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O motor foi desligado, mas o silêncio entre eles parecia mais alto que tudo.
Jungkook desceu rápido, os olhos fixos nela como se quisesse protegê-la do mundo inteiro.
Quando abriu a porta para ela, seus dedos tocaram os dela com delicadeza, mas a eletricidade que passou entre os dois foi tudo menos suave.

— Vem, baby. — a voz dele saiu rouca.

Ela saiu do carro, e ele logo entrelaçou seus dedos aos dela, caminhando até a porta da mansão.

Bam disparou na frente, latindo de felicidade, mas Jungkook não parecia prestar atenção em mais nada além dela.

Assim que entraram, ela sentiu o calor da casa abraçá-los. Um aroma suave de baunilha preenchia o ar, e algumas flores recém-colocadas decoravam os móveis, discretamente.

Sem dizer nada, Jungkook pegou a mala dela e a guiou pelas escadas, até seu quarto.

Quando abriu a porta do closet, ela ficou sem palavras.
Havia um espaço inteiro preparado pra ela.
Cabides vazios, prateleiras organizadas, até uma caixa de veludo no canto, provavelmente para as joias dela.

Ela virou o rosto para ele, encontrando aquele olhar tímido, quase envergonhado.

Ele coçou a nuca, desviando o olhar por um segundo.

— Achei que você… — sua voz saiu baixa. — Talvez quisesse um espaço seu aqui.

Ela caminhou até ele, o coração batendo dolorido no peito, e ficou na ponta dos pés para beijá-lo.

O beijo começou terno, mas em segundos ele a puxou pela cintura, apertando seu corpo contra o dele.

— Você é tudo o que eu quero aqui. — ela sussurrou contra seus lábios.

Jungkook sorriu, tímido e tão apaixonado que parecia até um menino.

Na cozinha

Ele colocou um avental preto — “CHEF JEON” bordado em branco — e lançou um olhar brincalhão para ela.

— Hoje você só vai comer… minha comida. — falou com um sorriso de canto, carregado de duplo sentido.

Ela riu, mordendo o lábio, se acomodando na bancada para observar.

A cada movimento que ele fazia — mexendo a panela, cortando os legumes, provando o molho com a ponta da colher — os olhos dela deslizavam pelo corpo dele, pelas tatuagens à mostra, pelos braços definidos.

Ele percebeu, claro. E gostou.

— Você tá me comendo com os olhos, baby. — ele disse, sem olhar, mas com um sorriso safado no rosto.

— Tô só apreciando a vista. — ela respondeu com a voz aveludada.

Ele largou a colher, enxugou as mãos no pano e veio até ela.

Se aproximou tanto que ela sentiu o cheiro de tempero misturado ao perfume amadeirado da pele dele.

— Pode apreciar de mais perto se quiser. — sussurrou, os dedos roçando a coxa dela.

Ela sorriu, mas não se mexeu.
Provocação clara.

— Vai cozinhar ou vai me devorar aqui mesmo? — provocou, a voz macia.

Ele soltou uma risada baixa, beijando o canto da boca dela, antes de voltar para o fogão.

Mas a tensão já estava no ar.
Grossa.
Densa.

Jantar

A comida estava deliciosa, claro. Mas eles quase não prestaram atenção.
Entre um garfo e outro, trocavam olhares que diziam tudo sem palavras.

Ele pegava a mão dela por baixo da mesa, acariciando os dedos, a palma, subindo devagar pela linha do pulso, enquanto falavam sobre tudo e nada.

Ela ria das bobagens dele, mas por dentro só conseguia pensar em como queria senti-lo mais perto.

No sofá

A televisão foi ligada, mas eles sequer lembraram qual filme estava passando.

Jungkook a puxou para seu colo, como se fosse o lugar natural dela.
Ela se acomodou, de lado, as pernas dobradas sobre as coxas dele.

As mãos dele começaram nas costas, subindo e descendo em carícias lentas.
Depois deslizaram pela cintura dela, pela curva do quadril.

— Você tem noção do que faz comigo, baby? — ele sussurrou, roçando o nariz na linha da mandíbula dela.

Ela sorriu, os dedos brincando com a gola da camiseta dele.

— Acho que tenho uma ideia… — provocou, deixando as unhas arranharem de leve a pele da barriga dele, sob o tecido.

Jungkook gemeu baixo, o som vibrando contra o peito dela.

A mão dele subiu pela coxa dela, passando pelo vestido que usava, até encontrar a pele quente.

O toque era lento. Exploratório.

