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Já passava das duas da tarde quando ela despertou. O corpo latejava em dor, como se cada músculo fosse um lembrete cruel das horas anteriores. O despertador do camarim tocou, avisando que dentro de uma hora haveria mais um cliente. Ela bufou, arrastando-se até o banheiro. Mais um banho, mais uma tentativa inútil de limpar o que nunca saía da pele.

A água escorria, mas não levava a exaustão, nem o vazio. Vestiu-se, maquiou-se com mãos pesadas e, quando o relógio avisou, respirou fundo e se arrastou até a sala.

Ao abrir a porta, o suspiro de impaciência veio automático: sério? mais um? A sombra de Dae-Hyun sempre a rondava, como se cada cliente fosse mais um risco de exposição. Fechou os olhos com força, forçou um sorriso e girou o corpo para encarar quem a esperava.

Kim Seokjin.
O modelo mais desejado da Coreia, o homem que todos chamavam de o mais bonito do mundo. Impecável, cheiro de luxo e rotina controlada demais para alguém que buscava ali o que não encontrava em casa. Ele não percebeu quem ela era — nunca reparava nos detalhes. Não veio buscar nome, veio buscar prazer.

Ele já estava nu, sentado com naturalidade, como quem exibia o corpo esculpido para ser adorado. Quando ela se aproximou, Jin não esperou. Agarrou-a pelo pulso, puxando-a com firmeza para o colo dele.

— Tira essa roupa. Agora. — a voz saiu grave, sem espaço para hesitação.

O toque dele queimava, quente, exigente. Suas mãos deslizaram pela pele dela como se cada curva fosse território a ser marcado. O contraste era cruel: a imagem perfeita do “príncipe da Coreia” se desfazia ali, transformando-se num homem faminto, quebrado pela rotina, ávido pelo proibido.

Ele mordia, beijava, chupava cada parte dela como se quisesse se perder naquele corpo. Não havia delicadeza — só a pressa de satisfazer o vício que escondia da esposa, da família, do mundo. Seus lábios se perderam nos seios dela, a respiração entrecortada denunciando o quanto era fascinado por aquilo. Mãos grandes apertavam com força, marcando, tomando posse, enquanto a voz dele saía carregada de desejo rouco:

— Você não faz ideia do quanto eu preciso disso.

O corpo dela ainda estava sobre o colo dele quando Jin puxou o zíper do vestido sem pedir licença, rasgando a barreira de tecido com pressa. O som seco do fecho estourando ecoou no silêncio abafado do quarto.

— Fica quieta. — ele rosnou rente ao ouvido, a respiração quente queimando a pele sensível do pescoço.

As mãos grandes deslizaram pela cintura dela, subindo, pressionando os seios por baixo do tecido até expô-los de uma vez. A boca de Jin grudou ali, sugando com força, deixando marcas roxas que denunciavam o quanto ele estava entregue. Cada chupada arrancava dela um gemido involuntário, abafado pelo aperto das mãos dele na nuca, obrigando-a a inclinar a cabeça para trás.

O barulho era úmido, lascivo — beijos estalados, respiração entrecortada, dentes arranhando pele delicada. Ele não parava, se afundava nos seios dela como se estivesse morrendo de fome, esfregando o rosto, mordendo, chupando com selvageria.

— Olha isso… — ele sussurrou rouco, dando um tapa estalado na lateral do seio, que fez ecoar pelo quarto. — Perfeitos… são meus agora.

O choque da palmada se misturava ao calor imediato da boca voltando a sugar, como se ele quisesse marcar cada pedaço.

Sem dar tempo para fôlego, Jin deslizou as mãos até a barra da calcinha dela, puxando de uma vez. O elástico estalou contra a pele antes de ser arrancado. O som seco do tecido rasgando soou alto, contrastando com o arfar deles.

Ele a fez se levantar só para jogá-la de bruços no sofá. O impacto foi forte, mas não houve espaço para protestar. As mãos dele abriram as pernas dela com brutalidade, ajeitando o quadril no ângulo exato. O estalar da palma contra a bunda dela veio logo em seguida, um tapa forte que fez o ar escapar dos lábios dela em um gemido rouco.

— Assim… quietinha, oferecendo. — ele disse, a voz arrastada de prazer perverso.

Jin se inclinou por cima, arrastando a glande contra a entrada úmida, sem penetrar de imediato. O atrito era lento, torturante, o som molhado se misturando ao estalar das palmadas que vinham de tempos em tempos, cada vez mais pesadas.

— Vai dizer que não gosta, sua puta? — ele cuspiu as palavras contra o ouvido dela, os dentes arranhando a pele do pescoço.

A cada investida da cintura, ele provocava sem dar tudo, prolongando a agonia. O som do atrito ecoava junto com os gemidos contidos dela, que ele abafava empurrando o rosto contra a almofada.

