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A luz suave da tarde invadia a sala pela fresta da cortina. O relógio no canto da parede marcava pouco depois das 17h quando Jungkook abriu os olhos devagar. O mundo parecia em silêncio, calmo… mas o corpo dele gritava.

Sentia o peso delicioso de SN parcialmente sobre ele, a respiração dela ainda lenta e tranquila. A blusa dele, que ela vestia, havia subido durante o sono, revelando parte da coxa, a curva da cintura, um pedacinho da calcinha.

E o membro dele… duro, pulsante, pressionado contra ela.

Mordeu o lábio inferior, os olhos fixos nas feições adormecidas dela.

Como é que ela consegue me deixar assim até dormindo…?
O peito subia e descia com mais intensidade. Cada centímetro do corpo dele pedia por ela de novo. A necessidade era crua, desesperada, mas também carregada de desejo puro por cada pedacinho dela.

Sem se mover bruscamente, ele desceu uma das mãos até a parte de trás da coxa dela, alisando com a ponta dos dedos, devagar. Foi subindo, traçando círculos preguiçosos na pele dela, até alcançar a bunda, apertando-a com gosto. Seu quadril se mexeu levemente, fazendo o volume duro roçar contra ela.

Ela se remexeu no colo dele, um gemido sonolento escapando dos lábios.

Ele se aproximou do ouvido dela, a voz rouca, quente, molhada:

— Acorda, baby… olha o que você faz comigo até dormindo… — e pressionou o quadril mais uma vez contra ela, deixando claro o quanto a desejava. — Meu pau tá te chamando… desde a hora que eu abri os olhos.

Ela suspirou de novo, as pálpebras tremendo antes de abrir os olhos devagar, já sentindo a excitação tomando conta conforme ele deslizava a língua pela orelha dela e descia até o pescoço, mordiscando de leve.

— A gente dormiu demais… e eu tô faminto de novo… mas não por comida. — sussurrou contra a pele dela.

SN virou o rosto, colando os lábios nos dele, ainda sonolenta, mas entregue. Ele não perdeu tempo. Puxou a blusa dela para cima, revelando os seios, e desceu a boca ali, sugando, lambendo com vontade. As mãos seguravam a cintura dela com força, como se estivesse se segurando para não explodir ali mesmo.

Com um impulso ágil e cheio de urgência, Jungkook a segurou firme e a colocou sentada sobre seu colo, de frente para ele. Ela montada, com as pernas abertas e os olhos ainda pesados de sono — mas agora, repletos de desejo.

Ele a ajudou a se encaixar ali, sobre o volume rígido por dentro da bermuda, ainda por cima da calcinha dela. Ela se moveu, sentindo o atrito quente e latejante, e gemeu contra a boca dele.

— Isso, cavalgando em mim desse jeito… tá me deixando louco, SN. — Ele rosnou, passando as mãos pela cintura dela, guiando os movimentos. — Rebola assim mesmo, devagarzinho… sentindo tudinho, cada centímetro do meu pau por cima da sua calcinha… molha ela toda pra mim, vai…

Ela gemeu alto, as mãos cravadas nos ombros dele, jogando o quadril contra o dele com mais força, mais ousadia. A fricção era tão intensa que ambos arfavam já, suando, o desejo escorrendo dos corpos.

Ele a olhava com fome, completamente entregue à imagem dela ali, montada sobre ele, o cabelo bagunçado, o rosto corado, os gemidos doces que escapavam entre os lábios entreabertos.

— Você nasceu pra isso, sabia? — murmurou, mordendo o lábio. — Pra me deixar duro assim. Pra sentar em mim. Pra gozar montada no meu pau, toda linda… toda minha.

Ela se contorcia contra ele, os olhos semiabertos, mordendo os próprios lábios. A cada palavra suja dele, o fogo aumentava dentro dela. As mãos dele apertavam a cintura, puxando-a pra mais perto, incentivando os movimentos.

— Não para… assim mesmo… olha pra mim enquanto rebola, SN. Quero ver seu rostinho de prazer…

Ela obedeceu, os olhos fixos nos dele, a boca entreaberta, arfando.

Ela estava no colo dele, pernas firmes em volta da cintura, os corpos tão colados que pareciam se fundir. A blusa dele — agora amarrotada e largada em algum canto — tinha deixado o caminho livre para que ele explorasse cada centímetro dela com as mãos firmes e a boca faminta.

