Capítulo 17 – Só minha
por FanfiqueiraO resto do dia correu com uma estranha leveza para ambos.
Jungkook voltou para o hospital, mas agora parecia mais alegre… assobiava andando pelos corredores e não tirava um sorriso bobo da cara.
Até as pacientes mais idosas, acostumadas ao seu jeito reservado, repararam.
— “Esse menino hoje está todo derretido, hein?” cochichavam.
Quando finalmente bateu o horário de encerrar o expediente, guardou os documentos com rapidez, pegou a mochila e foi direto para casa. Tomou banho correndo, trocou algumas peças de roupa que ficavam na mochila, ajeitou o cabelo e, no espelho, sorriu sozinho.
“Logo logo eu vejo ela de novo…” pensou, ajeitando a camisa no corpo antes de sair.
Enquanto isso, a vida dela parecia seguir tranquila. Pela primeira vez em anos, sentou no sofá com o pai e juntos assistiram ao programa que a mãe costumava ver quando ainda era viva. Era um momento raro, quase nostálgico, como se por um instante voltassem a ser uma família completa.
Mas então — (barulho de notificação). Uma mensagem chegou.
📩 Mensagem:
“Chego em 30 minutos. — Kang Dae-Hyun”
O sangue dela gelou.
O coração disparou.
Merda… eu tinha esquecido completamente… hoje tinha programa marcado.
Com as mãos trêmulas, correu para o quarto, pegou o celular e digitou:
📲 SN:
— “Oi… desculpe, tentei esperar pra ver se melhorava, mas nossa… ainda estou bem mal. Mas posso te indicar uma amiga, ela é a melhor lá dentro. E pra compensar o ocorrido vou pedir pra ela te dar um super desconto…”
📲 Dae-Hyun:
— “Eu não quero outra. Eu quero você. Só você.”
Ela respirou fundo, mordeu o lábio e insistiu:
📲 SN:
— “Confia em mim, ela vai te surpreender. Por favor… não posso atender hoje. Ela é discreta, linda e… vai te satisfazer como ninguém.”
📲 Dae-Hyun:
— “… Não gosto de ser enganado. E se não for tão boa quanto você, vai se arrepender.”
As mãos dela suavam. Ele não vai aceitar… pensou. Mas precisava tentar. Então correu para pedir ajuda.
📲 SN → Amiga:
— “Socorro! Eu não quero mais pegar programa nenhum… vou passar todos os meus clientes pra você. Inclusive tem um que tá chegando em 30 minutos. Se ele pedir desconto eu cubro… só por favor, me salva!”
Alguns minutos se passaram. A espera parecia uma eternidade. Então a resposta chegou:
📲 Amiga:
— “Amiga, fica tranquila 😂 eu pego seus clientes sim! Vai ser até melhor, tô precisando de dinheiro mesmo. Acabei de sair de atendimento, só preciso tomar um banho e beber uma água. Me passa o contato dele que eu enrolo um pouquinho.”
O coração dela acalmou. Um fio de esperança surgiu.
📲 SN → Amiga:
— “Obrigada, obrigada! Vou mandar o contato agora. Ele tá relutando, mas preciso me livrar dele.”
E então, pegou uma foto ousada da amiga em lingerie — provocante, insinuante, com olhar de puro convite — e mandou para Dae-Hyun.
📲 SN → Dae-Hyun:
— “Ela vai te enlouquecer, te prometo.”
📲 Dae-Hyun:
— “Melhor que ela seja tão boa quanto você… se não, vai se arrepender. Tô avisando…”
Ela soltou o ar pesado, tirou um print e mandou para a amiga.
📲 SN → Amiga:
— “Olha isso 🤦🏻♀️ kkkkk pelo menos funcionou.”
📲 Amiga:
— “KKKK eu disse! Fica tranquila, eu cuido desse tarado.”
As duas riram pela tela, aliviadas.
📲 Reações dos clientes
Cliente – Namjoon
— “Não gostei disso… você sabe que não gosto de mudanças.”
SN mordeu o lábio, digitando rápido:
— “Eu sei… mas confia em mim. Ela é segura, tem todos os exames, e vai te satisfazer.”
Um minuto de silêncio…
— “Tá, aceito. Mas não é a mesma coisa.”
O peito dela apertou. Namjoon sempre foi o mais exigente, mas ao menos não brigou demais.
Cliente – Jin
— “Você tá de sacanagem comigo, né? Eu tinha marcado com você amanhã! Eu sou casado, não posso sair comendo qualquer uma…”
Ela respirou fundo, digitando e apagando várias vezes. Quase escreveu: “Que tal você comer a sua mulher, então?”, mas não enviou.