Quando finalmente a penetrou de uma vez, o estalo da pele contra pele soou alto, arrancando dele um gemido grave, gutural. O ritmo foi imediato: forte, intenso, cada estocada acompanhada pelo barulho do corpo dela sendo empurrado contra o sofá. O som do impacto preenchia o ambiente, junto com os palavrões cuspidos entre dentes:

— Rebola… vai… me mostra o quanto aguenta.

Ele a virou de repente, puxando-a para cima dele outra vez, forçando-a a sentar-se em seu colo com brutalidade. As mãos dele seguraram firme nos quadris, guiando o movimento para cima e para baixo, o estalo úmido ecoando cada vez mais rápido.

— Isso… assim… caralho, continua… — a voz dele se quebrou em um gemido alto, quase desesperado.

Cada vez que ela descia, ela mordia o ombro dele, sugava o pescoço com força, deixando marcas profundas que ele jurava não querer, mas não conseguia evitar.

O quarto inteiro era preenchido por sons indecentes: pele contra pele, gemidos arrastados, respiração descompassada, o sofá rangendo sob o peso e os movimentos violentos. Não havia espaço para ternura — só a necessidade de se perder ali, de afogar o mundo inteiro no corpo dela.

O ritmo acelerou até o sofá ranger mais alto sob eles. Jin segurava os quadris dela com tanta força que os dedos afundavam na pele, guiando cada descida como se quisesse arrancar dela até a última gota de resistência.

O som era obsceno — estalos molhados, gemidos arrastados, a respiração dele falhando em arfadas graves que vibravam contra a nuca dela quando se inclinava para morder e sugar.

— Vai… cavalga com força… mostra o quanto é boa… — ele rosnou, a voz embargada, como se estivesse à beira de perder o controle.

Ela obedecia no mesmo ritmo desesperado, subindo e descendo, os gemidos dela se misturando aos palavrões que escapavam dele:

— Porra… isso… caralho… continua, não para…

A cada descida, Jin arqueava as costas, a boca aberta em gemidos graves que ecoavam pelo quarto. O impacto fazia o corpo dela estremecer, o peito saltar, os seios sendo abocanhados de novo e de novo, chupados com força até ficarem sensíveis, enquanto ele gemia contra a pele:

— São meus… porra, olha isso… perfeitos…

O suor descia pela têmpora dele, escorria pela nuca dela, misturando-se ao som das estocadas rápidas e violentas.

Ele não aguentou ficar apenas recebendo. De repente, agarrou-a pela cintura, a virou de costas e a colocou de quatro sobre o sofá. O movimento foi brusco, urgente, quase selvagem.

Um tapa forte ecoou no quarto, a palma dele estampando a bunda dela com força, deixando a pele marcada e quente.

— Assim… fica quieta… só deixa eu foder você do jeito que eu quero… — ele ordenou, a voz rouca, quebrada pelo prazer.

As investidas agora eram ainda mais intensas, rápidas, profundas. O som do corpo dela batendo contra o dele preenchia o ar, cada estocada acompanhada de gemidos altos, respiração falha e o ranger constante do sofá.

Ela tentou se afastar em um momento, mas ele segurou nos cabelos, puxando a cabeça para trás, os dentes arrastando no pescoço suado dela:

— Não foge… vai até o fim comigo… sua vadia gostosa…

O corpo dela tremia, os gemidos saíam em gritos abafados, misturados ao som úmido das estocadas cada vez mais violentas.

Jin sentiu o ápice se aproximar — o corpo dele inteiro latejando, os músculos tensos, a respiração descontrolada.

— Caralho…sua puta gostosa… — ele gemeu alto, a voz embargada, desesperada.

Ele a virou sem delicadeza, grudando a boca nos seios dela como se fosse um viciado em desespero. A língua passava em círculos, sugando, mordendo, enquanto a outra mão já forçava três dedos dentro dela de uma vez. O corpo dela arqueou na hora, a respiração quebrada em um gemido alto que escapou sem controle.

— Isso… sua vadia… rebola na minha mão… geme pra mim… — Jin rosnava contra a pele, a voz carregada de luxúria.

Os dedos dele estocavam rápido, cada movimento mais fundo, arrancando dela gemidos cada vez mais altos. A outra mão enroscou no cabelo dela e puxou a cabeça para trás, expondo o pescoço que ele chupou com força.

— Porra… esse seu gemido tá me deixando maluco…

Ela não aguentava, o corpo inteiro estremecendo, os quadris se movendo sozinhos contra a mão dele. Ele esfregava o rosto nos seios dela, como se quisesse se perder ali, arfando, a respiração quente e irregular contra a pele sensível. O pau dele ainda pulsava duro, latejando contra a coxa dela.

