Capítulo 12 – Pecado 2 – O diplomata
por FanfiqueiraApós atender J-Hope, SN se permitiu um breve momento de pausa. Entrou no banho, deixando a água quente escorrer pelo corpo, lavando não só o suor e a excitação do encontro anterior, mas também tentando afastar os pensamentos que insistiam em voltar sobre Jungkook. O vapor subia ao seu redor, formando uma névoa que parecia criar uma bolha de segurança, um refúgio temporário.
Enquanto se enxugava, uma sensação de frio na barriga voltou, uma mistura de expectativa e nervosismo. Namjoon seria o próximo, e o pensamento dele poderia ser o gatilho para complicar tudo. Um receio sutil a atravessava: e se Jungkook descobrisse? Mesmo sem contrato, mesmo sem qualquer obrigação, parte dela queria permanecer invisível para ele naquele mundo. Não queria que ele visse mais ela daquele jeito, atendendo outros homens. A lembrança da raiva e da intensidade dele nos últimos encontros ainda era vívida, quase dolorosa.
Mas, contraditoriamente, havia uma faísca dentro dela — uma vontade, quase proibida: que ele aparecesse. Que ele a tirasse dali, que lutasse pelo que ele dizia sentir por ela. Um impulso estranho e perigoso percorreu seu peito, misturando medo, desejo e esperança (J-hope kkkk sorry não resisti).
Respirou fundo. Precisava se recompor. Vestiu outra camisola e outra calcinha, ajeitou o cabelo e olhou para o espelho com firmeza, como se ensaiasse para si mesma o papel que precisava desempenhar: elegante, controlada, impecável. Nada do que sentia deveria transparecer. Ela era profissional, e aquela era apenas mais uma transação.
Enquanto o relógio avançava, o silêncio do quarto parecia mais pesado, e a espera amplificava cada batida de seu coração. Ela respirou fundo mais uma vez, tentando afastar a ansiedade, e abriu espaço dentro de si para receber Namjoon, preparou-se para o próximo encontro.
O quarto estava mergulhado em meia-luz, velas acesas espalhando sombras dançantes pelas paredes, exatamente como o Namjoon gostava. Branca de Neve deitava-se sobre a cama, nua, já acostumada à espera ritualizada de Namjoon. Ela sentia o corpo pulsando de antecipação, a respiração mais rápida, lembrando das ordens e comandos que viriam. Cada músculo parecia consciente de que seria testado, explorado, dominado.
A porta se abriu sem barulho. Ele entrou, impecável na gravata e paletó, passos firmes e medidos, postura rígida de diplomata que domina tanto o mundo público quanto os momentos privados. O olhar dele percorreu cada centímetro do corpo dela, avaliando, medindo, impondo autoridade só com a presença. Branca de Neve arqueou as costas, oferecendo-se completamente, olhos fixos nos dele, já antecipando cada comando.
— Fique onde está — disse ele, a voz baixa, firme, carregada de domínio.
Ela não precisou de mais nada: obedeceu imediatamente, deitando-se de costas, olhos fixos na figura dele. Ele retirou a bolsa ao lado da porta e começou a preparar tudo com precisão: algemas forradas de couro, flogger elegante, vibrador cilíndrico e plug vibratório. Cada detalhe era calculado; cada gesto transmitia poder absoluto.
Primeiro, as algemas. Ele segurou os pulsos dela, ajustando o couro com firmeza, apertando o suficiente para segurar, mas sem machucar. O toque frio do metal contra a pele quente arrancou um arrepio de prazer da Branca de Neve. Em seguida, a venda de seda sobre os olhos mergulhou-a na escuridão, tornando cada som e toque infinitamente mais intenso.
Namjoon começou pelo pescoço, mordidas leves e sugadas, descendo pelos ombros. A cada toque, ele demonstrava posse, guiando o corpo dela, apertando a cintura com força calculada. Ela arqueava, gemidos baixos escapando da garganta, cada som aceito como parte da dança que eles já conheciam.
O vibrador entrou em ação. Primeiro, apenas próximo à pele, zumbindo no ar; depois, o toque direto sobre a vulva, provocando arquejos e tremores involuntários. Ele alternava golpes do flogger nas nádegas — secos, ritmados, medidos para provocar dor prazerosa — com carícias firmes, estimulando cada ponto de prazer.
— Gosta quando eu marco você, não é? — murmurou, sussurrando palavras duras entre cada tapa.
Ela respondeu com gemidos, submissão total, palavras sujas escapando entre respirações curtas. Cada toque, cada comando, cada puxão de cabelo, intensificava a excitação. Ele variava a intensidade: tapas mais fortes, enforcamento leve, sempre atento às respostas dela, sempre reforçando o domínio.
Quando a posição mudou, ela de quatro, algemada, a venda ainda nos olhos, ele usou o chicote com precisão. O som seco do couro atingindo a pele ressoava pelo quarto, seguido de massagens rápidas e ordens suaves. Entre golpes e carícias, Namjoon alternava controle e prazer, cada gesto medido para levá-la ao limite.
