O Dono do Meu Corpo, o Dono do Meu Coração
por FanfiqueiraAinda abraçados na cama, os corpos quentes e entrelaçados, o quarto silencioso, exceto pelas respirações pesadas.
Jungkook passou a mão preguiçosamente pelas costas dela, sentindo a pele úmida e sensível sob seus dedos.
Ela, satisfeita e relaxada, soltava pequenos suspiros de felicidade.
Mas ele… ele estava longe de se dar por vencido.
Com um sorriso lento e perigosamente travesso, ele deslizou a boca até o ouvido dela e sussurrou:
— Você acha que venceu, né, baby?
Ela soltou uma risadinha, a voz embargada de sono e prazer.
— Não acho. Tenho certeza.
Ele riu baixinho, um som carregado de ameaça deliciosa.
De repente, virou-se sobre ela, prendendo seus pulsos contra o colchão, o corpo dele pairando sobre o dela como uma sombra quente e pesada.
O sorriso dela morreu nos lábios.
O olhar de Jungkook estava escuro, faminto, possessivo.
— Então agora é minha vez. — murmurou, roçando o nariz contra o dela.
Ela sentiu o coração acelerar de novo.
— Jungkook… — sussurrou, tentando soar firme.
Ele apenas sorriu, aquele sorriso safado que prometia problemas.
— Você me provocou o dia inteiro. — rosnou baixinho, deslizando a boca pela mandíbula dela. — Você me deixou duro em plena reunião, baby.
— Jungkook… — ela gemeu, sentindo a excitação voltar com força total.
— Agora você vai pagar por cada segundo que eu passei pensando em meter em você na frente dos meus hyungs. — a voz dele era um trovão rouco.
Antes que ela pudesse responder, ele desceu a boca para seu pescoço, mordendo com força suficiente para marcar.
Ela arqueou o corpo contra ele, ofegando.
Ele soltou seus pulsos apenas para agarrar suas coxas e as abrir bem, prendendo seu corpo com o peso do dele.
— Hoje… — murmurou, beijando cada pedacinho exposto da pele dela — …você vai gozar quantas vezes eu quiser. Só quando eu deixar. Entendido?
Ela tentou protestar, mas a voz falhou.
— Entendido? — repetiu, agora beliscando seu clitóris com os dedos, arrancando um gemido desesperado dela.
— S-sim… — arfou.
Ele sorriu satisfeito.
— Boa menina.
Jungkook começou lento, muito lento.
Beijos úmidos no interior das coxas. Mordidas suaves. Língua quente explorando cada centímetro da pele dela.
Quando finalmente chegou onde ela mais queria, ele apenas soprou o ar quente, sem tocar de verdade.
Ela choramingou de frustração, tentando se esfregar nele, mas Jungkook segurou seus quadris firmemente contra o colchão.
— Quem manda aqui, baby? — perguntou, a voz cheia de autoridade.
— V-você… — soluçou, quase implorando.
— Isso mesmo.
Finalmente, ele passou a língua devagar, de cima a baixo, torturando-a.
Ela arqueou, gritou, gemeu seu nome.
Mas ele não parava.
— Você é tão gostosa assim toda implorando pra mim… — sussurrou contra ela.
Entre lambidas e sucções, ele a levou à beira uma, duas, três vezes… sempre parando antes de deixá-la gozar.
Ela já estava tremendo, suplicando, chorando de necessidade.
— Jungkook, por favor… — soluçou, puxando os lençóis.
Ele subiu de volta, beijando-a com força, deixando-a provar a si mesma em seus lábios.
— Você vai lembrar de quem é seu dono, baby. — prometeu, posicionando a glande latejante na entrada dela.
Sem aviso, empurrou fundo de uma vez.
Ela gritou, agarrando os ombros dele com força.
E ele começou a se mover.
Não como antes, não rápido e brutal — agora era um movimento controlado, devastador, milimetricamente calculado para enlouquecê-la.
Cada estocada acertava o ponto exato dentro dela, cada rebolada de quadril fazia o clitóris dela roçar contra o osso dele.
Ela se desfazia embaixo dele, soluçando de prazer, as lágrimas molhando seus olhos.
Jungkook roçava a testa na dela, a respiração quente e irregular.
— Você é minha, baby. Minha pra sempre. — murmurava entre estocadas. — Ninguém nunca vai te foder assim. Ninguém nunca vai te fazer gozar desse jeito.
Ela balançou a cabeça freneticamente, incapaz de formar palavras.
