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Assim que chegaram no esconderijo, Jungkook não pensou duas vezes: correu até SN, se ajoelhou ao lado dela, deu um beijo em sua mão e ficou ali até ter certeza de que ela estava em repouso. Logo em seguida, carregou-a nos braços para o quarto, deitou-a com cuidado e pediu que o médico a monitorasse. Ele entrou no banheiro logo depois, ligando o chuveiro, para tomar banho.

Enquanto isso, na sala, os outros seis já estavam recolhendo suas coisas. O clima era de cansaço, mas também de alívio. Cada um enfiava suas coisas em mochilas, tentando fechar zíperes apressados.

Namjoon foi o primeiro a quebrar o silêncio:

— Vou voltar pra minha rotina. Reuniões, conferências, essas merdas que me ocupam o dia todo.

Jimin deu de ombros, ajeitando a alça da mochila no ombro:

— A mesma coisa de sempre. Amanhã cedo já tenho ensaio e reunião com a equipe. A vida de idol não para.

Taehyung, ajeitando o casaco de couro, deixou escapar um sorriso de canto: 

— Eu também. Tô fora dessa por enquanto. Minha rotina já é barulhenta o suficiente, ainda mais jogando pelos Dodgers, tenho que voltar para Los Angeles. 

Jin suspirou fundo, fechando sua bolsa com um estalo:

— Tenho que voltar para casa,  porque não é para qualquer um, manter o título de  “o homem mais bonito do mundo”, né? Mas essa missão é fácil para mim, então tenho que executar. 

Foi quando J-Hope ergueu a mão, quase rindo sozinho:

—  Vou ter que ficar fora do mapa. Quer saber? Vou tirar umas férias, já que não posso aparecer por aí.

— Férias? — Namjoon arqueou a sobrancelha.

— É. O único problema é que eu não vou mais poder enfiar o pé num puteiro tão cedo.

O comentário arrancou uma gargalhada seca do grupo. Jin, por sua vez, arregalou os olhos e levou a mão ao peito como se tivesse levado um tiro:
— Não… você tá me dizendo que eu não posso mais ir num puteiro?

Ninguém respondeu, só riram da reação exagerada. Ele suspirou, teatral:
— Caralho… vou ter que comer só a minha mulher. Eu não vou aguentar não. Vou ter que reativar meus contatos antigos.

Yoongi riu baixo, sem emoção:

— Leva coisa nova pra cama, talvez o sexo não seja ruim, só esteja cansada de você! 

O barulho do chuveiro cessou, e poucos segundos depois Jungkook surgiu na sala. Cabelo molhado, pingando no chão, com a toalha enrolada na cintura. O corpo ainda marcado pelo esforço da noite anterior.

 O corpo ainda marcado pelo esforço da noite anterior

Ele olhou para os amigos, notando as bolsas prontas.
— Vocês já vão?

Ninguém respondeu de imediato. Ele passou a mão no cabelo molhado e completou, encarando direto J-Hope e Yoongi:
— Não se esqueçam: tem que ficar um tempo fora do ar. Se aparecerem. Vai dar merda.

— Já tô sabendo. — respondeu Hope, jogando a mochila para o ombro.

Jungkook virou-se para Jin, firme:
— E nada de puteiro. Se vocês aparecerem em um lugar desses agora, acabou.

Jin suspirou de novo, puxando a bolsa e encarando o chão como se tivesse perdido a guerra:
— Tá, tá. Vou viver de jantar e sexo conjugal. Deus me proteja.

O clima estava leve, mas a tensão não sumia por completo. Todos já com as mochilas nas costas, prontos para sair.

Foi então que Tae perguntou, olhando para Yoongi parado ao canto:
— E você? Não vai vir?

Yoongi nem piscou, tragando o cigarro e soltando a fumaça devagar.
— Não. Vou ficar. Quero ver ela acordar. Quero falar com ela.

Jungkook passou a língua pela bochecha, o maxilar travado. Caralho, o que esse cara tá pensando? — se perguntou em silêncio, os olhos cravados em Yoongi por alguns segundos.

Mesmo assim, não disse nada. Apenas suspirou, se despediu do grupo com um aceno curto e voltou pelo corredor até o quarto, onde SN dormia.

SN dormiu por quase dois dias. O médico já tinha ido embora, não havia mais necessidade; Jungkook estava ali, sempre atento, cuidando dela. Limpava cada hematoma com delicadeza, trocava roupas de cama, ajeitava travesseiros, fazendo cada gesto com cuidado, como se cada toque transmitisse segurança.

