O Peso de um Anel, a Leveza de um Cuidado
por FanfiqueiraJungkook entrou na joalheria acompanhado por um segurança discreto, que mantinha os olhos atentos ao redor, mas sem ser invasivo. O ambiente era iluminado, com vitrines de vidro exibindo peças delicadas e reluzentes sob a luz quente. O aroma sutil de madeira e couro dava um toque sofisticado ao lugar.
Assim que ele cruzou a porta, algumas fãs que estavam próximas, perceberam sua presença e trocaram olhares excitados. Um murmúrio baixo correu entre elas, mas a postura calma de Jungkook e do segurança fez com que ninguém fizesse alarde.
— Olá, em que posso ajudar? — uma atendente se aproximou com um sorriso profissional, mas visivelmente surpresa pela visita inesperada.
Jungkook mostrou a foto que tinha salvo no celular: o anel de prata com uma pequena zircônia, detalhes finos e discretos. A atendente confirmou o modelo e foi buscar a caixa no fundo da loja.
Enquanto isso, um funcionário discreto, puxou o celular rapidamente e capturou algumas fotos e vídeos curtos do Jungkook analisando as joias.
Jungkook, alheio a isso, pegou a caixinha com o anel cuidadosamente embalado. Ele sorriu levemente, sentindo o peso do pequeno objeto, imaginando o momento certo de entregar aquele símbolo para ela — mas não era hoje.
— Posso embrulhar para presente? — perguntou a atendente.
— Sim, por favor. — respondeu ele, com a voz baixa e calma.
O segurança já observava a porta, pronto para sair rapidamente e evitar qualquer tumulto.
Antes de sair, Jungkook olhou para trás por um instante, captando o olhar das fãs e oferecendo um sorriso breve, quase um segredo compartilhado. Elas suspiraram encantadas, enquanto ele saía da loja, o anel seguro na mão, ainda guardando para o momento perfeito.
Jungkook saiu da joalheria com passos firmes, a mente ainda girando em torno do pequeno anel embrulhado agora em uma caixinha elegante. Ao lado, o segurança carregava a sacola com cuidado, sem dizer uma palavra — já acostumado com o ar pensativo e determinado de Jungkook.
— Leva direto pra minha casa, hyung. Guarda no cofre, por favor. — Jungkook falou, entregando a chave reserva.
— Pode deixar. — respondeu o segurança, já se encaminhando para um taxi.
Jungkook entrou em seu carro. Assim que fechou a porta, soltou um suspiro, os dedos tamborilando impacientemente contra a coxa. Tudo o que queria agora era vê-la. Estar com ela. E mesmo que ainda não fosse o momento de entregar o anel, o desejo de tê-la nos braços era maior do que qualquer plano.
Poucos minutos depois, ele abriu a porta da casa dela devagar, usando a chave reserva que ela mesma havia dado. O silêncio ali dentro contrastava com o turbilhão interno que ele carregava.
— SN? — chamou em tom baixo, fechando a porta atrás de si.
Não houve resposta imediata, mas ele logo escutou um pequeno gemido abafado vindo do quarto. Deixou o tênis no canto, atravessando a sala até empurrar a porta entreaberta.
Ela estava encolhida na cama, virada de lado, abraçando um travesseiro contra o abdômen. O rosto levemente contraído, os olhos apertados — claramente desconfortável.
O peito dele apertou no mesmo instante.
— Ei… — ele se aproximou devagar, ajoelhando-se ao lado da cama. — Você tá com cólica?
Ela apenas assentiu, os olhos ainda fechados, tentando respirar fundo.
— Eu devia ter vindo direto… — ele murmurou, afagando os cabelos dela com carinho, afastando algumas mechas do rosto.
Sem dizer mais nada, levantou-se e foi até a cozinha. Aquecer uma bolsa térmica, preparar um chá quente e separar um comprimido virou prioridade. Ele fez tudo em silêncio, focado, com a precisão de quem já tinha passado por aquilo com ela antes.