No lugar disso, respondeu:
— “Ela tem todos os exames em dia, eu mesma conferi. Pode confiar.”
Ele demorou alguns segundos e retrucou:
— “Tô puto contigo. Mas… tá bom. Vou aceitar. Mais da próxima vez que eu te pegar… vou te deixar toda quebrada.”
Ela revirou os olhos, contendo o riso. Aham, vai sim… nunca mais, Jin.
Cliente – Jimin
— “Nem fodendo. Só aceito você. Só você faz eu gozar daquele jeito. Se for pra ser outra, eu suspendo tudo no Red Velvet.”
Os dedos dela tremeram no teclado. Sempre o mais intenso… sempre o mais difícil. Espero que isso não me dê problemas…
Cliente – Taehyung
— “Tá bom, eu aceito. Mas quero ver os exames dela antes. E deixa claro pra essa amiga sua que, quando você voltar… é você quem eu vou querer.”
Um arrepio percorreu a espinha dela. Direto. Prático. Mas ainda assim, preso a ela. Droga…
Cliente – J-Hope
— “Não gostei disso, SN. Quero você, não outra.”
A preocupação subiu à garganta. E se ele causasse problema?
Então mandou mensagem para a amiga, pedindo socorro. Pouco depois, a amiga mesma respondeu para ele com um vídeo explícito, gemendo, se exibindo descaradamente.
Minutos depois, a resposta:
— “Tá… mudei de ideia. Vou ficar com ela.”
SN abafou uma risada. Previsível demais.
Cliente – Han Jae-Sung
— “Caralho… que puta gostosa. Ela aceita de tudo, né? Vou fazer um estrago nessa vadia. Passa o número dela agora.”
Ela sentiu o estômago embrulhar. Nojento. Mas pelo menos não era mais com ela.
Cliente – Kang Dae-Hyun
— “Porra… fiquei até duro só de ver essa foto. Vou usar agora mesmo e depois vou querer comer essa putinha safada. Me passa o contato logo.”
Ela revirou os olhos com desgosto, soltando um suspiro pesado. Sério isso? Patético.
No meio da enxurrada de respostas, uma ausência a incomodava.
Ela abriu a conversa com Yoongi.
A mensagem enviada horas atrás ainda estava ali, não lida. Nenhum sinal azul, nenhum movimento.
O coração dela apertou.
E se ele tivesse se sentido traído? E se, depois de tudo que ele disse… depois de se oferecer para pagar minhas dívidas, de querer cuidar de mim, de me tirar dessa vida…
Com um nó no peito, respirou fundo, bloqueou o celular e voltou para a sala, tentando disfarçar o turbilhão dentro de si.
SN estava distraída no sofá, os olhos grudados na TV, ao lado do pai. Ela acabou adormecendo ali, encostada no estofado, o corpo relaxado, o cabelo bagunçado caindo sobre o rosto. O pai tinha se levantado para ir trabalhar, era seu segundo dia de trabalho de vigia noturno no hospital de Jungkook, ele cobriu a filha antes de sair, deixando-a sozinha, adormecida no sofá.
Poucos minutos depois, a campainha tocou. Jungkook apareceu na porta, já um pouco aflito. Ligou para ela, sem resposta. O silêncio aumentou a preocupação no peito dele. Bateu na porta com mais força, o coração disparado.
Ela acordou sobressaltada, segurando uma frigideira, os olhos arregalados. Cada passo até a porta era hesitante, cautelosa. Abriu devagar, a mão ainda sobre a frigideira como se fosse uma arma, o corpo tenso.
Ele a viu e congelou por um instante. Moletom largo, cabelo bagunçado, um lado do rosto levemente vermelho… Ela parecia completamente vulnerável e, ao mesmo tempo, incrivelmente fofa. Ele sentiu o peito apertar.
— Eu… você tá bem? — disse, a voz carregada de preocupação, mas com um leve riso escapando, ao notar a frigideira.
Ela olhou para ele, assustada, tentando recuar, mas ele se aproximou devagar.
— Essa… é pra me atacar ou cozinhar? — perguntou, meio divertido, apontando para a frigideira.
Ela corou, sem saber o que responder, e antes que pudesse se mover, ele com um gesto rápido, segurou a frigideira com uma mão e, com a outra, envolveu-a em seus braços. Ela foi pega completamente de surpresa.
O perfume dela, o calor do corpo, a vulnerabilidade do rosto ainda levemente adormecido… tudo isso o deixou sem fôlego.
Ele a segurou com força e a beijou com urgência, a boca devorando a dela, língua contra língua, enquanto suas mãos percorriam o corpo dela. Ela se arqueou, gemendo alto, segurando os cabelos dele com força, sentindo cada toque, cada pressão, cada roçar.