Ele sorriu, vitorioso.
— Goza agora. — ordenou, a voz sombria e rouca.
E ela obedeceu, como sempre.
O orgasmo explodiu dentro dela com tanta força que a deixou em branco, gritando o nome dele, se contorcendo sob o peso dele.
Ele seguiu logo depois, derramando-se profundamente dentro dela com um gemido rouco e desesperado.
Caíram juntos, suados, tremendo, destruídos e absolutamente satisfeitos.
Ele não a soltou.
Segurava-a como se fosse desaparecer, beijando sua testa, seu nariz, seus lábios inchados.
— Eu te amo tanto… — murmurou, a voz embargada.
Ela sorriu, preguiçosamente, passando os dedos pelos cabelos dele.
— Eu também te amo, Kookie…
Ficaram assim, entrelaçados, os corpos grudados, as respirações se acalmando pouco a pouco.
Até que ele sussurrou contra sua pele:
— E amanhã… amanhã é minha vez de fazer você se vingar de novo.
Ela riu baixinho, exausta mas completamente feliz.
— Vai ser uma guerra, então?
Ele levantou o rosto, o sorriso selvagem e apaixonado.
— Vai ser o nosso apocalipse, baby.
Sexta-feira – De manhã
O sol invadia o quarto em faixas douradas, aquecendo a pele deles que ainda se entrelaçava sob os lençóis bagunçados.
Jungkook abriu os olhos preguiçosamente, um sorriso se formando no rosto ao ver ela ali, dormindo profundamente, o rosto relaxado, os cabelos espalhados pelo travesseiro.
Bam, deitado no pé da cama, também dormia pesado, a barriga subindo e descendo em ritmo lento.
Jungkook se mexeu devagar para não acordá-la, mas não resistiu e se aproximou ainda mais, escondendo o rosto no pescoço dela e inalando seu cheiro, aquele cheirinho doce e quente que já era seu vício.
Ela se remexeu, murmurando algo incompreensível, antes de abrir os olhos sonolentos e sorrir ao vê-lo.
— Bom dia… — ela disse com a voz rouca de sono, fechando os olhos novamente.
— Bom dia, baby. — ele respondeu, sua voz ainda mais rouca, cheia de carinho. — Dormiu bem?
Ela fez que sim, esticando o braço para puxá-lo ainda mais para perto.
Ele riu baixinho, o peito vibrando contra o dela.
— Eu preciso ir trabalhar… — murmurou contra sua boca, antes de beijá-la suavemente.
— Hm, não vai… fica aqui comigo… — ela sussurrou, puxando-o pela camiseta.
Ele gemeu baixinho, tentado.
— Se eu pudesse, ficava… Mas é a última reunião antes da folga, baby. — beijou sua testa. — Prometo compensar depois.
Ela bufou manhosa, mas sorriu.
— Você vai mesmo compensar?
— Vou. — ele mordeu de leve o lábio inferior dela. — Em dobro.
Ela riu, deslizando a mão pela nuca dele, puxando-o para mais um beijo lento e preguiçoso.
Depois de alguns minutos de beijos trocados, suspiros e carinhos silenciosos, Jungkook se forçou a se levantar.
— Eu preciso ir mesmo. — disse, vestindo a calça de moletom jogada no chão.
Bam acordou nesse momento, abanando o rabo com entusiasmo.
— E aí, grandão? — Jungkook se abaixou para fazer carinho no cachorro. — Cuida da mamãe, tá bom?
Ela assistia a cena com um sorriso bobo no rosto, o coração aquecido.
Ele se aproximou dela novamente, agachando-se ao lado da cama.
— Eu te amo. — disse, sério, acariciando seu rosto com a ponta dos dedos.
Ela sorriu, sentindo o rosto esquentar.
— Eu também te amo.
Ele selou seus lábios com um beijo rápido e se levantou.
— Te vejo mais tarde. Fica de olho no celular, tá?
Ela franziu a testa, desconfiada.
— Por quê?
Ele apenas piscou para ela, misterioso, antes de sair do quarto.
Mais tarde – Na reunião
No prédio da HYBE, Jungkook se reuniu com os outros membros do BTS.
Era a última reunião antes da pequena folga do fim de semana.
Eles estavam revisando cronogramas, ajustando detalhes para entrevistas futuras, programando ensaios e gravações.
Jungkook estava focado, mas seu pensamento fugia constantemente para ela.
Para a noite que viria.