Poucos minutos depois, voltou ao quarto com a bolsa morna e o chá.
— Vem cá… — sentou na cama, ajudando-a a se ajeitar no colo dele. — Apoia aqui.
Ela se acomodou devagar, encostando a cabeça no ombro dele, os braços ao redor da cintura. Ele posicionou a bolsa sobre a barriga dela e segurou a caneca, oferecendo com cuidado.
— Devagar, tá quente.
Ela bebeu um gole, suspirando aliviada com o calor.
— Você é um anjo… — murmurou, a voz rouca.
Ele sorriu de lado, beijando o topo da cabeça dela.
— Não. Sou só seu namorado preocupado.
Ela riu baixinho, mesmo com dor, e aquilo foi suficiente pra ele sorrir mais largo. Ficaram em silêncio por um tempo, ele passando os dedos pelo braço dela em movimentos circulares.
— Eu pensei em você o dia inteiro… — ele disse de repente, a voz baixa. — E queria tanto te dar uma coisa… mas agora não é hora. Você precisa descansar.
Ela ergueu o rosto com curiosidade, mas ele só balançou a cabeça.
— Depois. Quando você estiver 100%. Quero que esteja bem quando eu fizer isso.
Ela sorriu com os olhos fechando devagar, mais por carinho do que pela curiosidade.
— Então tá… mas agora fica comigo?
— Sempre.
Ele ajeitou os cobertores, puxou ela mais para perto e a abraçou forte, como se o calor dele pudesse aliviar a dor que ela sentia.
Na manhã seguinte…
A luz suave da manhã invadia o quarto pelas frestas da cortina. O despertador de Jungkook havia tocado há alguns minutos, mas ele o desligou com rapidez para não acordá-la. SN dormia profundamente, os traços do rosto mais relaxados do que na noite anterior, quando a dor parecia não dar trégua.
Jungkook estava acordado há algum tempo, encostado na cabeceira da cama, com ela aninhada ao peito. Uma das mãos dele acariciava distraidamente os cabelos dela, enquanto a outra repousava sobre o quadril dela, traçando círculos lentos com o polegar.
Ele sorriu, sentindo o calor do corpo dela ali colado ao dele.
— Ainda quente… — murmurou baixinho, com a voz rouca da manhã. — Mas bem melhor que ontem.
Com cuidado para não acordá-la, ele deslizou devagar para fora da cama. Saiu do quarto em silêncio, com os passos leves de quem já conhecia cada canto daquela casa. Na cozinha, preparou um café da manhã simples: chá de camomila, frutas cortadas em um pratinho, uma torrada com manteiga leve e o comprimido para a cólica, só por precaução.
Colocou tudo em uma bandeja e voltou ao quarto, onde ela ainda dormia de lado, os lençóis subindo e descendo suavemente com a respiração. Ele se sentou ao lado dela, com um sorrisinho carinhoso no rosto.
— Amor… — chamou baixinho, inclinando-se para beijar a bochecha dela. — Acorda só um pouquinho.
Ela soltou um murmúrio, se virando devagar, os olhos ainda pesados.
— Hm… que horas são?
— Sete e vinte. Eu tenho que ir daqui a pouco. Trouxe café da manhã pra você — disse com um sorriso gentil, mostrando a bandeja.
Ela piscou algumas vezes, até focar nos olhos dele. Sorriu sonolenta.
— Você é perfeito, sabia?
— Eu só tô tentando compensar a noite difícil que você teve. — ele respondeu, ajeitando o travesseiro dela. — Vem, senta aqui um pouquinho.
Ela se sentou com a ajuda dele e encostou-se na cabeceira. Jungkook ajeitou a bandeja no colo dela e se sentou de frente, observando cada reação.
— Ainda tá com dor?
— Bem menos… você cuidou tão bem de mim. — Ela pegou a xícara do chá. — Acho que se você não fosse cantor, teria futuro como enfermeiro.
Ele deu uma risada baixa.
