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Dois meses se passaram desde a descoberta de que estavam esperando um menino. SN já completava já quase seis meses de gravidez, a barriga mais arredondada, os traços ainda mais suaves, e os desejos… bem, os desejos começavam a pegar fogo.

Era pouco depois das três da manhã quando ela se mexeu na cama, soltando um suspiro profundo. Jungkook dormia profundamente ao seu lado, abraçado a ela como se fosse parte dela. Mas o estômago de SN tinha outras intenções.

— Amor… — ela sussurrou, acariciando o cabelo dele. — Jungkook…

Ele murmurou algo incompreensível, os olhos ainda fechados.

— Kook, eu to com vontade de comer coxinha… e brigadeiro… e aí pensei numa farofinha, sabe? Meu Deus, farofa com banana…

Ele abriu os olhos de repente, arregalados.

— Coxinha? — Ele se sentou. — Isso é sério?

Ela riu, cobrindo a boca.

— Desculpa… Eu sei que é madrugada.

Jungkook passou a mão pelos cabelos e já começava a pegar o celular.

— Espera. Eu vou dar um jeito.

— Não, não precisa! É só um desejo, vai passar…

— SN… — ele disse com aquele tom firme e doce ao mesmo tempo. — Se o nosso filho quiser coxinha e brigadeiro, ele vai ter coxinha e brigadeiro.

Ela soltou uma gargalhada emocionada.

— Você é louco.

— Louco por você. E por esse menininho que já tem mais exigência que diretor de clipe.

E foi assim que Jungkook passou a próxima hora vasculhando receitas brasileiras, com o Google Translate e três vídeos no YouTube abertos, tentando preparar ao menos uma versão decente de coxinha. Ele queimou a mão, errou a quantidade de sal, sujou metade da cozinha… mas quando levou o prato para ela com o sorriso mais orgulhoso do mundo, SN se emocionou.

— Eu não acredito que você fez isso.

— Eu também não. Mas prove. Anda, fala que tá bom. É ou não é digno de um pai de primeira viagem?

Ela mordeu uma coxinha com os olhos brilhando.

— Melhor que as de festa de aniversário da minha infância.

— Mentira…

— Tá, talvez não tanto, mas está incrível. Você fez tudo isso por mim…

— Por você e pelo nosso garotinho.

Outro dia… 

 Jungkook estava em uma reunião importante na empresa. Enquanto os diretores falavam sobre contratos, ele checava as mensagens discretamente, o pensamento longe.

Foi quando um dos seguranças entrou na sala com discrição.

— Desculpe interromper, senhor Jeon… Mas a senhorita SN está saindo de casa. Disse que vai caçar algo chamado “bolo de cenoura com cobertura de chocolate”.

Jungkook travou.

— O quê? — Ele pegou o celular na hora e ligou.

SN atendeu rindo:

— Antes que você fale, eu sei que é loucura, mas eu PRECISO disso.

— Você fica em casa. Eu resolvo isso. Eu to saindo da reunião.

— Jungkook…

— Sem discussão! Já volto. E vai ter bolo. Vai ter Brasil, Coreia e o que mais você quiser.

Ele desligou antes que ela pudesse contestar.

Uma hora depois…

 Jungkook na cozinha mais uma vez, misturando ingredientes como um cientista maluco. Dessa vez, ele decidiu ousar: fez bolinho de arroz recheado com queijo (estilo coreano), brigadeiro enrolado com flocos de arroz, e bolo de cenoura com cobertura de ganache que ele aprendeu três minutos antes no TikTok.

Ele chegou com as sacolas, entrou como um herói e SN o esperava sentada, um sorriso bobo nos lábios e as mãos sobre a barriga.

— Amor… você é tudo pra mim.

— Não sou eu. É ele — ele respondeu, ajoelhando-se e beijando a barriga dela. — E esse garoto tem gosto refinado.

— Com um pai desses, até eu tenho vontade de ser mimada…

Ele sorriu, oferecendo o primeiro pedaço do bolo com um carinho.

E naquele fim de tarde, sentados no tapete da sala, com garfadas de doce, beijos lambuzados e risadas leves, eles sabiam que estavam vivendo uma das fases mais bonitas da vida deles: o amor em suas formas mais simples e doces.

