A Cor do Nosso Amor
por FanfiqueiraA MANHÃ SEGUINTE
A luz do sol filtrava-se timidamente pelas cortinas do quarto, cobrindo a cama com um brilho suave e quente. SN se remexeu devagar entre os lençóis, espreguiçando-se com um leve bocejo antes de abrir os olhos. Ao seu lado, Jungkook já estava acordado, deitado de lado, o rosto apoiado na palma da mão, observando-a com um sorriso encantado.
— Bom dia, dorminhoca — ele disse com ternura.
SN sorriu, os olhos ainda um pouco fechados pelo sono. — Bom dia… hmmm… você tá estranho. Muito sorridente.
Ele riu.
— Estranho não. Feliz. O nosso filho mexeu ontem à noite. Pra mim.
SN se sentou de repente, os olhos arregalados. — O quê?! Sério? Ele mexeu?
— Mexeu. Bem aqui — Jungkook apontou, orgulhoso, para o local da barriga. — Eu falei com ele e ele respondeu. Juro.
— Isso é injusto! — ela exclamou. — Eu fico pedindo há semanas pra ele dar um sinal e nada. Aí você fala uma vez e ele responde?
Jungkook soltou uma risada baixa, se aproximando. — Tenta agora. Vai que ele responde pra você também.
SN suspirou e deitou-se novamente, virando um pouco para ele. Jungkook se aproximou mais e falou com a barriga:
— Ei, neném… sua mamãe está ficando triste, viu? Mexe pra ela também. Mostra que já ama ela tanto quanto o papai ama.
SN arregalou os olhos ao sentir um movimento claro e certeiro dentro da barriga.
— Jungkook! Ele mexeu!
— Eu vi! Eu senti! — ele exclamou, emocionado, com os olhos brilhando. — Ele reconhece a sua voz também. Ele é incrível.
Ela riu, os olhos marejados.
O casal passou a manhã com uma leveza contagiante. Jungkook preparou um café da manhã nutritivo, com torradas integrais, iogurte, frutas e um suco natural, sempre consultando as recomendações que tinha salvo no celular sobre alimentação para gestantes.
— SN, você pode comer morango, mas nada de exagerar no café preto — ele disse, tirando uma xícara da mão dela. — Lembra? Cafeína limitada.
Ela revirou os olhos, mas sorriu. — Aparentemente, você leu mais que eu sobre gravidez.
— Claro. Eu não quero errar em nada. Nada mesmo.
Ao longo da manhã, os dois ficaram assistindo TV, preparando juntos alguns detalhes para a tarde, e conversando sobre possibilidades de nomes.
— E se for Jisoo? Ou Minjun? — sugeriu Jungkook.
— Só se for Jungkook Junior. — ela disse, rindo.
Ele se empolgou. — Há! Eu gostei disso.
SN arregalou os olhos. — Não! Era uma piada, pelo amor de Deus. Não quero meu filho sendo zoado na escola por ser “Jungkook Junior”!
— Ok, ok! Sem nomes com “Junior” — ele disse, rindo, abraçando-a por trás e depositando um beijo demorado na sua bochecha. — Mas a gente vai encontrar o nome perfeito.
CHÁ REVELAÇÃO
No meio da tarde, tudo estava pronto.
Jimin e J-Hope se superaram. O jardim da casa de Jungkook foi transformado em um espaço incrivelmente decorado com balões, fitas e uma paleta de cores neutras: amarelo, branco e verde.
Havia uma grande caixa no centro com a inscrição: “É MENINA OU MENINO?”
As duas famílias estavam presentes, amigos próximos e todos os membros do BTS.
Bam corria entre os convidados, devidamente com uma bandana azul e rosa.
SN estava deslumbrante em um vestido leve que valorizava sua barriga, e Jungkook não tirava os olhos dela por um segundo sequer.
— Você está linda. A mulher mais linda da festa. — ele disse, segurando sua mão com carinho.