— Só cuido assim de você. E nem é obrigação… eu gosto.
Ela sorriu, tocando a mão dele com os dedos gelados.
— Eu sei. E isso faz tudo ainda mais especial.
Jungkook olhou para ela por um segundo a mais. O cabelo bagunçado, os olhos pequenos ainda lutando contra o sono, o moletom largo que usava dele. E mesmo assim, naquele estado despretensioso, ela continuava linda.
— Dá vontade de ficar aqui o dia inteiro com você. — ele murmurou. — Mas hoje não tem jeito…
Ela assentiu, e ele se levantou para terminar de se arrumar. Vestiu a camiseta preta justa e calças de moletom cinza, prendendo o cabelo em um coque desajeitado, que ele refazia até ficar como gostava. Quando voltou ao quarto, ela ainda estava terminando o chá.
— Promete que vai descansar hoje? Nada de esforço.
— Prometo, enfermeiro Jeon.
Ele riu e se abaixou para beijar sua testa.
— Eu passo aqui assim que sair do estúdio. Vai querer algo pra jantar?
— Só você.
Ele riu de novo, mais rouco, e sussurrou:
— Tenta melhorar até lá… senão eu vou acabar te mimando de novo. E você vai se acostumar.
Ela arqueou uma sobrancelha, maliciosa:
— Acho que já me acostumei.
Ele saiu do quarto com o coração aquecido e um sorriso grudado no rosto. Mesmo cansado, mesmo na correria, cuidar dela fazia tudo valer a pena.
Mais tarde naquela manhã…
Jungkook desceu do carro com os fones nos ouvidos e um boné baixo, o moletom cinza ainda denunciando a manhã corrida. Cumprimentou os funcionários do estúdio com um aceno rápido, mas educado, e entrou já digitando no celular. A última mensagem era dela:
“Tô bem, amor. Prometo ficar quietinha. 💛”
Ele sorriu sozinho, guardando o celular no bolso antes de ser abordado por um dos coordenadores.
— Jungkook, você foi escalado pra uma gravação extra hoje, tudo bem?
— Tudo bem. Quanto antes eu terminar, antes posso voltar pra casa.
E com esse pensamento, ele mergulhou no dia puxado. Foram horas de ensaios de coreografia, ajustes de figurino, gravação de takes individuais, fotos para materiais promocionais… Cada pausa era uma oportunidade para checar o celular, só pra ver se ela precisava de algo. Mas nada. SN estava cumprindo a promessa de descansar.
Por volta das 19h, quando a equipe liberou os membros, Jungkook despediu-se dos meninos com um aceno.
— Vai pra onde? — Taehyung perguntou.
— Casa da SN. Ela não tá muito bem hoje.
— Leva chocolate. E sorvete! — Hobi sugeriu.
— Já tava pensando nisso — respondeu, já sorrindo.
No caminho, ele parou em uma loja de conveniência, com capuz baixo e máscara no rosto.
Com um carinho quase meticuloso, ele foi pegando item por item:
Um pote de sorvete de chocolate com pedaços crocantes (o favorito dela)
Um pacote de meias felpudas e fofas de coelhinho
Um chá de camomila com baunilha
Uma bolsa térmica nova e fofa
Um cobertor pequeno com estampa de bichinhos
Um pacote de salgadinhos
Um frasco de óleo corporal com cheirinho suave de lavanda
E uma carta pequena escrita à mão, dobrada discretamente
Colocou tudo em uma sacolinha de presente. O “Kit de Sobrevivência da Minha Garota” como ele brincou consigo mesmo enquanto voltava pro carro, satisfeito.
Já na casa dela…
Jungkook abriu a porta com cuidado, como quem entra num lugar sagrado. Deixou os tênis ao lado da porta, pendurou a jaqueta, e atravessou a sala silenciosa até o quarto. SN estava deitada, os olhos entreabertos, enrolada no cobertor que ele tinha deixado mais cedo. Ainda parecia um pouco pálida.