Meses se passaram, e o dia finalmente chegou.

Era uma manhã ensolarada quando SN começou a sentir cólicas diferentes. A mãe de Jungkook estava com ela, ajudando a arrumar algumas roupinhas do bebê, quando SN se encolheu subitamente, uma expressão de dor clara no rosto.

— Está tudo bem, querida? — perguntou a senhora Jeon, preocupada.

SN levou a mão à barriga e ofegou.

— Eu… acho que minha bolsa estourou.

A senhora Jeon arregalou os olhos e imediatamente chamou o segurança da casa. Em minutos, um dos homens ligava para Jungkook.

Jungkook estava em um ensaio, no estúdio da HYBE. O coreógrafo dava instruções quando o celular do segurança tocou.

— Senhor Jeon, desculpe interromper. Sn está em trabalho de parto. A bolsa estourou.

Jungkook congelou por um segundo.

— O quê?! — ele gritou, largando tudo. — O meu filho está nascendo!!!

Sem se preocupar com o que estava vestindo, Jungkook saiu correndo do estúdio, pegando as chaves do carro com o coração na garganta.

Na maternidade, SN já havia sido internada. Estava deitada, monitorada, a expressão entre tensão e concentração.

Quando Jungkook chegou no hospital, atravessou o saguão como uma flecha. Os seguranças abriram caminho, os enfermeiros reconheceram ele de longe.

— Onde está minha esposa? SN? — ele dizia, ofegante.

A enfermeira o levou até o andar certo. Assim que entrou no quarto, viu SN deitada, respirando fundo. Ela abriu os olhos e sorriu fraco ao vê-lo.

— Kook…

— Eu tô aqui, amor. Eu tô aqui agora.

Ele segurou sua mão e beijou sua testa, os olhos marejados. Tudo parecia girar em volta daquele momento.

Horas depois, chegou o momento do parto. SN foi levada para a sala, e Jungkook estava ao lado dela, vestido com a roupa azul do hospital, com touca, máscara e luvas.

— Vai dar tudo certo, meu amor. Eu tô aqui. A gente tá junto, lembra?

SN apertou a mão dele com força. As contrações vinham fortes, e a médica deu o sinal.

— Vamos, SN. Respira fundo. Quando eu contar até três, empurra com força.

O momento foi intenso. Suor, lágrimas, dor.  Jungkook não tirava os olhos dela nem por um segundo, sussurrando palavras de encorajamento.

E então…

O choro do bebê preencheu a sala.

— É um menino! — anunciou a médica.

Jungkook não conseguiu conter as lágrimas. SN chorava, aliviada e emocionada. Quando colocaram o bebê sobre o peito dela, o tempo parou.

— Ele é perfeito… — SN disse, entre lágrimas.

— Ele é nosso… — Jungkook murmurou, beijando a testa dos dois.

Minutos depois, já no quarto…

Já no quarto, com a pulseirinha no braço com o nome "Jeon Jihoon", SN dormia, exausta mas serena

Já no quarto, com a pulseirinha no braço com o nome “Jeon Jihoon”, SN dormia, exausta mas serena. O bebê dormia ao lado dela no bercinho transparente. Mas o papai babão, esse não conseguia parar de olhar.

Jungkook sentou-se na poltrona ao lado, os cotovelos apoiados nos joelhos, e o rosto entre as mãos. Depois, levantou devagar e se aproximou do berço. Seus olhos brilhavam de amor puro.

— Oi, filhote… — ele sussurrou. — Você é a coisa mais incrível que já me aconteceu. Obrigado por vir até nós.

Acariciou de leve a barriguinha do bebê, que fez um barulhinho baixo e voltou a dormir. Jungkook sorriu, encantado.

NO DIA SEGUINTE…

As visitas começaram aos poucos. Primeiro vieram os pais de SN, emocionados, tirando fotos e abraçando a filha com cuidado. Depois, chegaram a mãe, o pai e o irmão de Jungkook, todos trazendo presentes, flores e lágrimas de alegria.

Horas depois, os membros do BTS chegaram. Um por um, emocionados, chorando e rindo, todos fizeram questão de conhecer Jihoon e ver SN, mesmo que brevemente.

