiscando de leve a pele sensível enquanto os lábios se deslocavam lentamente, beijando o pescoço dela, descendo até o colo. A respiração dela ficou irregular, os dedos agarrando a camisa dele sem saber se empurrava ou pedia mais.

— Não… eu não vou… — ela murmurou de novo, fechando os olhos, tentando se convencer, mas a voz saiu trêmula.

Ele não deu espaço. Segurou os quadris dela com firmeza, pressionando o corpo contra o dele, e continuou explorando, alternando mordidas e beijos, lambendo e sugando a pele. O corpo dela se arqueava involuntariamente, o gemido escapando mais alto, mesmo com a tentativa de resistir.

— Jung… — ela gemeu, tentando terminar o nome, mas ele a interrompeu, colando ainda mais o corpo ao dela, abafando o som com beijos vorazes.

Ele deslizou o beijo do pescoço dela até os seios, puxando a camisola para cima com um gesto firme e rápido. O peito dela se expôs, os mamilos já endurecidos. Jungkook os pegou entre os lábios, chupando e mordiscando, alternando com a língua, enquanto ela arfava e gemia alto, agarrando os lençóis.

A outra mão dele já descia pela pelo corpo dela, sentindo a calcinha encharcada, deslizando os dedos com firmeza e provocação. O corpo dele reagiu automaticamente, a ereção se apertando ainda mais, um gemido grave escapando de seus lábios:

— Jungkook, pa… — ela gemeu, quase sufocando o nome dele.

Ele não perdeu tempo. Deslizou os dedos por baixo da calcinha, puxando-a de uma vez, expondo-a completamente. Antes que ela pudesse reagir ou protestar, ele abocanhou-a, a língua explorando cada curva com voracidade.

— É assim que você fica pra mim… — murmurou ele, a voz rouca, enquanto sugava, lambia e provocava sem pressa. — Porra… você tá toda molhada só pra mim.

Ela jogou a cabeça para trás, tentando afastá-lo, colocando as mãos no cabelo dele, mas ele apenas segurou firme, o olhar encontrando o dela. A boca dele ainda molhada dela, ele perguntou baixo, provocativo:

— Quer que eu pare?

Ela gemeu frustrada, a voz trêmula e rouca, puxando a cabeça dele contra si, incapaz de se conter.

Ele riu baixo, satisfeitos com a rendição dela, e continuou, alternando chupadas, mordidas leves e toques precisos, explorando cada ponto sensível, pressionando os quadris contra os dela, os dedos massageando, até que o corpo dela se arqueou totalmente e os gemidos explodiram.

Ela perdeu o controle, os quadris se movendo em resposta instintiva, o corpo estremecendo em ondas de prazer, e ele permaneceu firme, sugando, lambendo, pressionando, fazendo-a gozar intensamente, ofegante, até que tudo se acalmou.

Ele soltou-a lentamente, ainda segurando-a colada ao corpo, respirando pesado, os gemidos dela ecoando na mente dele enquanto absorvia cada sensação. Ela, exausta, tremendo, ainda arfava, e ele permanecia ali, saboreando o momento.

14 Comentários

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  1. Karine
    Jan 8, '26 at 2:49 pm

    — Eu… nunca vi minha amiga daquele jeito. E não queria ter visto — disse ela, finalmente, enquanto se jogava no sofá. A postura era relaxada, mas havia um misto de desconforto e curiosidade no olhar.

    (/ω\)

  2. Karine
    Jan 8, '26 at 2:52 pm

    “Sério…? Ela prefere abraçar esse maldito ursinho… do que se virar pra mim? Dormir comigo?” — pensou, mordendo o lábio inferior, sentindo aquela pontada ácida de ciúme que crescia mesmo contra a razão.

    Aaa ciúme véi

  3. Karine
    Jan 8, '26 at 2:53 pm

    Com delicadeza, ainda assim decidido, ele puxou o ursinho dos braços dela, e o jogou no chão. O gesto a fez se remexer no sono, e por um instante ele prendeu a respiração, temendo que ela despertasse. Mas Yoo-na apenas virou o corpo, buscando o calor que havia perdido.

    Coitadinho kkkkk

  4. Karine
    Jan 8, '26 at 2:58 pm

    Jungkook soltou um riso baixo, inclinado, cada vez mais perto. O hálito quente dele bateu contra os lábios dela quando murmurou:

    Incrível que eles nunca tem bafo né kkkk

    1. @KarineJan 8, '26 at 3:14 pm

      o bafo tbm é quente kkkkkkk

  5. Karine
    Jan 8, '26 at 3:03 pm

    Que belo jeito de começar o dia né

  6. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 11:37 pm

    Os olhos dela se arregalaram, chocados pela proximidade repentina. O sorriso travesso que surgiu nos lábios dele a fez estremecer. — Você esqueceu do meu beijo de boa noite… — disse em um tom baixo, quase rouco, antes de aproximar os lábios dos dela.

    Só falta contar história pra ele dormi tbm

  7. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 11:41 pm

    — Aish… — sussurrou baixinho, quase rosnando, passando a mão pelos fios de cabelo em irritação contida. — Esse ursinho não te beija, Yoo-na… não te aquece… não te faz perder o ar como eu acabei de fazer.

    Kk ciúmes de uma pelúcia JK

  8. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 11:45 pm

    — O que você tá fazendo aqui…? — murmurou baixinho, sem resposta, já que ele dormia profundamente.

    Deu amnésia querida

  9. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 11:52 pm

    Sacudiu a cabeça, rindo sozinha. — Não… não pode ser… — murmurou para si mesma. — Ele é um pegador. Um pegador não faz essas coisas.

    Sim,pode ser kk

  10. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 11:54 pm

    — Então é isso que você pensa de mim… — a voz saiu rouca, grave, carregada de ironia. — Cafajeste de marca maior?

    Engraçado,que eles nunca estão dormindo de verdade

  11. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 11:58 pm

    — Não… eu não vou… — ela murmurou de novo, fechando os olhos, tentando se convencer, mas a voz saiu trêmula.

    Kk,tá quase me convencendo kk

  12. THAMIRIS
    Jan 17, '26 at 12:00 am

    — É assim que você fica pra mim… — murmurou ele, a voz rouca, enquanto sugava, lambia e provocava sem pressa. — Porra… você tá toda molhada só pra mim.

    Isso é porque ela não quer

  13. IASMINE
    Feb 1, '26 at 1:52 pm

    Gente a história do ursinho era mentira kkķkkkk

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