Sem conseguir esperar, ele a pegou no colo, fechou a porta com o pé e a deitou no sofá. Tirou o casaco dela, revelando a pele quente e macia, e imediatamente pressionou o corpo contra o dela, sentindo cada curva. Ele começou pelos seios, chupando com fome, mordendo levemente, provocando gemidos altos que enchiam a sala. Ela se contorcia sob ele, mãos explorando costas, ombros e cabelo, puxando-o ainda mais perto.
Ele desceu a mão, passando por dentro da calça dela, explorando lentamente a intimidade molhada dela. Ela arqueou mais, gemendo, tremendo de desejo, sentindo cada dedo dele. Ele a provocava:
— Você está tão molhada… caralho… — ele rosnou, e ela gemeu ainda mais, agarrando o cabelo dele.
Ele se afastou rapidamente, puxou a calcinha de uma vez e desceu a boca até ela, chupando com intensidade, lambendo, sugando, provocando gemidos altos e desesperados. Ela se arqueava contra ele, empurrando o quadril, tentando sentir cada toqueda língua dele.
Ele enfiou os dedos devagar, depois dois, mexendo com firmeza, provocando gemidos ainda mais altos. Ela apertava o braço dele, puxava o cabelo, mordia o ombro dele, gemendo:
— Mais… não para… caralho, me fode com a boca…
Ele respondeu com murmúrios roucos, cada gemido dela atiçando ainda mais o desejo:
— É meu… só meu… sente isso…
Ela explodiu de prazer, tremendo contra ele, gemendo alto, e ele não perdeu nenhum segundo, sugando cada reação, cada gota do gozo dela, saboreando cada gemido.
Depois, ele a beijou de novo com força, abrindo a calça dele o pau duro e latejante pulou para fora entrando de vez nela. Ela gemeu, puxando ele ainda mais para dentro, implorando. Ele a penetrou devagar no começo, sentindo cada movimento dela, depois acelerou, segurando firme a cintura dela, movimentando o corpo com força, ritmo intenso, estalando pele contra pele.
Eles mudaram de posição várias vezes. Primeiro ele a virou de quatro sobre o sofá, segurando firme a cintura dela e batendo com força, sentindo cada arqueada, cada reação. Ela gemia alto, mordendo o braço dele, puxando os cabelos dele, sentindo o corpo vibrar com cada toque.
— Me fode mais forte! — ela implorou, a voz rouca de desejo.
— Eu tô sentindo cada centímetro de você… caralho… — ele respondeu, mordendo o ombro dela, segurando firme a cintura.
Ela se arqueava, gemendo, enquanto ele aumentava o ritmo. Cada toque, cada pressão, cada estalo de pele contra pele fazia o prazer subir mais rápido. Ele inclinava o corpo sobre ela, roçando os quadris, segurando firme, explorando cada reação dela.
Depois ele a virou de frente, puxando ela para cima dele. Ela começou a cavalgá-lo, movimentos rápidos e precisos, comandando e sendo comandada ao mesmo tempo. Eles se olhavam nos olhos, corpos suados colados, gemidos altos preenchendo o quarto. Cada empurrão, cada toque nas costas, nos ombros, no quadril, fazia ambos perderem o controle.
— Não para… não para… caralho, não para! — ela sussurrava, arqueando o corpo e apertando os ombros dele.
— Eu não vou parar… porra… você é só minha… — ele rosnou, segurando firme a cintura dela e puxando para baixo dele com força.
Ela começou a tremer, arqueando violentamente o corpo, gemendo alto:
— Eu… eu vou… — ela mal conseguia falar, os dedos cravados nos ombros dele.
— Vai, deixa tudo sair… — ele respondeu, segurando firme cada movimento, sentindo o corpo dela apertar o dele, os músculos se contraindo.
Ele também chegou ao limite, cada impulso, cada toque e cada gemido dela o levando mais fundo. Ele gemia rouco, segurando firme os quadris dela, sentindo o corpo dele pulsar com força dentro dela:
— Eu… foda… eu tô… — ele arfava, pressionando mais fundo, sentindo o prazer explodir junto com o dela.
Os dois gozaram juntos, o corpo dela tremendo violentamente sobre o dele, os gemidos misturados, respiração ofegante e suor escorrendo pela pele. Ele segurou firme ela contra si, saboreando cada reação, cada tremor, cada gemido, enquanto lentamente começavam a se acalmar, ainda colados, corpos quentes e suados, respirando com dificuldade, mas completamente satisfeitos e exaustos.
0 Comentário