Jimin chorava como um bebê. — Ele é tão pequeno… e tão fofo! Ele tem seu nariz, Jungkook!

J-Hope ria ao ver a cena, filmando tudo com o celular. — Esse vídeo vai pro casamento dele!

Taehyung olhava o bebê com um sorriso bobo. — Vai ser bonito como o pai… ou mais.

Namjoon ficou ao lado de SN, apertando a mão dela. — Você foi incrível. Parabéns, SN.

Seokjin e Yoongi deram risadas dos olhares babões, mas não esconderam a emoção.

As visitas que não eram da família ou dos membros mais íntimos puderam ver SN e o bebê de longe, só por alguns minutos. Jungkook percebeu que SN, mesmo sem dizer, estava cansada e precisava de paz. Então agradeceu a todos:

— Obrigado de verdade por estarem aqui. Mas vamos encerrar as visitas por hoje. Mais tarde faremos algo em casa pra que todos celebrem com a gente.

Ele fechou a porta do quarto devagar. Voltou até a cama, ajeitou o cobertor em SN e depois olhou para Jihoon, adormecido no berço, com um sorriso que ninguém conseguiria apagar.

— Agora somos três. E essa vai ser a melhor aventura da nossa vida.

Alguns meses haviam se passado desde o nascimento de Jeon Jihoon.

( finge que é um menino, eu queria por essa foto, então ignorem)

( finge que é um menino, eu queria por essa foto, então ignorem)

 O bebê estava crescendo rápido, com suas bochechas rechonchudas, sorrisos fáceis e olhos brilhantes herdados do pai. Já tinha firmeza no pescoço, ensaiava balbucios engraçados e era obcecado pelas tatuagens de Jungkook, sempre tentando pegá-las com os dedinhos curiosos.

Naquela manhã ensolarada de sábado, a casa estava tomada por um som constante de risadinhas infantis e uma mãe desesperada gritando do corredor.

— Jeon Jungkook, pelo amor de Deus, ele só tem cinco meses!

Jungkook estava deitado no tapete da sala, as pernas levantadas com o bebê apoiado de cabeça pra baixo, rindo como se tivesse descoberto o segredo do universo.

— Mas olha isso, SN! Ele tá adorando! Tá vendo esse sorriso? Meu filhote é radical desde pequeno!

— “Radical”? — ela apareceu na sala de braços cruzados, com uma sobrancelha arqueada e o olhar entre o encantamento e o pânico. — Você quer que ele ache que isso é normal? Daqui a pouco vai pular da cama.

Jihoon gargalhava com a língua de fora, completamente entregue à farra que o pai fazia com ele. Jungkook o segurava com firmeza, com o corpo protegido pelas pernas musculosas, enquanto o bebê se remexia encantado com a própria posição.

— Tá vendo? Ele é um Jeon de verdade. Nascido pra causar. — Jungkook murmurou, beijando a bochecha fofa do filho.

SN se aproximou, suspirando, mas com um sorrisinho que não conseguia esconder.

— Ele vai querer voar depois disso, e quando quebrar um braço, vai ser comigo que ele vai chorar.

— Ele é meu filho, claro que vai voar. Mas com capacete e segurança, prometo.

— E depois você me chama de exagerada…

Jungkook virou o bebê com cuidado e o colocou de bruços sobre o peito, rindo quando Jihoon tentou “engatinhar” pela pele tatuada.

— Você tá vendo, filho? Sua mãe acha que eu sou perigoso, mas eu sou só um pai tentando ensinar você a ser livre.

— Ensinar a virar de cabeça pra baixo, você quer dizer.

— Tá bom, tá bom. Nada mais de acrobacias… hoje. — ele piscou pra ela, fazendo SN bufar rindo.

Jihoon soltou um gritinho animado, batendo os bracinhos no peito do pai.

— É, isso aí! Dá apoio pro appa!

SN pegou o celular e tirou uma foto dos dois. Jungkook, deitado no chão com o bebê em cima, ambos com as bochechas coladas, sorrindo para a câmera com o mesmo brilho nos olhos.

— Essa vai pro porta-retrato da vergonha quando ele for adolescente. — SN provocou.

Jungkook fingiu estar ofendido.

— Como assim “vergonha”? Essa aqui vai ser capa de álbum de família. Vai estar no telão do casamento dele!