Finalmente, seus olhos se abriram. A luz suave do quarto os recebeu, mas o primeiro que percebeu foi Jungkook. Ele estava ao lado da cama, corpo inclinado para frente, mãos ainda segurando levemente a dela para ajudá-la a se sentar.

— Você acordou. — A voz dele saiu baixa, rouca, mas carregada de emoção. Ele engoliu seco, segurando o rosto dela com cuidado, percorrendo com o olhar cada detalhe do seu rosto, certificando-se de que ela estava inteira.

SN piscou algumas vezes, confusa, depois relaxou ao perceber o ambiente seguro. Olhou ao redor, tomou consciência de que não estava mais naquela prisão, que agora estava protegida, acolhida. Um sorriso tímido surgiu.

— Eu…  — sussurrou.

Jungkook sorriu, deixando escapar um pouco de alívio e emoção contida.
— Sim. Está segura. E acabou. Tudo acabou.

Ela fechou os olhos um instante, permitindo que a realidade se assentasse, e então se inclinou para abraçá-lo com força. Ele a envolveu imediatamente, segurando-a firme, e o abraço se transformou em beijo. No início, terno, cheio de alívio, mas logo se tornou mais intenso, mais urgente. Ela subiu levemente em cima dele, pressionando-se contra seu peito, os corpos se encaixando.

— Ei, calma. — ele murmurou, segurando-a pelos ombros para que não fosse além. — Você acabou de acordar. Dormiu por dois dias e já quer sexo?

Ela riu, encostando a testa na dele:
— Não é bem assim, só não quero me desgrudar de você.

Ele passou a mão pelos cabelos dela, um toque protetor, e disse com firmeza:
— Vamos comer primeiro.

Ela fez uma careta divertida, mas concordou com um leve aceno:
— Eu tô morrendo de fome.

Jungkook tirou o celular e enviou uma mensagem rápida para a cozinheira. Pouco tempo depois, o aroma familiar de comida coreana tomou o quarto. Um banquete simples, mas cuidadosamente preparado, foi levado até a cama: tigelas de arroz, sopa quente, kimchi, legumes grelhados e carne marinada.

Sentaram-se lado a lado na cama, dividindo as porções, cada garfada preenchendo o silêncio com conforto. Ele olhava para ela entre as mordidas, tentando colocar em palavras o que havia acontecido.

— Quando fomos te resgatar… — começou Jungkook, a voz firme mas carregada de emoção. — Não te achamos em lugar nenhum, mas o Yoongi conseguiu te achar. Quando ele disse que tinha te achado, fiquei tão aliviado…

SN ouviu atentamente, os olhos se enchendo de lágrimas contidas. Ela pegou a mão dele, apertando-a com força:
— Eu estou aqui agora, e não vou sair mais do seu lado.

Ele sorriu, ainda preocupado, tocando a face dela:
— Eu faria tudo de novo. Não vou deixar ninguém te machucar nunca mais.

Ela sorriu, se inclinando para beijar sua mão e depois encostando a testa na dele.
— Obrigada… por me salvar. Por não me abandonar. Eu te amo meu amor. 

Ele travou por um instante, como se aquelas palavras fossem a chave que desarmava todas as defesas que ele tinha erguido nos últimos dias. Os olhos escuros dele se fixaram nos dela, o peito subindo e descendo em um suspiro profundo.

— Você não faz ideia do quanto eu esperei pra ouvir isso de novo… — murmurou, a voz rouca, carregada de emoção.

As mãos dele deslizaram pela cintura dela, firmes, mas carinhosas, puxando-a ainda mais para perto. O sorriso dele era pequeno, quase tímido, mas os olhos brilhavam de alívio e paixão.

Ele encostou a testa na dela, respirando fundo como se quisesse memorizar aquele instante.
— Eu também te amo… e dessa vez não vou deixar nada nem ninguém tirar você de mim.

Então ele a beijou, lento no início, mas com uma intensidade crescente, como se quisesse provar cada segundo daquilo que tinha sonhado durante todo o tempo que ela esteve ausente

Então ele a beijou, lento no início, mas com uma intensidade crescente, como se quisesse provar cada segundo daquilo que tinha sonhado durante todo o tempo que ela esteve ausente.

Ela subiu no colo dele com um sorriso travesso, roçando o quadril contra a ereção que já começava a se formar sob a calça. Apoiada nos ombros dele, começou a rebolar devagar, os olhos semicerrados e um gemido baixo escapando de sua boca.