— Isso… assim,  porra… — ele sussurrava contra o pescoço dela, a voz rouca e arrastada, enquanto seus quadris subiam com precisão, encontrando os dela no ritmo exato. — Você tá me deixando maluco assim… desse jeito…

SN gemia baixinho, as unhas cravando nos ombros largos dele. Os movimentos dela eram intensos, decididos, mas ainda assim deliciosamente suaves. Cada rebolada era uma provocação. Ela sabia exatamente como deixar ele à beira, e fazia isso de propósito.

— Jungkook… — ela gemeu em um sussurro manhoso, jogando a cabeça para trás.

Ele segurou com mais firmeza as coxas dela e murmurou, entre um beijo e outro:
— Tão linda montada em mim… você gosta quando eu fico assim, louco por você, né? Gosta quando eu perco o controle…

Ela apenas respondeu com mais um movimento profundo e um gemido abafado, os olhos fechados em puro deleite.

Jungkook pressionou os lábios no peito dela, chupando com força e deixando ali sua marca, como se quisesse dizer ao mundo: é minha. O cheiro dela, o calor, o som da respiração entrecortada — tudo fazia o corpo dele arder.

Mas ele queria prolongar aquilo. Queria mais. Queria vê-la implorando, perder completamente o juízo com ela.

Ele roçou o nariz na bochecha dela e sussurrou com uma ousadia que quase soou como uma provocação:
— Vamos ver até onde você consegue aguentar sem perder a cabeça, princesa…

E então ele a segurou firme novamente pela cintura, conduzindo os movimentos com mais ritmo, enquanto os dois tentavam se manter no limite… mesmo que seus corpos gritassem para ultrapassá-lo.

O rádio em cima da mesinha de centro emitiu um chiado leve… mas eles estavam tão imersos um no outro que nem notaram. SN gemia baixinho o nome dele, rebolando com vontade no colo de Jungkook, que gemia com ela, os olhos semicerrados, agarrando firme a cintura dela como se não quisesse deixar escapar nem um segundo daquele momento.

A voz abafada do rádio falou de novo, algo entre interferência e palavras indecifráveis. Ainda assim, nada tirava o foco deles… até que vozes reais soaram do lado de fora da porta da sala.

Jungkook congelou.

SN ainda se movia, mas desacelerou, franzindo o cenho quando percebeu a mudança no olhar dele.

— Jungkook…? — perguntou, confusa, ofegante.

Ele levou um segundo para responder, pálido.

— Meus pais… eles chegaram antes… não avisaram…

— O quê?! — SN arregalou os olhos, completamente em choque. Só então ela também ouviu a risada de uma mulher e a voz profunda de um homem do outro lado da porta.

Antes que ele pudesse explicar melhor, o som da chave girando na fechadura fez os dois entrarem em pânico.

— CORRE! — ele sussurrou.

SN pulou do colo dele, nua, tropeçando no tapete, com os cabelos bagunçados e o rosto em chamas. A calcinha dela ficou esquecida no canto do sofá. A blusa de Jungkook jogada no chão.

Ela só teve tempo de disparar até o quarto, fechando a porta com um leve estrondo segundos antes da porta da frente se abrir.

Jungkook puxou a blusa do chão e a vestiu rápido, tentando disfarçar a respiração acelerada, o suor e o cabelo bagunçado. Ajeitou a calça de moletom como pôde e respirou fundo antes de abrir um sorriso.

— Omma! Appa! — disse, indo até eles.

— Filho! — a mãe disse, abraçando-o. — A gente tentou avisar que estava chegando mais cedo, os seguranças disseram que tentaram falar com você…

— Ah, sim… eu devia ter escutado o rádio — ele riu nervoso, coçando a nuca.

O pai dele olhou em volta.

— E a… SN? A gente está curioso pra conhecê-la.

Jungkook pigarreou, tentando parecer casual.

— Ela… está dormindo ainda, teve uma noite cansativa. A gente ia fazer o almoço mais tarde, sabadão tranquilo, sabe?

A mãe dele sorriu, sem desconfiar de nada — por enquanto.

— Claro, claro. A gente espera. Mas… — ela olhou ao redor com atenção. — Tem um cheirinho bom vindo da cozinha. Você estava cozinhando?

Jungkook assentiu, caminhando até o balcão com eles.