Para a surpresa.
Namjoon percebeu o sorriso bobo dele e cutucou de leve.
— Tá apaixonado, hein, maknae? — brincou, dando uma piscadinha.
Jungkook apenas sorriu, sem negar. O coração batendo mais rápido.
A reunião terminou no fim da tarde, e logo que saiu do prédio, Jungkook pegou o celular e mandou uma mensagem para ela.
[Mensagem de Jungkook para ela]
“Baby, arruma uma mala pequena. Vamos passar o fim de semana na minha casa. Leva suas coisas e as do Bam. Tô indo te buscar daqui a pouco. Não precisa se arrumar muito, só confortável. Eu te explico no caminho. Confia em mim.”
Ele sorriu satisfeito e foi direto para casa dela.
Casa dela
Ela já estava esperando no portão, com uma mala pequena ao lado e Bam agitado, parecendo saber que ia passear.
Jungkook desceu do carro com um sorriso enorme, os olhos brilhando ao vê-la.
— Que linda… — murmurou, puxando-a para um beijo rápido e apertado.
— Você ainda nem explicou pra onde a gente vai. — ela reclamou, mas rindo.
Ele pegou a mala dela com uma mão, a guia de Bam com a outra, e abriu a porta do carro para ela.
— Surpresa. — piscou.
Ela revirou os olhos, mas entrou no carro.
Bam pulou feliz para o banco de trás, abanando o rabo.
Jungkook guardou a mala no porta-malas e entrou no carro, ligando o motor com um sorriso.
— Vai ser um fim de semana inesquecível, baby. — disse, segurando a mão dela enquanto dirigia.
Ela olhou para ele, desconfiada e animada ao mesmo tempo.
— Você tá tramando alguma coisa, Jeon Jungkook…
Ele riu, beijando o dorso da mão dela.
— Eu tô tramando a nossa felicidade, baby.
Assim que estacionou em frente à sua imensa casa — a mansão dos sonhos — Jungkook desceu rapidamente, indo até o lado dela para abrir a porta com todo o cavalheirismo.
— Chegamos, baby. — ele sorriu, estendendo a mão para ela.
Ela pegou sua mão, sentindo o frio na barriga de novo. Não importava quantas vezes já tivesse ido até ali, o coração batia mais rápido sempre.
Bam saltou do banco de trás feliz, correndo em direção ao jardim.
— Ele ama esse lugar. — ela riu, vendo Bam cheirar tudo ao redor.
— Igual eu amo… — Jungkook a puxou suavemente pela cintura, colando seus corpos. — Quando você tá aqui comigo.
Ela corou, dando um tapinha de leve no braço dele, mas se aconchegou mais, sentindo a segurança daquele abraço.
— Vamos entrar, tenho planos pra gente. — ele disse, piscando.
Pegou a mala dela com facilidade e, com a outra mão, entrelaçou seus dedos nos dela, guiando-a para dentro da casa.
O ambiente estava impecável, como sempre, mas dessa vez… havia um toque diferente. Algumas flores frescas nos vasos, cheirinho de baunilha no ar, e uma sensação de que… ela já fazia parte daquilo ali.
Jungkook subiu com ela para o andar de cima, indo direto para o seu quarto.
— Deixa eu te mostrar uma coisa… — ele disse, abrindo a porta do closet.
Ela entrou atrás dele e ficou sem palavras.
Havia um espaço inteiro reservado só para ela: cabides vazios, prateleiras com organizadores e até um espaço para sapatos.
— Jungkook… — ela murmurou, tocando as prateleiras, emocionada.
Ele riu, meio sem jeito, coçando a nuca.
— Eu sei que parece meio rápido, mas… — virou-se para ela, sério de repente. — Eu quero você aqui. Sempre. Quero que você se sinta em casa… porque é sua casa também agora.
Ela se virou para ele, o coração explodindo no peito, os olhos marejando.
— Você é tão… perfeito… — ela disse num fio de voz, antes de abraçá-lo forte.
Ele a envolveu nos braços, beijando o topo da cabeça dela.
— E você é tudo pra mim, baby.
Depois de guardar algumas coisas dela no closet (com ele ajudando e fazendo piadinhas sobre onde ela “deveria” colocar as roupas íntimas só para provocar), eles desceram para a cozinha.
Jungkook colocou um avental que dizia “CHEF JEON” e piscou pra ela.
— Vou cozinhar pra minha princesa hoje. — disse com orgulho.