SN sorriu, os olhos brilhando.
Chegou o momento.
Jimin pegou o microfone.
— ATENÇÃO! Chegou a hora! Todo mundo pronto?!
— SIIIM! — gritaram os convidados.
J-Hope se juntou a ele. — SN e Jungkook, por favor, venham aqui para abrir a caixa!
Os dois se aproximaram, de mãos dadas, corações acelerados.
— Três… dois… um…
A caixa foi aberta e uma chuva de balões AZUIS voou para o alto, acompanhada de confetes e gritos.
— É MENINOOOOO!
O jardim explodiu em comemoração.
Jungkook virou para SN e a abraçou com força, os olhos cheios de lágrimas.
— A gente vai ter um menino…
SN riu, emocionada. — Nosso menino…
Ele se ajoelhou na frente dela, beijou sua barriga e falou baixinho:
— Oi, filho. O papai te ama demais. Mal posso esperar pra te segurar nos braços.
Os membros do BTS vieram correndo abraçá-los, todos eufóricos.
Namjoon deu um tapinha nas costas de Jungkook. — Parabéns, papai!
Jimin estava aos prantos. — Eu sabia! Eu sentia que era um menininho!
J-Hope já dançava, puxando os outros para uma roda. — Agora a família está completa!
A mãe de Jungkook chorava emocionada, abraçada com a mãe de SN. A explosão de fumaça azul ainda pairava no ar quando um grito agudo cortou o som dos aplausos e da música:
— EU SABIAAAAAA! — Jungkook.
Todos se viraram no mesmo instante, e SN quase caiu de tanto rir quando viu o que ele fazia.
Jungkook corria de um lado para o outro no gramado, abrindo os braços como se fosse levantar voo, completamente eufórico. Ele puxou o zíper do moletom que usava e, por baixo, vestia uma camiseta azul bebê com letras brancas bem grandes:
“PAPAI DE MENINO 💙”
— É MEU FILHO!!! — ele gritou, pulando. — É UM MENINO, PORRAAAAA!!! EU TÔ MUITO FELIZ!!!
Jin se jogou ao chão fingindo chorar:
— Ele me trocou… agora tem outro homem na vida dele!
Hoseok correu para abraçar Jungkook, também pulando igual uma criança:
— Parabéns, appa do ano!
Jimin, como bom hyung, apareceu com um avental de chef e um pratinho de bolo:
— Agora que sabemos que é menino, podemos dar o nome de “Jimin Segundo”, hein?
Namjoon riu, já pegando o celular pra gravar:
— Olha isso. Jungkook parece ter ganhado a Copa do Mundo.( obs da autora: sacou a referencia?)
Taehyung passou o braço pelos ombros de SN e sussurrou:
— Ele vai ser o pai mais coruja de todos, pode apostar.
SN sorria, os olhos marejados. O coração batia forte vendo a felicidade pura estampada no rosto de Jungkook. Ela riu ainda mais quando viu Bam correndo até ele e pulando nas patas traseiras, como se estivesse comemorando junto com o pai.
— Até o Bam tá comemorando! — gritou J-Hope, gargalhando.
Jungkook se abaixou para abraçar o cachorro:
— É um menino, Bam! A gente vai jogar bola com ele! Ensinar ele a dançar! E você vai ser o hyung dele, ouviu?
A comoção foi tanta que todos os presentes começaram a bater palmas de novo, contagiados pela empolgação.
Mas então, uma voz soou mais calma, puxando a atenção de volta.
— E se fosse uma menina? — perguntou o pai de Jungkook, com um sorriso de canto e olhar curioso.
Todos ficaram em silêncio por um segundo, SN também prendeu a respiração, curiosa pela resposta. Jungkook, com um sorrisinho travesso, ergueu as sobrancelhas, levantou a barra da blusa azul… e tirou-a por completo.