Mas não percebeu a calcinha esquecida no canto do sofá… ainda visível, silenciosa, inocente, esperando para ser notada.

A mãe de Jungkook caminhava com curiosidade pela sala, sorrindo e observando cada detalhe da decoração. O pai dele foi logo se jogando no sofá, cansado da viagem.

— Essa casa é mesmo a sua cara, Jungkook. Tem tanta coisa bonita aqui — disse a mãe, se aproximando da mesinha de centro, bem perto… bem perto demais da calcinha de SN.

Jungkook, que até então tentava manter a pose, arregalou os olhos ao perceber que o tecido de renda preta estava ali, escancarado, bem no canto da almofada. A calcinha. A calcinha da SN.

— E esse sofá parece tão confortável — comentou o pai, prestes a se ajeitar melhor, virando-se de lado, o braço quase tocando a peça comprometedora.

— AH, NÃO, NÃO, NÃO! — Jungkook gritou repentinamente, avançando com um pulo felino.

Os dois pais o olharam surpresos.

— Quê…? — perguntou o pai, confuso.

— É que… é que tem um pelo do Bam aqui! — Jungkook disse rapidamente, abaixando o corpo e fingindo esfregar a mão no sofá.

Enquanto isso, com uma rapidez desesperada, ele agarrou a calcinha com os dedos e a enrolou disfarçadamente, escondendo o tecido entre a mão fechada.

— Esse cachorro solta muito pelo, não é? — completou, levantando-se com um sorriso nervoso. — Eu cuido disso depois…

Antes que a mãe pudesse ver o que ele escondia, ele deu meia-volta e, no caminho até a cozinha, enfiou discretamente a calcinha no bolso da calça de moletom.

Safe. Por enquanto.

— A gente devia sentar ali, omma, tem vista pra varanda — ele disse, indicando a poltrona oposta.

Eles se sentaram e começaram a conversar sobre coisas leves: os ensaios, os compromissos dele, a carreira, como ele estava cuidando da própria saúde. Mas por dentro, Jungkook ainda suava frio. A calcinha estava ali, queimada no bolso, lembrando cada segundo do que poderia ter acontecido.

Depois de uns minutos, ele se levantou.

— Eu vou ver se a SN já acordou, ela vai querer ver vocês.

A mãe dele assentiu, sorridente.

— Diz que estamos animados pra conhecê-la.

Ele caminhou pelo corredor e bateu levemente na porta do quarto. Apoiou a testa na madeira e falou baixo:

— Amor… pode abrir? É emergência nível… calcinha no sofá.

Jungkook entrou no quarto fechando a porta devagar, as costas ainda coladas na madeira. SN, agora já com os cabelos soltos, uma maquiagem leve e vestindo uma roupa confortável mas bonitinha, estava ajustando uma pulseira no pulso.

— Amor… — ele começou, num tom entre nervoso e aliviado. — Você quase foi vista… de um jeito que meus pais jamais esqueceriam.

Ela ergueu uma sobrancelha, confusa.

— Como assim?

Ele levantou um dos lados do moletom, tirando discretamente algo do bolso. Estendeu pra ela enrolado na mão: a calcinha dela.

SN arregalou os olhos e levou as duas mãos à boca, abafando o grito.

— NÃOOO! — disse num sussurro escandalizado. — NÃO ACREDITO! EU DEIXEI ISSO NA SALA?!

— Sim! Em cima do sofá! E minha mãe foi até lá, ficou a UM segundo de pegar! — ele riu nervoso. — Eu quase infartei. Quase entreguei tudo.

Ela estava em choque, depois começou a rir, apoiando-se na cômoda.

— Meu Deus, Jungkook, imagina se ela pega… imagina se ela percebe… imagina se ela cheira achando que é do Bam — ela ria tanto que mal conseguia falar.

— Chega! Por que você faz isso pior?! — ele ria também, jogando a cabeça pra trás. — Eu só consegui pensar em esconder, inventei que era pelo do Bam, e saí correndo como se tivesse visto um rato.

Ela se aproximou, ainda sorrindo, passou os braços em volta do pescoço dele e deu um beijo leve em sua bochecha.

— Obrigada por salvar a minha dignidade, Jeon Jungkook.

— E eu salvei a minha também. Eu te amo, mas não ia aguentar ouvir minha mãe dizendo “filho, por que tem uma lingerie no sofá?”

