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A madrugada já dominava o Red Velvet. SN respirava fundo, o corpo exausto, cada músculo pedindo descanso, mas a rotina não dava trégua. Quando abriu a porta para atender o último cliente, seu coração deu um pulo. Kim Taehyung estava ali, imponente, a aura de arremessador totalmente confiante, a camisa aberta mostrando o peito marcado e os braços fortes. Um sorriso lascivo se formou nos lábios dele, e SN sentiu o estômago se contrair entre nojo, excitação e medo.

 Um sorriso lascivo se formou nos lábios dele, e SN sentiu o estômago se contrair entre nojo, excitação e medo

Ele avançou, seguro de cada passo, como se o espaço ao redor dela fosse dele por direito. A mão dele encontrou o braço dela e puxou com firmeza, sem quebrar a distância necessária para dominá-la. SN engoliu seco, tentando se recompor, mas cada movimento de Taehyung tinha a intenção de desestabilizá-la. Ele se inclinou, deixando a respiração quente bater contra o pescoço dela, e a voz rouca cortou o silêncio:

— Está pronta, vadia gostosa?

Soltou o casaco de qualquer jeito na poltrona, acendeu um cigarro e tragou fundo antes de lançar a fumaça direto no rosto dela.
— Abre a boca  — ordenou, a voz grave, arrastada.

SN tossiu, mas obedeceu. A fumaça entrou quente, amarga, e ele aproveitou para morder os lábios dela com força, empurrando um beijo carregado de nicotina e saliva. O cheiro do tabaco, a respiração dele pesada contra o rosto dela, tudo era invasivo, brutal — e de alguma forma excitante.

 Ele a conduziu para a banheira já cheia, o vapor quente envolvendo os dois. Sem aviso, ele a empurrou para a banheira, a água espirrando pelas bordas. Taehyung entrou logo atrás, o cigarro ainda preso entre os dedos, e mergulhou a boca nos seios dela. Tragou fundo, depois soltou a fumaça direto contra a pele molhada antes de abocanhar os seios novamente. O contraste entre calor, água fria e o toque agressivo dele arrancou um gemido abafado de SN.

Ele riu contra o corpo dela, cruel, satisfeito.
— Olha só como geme… você nasceu pra ser usada assim.

A água agitava ao redor, respingando para fora da banheira a cada movimento dele. Taehyung a segurou pelos pulsos e os prendeu contra a borda, imobilizando-a como se ela não tivesse escolha. Tragou o cigarro de novo, soltando a fumaça devagar sobre o rosto dela.

— Engole, vadia — murmurou, aproximando o cigarro dos lábios dela até quase queimá-la.

SN tossiu, tentando virar o rosto, mas ele apertou seus pulsos com mais força, obrigando-a a encarar. O riso baixo dele ecoou, carregado de crueldade.

Ele largou o cigarro no chão molhado e voltou a mergulhar contra o corpo dela. A boca percorreu o colo, descendo pelos seios já marcados de mordidas, sugando. Cada gemido abafado dela era como música para ele.

As mãos de Taehyung deslizaram firmes pelas coxas dela debaixo d’água, apertando, separando, explorando cada reação. A banheira virou palco de respirações pesadas, gemidos arrastados e o som do corpo dela batendo contra a porcelana a cada investida dele.

A pressão crescia, a mistura de dor e prazer se intensificava até que ela não conseguia mais distinguir o que era resistência e o que era desejo. O corpo dela respondia sem permissão, gemidos escapando sem controle.

Taehyung aumentou o ritmo, cada movimento mais duro, cada palavra mais suja.
— Isso, geme alto. Eu quero ouvir a vadia que você é.

A água chacoalhava violentamente, respingos escorriam pelo chão, e os gemidos dela ficaram mais altos, mais desesperados. O ápice explodiu ali, na banheira, com a respiração de ambos entrecortada, a pele marcada, a água ainda se agitando como se refletisse o que acabou de acontecer.

Taehyung a colocou em seu colo, a água escorria pelo corpo dos dois, e SN, exausta, deixou-se afundar contra o peito dele.

Os dedos dele, surpreendentemente gentis, passaram pelo cabelo dela, afastando os fios molhados de seu rosto.
— Vai ficar tudo bem — murmurou, baixo, quase um segredo que não combinava com o homem cruel de minutos atrás.

Ela fechou os olhos, ouvindo o ritmo lento da respiração dele, sentindo o peito largo subir e descer contra sua bochecha. Por alguns minutos, o tempo parou. O silêncio só era quebrado pelo barulho da água e pelo cigarro ainda queimando no canto da pia.

Mas a pausa não durou muito. Taehyung abriu os olhos, olhou o relógio no pulso e soltou uma risada breve.
— Hm… 

 Ele se mexeu, fazendo a água transbordar da banheira, e se levantou com ela no colo. SN quase escorregou, mas ele a segurava firme, como se estivesse em completo controle.

— Vem, vamos pra cama.

Taehyung se levantou com ela no colo, a água escorrendo pelos corpos, respingando pelo chão até chegarem ao quarto. A cama ele a colocou sobre o colchão delicadeza, o peso do corpo afundando o tecido.