Por baixo?
Uma camiseta rosa clarinho, com uma fonte delicada no centro:
“PAPAI DE MENINA💖”
A comoção foi geral.
— JUNGKOOK!!! — SN levou as mãos ao rosto, entre surpresa e riso.
— Ele preparou os dois lados?! — exclamou Namjoon, gargalhando.
— Esse homem é um ícone da paternidade. — disse Jin, aplaudindo.
Jungkook esticou os braços, rindo:
— É meu filho, minha filha, meu bebê! Eu amo de qualquer jeito! Mas… — ele voltou a sorrir largamente — hoje é um menino e eu tô explodindo por dentro!
Ele correu de volta até SN, pegou delicadamente sua cintura e a girou devagar no ar, fazendo-a rir alto.
— Appa já te ama muito, garotinho. — ele murmurou, beijando a barriga com carinho.
O sol parecia mais quente, o céu mais limpo, e por um instante, todos que estavam ali puderam sentir o que era a verdadeira alegria de uma nova vida começando.
Mais tarde naquele dia…
Na suíte, a luz estava baixa, suave, e o ar carregado de silêncio confortável. Jungkook estava deitado na cama com o celular em mãos, os olhos brilhando enquanto rolava infinitamente pelo Pinterest. A tela mostrava variações de berços brancos, decorações azuis com detalhes em nuvem, papel de parede com animais da floresta, luminárias de estrela…
Ele suspirou fundo e sorriu com os olhos, encantado com cada ideia.
— Será que é exagero fazer um quarto com tema de dinossauro e outro de bichinhos do mar? — ele pensou alto, rindo baixinho de si mesmo. — Ai, bebê… seu appa tá surtando aqui.
Mas antes que ele pudesse favoritar mais um quarto, ouviu a porta do banheiro se abrir com um rangidinho leve.
Ele levantou os olhos.
E quase deixou o celular cair no peito.
— O quê…?
SN apareceu na porta envolta por uma camisola de renda preta, curtinha, transparente nos lugares certos, e perfeitamente ajustada às novas curvas que a gravidez começava a realçar com charme. O cabelo solto caía sobre os ombros e ela tinha aquele olhar — aquele — de quem não estava nem um pouco interessada em dormir cedo.
Ela apoiou uma das mãos na moldura da porta, com um sorriso leve, quase travesso, e se aproximou devagar, com o rebolado mais sutil do mundo, mas que fazia o coração dele pular no peito.
— Amor… — ela chamou baixinho, os olhos fixos nos dele. — Você ainda tá acordado?
Jungkook engoliu em seco, completamente pasmo.
— N-não mais — ele respondeu, sentando-se lentamente como se estivesse diante de uma visão proibida.
— Pensei que… a gente podia comemorar de um jeito mais… íntimo — ela disse, subindo na cama de joelhos até ficar cara a cara com ele, com aquele sorrisinho tentador no rosto.
— Ai meu Deus — ele murmurou, arregalando os olhos e olhando instintivamente para a barriga dela. — Mas… e o bebê?
Ela riu, passando os braços pelo pescoço dele.
— O bebê tá bem. Eu tô bem. E você também… tá ótimo — ela sussurrou contra o ouvido dele, mordiscando de leve o lóbulo.
— SN… você quer me matar?! — ele gemeu baixinho, rindo nervoso. — Você tem noção do que tá fazendo comigo com essa camisola?
— Exatamente. — ela disse, colando o corpo no dele. — E você não vai escapar dessa vez.
Mas Jungkook, mesmo com a vontade clara no brilho dos olhos e nas mãos que já deslizavam pelas costas dela, mordeu o lábio e encostou a testa na dela.
— Amor… eu tô com medo de machucar vocês — ele disse, com aquele olhar doce que derretia qualquer resistência. — Eu sei que os médicos disseram que pode, que é seguro… mas… você tá ainda mais linda grávida, eu fico sem saber onde te tocar com segurança!