— Você não tem ideia do quanto eu senti sua falta… — ela sussurrou, mordendo o lábio.

Jungkook prendeu a respiração, as mãos firmando na cintura dela enquanto o quadril dele subia num reflexo, buscando mais contato. O ar saía quente entre os dentes.

— Você vai me enlouquecer… — ele disse, a voz rouca, tentando segurar o autocontrole.

Ela sorriu, inclinou-se para beijá-lo e, no meio do beijo, murmurou contra a boca dele:

— Isso mostra que você me quer.

Os dedos dela deslizaram pelo peito dele, arrancando a blusa em seguida. A boca encontrou o peitoral definido, e ela começou a beijar, lamber, até abocanhar os mamilos dele.

— Sempre tão sensível aqui, né? — provocou, chupando de novo enquanto rebolava no colo dele.

Ele deixou escapar um gemido grave, a mão cravando na coxa dela. Num gesto repentino, quase bruto, Jungkook agarrou a blusa dela e a arrancou de uma vez. Os olhos dele percorreram as marcas ainda visíveis pelo corpo dela; os dedos passaram sobre a pele, e ele abriu um sorriso torto antes de abocanhar os seios dela, chupando, mordiscando, lambendo com vontade.

— Ah, caralho… você não sabe o quanto eu precisava sentir isso na minha boca de novo — ele murmurou, antes de deitá-la de costas na cama.

Ele desceu beijando o abdômen dela até puxar o short para baixo. A calcinha estava colada nela, úmida. Jungkook abocanhou o tecido, sentindo o gosto mesmo por cima, e gemeu contra a intimidade dela.

— Você tá toda molhada só de brincar comigo desse jeito…

Ele puxou a calcinha de uma vez, jogou para o lado e voltou a descer a boca, primeiro chupando os seios dela outra vez, depois deixando beijos molhados que foram descendo cada vez mais. Quando a língua dele finalmente a encontrou, ela arqueou o corpo e puxou os cabelos dele com força.

— Isso, amor… aí… não para… — ela gemeu, apertando os lençóis.

Jungkook se dedicava sem pressa, mas com intensidade. Lambia fundo, sugava, brincava com o ritmo só para ouvi-la gemer mais alto, até que a língua dele começou  foder ela com movimentos firmes, repetidos, cada vez mais intensos.

— Aaaah, Jungkook… eu vou gozar… — ela choramingou, os quadris rebolando contra o rosto dele.

Ele segurou suas coxas, mantendo-a aberta, sem deixá-la escapar, e continuou devorando até sentir o corpo dela tremer em espasmos de prazer.

Quando finalmente ela relaxou, ofegante, ele ergueu a cabeça, o queixo brilhando, os olhos escuros fixos nela.

Ela ainda tremia quando ele subiu pelo corpo dela, beijando sua barriga, seus seios, até chegar na boca. O beijo foi profundo, possessivo, a língua dele invadindo sem pedir permissão.

Sem soltar sua boca, Jungkook tirou a toalha em um só gesto e deixou o pau latejante escapar, duro, pesado, roçando contra a pele dela.

— Abre pra mim… — ele sussurrou, a voz grave, quase um comando.

Ela afastou as pernas, mordendo o lábio, os olhos ardendo de desejo.

— Quero você agora, Jungkook.

Ele encaixou a glande molhada na entrada dela e roçou algumas vezes, só para ouvi-la gemer impaciente. A cabeça caiu para trás quando ele finalmente a penetrou devagar, empurrando cada centímetro, sentindo a pressão quente a envolver seu pau inteiro.

— Ah, porra… tão apertada… — ele gemeu contra o pescoço dela, mordendo em seguida.

Ela agarrou as costas dele com as unhas, gemendo alto quando ele começou a se mover, primeiro lento, depois mais fundo, mais forte, o som de pele contra pele ecoando pelo quarto.

— Isso, amor… — ela suplicou, rebolando para recebê-lo mais fundo.

Jungkook segurou os pulsos dela contra o colchão, os músculos do braço marcados, e começou a socar dentro dela com força, cada estocada arrancando um gemido mais alto.

— Você não sabe o quanto eu sonhei com isso…  e eu só pensando em te ter assim de novo.

Ela o puxou para um beijo desesperado, gemendo contra a boca dele, sentindo o pau dele entrar e sair sem parar. O quadril dele batia forte, enquanto o corpo dela arqueava em busca de mais.

