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Ainda ofegante, com o corpo quente e a respiração descompassada, SN deslizou os dedos pelo rosto suado de Jungkook, afastando uma mecha úmida de cabelo grudada na testa dele. O olhar dele encontrou o dela, ainda turvo de desejo, mas com um brilho suave de ternura no fundo.

Ela sorriu, os lábios inchados, a pele arrepiada. E então sussurrou, com a voz rouca:

— Já disse que te amo hoje?

O efeito foi instantâneo. Os olhos dele suavizaram de uma forma que só ela conseguia provocar. Ele não respondeu de imediato, apenas olhou pra ela como se estivesse absorvendo cada palavra, gravando na memória.

— Não… — ele murmurou, um leve sorriso se formando. — Mas repete. Quero ouvir de novo.

Ela puxou ele pela nuca, com firmeza, colando os corpos suados mais uma vez, e sussurrou bem próximo da boca dele:

— Eu te amo, Jeon Jungkook. Com cada parte minha.

E então o beijou.

Não foi um beijo calmo. Foi intenso, cheio do que eles ainda sentiam — desejo, mas agora misturado com aquela urgência emocional, aquele apego que vem depois de se entregar por inteiro. A língua dela buscou a dele com fome, as mãos se agarraram à pele como se não quisessem deixá-lo escapar nunca.

Jungkook gemeu baixo contra a boca dela, passando os braços pelas costas nuas de SN e a puxando para o colo, mesmo exausto. Ela riu contra os lábios dele, e ele aproveitou o momento pra morder de leve o lábio inferior dela, provocando:

— Continua dizendo isso… mas bem baixinho, no meu ouvido, da próxima vez que eu estiver com você de quatro, implorando pra gozar.

Ela arqueou a sobrancelha, provocante.

— Isso é uma ameaça ou uma promessa?

— As duas coisas — ele respondeu, antes de beijá-la de novo, com gosto, como se aquele momento fosse o início de outro capítulo quente e ainda mais profundo entre os dois.

Jungkook a ergueu com facilidade e a levou até a cama. Logo depois, caiu de costas sobre o colchão, ainda tentando controlar a respiração, o peito subindo e descendo rapidamente. SN, com o rosto escondido na curva do pescoço dele, sorria de forma boba, completamente entregue ao momento, ao corpo suado dele e à sensação de estar exatamente onde queria estar.

Ele acariciava de leve as costas dela, os dedos desenhando linhas preguiçosas na pele quente, e murmurou, com a voz rouca:

— Tá viva?

— Por pouco… — ela respondeu com um riso fraco. — Mas acho que minha alma foi pro céu e voltou.

Jungkook soltou uma risada baixa e beijou o topo da cabeça dela.

— A gente precisa parar… — ele sussurrou, a mão escorregando pro quadril dela. — Ou eu vou acabar te arrastando pra mais uma rodada agora.

Ela deu um leve tapa no peito dele e se aninhou de novo.

— Não tem como continuar, tô mole igual gelatina. Me exauri toda.

— Eu também… mas se eu continuar te olhando assim, nem a fome vai me segurar.

Ela levantou a cabeça, bagunçada, olhos pesados, mas rindo.

— Tá com fome?

— Muita. E você também tá, mesmo que não admita — ele se sentou devagar, os músculos tensos se esticando sob a pele. — Vem, vou fazer algo pra gente comer. Do nosso jeitinho.

Ela observou enquanto ele levantava e vestia apenas uma calça de moletom cinza, baixa no quadril, o abdômen ainda brilhando com a mistura de suor e calor. Os cabelos bagunçados caíam na testa e ele passou a mão neles de qualquer jeito, antes de virar e estender a mão pra ela.

— Vem, amor.

Ela pegou uma blusa dele no chão — provavelmente a mesma que ele usou mais cedo — e a vestiu. A camisa cobria quase até as coxas, deixando só as pernas nuas à mostra. Jungkook sorriu quando ela se aproximou, as mangas cobrindo até as mãos dela, e passou os braços ao redor da cintura dela.

— Você fica muito linda com isso. Parece que foi feita só pra você — ele sussurrou, antes de beijar o cantinho da boca dela.

Foram juntos até a cozinha. As luzes estavam apagadas, então ele ligou apenas a iluminação sob os armários, deixando o ambiente com uma luz suave, quente, quase romântica.