A outra mão subiu pelas costas dela, até entrelaçar os dedos nos cabelos dela, inclinando o rosto dela para um beijo mais profundo.

Quando as bocas se encontraram, não houve mais controle.
O beijo era úmido, lento, cheio de promessas.

Ele a pressionava mais contra si, como se precisasse senti-la inteira.

Em algum momento, a mão dele encontrou o caminho sob o vestido dela, deslizando pela coxa, pela curva da cintura.

Ela ofegou contra a boca dele, o quadril instintivamente se movendo sobre ele.

Jungkook gemeu de novo, mais rouco, mais faminto.

— Você é minha perdição… — murmurou entre beijos, a voz grave e urgente.

Ela sorriu, deslizando as mãos pela nuca dele, puxando os cabelos de leve.

As respirações estavam misturadas, os corpos quentes, corações disparados.

E foi no meio desse torpor delicioso que ele afastou um pouco o rosto, a testa encostada na dela.

— Meus pais vêm aqui no domingo. — disse, a voz ainda rouca, mas agora com um leve tremor de nervosismo.

Ela piscou, a mente demorando um segundo para processar.

O olhar dele era tão intenso, tão cheio de medo e esperança ao mesmo tempo.

Ela entendeu sem que ele precisasse explicar mais nada.
Sabia o peso daquele momento.
Sabia o que significava.

O estômago dela revirou de nervoso, mas o coração… ah, o coração parecia explodir de amor.

— Eu tô nervosa… — confessou num sussurro.

— Eu também tô. — ele respondeu rápido, segurando o rosto dela entre as mãos. — Mas não precisa se preocupar, baby. Eles vão amar você… como eu amo.

Ela sorriu, emocionada, e beijou-o com tanta paixão que ele gemeu contra seus lábios.

A mão dele deslizou pelas costas dela, puxando-a ainda mais para seu corpo.

E ali, entre beijos mais quentes, carícias mais ousadas, e sorrisos entrecortados de desejo, a televisão seguia ignorada.

Porque o verdadeiro espetáculo era eles dois.

Sozinhos.
Apaixonados.
Perdidamente um do outro.

A boca dela mal deixou a dele em paz.
Beijos molhados, beijos mordidos, beijos que deslizavam e atiçavam.

O corpo de Jungkook já estava em chamas sob ela, completamente entregue.
O que antes era carícia suave, agora era pura tensão, um fogo crescente que parecia queimar de dentro pra fora.

Ela afastou os lábios do dele, deixando-o arfando, os olhos fechados como se estivesse se segurando para não explodir.
E então ela sorriu, aquele sorriso malicioso, cheio de intenção.

Com calma — cruelmente devagar — ela começou a descer beijos pelo pescoço dele, mordiscando, lambendo, sugando a pele quente e pulsante.

A cada marca deixada, o corpo dele reagia.

— Baby… — ele gemeu, baixo, rouco, como um pedido desesperado.

Mas ela não ia ceder.
Ainda não.

Ela se acomodou melhor sobre ele, montando em seu colo, as pernas de cada lado de sua cintura.
A saia subiu, deixando as coxas expostas, roçando deliciosamente nos quadris dele.

Jungkook tentou puxá-la para um beijo, mas ela segurou seus pulsos com força, prendendo-os contra o sofá.

— Hoje… — ela sussurrou contra o ouvido dele, a voz arrastada. — … você vai ficar quietinho e me deixar brincar.

Ele soltou um gemido quase implorando, as pupilas dilatadas, o peito subindo e descendo em respirações irregulares.

Ela começou a rebolar suavemente sobre ele, lenta, provocativa, sentindo o quanto ele já estava duro sob o jeans.

A sensação arrancou dele um gemido rouco, que vibrava contra a pele dela.

Ela se inclinou para a frente, os seios quase roçando no peito dele, e lambeu a linha do maxilar dele com uma lentidão cruel, descendo até mordiscar o lóbulo de sua orelha.

— Você tá tão sensível, meu amor… — sussurrou, a voz carregada de desejo. — Tão fácil pra mim.

As mãos dela soltaram os pulsos dele e deslizaram lentamente para baixo, passando pelos braços tensos, o peito acelerado, até encontrarem a barra da camiseta dele.

Com um puxão firme, ela tirou a peça, expondo o abdômen definido, coberto de tatuagens que ela conhecia tão bem.

Ela passou as unhas levemente sobre a pele dele, desenhando linhas invisíveis, fazendo-o arquear o corpo em direção ao toque.

Jungkook estava completamente entregue.