— Cheguei, meu amor — disse baixinho, se aproximando da cama.
Ela sorriu fraco.
— Oi… como foi o dia?
— Corrido, mas eu só pensava em voltar pra cá.
Beijou sua testa com carinho, e então levantou a sacola de presente como se fosse um troféu.
— Tchanããã! Trouxe seu kit de sobrevivência.
— Quê? — ela riu baixinho, se ajeitando um pouco. — O que tem aí?
— Tudo que você ama. Inclusive sorvete. — Ele piscou e se sentou ao lado dela. — Pode abrir.
Ela foi tirando item por item da sacola, os olhos brilhando entre a surpresa e a alegria:
— Jungkook… até as meias felpudas?
— Tá achando que eu não presto atenção nos seus gostos? — ele sorriu. — Escolhi tudo com carinho. Até escrevi um bilhetinho.
Ela abriu a carta, onde ele havia escrito com sua letra bonita:
“Se o mundo estiver pesado, deixa que eu carrego por você. Até você melhorar, meu colo é seu, minha atenção é sua, e meu coração sempre foi seu.”
Com amor, JK.
Ela leu em silêncio, os olhos marejando um pouco.
— Isso é tão… lindo.
— Você merece. — Ele segurou sua mão. — Agora, vamos te deixar confortável?
Ele a ajudou a colocar as meias novas, ligou a bolsa térmica e ajeitou na barriga dela, pegou o cobertor novo e a cobriu, como se estivesse montando uma fortaleza. Depois colocou o sorvete numa tigela e se sentou ao lado, com a colher na mão.
— Vem, abre a boca — disse com um sorriso travesso.
Ela riu e aceitou a colherada.
— Melhor namorado do mundo.
— Ainda não sei se oficialmente sou, mas tô tentando muito ser — ele brincou, passando os dedos nos cabelos dela.
— Você é. Mesmo sem o rótulo, você é.
Ele sorriu, tocando a pontinha do nariz dela com carinho.
— E você é minha. Mesmo sem o anel… ainda.
Ela olhou confusa, mas ele desconversou com um beijo leve na testa e outra colherada de sorvete.
— Depois eu conto.
Mais tarde naquela noite…
Depois do sorvete, do chá quentinho e de algumas risadas baixas, SN começou a ficar sonolenta. Jungkook percebeu pelo jeito como ela se encolhia mais no travesseiro, os olhos piscando mais lentamente, os dedos procurando os dele de forma automática.
Ele sorriu, deixando o controle do quarto de lado e se inclinando para sussurrar perto do ouvido dela:
— Vamos dormir, meu amor. Cê tá exausta…
Ela apenas murmurou algo ininteligível, mas se virou de lado, deixando espaço pra ele deitar atrás. Jungkook apagou as luzes, ajeitou o quarto e se deitou com ela, colando o peito às costas dela, passando o braço por cima com cuidado, mão repousando na barriga.
— Tá melhorzinha? — murmurou contra seu pescoço.
Ela assentiu com um som baixinho e confortável. Ele beijou sua nuca.
— Amanhã, se ainda estiver com cólica, eu dou um jeito de trabalhar de casa. Ou saio mais cedo. O importante é você estar bem, tá?
— Jungkook…
— Shhh… dorme. Eu tô aqui.
Com a respiração dela desacelerando nos braços dele, ele ficou ali, imóvel por um tempo, ouvindo o silêncio da noite, sentindo a pele dela sob a sua. A presença dela era um calmante. O tipo de amor que não precisava de palavras. Só o silêncio já era o bastante.
Ele dormiu logo depois, com o rosto enterrado no cabelo dela e os corpos entrelaçados, como se fossem feitos um pro outro.
Na manhã seguinte…
O celular de Jungkook vibrava incessantemente na mesa de cabeceira. Mensagens se acumulavam em notificações: membros do BTS, staff da HYBE, amigos e até familiares. Confuso, ele pegou o aparelho e começou a ler.