— Jungkook!

— O quê? Eu penso no futuro!

Ela se aproximou, sentou-se ao lado deles e acariciou o cabelo dos dois. Jihoon já começava a descansar sobre o peito do pai, sugando o dedo com preguiça.

— Vocês são iguais. Dois bobos.

— Dois bobos completamente apaixonados por você. — ele disse, olhando pra ela com ternura.

SN sorriu, baixando o olhar para os dois.

— E eu por vocês.

Aquele sábado continuou com mais fotos, mamadeiras, troca de fraldas desastradas (com Jungkook jurando que Jihoon fazia xixi em modo de ataque) e risadas intermináveis. A casa estava cheia de vida, e apesar do caos leve de um bebê ativo e um pai mais criança que o filho, a felicidade transbordava em cada canto.

E no fim do dia, enquanto Jihoon dormia no bercinho e os dois pais o observavam de mãos dadas, Jungkook cochichou com um sorriso bobo:

— Acho que quero mais uns três desses…

SN apenas o encarou, em silêncio.

— Tá. Um de cada vez, né?

— Jungkook…

— Tá bom. Mas vou começar o Pinterest da decoração do segundo quarto, só pra me preparar.

— Meu Deus.

Eles riram baixinho, em meio ao som do monitor do bebê e o leve ronronar do Bam dormindo no tapete.

Aquela manhã começou agitada.

SN precisava sair para resolver alguns compromissos que estavam pendentes há dias: uma reunião rápida na editora, um retorno médico de rotina e ainda passar em duas lojas específicas para resolver detalhes de um projeto pessoal que ela não queria adiar mais. Por mais que doesse ficar longe dos dois — especialmente de Jihoon — por tanto tempo, ela sabia que precisava.

Antes de sair, ela deixou uma lista organizada com tudo o que Jungkook precisava lembrar:

— Mamadeira às 10h.
— Fralda às 11h, ou antes, se você sentir aquele cheirinho…
— Soneca depois das 12h.
— E, por favor, nada de acrobacias dessa vez!

Jungkook levantou a mão direita, como se estivesse jurando perante um juiz:

— Prometo solenemente seguir tudo. Sem acrobacias. Só amor, cuidado e… talvez um pouquinho de fofura.

— Jungkook… — ela estreitou os olhos.

— Ok, ok! Eu juro. Vai dar tudo certo.

Ela riu, deu um beijo rápido nele e outro em Jihoon — que estava no colo do pai, com os olhos atentos e uma chupetinha na boca — e saiu, relutante.

Horas depois…

SN chegou em casa exausta. Estava com as mãos cheias de sacolas, a cabeça latejando de cansaço e morrendo de saudade dos dois. Abriu a porta devagar, já esperando ouvir algum tipo de bagunça ou… silêncio suspeito.

Mas o que encontrou a fez parar na entrada da sala, completamente sem palavras.

Jihoon estava deitado no centro do tapete da sala, vestindo um macacão de coelhinho cinza, com orelhas caídas na touca e um pompom branco fofo preso exatamente onde seria o rabinho.

Jihoon estava deitado no centro do tapete da sala, vestindo um macacão de coelhinho cinza, com orelhas caídas na touca e um pompom branco fofo preso exatamente onde seria o rabinho

Jungkook estava deitado de barriga pra baixo à frente dele, imitando seus movimentos de “engatinhar”, com uma câmera na mão e um sorriso completamente derretido no rosto.

— Vem, meu coelhinho… vem, Jihoonie! Mostra pra omma o que você aprendeu!

Jihoon deu uma batidinha com a mãozinha no tapete e resmungou um “ahhh!” todo animado, tentando seguir a direção do pai.

SN precisou se segurar na parede para não cair de tanto rir.

— Jeon Jungkook… o que é isso?!

Jungkook se virou rapidamente, e os olhos dele se iluminaram ao vê-la.

— Amor! Você voltou mais cedo! Olha só o Jihoonie! Fala se ele não é a coisa mais perfeita do mundo! — ele apontou orgulhoso, como se tivesse vestido o filho para uma capa de revista.

Ela caminhou até os dois, ainda rindo.

— Isso é um… coelho?