SN se sentou na bancada, as pernas balançando devagar, enquanto Jungkook mexia nos armários com uma naturalidade íntima, como se já morasse ali há anos. Pegou alguns ingredientes simples, algo rápido — talvez um ramen improvisado com ovo e queijo —, do jeito que ele sabia que ela gostava.

 Pegou alguns ingredientes simples, algo rápido — talvez um ramen improvisado com ovo e queijo —, do jeito que ele sabia que ela gostava

— Você parece profissional — ela disse, abraçando os joelhos e observando cada movimento dele.

— Tô tentando impressionar. Nunca se sabe quando vou precisar conquistar minha namorada de novo — ele respondeu com aquele sorriso de canto, aquele olhar perigoso e fofo ao mesmo tempo.

Ela abriu um sorriso bobo e apoiou o queixo nos joelhos, o coração quente.

Ele acendeu o fogo, colocou a água pra ferver, e foi até ela. Se aproximou entre as pernas dela e segurou o rosto dela com carinho, o polegar acariciando a bochecha.

— Não sei como a gente sobreviveu àquela fanfic… mas, SN, você escreve bem demais. A realidade que você me deu… superou tudo.

Ela sorriu, os olhos brilhando.

— Você que me deu a realidade.

— E ainda vou te dar muito mais… — ele disse, beijando o queixo dela, depois o pescoço. — Mas primeiro, a janta.

Ela riu, puxando ele pelo elástico do moletom:

— Melhor mesmo. Senão essa gelatina aqui vai desmaiar nos seus braços.

Jungkook a beijou de novo, mais demorado, mais calmo. Um beijo com gosto de “a gente se pertence” e de “não tem lugar melhor que aqui”.

E enquanto a panela começava a ferver, os dois ficaram ali, embalados pela noite e pelo silêncio confortável, trocando carinho, beijos suaves e promessas feitas com os olhos.

E enquanto a panela começava a ferver, os dois ficaram ali, embalados pela noite e pelo silêncio confortável, trocando carinho, beijos suaves e promessas feitas com os olhos

A cozinha estava tomada por aquele silêncio abafado da madrugada, com o som da água começando a borbulhar na panela, mas nenhum dos dois parecia prestar atenção nisso.

Jungkook estava entre as pernas dela, as mãos firmes na cintura dela, e os lábios tocavam os dela com uma fome que voltava a despertar. O beijo começou calmo, como um agradecimento silencioso por aquele momento tão íntimo. Mas logo os lábios de SN buscaram mais… e mais.

Ela deslizou as mãos pela nuca dele, os dedos enroscando nos fios macios, e o puxou para mais perto, colando seus corpos. Entre um beijo e outro, ela murmurou, a voz arrastada, densa, como um gemido contido:

— Droga, Jeon… eu quero você… agora.

O som baixo, quente, saiu como uma confissão que pegou fogo no peito dele. Jungkook soltou um gemido rouco, animal, contra a boca dela. Os olhos negros cravaram nos dela com uma intensidade crua.

— Merda, SN… — ele resmungou com a voz grave, quebrada pelo desejo. — Você tem ideia do que essas palavras fazem comigo?

Ela não respondeu. Puxou ele de novo para o beijo, dessa vez com voracidade, invadindo a boca dele, as línguas se encontrando com urgência. Jungkook a agarrou com força pela cintura e a puxou mais pra beirada da bancada, colando o corpo entre as pernas dela, sem se importar com a comida ali do lado, com o tempo, com mais nada.

— Você quer? Então aguenta, baby — ele rosnou, os lábios descendo pelo maxilar dela até o pescoço, mordendo, chupando sem cerimônia, deixando marcas. — Eu vou te dar. Aqui mesmo. Você me atiça desse jeito e acha que vou conseguir esperar?

Ela arfou quando sentiu os dentes dele arranhando sua pele, as mãos firmes já erguendo a blusa larga que usava — a blusa dele — e expondo sua pele. Jungkook desceu os beijos pelo peito, empurrou a peça por cima da cabeça dela e jogou em algum canto.

— Você sabe que eu amo te ver assim — ele disse, encarando o corpo dela com os olhos escuros de desejo. — Só minha.

SN passou as mãos pelo abdômen dele, sentindo os músculos rígidos, e olhou direto nos olhos dele, provocando:

SN passou as mãos pelo abdômen dele, sentindo os músculos rígidos, e olhou direto nos olhos dele, provocando:

— Então me toma, Jeon.

Foi o estopim.