RM: “Hyung, você viu o que está rolando? Precisamos conversar.”
Jimin: “As redes estão uma loucura. Fica calmo, mas precisamos alinhar as coisas.”
HYBE Staff: “Jungkook, precisamos de uma reunião urgente. Entre em contato assim que possível.”
Ao abrir as redes sociais, Jungkook se deparou com fotos suas na joalheria, escolhendo um anel. As imagens haviam sido tiradas por fãs que estavam no local e, embora não tivessem sido postadas imediatamente, agora estavam circulando amplamente.
A especulação era intensa: quem era a sortuda? Seria um presente para alguém especial? Os fãs estavam em frenesi, e a mídia não ajudava, alimentando ainda mais os rumores.
Na manhã seguinte…
O sol mal tinha nascido, mas o celular de Jungkook não parava de vibrar. Ele, ainda meio sonolento, franziu o cenho ao ver o número de notificações. Staff, membros, amigos, até familiares… todos mandando mensagens urgentes.
Ele destravou o celular e começou a rolar.
Namjoon [07:03]:
“Hyung, olha isso agora. Deu ruim.”
Jimin [07:05]:
“Você viu quem postou? Ela. Com o ANEL.”
HYBE Staff [07:08]:
“Precisamos conversar imediatamente. Mandei link da postagem. Isso escalou rápido demais.”
Jungkook, agora sentado na beirada da cama, abriu o link enviado. E lá estava:
Uma atriz e cantora coreana famosíssima — conhecida por ser apaixonada por ele — havia postado uma foto sorrindo com a mão no rosto, exibindo um anel muito parecido com aquele que ele havia comprado para SN.
A legenda era vaga, mas provocativa:
“Me surpreenderam hoje… 💍✨”
O anel na imagem não era o mesmo, mas o design à distância era incrivelmente semelhante. Bastou aquilo para os rumores explodirem. A imagem viralizou em minutos.
A mídia estava sedenta. Os fãs estavam divididos entre especulação, ciúmes e choque. Algumas páginas de fofoca insinuavam que os dois (Jungkook e a famosa) estavam juntos há meses em segredo.
Mas o que mais o irritava era que ninguém sabia a verdade — ninguém sabia de SN.
Exceto os meninos e suas famílias.
Jungkook jogou o celular na cama e passou as mãos no rosto, nervoso. Seu coração acelerava mais de raiva do que de susto.
O celular vibrou novamente. Era Taehyung.
Taehyung [07:12]:
“Hyung… ela tá fazendo isso por atenção. Você tem que desmentir isso logo. Ou vai virar verdade.”
Jungkook:
“Eu sei. Eu vou resolver. Mas não agora. Não quero colocar SN nessa confusão.”
Minutos depois, ele já estava trocado, os cabelos ainda um pouco bagunçados, andando pelo quarto em círculos, enquanto pensava em como evitar que aquilo respingasse nela. Ele não podia permitir que a confundissem com uma amante escondida ou, pior, que achassem que ela era a tal famosa mascarando tudo.
Ele suspirou fundo, pegando o celular de novo e mandando uma mensagem para Namjoon:
Jungkook [07:25]:
“Não vou negar nem confirmar nada. Mas vou proteger a pessoa certa. A gente se fala depois da reunião.”
Então, ele olhou para a cama onde SN ainda dormia, encolhida, tranquila… longe da confusão que explodia online. Ele caminhou até ela e sentou na beirada da cama. Acariciou os fios do cabelo dela com delicadeza.
— Ainda não, — ele murmurou, observando o rosto sereno dela. — Eu vou resolver isso primeiro. Depois, eu coloco esse anel no teu dedo como deve ser.
Quanto profissionalismo aff.. fofoqueiro da pior espécie possível, expondo idol
Um tanto quanto suspeito isso ein s/n, ja vivi isso mulher
Oportunista, querendo surfar no hype.. coragem ein kkkk
Muito que bem, vamos ver o desenrolar pra saber se tu protegeu mesmo