SN sorriu, acariciando o rosto dele com carinho.
— A gente vai com calma, tá? Devagarzinho. Você me ouve, eu te guio. E se eu disser “para”, você para. Mas deixa eu te amar, Jungkook. Eu quero isso. Quero você. Quero esse momento nosso.
O coração dele explodiu de ternura. Ele assentiu, e por um momento, só a beijou — um beijo lento, profundo, que dizia tudo o que ele ainda não sabia como colocar em palavras.
— Tá… — ele sussurrou contra os lábios dela. — Mas você promete que vai me avisar de tudo? Tipo… tudo mesmo? Até se eu estiver respirando errado?
Ela riu.
— Prometo. E se você estiver respirando errado… eu te beijo até esquecer como respira.
Ele gargalhou, já mais relaxado, e a puxou com todo o cuidado do mundo para o seu colo. As mãos deslizaram pela lateral da coxa de SN com uma lentidão provocante, como se explorasse cada curva com reverência e fome.
— Essa camisola devia ser proibida — ele murmurou com a voz rouca, a boca colada no pescoço dela. — Você faz ideia do quanto me provocou com isso?
Ela soltou uma risadinha, arfando quando ele mordeu de leve a pele abaixo da orelha.
— Eu queria ver se ainda tinha esse poder sobre você…
— Você não tem poder sobre mim, SN. — ele sussurrou, a boca descendo para a clavícula. — Você me domina. Eu sou seu.
As mãos dele subiram sob o tecido fino da camisola, sentindo a pele quente, sensível. Ele puxou devagar, revelando os seios com adoração, os lábios logo os buscando, explorando com beijos e mordidas suaves.
Ela gemeu baixo, o corpo arqueando sob o dele.
— Jungkook…
— Fala meu nome de novo — ele pediu com a voz carregada, os olhos brilhando. — Eu quero ouvir você.
Ele se posicionou entre suas pernas, beijando a barriga com carinho — mas os olhos logo subiram famintos para os dela.
— Agora você vai me deixar te enlouquecer, e eu prometo ser cuidadoso. Mas se você pedir… se você implorar… eu posso ser um pouco menos bonzinho.
— Jungkook… — ela gemeu de novo, a respiração já descompassada. — Eu te quero tanto…
Ele a fez rir quando disse, com um sorriso travesso:
— Você me provoca com essa camisola, me seduz com esse corpo lindo de grávida e quer que eu me controle? Sério?
Ela puxou o rosto dele para si e o beijou com força, com fome.
As mãos de Jungkook a apertavam com firmeza, guiando cada movimento, como se conhecesse cada centímetro dela de cor. Ele alternava entre palavras baixas no ouvido dela e beijos que deixavam a pele em chamas. E ela o acompanhava com o corpo, com os gemidos, com o desejo represado de semanas.
— Eu nunca vou me cansar de você — ele sussurrou contra sua boca, penetrando devagar, com reverência… mas a intensidade só aumentava a cada segundo.
Os corpos se moviam como se fossem um só, ritmados por suspiros, gemidos abafados e o som das peles se encontrando no escuro.
Quando ambos gozaram, com os corpos entrelaçados e ofegantes, Jungkook a envolveu com os braços, a boca ainda colada ao ombro dela, sussurrando:
— Nunca mais some de mim assim. Promete?
Ela virou o rosto e beijou sua mandíbula, ainda com o coração acelerado.
— Só se você prometer continuar me fazendo sentir assim… viva.
Ele sorriu, puxando-a mais para si, e ali, no silêncio da madrugada, os dois adormeceram.
Essa criança ama esse pai babão.. como pode?
Um mini jk, socorro a s/n que lute pra aguentar as fãs
Berro que ele preparou duas camisetas, esse homem é um gênio kkkkk
Eita que senti aqui o poder dessas palavras, to passada!!!