— Não! Isso é “o coelho mais fofo do universo”, edição limitada Jeon Jihoon. — ele respondeu, sério. — Eu comprei essa roupa semanas atrás, tava esperando a chance perfeita.

— E você achou que hoje era a chance perfeita?

— Você deixou ele comigo. Você achou mesmo que eu ia resistir?

Ela se ajoelhou ao lado deles e passou a mão pelo capuz com as orelhinhas, derretida.

— Ele tá uma gracinha, meu Deus… mas o pompom… é gigante.

— Mais espaço pra ele apoiar quando sentar! Racionalidade, amor.

— Racionalidade nenhuma. Você é um pai maluco.

— Maluco por vocês dois. — ele respondeu, com um sorrisinho safado.

Jihoon deu uma risadinha e tentou alcançar o próprio rabinho, o que fez os dois caírem na gargalhada.

SN o pegou no colo e ficou admirando o pequeno.

— Tá, você venceu. Essa foi a coisa mais fofa que eu vi em semanas. Você tirou foto, né?

— Tirei. E vídeo. E boomerang. E coloquei no grupo da família. Sua mãe disse que ele parece um coelhinho de Páscoa e perguntou se pode postar.

SN o olhou com os olhos arregalados.

— Você mandou isso pra minha mãe?!

— Claro! Ela respondeu antes da minha, inclusive. Vocês que lutem.

Ela riu alto, deitando ao lado dele no tapete.

— Você é um caso perdido.

— Sou. Perdido de amor por esse bebê aqui. — ele beijou o pezinho do filho, que deu uma mini empurrada com a mão na cara do pai. — Ele me bate. Mas é com amor. Olha esse dedinho!

SN o observava com carinho, o coração cheio.

— Você é o melhor pai que Jihoon poderia ter.

Jungkook virou o rosto para ela e esticou o braço até alcançar sua mão.

— E você é o melhor lar que a gente poderia desejar.

Ela sorriu, os olhos marejando.

— Vamos tirar uma foto de família com ele assim. Só hoje.

— Já tô com a câmera no tripé. — ele disse, apontando para o canto da sala. — A gente só precisa de um cronômetro… ou de um controle remoto.

— E que tal mais um coelhinho? — ela disse, deitando Jihoon com cuidado e puxando uma tiara de orelhinhas da bolsa.

— SN!

— Pelo nosso filho. Só hoje.

— Você é cruel. — ele disse, mas já se aproximava para colocar a tiara. — Cruelmente linda.

A câmera piscou, capturando o momento: dois pais completamente apaixonados, um bebê risonho com orelhas de coelho, e uma família que transbordava amor

A câmera piscou, capturando o momento: dois pais completamente apaixonados, um bebê risonho com orelhas de coelho, e uma família que transbordava amor.

FOTOS DE UMA PAPAI BABÃO…

FOTOS DE UMA PAPAI BABÃO

Ele dando a mamadeira ao pequeno jeon…

Ele fazendo o bebê dormir e acabando dormindo primeiro

Ele fazendo o bebê dormir e acabando dormindo primeiro…

4 Comentários

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  1. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:08 pm

    — Kook, eu to com vontade de comer coxinha… e brigadeiro… e aí pensei numa farofinha, sabe? Meu Deus, farofa com banana…

    O desejo típico de uma brasileira kkkkkk não julgo

  2. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:09 pm

    Jungkook na cozinha mais uma vez, misturando ingredientes como um cientista maluco. Dessa vez, ele decidiu ousar: fez bolinho de arroz recheado com queijo (estilo coreano), brigadeiro enrolado com flocos de arroz, e bolo de cenoura com cobertura de ganache que ele aprendeu três minutos antes no TikTok.

    Eu amo que ele faz questão de cozinhar pra ela, um querido mesmo

  3. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:11 pm

    — Ele é nosso… — Jungkook murmurou, beijando a testa dos dois.

    Aaaah gente que momento lindo, e ela guerreira parto normal

  4. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:12 pm

    — Sou. Perdido de amor por esse bebê aqui. — ele beijou o pezinho do filho, que deu uma mini empurrada com a mão na cara do pai. — Ele me bate. Mas é com amor. Olha esse dedinho!

    Eu disse, ele ia ser o pai mais babão de todos os tempos

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