Ela riu, sentando-se numa banqueta alta para observá-lo.
Ele se movimentava com habilidade: cortava legumes, preparava uma massa, assava um frango temperado — tudo enquanto cantarolava baixinho uma música aleatória.
De vez em quando, jogava um pedaço de cenoura pra Bam, que esperava ansioso.
— Você fica ainda mais sexy cozinhando. — ela disse, cruzando as pernas de propósito para provocá-lo.
Jungkook olhou para ela, os olhos escurecendo de desejo.
— Continua me provocando, baby… e a gente nem vai jantar hoje. — ameaçou, a voz rouca.
Ela mordeu o lábio, rindo.
— Talvez eu queira isso…
Ele soltou uma risada rouca, balançando a cabeça enquanto voltava a mexer a panela.
O jantar foi delicioso, cheio de risadas, olhares apaixonados e brincadeiras.
Eles brindaram com suco (ele não quis beber nada alcoólico para “manter a cabeça no lugar”, como ele disse) e dividiram até a sobremesa — um bolo simples que ele havia encomendado, mas fingiu que tinha feito.
— Sério, você é bom em tudo que faz? — ela brincou.
— Só sou bom porque você é minha inspiração. — ele disse, sem nem pensar, arrancando um sorriso bobo dela.
Depois de comerem, foram para o sofá.
Bam se jogou em uma caminha perto deles, deixando o casal aproveitar o momento.
Eles começaram assistindo a um filme, mas logo… os corpos buscaram um ao outro naturalmente.
Jungkook puxou ela para seu colo, suas mãos deslizando preguiçosas pelas coxas dela, enquanto ela acariciava o pescoço dele.
A televisão virou apenas um som de fundo.
— Você me deixa maluco… — ele murmurou, roçando o nariz na curva do pescoço dela.
Ela sorriu, movendo-se de leve no colo dele, só para provocar.
Ele gemeu baixinho, apertando sua cintura.
— Para, baby… — avisou, a voz já grave.
— Por quê? — ela sussurrou no ouvido dele, inocente.
— Porque eu vou te jogar nesse sofá e… — sua língua passou pela pele dela — esquecer que a gente tem que conversar.
Ela riu baixinho, deslizando as mãos por dentro da camiseta dele.
Mas ele respirou fundo, forçando-se a se afastar um pouco, ainda segurando as mãos dela.
— Tem uma coisa que eu preciso te contar…
Ela parou, o sorriso sumindo.
— O quê?
Ele respirou fundo, nervoso.
— Meus pais… eles vêm aqui no domingo.
Ela arregalou os olhos.
— Domingo?!
Ele assentiu, apertando suas mãos.
— Eles querem te conhecer. Eles sabem de você… e… baby, na nossa cultura, quando apresentamos alguém para os pais, é porque é sério. Muito sério. É tipo… “eu vou casar com essa pessoa”. — ele disse, a voz tremendo um pouquinho. — Eu sei que você tem outra cultura e pode achar rápido… mas eu… eu tenho certeza sobre você. Eu quero você pra sempre.
Ela piscou, absorvendo tudo.
O coração batendo tão forte que doía.
— Você… tem certeza? — ela perguntou, a voz embargada.
Ele segurou o rosto dela entre as mãos.
— Nunca tive tanta certeza de nada na minha vida.
Ela sorriu, os olhos brilhando de emoção.
— Eu também quero você, Jungkook… — sussurrou.
Ele sorriu de alívio, beijando-a com força, paixão e amor.
As mãos dele começaram a se mover novamente, deslizando pelas costas dela, pelas coxas.
Ela sentiu o corpo dele quente, a respiração pesada.
— Você vai ser perfeita, baby. Meus pais vão te amar tanto quanto eu amo. — ele murmurou entre beijos.
— Espero não fazer nenhuma besteira… — ela disse, rindo nervosa.
— A única besteira que você pode fazer é me deixar mais apaixonado ainda. — ele disse, descendo os beijos para o pescoço dela.
As mãos dele apertavam seu corpo com desejo, mas com carinho, como se quisesse memorizar cada curva.
— Você é minha… — sussurrou, mordiscando a pele dela.
Ela sorriu, provocativa.
— Sempre fui.
Os corpos se grudaram ainda mais, as mãos explorando, as respirações se misturando, o filme completamente esquecido.
A casa toda parecia girar em volta deles.
Naquele momento, o mundo era só eles dois.
Eu ja ate esqueci quanto tempo eles namoram kkkkk