Ambos riram, e então ele a puxou para um abraço mais calmo.

— Vamos? Eles tão animados pra te conhecer. Tão mesmo.

— Eu também tô animada. Tô nervosa, mas animada.

— Você tá linda. Eles vão amar você. E se não amarem… — ele fez uma pausa dramática. — A gente finge que eles não existem.

SN deu risada e eles saíram do quarto, caminhando juntos até a sala.

Na sala:

Ao ver SN, a mãe de Jungkook abriu um sorriso caloroso.

— Ahhh, você deve ser a SN! Eu sou a mãe do Jungkook, pode me chamar de omma, se quiser.

Ela se levantou e a puxou para um abraço gentil.

— É… claro! Que prazer, omma. — SN respondeu, um pouco tímida, mas sorrindo sinceramente.

O pai dele levantou logo em seguida e apertou a mão dela.

— Finalmente a conhecemos. Ele fala tanto de você que parece que já te conhecemos faz tempo.

SN riu, e Jungkook passou um braço por trás da cintura dela, orgulhoso.

— Estava nervosa, mas agora tô mais tranquila. Vocês são muito queridos.

Bam então apareceu correndo e foi direto pra mãe de Jungkook, pulando nela com as patinhas apoiadas na perna.

— Ai! Que isso, menino?! — ela riu. — Ele tá me pedindo carinho, Jungkook?

— Isso aí é ele dizendo: “essa é minha vovó” — Jungkook disse, sentando-se no sofá e puxando SN com ele.

— Vem aqui, Bam, vem pra vovó. — disse a mãe dele, fazendo cafuné no cachorro que se jogou de barriga pra cima pedindo carinho.

Conversaram um pouco sobre a rotina do casal, a mudança de SN, o estúdio de dança. O clima era leve e cheio de curiosidade e afeto.

Já perto do fim da tarde, a mãe perguntou:

— Vocês pensaram no que vamos jantar hoje?

Jungkook coçou a nuca, um pouco envergonhado.

— Na verdade… eu não sabia que vocês iam vir hoje. Eu achei que chegariam só amanhã, então não preparei nada especial.

— E agora, filho? Vamos comer delivery? — o pai perguntou com um sorriso irônico.

— Já pedi, já tá a caminho. — Jungkook respondeu. — Espero que gostem de comida, costumo pedir lá sempre.

Durante o jantar:

Estavam todos sentados à mesa, Bam deitado embaixo como se também fizesse parte da conversa.

— SN — começou a mãe dele — você sabia que o Jungkook era um terror quando era pequeno?

— Terror? — SN olhou para ele, fingindo surpresa. — Sério? Ele me parece tão tranquilo…

— Isso é atuação. Ele e o irmão brigavam todos os dias. Um dia ele jogou um controle de videogame na cara do irmão, abriu essa cicatriz bem aqui — ela apontou para a bochecha de Jungkook, perto do olho.

Jungkook cobriu o rosto com as mãos, vermelho.

— Omma, por favor…

— Não! Isso foi uma guerra! Ele gritava: “Você pegou meu save!” e o irmão dizia: “Mas era meu turno!”. Foi horrível. Mas engraçado, olhando agora.

SN riu, colocando a mão sobre a de Jungkook embaixo da mesa. Ele apertou de volta, tímido e encolhido.

— Eu devia ter perdido aquele controle — ele murmurou, sorrindo meio envergonhado.

O pai entrou na conversa:

— Mas ele era muito carinhoso também. Toda vez que a mãe dele chorava por alguma coisa, ele trazia um bichinho de pelúcia e ficava sentado do lado. Não dizia nada. Só ficava lá.

SN sorriu, encantada.

— Isso sim é o Jungkook que eu conheço.

— Ah, então ele não mudou tanto, hein? — a mãe disse, piscando pra ela.

O jantar foi cheio de risos, histórias da infância, perguntas sinceras sobre os planos do casal, o trabalho da SN, e o futuro. Jungkook parecia aliviado, relaxado… até mesmo mais amoroso do que nunca.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 17, '26 at 11:23 am

    Antes que a mãe pudesse ver o que ele escondia, ele deu meia-volta e, no caminho até a cozinha, enfiou discretamente a calcinha no bolso da calça de moletom.

    Kkkkkkkk meu deus que situação

Nota

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