Olhou o relógio no celular ao lado e riu com deboche:

— Ah… tenho cinco minutos. —

Sem aviso, a virou bruscamente de quatro. As mãos dele cravaram nos quadris dela e ele entrou fundo, sem piedade. As estocadas eram violentas, rápidas, sem dar tempo dela respirar. O sofá rangeu outra vez, a pele se chocando com estalos molhados e altos.

— Porra… isso… geme pra mim… grita, sua vadia… — ele rugia, uma das mãos descendo para esfregar com força o clitóris dela enquanto a outra puxava o cabelo para trás, dobrando o corpo dela em sua direção.

Ela gritou, perdida entre prazer e dor, as unhas arranhando o estofado, o corpo tremendo enquanto ele acelerava ainda mais. A pressão no clitóris aumentava, cada estocada mais fundo, mais rápido.

— Vai, porra… goza pra mim… goza agora… — ele ordenou, os gemidos dele misturados ao dela.

E o corpo dela finalmente cedeu, um grito rasgando a garganta enquanto gozava forte, as pernas tremendo, o corpo arqueando sem controle.

— Isso… caralho… — Jin gemia alto, enterrado nela até o fim, o rosto contorcido de prazer.

Ele saiu de dentro dela de repente, ofegante, e a puxou pelo cabelo, jogando-a de joelhos sobre a cama. O pau dele já brilhava úmido, a mão firme bombeando sem parar.

— Você vai engolir… — ele rosnou, enfiando de uma vez na boca dela.

O movimento foi bruto, a glande batendo contra o fundo da garganta, fazendo os olhos dela lacrimejarem enquanto ele segurava firme o cabelo, forçando a cabeça dela contra os quadris dele.

— Isso… chupa… porra… mais forte… — ele arfava, o corpo todo em tensão, o quadril estocando dentro da boca dela.

Ela sentia a respiração dele falhar, o abdômen se contrair, até que ele puxou a cabeça dela ainda mais e gemeu alto, jogando a cabeça para trás quando gozou com força, fazendo ela engolir tudo sem escolha.

— Caralho… que puta gostosa… — ele arfou, tirando devagar, a glande ainda latejando, e deu dois tapinhas rápidos com o próprio pau no rosto dela, marcando a pele vermelha.

Sem olhar para trás, pegou a calça, vestiu-se rápido, ajeitou o cabelo no espelho e simplesmente saiu pela porta, deixando apenas o cheiro de sexo pesado e o corpo dela ainda trêmulo na cama.

7 Comentários

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  1. Karine
    Jan 16, '26 at 10:59 am

    Ele já estava nu, sentado com naturalidade, como quem exibia o corpo esculpido para ser adorado. Quando ela se aproximou, Jin não esperou. Agarrou-a pelo pulso, puxando-a com firmeza para o colo dele.

    Kkkkkkk eu imagino essa cena

  2. Karine
    Jan 16, '26 at 11:04 am

    Ele mordia, beijava, chupava cada parte dela como se quisesse se perder naquele corpo. Não havia delicadeza — só a pressa de satisfazer o vício que escondia da esposa, da família, do mundo. Seus lábios se perderam nos seios dela, a respiração entrecortada denunciando o quanto era fascinado por aquilo. Mãos grandes apertavam com força, marcando, tomando posse, enquanto a voz dele saía carregada de desejo rouco:

    Ainda por cima casado

  3. Karine
    Jan 16, '26 at 11:06 am

    Ele a fez se levantar só para jogá-la de bruços no sofá. O impacto foi forte, mas não houve espaço para protestar. As mãos dele abriram as pernas dela com brutalidade, ajeitando o quadril no ângulo exato. O estalar da palma contra a bunda dela veio logo em seguida, um tapa forte que fez o ar escapar dos lábios dela em um gemido rouco.

    MDs q escroto

  4. Karine
    Jan 16, '26 at 11:07 am

    Quando finalmente a penetrou de uma vez, o estalo da pele contra pele soou alto, arrancando dele um gemido grave, gutural. O ritmo foi imediato: forte, intenso, cada estocada acompanhada pelo barulho do corpo dela sendo empurrado contra o sofá. O som do impacto preenchia o ambiente, junto com os palavrões cuspidos entre dentes:

    Lendo assim desse jeito sem ela “aparecer” parece q ele é um doido que tá trepando sozinho kkkkkkkk

    1. Anônimo Convidado
      @KarineMay 5, '26 at 2:56 pm

      Kkkkkkkkk tbm achei

  5. Karine
    Jan 16, '26 at 11:29 am

    Q fdp #*$

  6. Karine
    Jan 16, '26 at 11:30 am

    A cada descida, Jin arqueava as costas, a boca aberta em gemidos graves que ecoavam pelo quarto. O impacto fazia o corpo dela estremecer, o peito saltar, os seios sendo abocanhados de novo e de novo, chupados com força até ficarem sensíveis, enquanto ele gemia contra a pele:

    O hiperfoco nos seios dela kkk

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