Ele a tirou da bancada e a virou um pouco, de modo que ela ficou com os cotovelos apoiados na bancada, o quadril empinado, os cabelos caindo como cortina sobre o rosto. Jungkook desceu a calça de moletom até a metade das coxas e, sem mais aviso, se posicionou atrás dela, segurando firme em sua cintura.

— Tão molhada já, só de me beijar… Você me adora assim, né? Me adora te fazendo minha, aqui, em qualquer lugar.

Ela gemeu alto, e ele a penetrou com força, afundando até o fim em um só movimento, fazendo o corpo dela se arquear sobre a bancada. Ele começou a se mover com intensidade, o som dos corpos se chocando ecoando pela cozinha abafada, intercalado com os gemidos baixos, sujos, as palavras sujas sussurradas contra a pele.

— Isso… rebola pra mim. Isso, garota… Tão apertada pra mim. Caralho, SN, você é um vício. Eu nunca vou cansar de te foder assim — ele rosnou contra a nuca dela, a voz carregada de desejo. Suas mãos grandes apertavam a cintura dela com força, guiando os movimentos enquanto ela rebolava  nele, ofegante, gemendo alto.

Ele dava repetidos tapas firmes na bunda dela, fazendo a pele arder e estremecer a cada estalo, o som ecoando na cozinha. — Gosta quando eu te pego assim, hein? — ele murmurou, puxando o cabelo dela com uma das mãos, obrigando-a a arquear o corpo. — Gosta de me deixar louco?

 — Gosta de me deixar louco?

— S-sim… porra, Jungkook… — ela arfou, sem parar de se movimentar. — Eu amo sentir você assim… tão fundo. Me toca mais, por favor…

Ele gemeu rouco, os olhos escurecidos pela luxúria. Passou a mão por entre as pernas dela, encontrando o ponto sensível com os dedos habilidosos, arrancando dela um grito manhoso. — Você é toda minha. Cada gemido, cada rebolada… — ele disse entre os dentes, mordendo o ombro dela com força, sem perder o ritmo.

Ela gemia, as unhas agarradas no mármore, as pernas tremendo, o prazer se espalhando como uma explosão quente por todo o corpo

Ela gemia, as unhas agarradas no mármore, as pernas tremendo, o prazer se espalhando como uma explosão quente por todo o corpo.

Ele se inclinou sobre ela, os dentes arranhando sua orelha, o corpo colado ao dela enquanto mantinha o ritmo brutal e delicioso.

— Depois disso, você vai comer direitinho… Vai precisar recuperar toda a força. Porque mais tarde… a gente continua na cama. E eu vou te fazer gozar até esquecer seu nome.

Ela riu entre gemidos, sentindo o orgasmo se aproximar rápido demais.

— Então me faz… agora… Jungkook, por favor…

E ele obedeceu. Segurou firme nos quadris dela, acelerou os movimentos, e a levou direto ao clímax, com ela gemendo alto, dizendo o nome dele repetidas vezes.

Quando os dois terminaram, ofegantes, tremendo, Jungkook se curvou por trás dela, beijando sua nuca com carinho.

— Agora sim… a gente pode comer.

Ela riu, ainda debruçada na bancada, sem forças pra levantar.

— Eu… te odeio um pouco. Só um pouco.

Ele a abraçou por trás, beijando os ombros expostos.

Ele a abraçou por trás, beijando os ombros expostos

— Você me ama. Admite.

Ela se virou de leve, com um sorriso bobo.

— Eu te amo meu amor.

— Diz de novo. — ele provocou, mordendo o lábio.

— Eu te amo, meu amor! 

Ele sorriu, mordendo o próprio lábio, antes de beijar ela de novo, devagar dessa vez, com ternura.

E então, com ela sentada ali de novo, ele finalmente voltou ao fogão, mexendo o ramen com um sorrisinho vitorioso no rosto — enquanto ela o observava, boba e completamente entregue.

E então, com ela sentada ali de novo, ele finalmente voltou ao fogão, mexendo o ramen com um sorrisinho vitorioso no rosto — enquanto ela o observava, boba e completamente entregue

2 Comentários

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  1. IASMINE
    Feb 12, '26 at 8:51 pm

    Jesus amado essa capítulo me deixou triste kkkkkk queria o Jungkook pra mim

  2. IASMINE
    Feb 12, '26 at 8:52 pm

    — Você me ama. Admite.

    De repente da putaria, eles ficam românticos kkkkkk

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