— Vai me fazer gozar de novo… — ela arfou, as pernas se fechando ao redor da cintura dele, prendendo-o ainda mais fundo.

— Então goza pra mim… goza no meu pau — ele disse entre dentes, socando ainda mais fundo e rápido, até sentir o corpo dela estremecer e gozar em torno dele, apertando-o sem piedade.

O gemido dela foi alto, desesperado, e Jungkook a fodeu através do orgasmo, sem parar, até estar à beira também.

Ele enterrou-se mais uma vez, profundo, e gozou dentro dela com um grunhido grave, o corpo todo tremendo.

Por alguns segundos, só se ouviu a respiração pesada dos dois. Ele se deitou sobre ela, ainda dentro, beijando sua boca com suavidade agora, como se o mundo tivesse parado ali.

— Eu não vou deixar nada te afastar de mim de novo… — ele murmurou, a mão acariciando o rosto dela.

12 Comentários

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  1. Karine
    Jan 16, '26 at 8:18 pm

    — Eu também. Tô fora dessa por enquanto. Minha rotina já é barulhenta o suficiente, ainda mais jogando pelos Dodgers, tenho que voltar para Los Angeles.

    Safado cachorro

  2. Karine
    Jan 16, '26 at 8:18 pm

    — Tenho que voltar para casa, porque não é para qualquer um, manter o título de “o homem mais bonito do mundo”, né? Mas essa missão é fácil para mim, então tenho que executar.

    Vagabundo, e a esposa ?

  3. Karine
    Jan 16, '26 at 8:19 pm

    Ninguém respondeu, só riram da reação exagerada. Ele suspirou, teatral: — Caralho… vou ter que comer só a minha mulher. Eu não vou aguentar não. Vou ter que reativar meus contatos antigos.

    Mas gente que cachorro kkkk

  4. Karine
    Jan 16, '26 at 11:24 pm

    Jin suspirou de novo, puxando a bolsa e encarando o chão como se tivesse perdido a guerra: — Tá, tá. Vou viver de jantar e sexo conjugal. Deus me proteja.

    Kkkkkkkkk q engraçadinho

    1. Anônimo Convidado
      @KarineMay 5, '26 at 5:04 pm

      Vagabundo de mais esse homem kkkkkkk

  5. Karine
    Jan 16, '26 at 11:25 pm

    Yoongi nem piscou, tragando o cigarro e soltando a fumaça devagar. — Não. Vou ficar. Quero ver ela acordar. Quero falar com ela.

    Iiih rapaz kkk

  6. Karine
    Jan 16, '26 at 11:26 pm

    SN dormiu por quase dois dias. O médico já tinha ido embora, não havia mais necessidade; Jungkook estava ali, sempre atento, cuidando dela. Limpava cada hematoma com delicadeza, trocava roupas de cama, ajeitava travesseiros, fazendo cada gesto com cuidado, como se cada toque transmitisse segurança.

    Wtf?? Dois dias mds

  7. Karine
    Jan 16, '26 at 11:28 pm

    — Ei, calma. — ele murmurou, segurando-a pelos ombros para que não fosse além. — Você acabou de acordar. Dormiu por dois dias e já quer sexo?

    Eu pensei a mesma coisa, calma aí garota

  8. Karine
    Jan 16, '26 at 11:30 pm

    Ela sorriu, se inclinando para beijar sua mão e depois encostando a testa na dele. — Obrigada… por me salvar. Por não me abandonar. Eu te amo meu amor.

    Já vi que o Yoongi pulou, coitado

  9. Karine
    Jan 16, '26 at 11:31 pm

    As mãos dele deslizaram pela cintura dela, firmes, mas carinhosas, puxando-a ainda mais para perto. O sorriso dele era pequeno, quase tímido, mas os olhos brilhavam de alívio e paixão.

    Aff essa foto aí me pega, te entendo S/N

  10. Karine
    Jan 16, '26 at 11:34 pm

    Ele desceu beijando o abdômen dela até puxar o short para baixo. A calcinha estava colada nela, úmida. Jungkook abocanhou o tecido, sentindo o gosto mesmo por cima, e gemeu contra a intimidade dela.

    E Cade o homem?? (Yoongi)

  11. IASMINE
    Jan 28, '26 at 6:35 pm

    Gostaria de apagar a minha memória pra ter a mesma sensação que eu tive quando comecei a ler, eu torci tanto por esses dois juntos

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