A penetração veio em seguida, firme e intensa, cada estocada uma afirmação de poder. Ele ditava o ritmo, alternando posições, usando as mãos para explorar os seios, puxar cabelos, aplicar tapas na bunda. O vibrador e o plug continuavam em ação, amplificando cada sensação, cada gemido, cada reação. Ordens misturavam-se aos gemidos e ao som do couro, criando uma sinfonia de prazer e submissão.
No auge, ela explodiu em convulsões de prazer múltiplas, gritando seu nome, chorando e tremendo ao mesmo tempo. Ele acompanhou, segurando firme, gozando na cara dela, enquanto a envolvia seus cabelos em um puxão possessivo.
Depois, ele a liberou das algemas, retirou a venda, e passou a cuidar do corpo marcado, suavizando a tensão com beijos longos, palavras de elogio e carícias calmantes. O aftercare foi delicado, mas carregado de possessividade: massagens, verificação de marcas, respiração conjunta, silêncio cúmplice que reforçava o poder e a entrega.
Quando se levantou para se vestir, deixou um beijo firme na testa dela, e a última frase ressoou no quarto:
— Voltamos a marcar de novo na semana que vem.
O ar ainda estava pesado, carregado da respiração deles, quando seus olhos escuros não desgrudavam dela. Ele inclinou a cabeça e, com a voz baixa, firme mas com um toque de curiosidade, disse:
— Eu sei que não é da minha conta… mas pensei que você estivesse ocupada durante o restante da semana. Fiquei sabendo… que você foi contratada, um contrato… para ser uma puta exclusiva de um homem.
SN o olhou, meio cansada, meio provocativa, e respondeu com naturalidade:
— O homem desistiu do contrato.
A surpresa atravessou o rosto dele como um choque elétrico. Seus olhos se arregalaram, a mão ainda apoiada atrás dela, segurando firme o peso do corpo dela:
— O quê? Desistiu? De… de foder você como quiser todos os dias, durante uma semana? Ele… Ele é maluco? — Ele engoliu em seco, o choque misturado à tensão ainda percorrendo o corpo.
Ela deu um leve sorriso forçado, e arqueou uma sobrancelha:
— É melhor assim… — disse, aproximando-se mais, deslizando o corpo contra o dele — …porque agora eu posso te atender.
Antes que ele pudesse responder, ela subiu no colo dele, envolvendo suas pernas ao redor da cintura dele, puxando-o para mais perto. Beijou-o com intensidade, desesperada e ao mesmo tempo provocante. O beijo era possessivo, urgente, carregado de desejo e desafio.
Branca de Neve sentiu o corpo ainda quente, pulsando, quando Namjoon a segurou firme pelo quadril, erguendo-a sem pressa ajustando-a sobre o próprio colo. Ela se apoiou nos ombros dele, deslizando os braços pelo pescoço, e encontrou os lábios dele em um beijo feroz, profundo, molhado e cheio de desejo. O sabor dele a incendiava, cada toque de língua, cada sucção, cada mordida era um comando que ela obedecia.
— Ainda temos uns minutos, quero te foder mais! — a voz grave dele soava autoritária, mas carregada de possessividade.
Ela gemeu, mordendo o lábio, apertando o corpo dele contra o seu. — É claro que dá, você sabe que faço qualquer coisa por você, você é o meu melhor cliente!
Namjoon sorriu, cruel e dominante, puxando os cabelos dela com força medida e rosnando: — Então se comporte, Branca. Faça direito.
Ela começou a quicar nele, ritmo intenso e deliberado, sentindo o corpo dele reagir a cada movimento. Ele segurava firme os quadris dela, orientando cada impulso, enquanto a outra mão batia forte nas nádegas dela, o som ecoando pelo quarto.
— Mais rápido! — ele ordenou, puxando o cabelo dela para trás, às vezes segurando a cabeça com firmeza enquanto dava um tapa na cara, deixando um arrepio de dor e prazer percorrer seu corpo.
Branca de neve arqueava, gemidos altos escapando, peito subindo e descendo, os braços segurando-o como se fosse a única âncora em meio à tempestade de sensações. Cada tapa na bunda, cada puxão de cabelo, cada comando dele a fazia perder mais o controle, mergulhando completamente na entrega.
Ele alternava as ações: um tapa firme na bunda, depois puxava o cabelo, depois mordia a orelha dela, deixando-a arqueada, tremendo, enquanto ela gemia e delirava com cada toque. O vibrador ainda pulsava discretamente entre eles, amplificando cada sensação, cada movimento.
Namjoon inclinou o corpo para trás, segurando-a pelo quadril e pelo pescoço, guiando os movimentos de maneira calculada, dominadora. Ela sentia o calor dele por dentro, cada estocada profunda sincronizada com os quicar dela, gemendo mais alto a cada impacto. O quarto inteiro ressoava com o som de pele contra pele, gemidos dela, respiração ofegante dele e estalos secos de tapas.