— Deita, vou aproveitar um pouco.

Ele pegou o maço do bolso, acendeu outro cigarro e tragou fundo. O quarto se encheu do cheiro denso e pesado. Estendeu o cigarro para ela, arqueando uma sobrancelha.

SN hesitou por um segundo, mas obedeceu. Levou o cigarro à boca, puxou o fumo e tossiu quase de imediato, o peito ardendo. Ainda assim, continuou, como se não tivesse escolha. Seus dedos tremiam levemente, e, quando ela coçou o braço, pequenas manchas vermelhas começaram a aparecer na pele molhada.

Taehyung percebeu, mas não comentou. Apenas murmurou baixo, quase para si mesmo:
— Ok…

Ele pegou o cigarro da mão dela, tragou uma vez, prendeu a fumaça nos pulmões e apagou a ponta no cinzeiro ao lado. Lentamente, aproximou-se, colando os lábios nos dela e soltando a fumaça direto em sua boca antes de descer pelo corpo dela.

— Agora eu quero que goze na minha boca.

A língua dele explorou sem pressa, mas com firmeza, cada movimento arrancando um gemido mais alto que o anterior. As pernas dela tremiam, o corpo arqueava contra o colchão, e os dedos se agarravam aos lençóis como se fossem a única âncora possível.

Ele ria baixo contra a pele dela, as palavras soando abafadas mas carregadas de luxúria:
— Isso… geme pra mim, sua vadia… eu quero ouvir você implorar.

O prazer cresceu em ondas, incontrolável, até que ela se perdeu completamente, o corpo inteiro estremecendo no ápice. A respiração dela ficou entrecortada, arfante, enquanto ele lambia os próprios lábios, satisfeito com o estado em que a tinha deixado.

— Levanta. — A voz voltou firme, sem espaço para recusa. — De joelhos. Agora.

SN obedeceu, ainda trêmula, ajoelhando-se no tapete frio ao lado da cama. Ele se posicionou à frente dela, uma mão firme segurando o cabelo dela, guiando cada movimento. O olhar dele queimava de prazer e poder.

— Chupa. Eu quero ver você engasgar por mim. — A fala saiu baixa, quase um rosnado.

Ela obedeceu, e os sons que preencheram o quarto eram crus: respirações pesadas, engasgos, gemidos abafados. Ele puxava seus cabelos para trás, obrigando-a a olhar para cima enquanto obedecia.

Quando sentiu que estava perto do limite, Taehyung a segurou pelos ombros e a puxou de volta para a janela. O vidro gelado contrastava com o calor sufocante do quarto. Ele a encostou ali, respirando fundo, tragando de novo outro cigarro.

— Olha lá embaixo. Imagina alguém vendo você se contorcendo pra mim… — sussurrou, puxando os cabelos dela para que ficasse com o rosto colado ao vidro.

SN gemeu alto, incapaz de segurar. Ele a segurava firme, cada estalo de mão ecoando pelo quarto, cada puxão de cabelo aumentando a sensação de descontrole.

O ritmo ficou mais brutal, mais cru, até que o quarto inteiro parecia vibrar com o som de corpos chocando, respirações desesperadas e gemidos arrastados. O clímax veio explosivo, quase violento, os dois arfando contra o vidro embaçado.

Taehyung soltou uma risada baixa, ainda recuperando o fôlego. Encostou a testa na dela, os olhos queimando.
— Porra… é por isso que eu volto sempre no Red Velvet, sempre tem uma puta gostosa como você. Uma hora nunca é suficiente.

Ele a largou ali, corpo mole, pele marcada, respiração curta — o eco da madrugada ainda vibrando em cada canto do quarto.

3 Comentários

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  1. Karine
    Jan 16, '26 at 11:32 am

    A madrugada já dominava o Red Velvet. SN respirava fundo, o corpo exausto, cada músculo pedindo descanso, mas a rotina não dava trégua. Quando abriu a porta para atender o último cliente, seu coração deu um pulo. Kim Taehyung estava ali, imponente, a aura de arremessador totalmente confiante, a camisa aberta mostrando o peito marcado e os braços fortes. Um sorriso lascivo se formou nos lábios dele, e SN sentiu o estômago se contrair entre nojo, excitação e medo.

    Não tem como resistir a ele

  2. Karine
    Jan 16, '26 at 11:34 am

    Ele a conduziu para a banheira já cheia, o vapor quente envolvendo os dois. Sem aviso, ele a empurrou para a banheira, a água espirrando pelas bordas. Taehyung entrou logo atrás, o cigarro ainda preso entre os dedos, e mergulhou a boca nos seios dela. Tragou fundo, depois soltou a fumaça direto contra a pele molhada antes de abocanhar os seios novamente. O contraste entre calor, água fria e o toque agressivo dele arrancou um gemido abafado de SN.

    Força guerreira

  3. Karine
    Jan 16, '26 at 11:39 am

    — Agora eu quero que goze na minha boca.

    Esse homem é perigosíssimo

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