— Grita meu nome, Branca! — ordenou, firme, e ela não hesitou: — Namjoon! — cada gemido acompanhava o ritmo, o corpo inteiro vibrando, pulsando, queimando.
Ele segurava os quadris dela com força, guiando cada movimento, aplicando tapas alternados: bunda, rosto, peito, acompanhando com puxões de cabelo e mordidas suaves nos ombros e clavículas. Ela se entregava completamente, corpo arqueando, mãos agarradas aos ombros dele, gemendo palavras safadas que saíam em meio a risadas sufocadas e respiração pesada.
A tensão aumentava, os músculos dela tremendo, coração disparado, enquanto ele ditava o ritmo final. Cada estocada, cada tapa, cada puxão, cada beijo, cada gemido criava uma combinação perfeita de dor, prazer e dominação.
E então ele acelerou os movimentos com brutalidade controlada, empurrando-a até o limite, e juntos caíram gozando juntos, corpos se contraindo, respiração ofegante, gemidos e palavras safadas se misturando, enquanto a intensidade do segundo round explodia pelo quarto.
Depois, ele a segurou firme, ainda sobre o colo, beijando a testa dela, respirando junto, o domínio transformando-se em cuidado terno. Ela estava exausta, mas completamente satisfeita, corpo quente, marcas visíveis e mente rendida ao prazer que Namjoon comandara com perfeição.
Namjoon ficou alguns minutos ainda com ela nos braços, respirando fundo, recuperando o fôlego. O corpo pesado de prazer, mas a mente já voltando para a disciplina quase automática de homem acostumado a mandar. Então se levantou devagar, ajeitou a calça e pegou o celular.
SN, ainda nua na cama, observava sem entender. Ele mexeu alguns segundos na tela, e o som da notificação no telefone dela ecoou no quarto.
SN esticou a mão, pegou o aparelho e arregalou os olhos. O valor brilhava na tela: não eram os 5 mil combinados… eram 30 mil reais.
Ela piscou, incrédula, depois olhou para ele, que a encarava com aquele sorriso de canto, quase cruel.
— Trinta mil? — ela murmurou, a voz embargada entre choque e desconfiança. — Por quê? Vinte e cinco mil a mais?
Namjoon riu baixo, um som sarcástico, cheio de deboche. Caminhou até ela com passos lentos, dominadores, e segurou o queixo dela entre os dedos firmes, forçando-a a olhar para ele. Deu um selinho demorado, quase provocador, antes de dizer:
— Porque você é a melhor puta que eu já comi. — A voz dele saiu rouca, carregada de certeza. — E sinceramente… estava pensando em fazer um contrato com você futuramente.
Ele deslizou a mão pelo corpo dela com firmeza, apalpando sem pedir permissão, aproveitando cada reação dela. Ousado, se inclinou mais e completou com crueldade lasciva:
— Pensei em levar você pra minha casa… te pagando muito bem só pra te foder todos os dias. A hora que eu quiser.
SN sentiu o corpo inteiro estremecer. Uma mistura de indignação e desejo percorreu sua pele, e antes que pudesse se conter, agarrou-o pelo colarinho da camisa e o puxou para um beijo intenso, desesperado. Seus lábios se chocaram com força, e ela gemeu contra a boca dele, sussurrando entre respirações pesadas:
— Porra, Namjoon… assim você me deixa molhada de novo.
Ele sorriu contra o beijo, mordiscou os lábios dela, mas se afastou com relutância.
— Infelizmente eu tenho que ir trabalhar, minha putinha. — A voz dele era seca, quase uma ordem.
Virou-a de lado de repente e deu um tapa forte na bunda dela, fazendo-a arfar.
— Mas na próxima vez… — ele disse, ajeitando a farda e já a caminho da porta — venho com mais horas. E já vou avisando: você não vai conseguir atender mais ninguém nesse dia.
Deu mais alguns passos, a mão já na maçaneta, e então parou, sem virar o rosto.
— Talvez nem nos próximos dias. — O tom carregava uma promessa perigosa, quase possessiva.
E saiu, deixando-a sozinha, ainda com o gosto dele nos lábios e a pele queimando.
Meus agradecimentos ao CHAT GPT porque sem ele, essa putaria não existiria kkk
Dicionário ( kkkk)
“Aftercare” significa cuidados posteriores, um termo geral para ações e produtos que ajudam na cicatrização e bem-estar após um procedimento, como uma tatuagem ou piercing, ou após uma atividade sexual, onde o termo refere-se à atenção e cuidados mútuos entre os parceiros.
Literalmente kkkkk
Queria taaaaaanto o emoji da mulher ajoelhada aaaah
Quero tentar assim tbm kkkk
Bruto selvagem
Homem de negócios, não quer perder nem um minuto kkk
Eu também quero um contrato kkk
Época que o chat não tinha convertido ainda lkkkkk
Poxa… época tão boa kkkk
Esse capítulo foi de tirar o fôlego