— Você gosta de me ver assim, né? — ele sussurrou, a voz quase um gemido.

Ela sorriu, vitoriosa.

— Amo.

Ela se inclinou de novo, lambendo lentamente uma das tatuagens sobre o peito dele, deixando um rastro quente por onde passava.

As mãos dele foram para a cintura dela, apertando com força, mas ela puxou seus pulsos de volta para cima da cabeça dele, prendendo-os de novo.

— Não se mexe, oppa… — ela murmurou, a voz arrastada, usando a palavra coreana de propósito para deixá-lo ainda mais louco.

Ele gemeu alto dessa vez, os quadris se movendo involuntariamente sob ela, buscando mais contato.

Ela continuou suas provocações, beijando, mordendo, arranhando, enquanto rebolava cada vez mais forte, mais provocante.

O atrito entre eles era insano.

Ele já estava suando, o peito ofegante, os olhos fechados como se estivesse lutando para não implorar de novo.

E ela amava cada segundo.

Descendo os beijos para o abdômen dele, ela mordiscou a linha da cintura dele, bem acima do cós da calça jeans.

O corpo dele estremeceu.

Ela sorriu, vitoriosa, olhando para ele de baixo.

— Tá difícil, né, oppa?

— Você não tem ideia… — ele arfou, tentando desesperadamente manter o controle.

Ela subiu de novo, beijando cada centímetro da pele dele no caminho, até encontrar seus lábios.

O beijo agora foi diferente.
Urgente. Selvagem.

Ela deslizou uma mão pelo abdômen dele, descendo, brincando perigosamente com o botão da calça.

Jungkook gemeu contra a boca dela, quase se desfazendo.

— Baby, por favor… — ele sussurrou, entre desesperado e rendido.

Ela sorriu contra seus lábios.

— Hoje quem manda sou eu, amor.

E com um olhar que prometia muito mais, ela abriu o botão da calça devagar, saboreando cada reação dele.

Ele era dela.
Completamente.
Irremediavelmente.

E ela ainda ia fazê-lo perder a cabeça mais uma vez antes daquela noite terminar.

O sorriso vitorioso dela foi a última fagulha que ele aguentou.

Num movimento rápido, Jungkook inverteu as posições, empurrando-a no sofá e se colocando sobre ela, o corpo inteiro fervendo de desejo bruto.

Os olhos dele estavam escuros, selvagens.

— Você provocou, agora aguenta, porra… — ele rosnou contra a boca dela, a voz grave e suja.

Ele puxou a calcinha dela pra baixo com brutalidade, a jogando em algum canto qualquer da sala, nem se importando.

Sem perder tempo, ele abriu o zíper da calça e se livrou dela só até o necessário, libertando seu pau duro e pulsante, que mal cabia na própria mão enquanto ele se posicionava entre as coxas dela.

Ela mal teve tempo de respirar.

Com uma estocada forte, ele a preencheu inteiro de uma vez, arrancando um grito dela que ecoou pela sala.

— Isso, caralho… — ele grunhiu, agarrando a cintura dela com força, começando a se mover num ritmo intenso, bruto, profundo.

Cada estocada fazia o sofá ranger, o som dos corpos se chocando ecoava no ambiente, misturado aos gemidos desesperados dos dois.

Ele a segurava como se fosse dele, como se precisasse gravar cada segundo daquele momento no próprio corpo.

A boca dele não parava, murmurando contra o pescoço dela:

— Você é minha, porra… Minha puta gostosa… Só minha…

Ela gemia alto, se agarrando nos ombros dele, as pernas entrelaçadas na cintura dele, puxando-o ainda mais fundo.

Mas Jungkook queria mais.

Ele precisava ver ela se render de verdade.

Parou as estocadas bruscamente, fazendo-a gemer em protesto.

— De joelhos. — ele ordenou, a voz baixa, imperativa.

Os olhos dela brilharam de excitação. Sem hesitar, ela desceu do sofá, se ajoelhando à frente dele, olhando-o com submissão e desafio misturados.

Jungkook segurou o cabelo dela com uma mão firme, puxando para trás para ter uma visão perfeita daquele rosto lindo e obediente.

— Abre essa boquinha pra mim, baby… — ele ordenou, a voz rasgando de tesão.

Ela obedeceu sem questionar, a língua molhada passando pelos lábios antes de abrir a boca, convidativa.

Ele gemeu, um som quase animalesco, e deslizou seu pau para dentro da boca dela com força.

A sensação fez suas pernas tremerem.

— Caralho, isso… — ele rosnou, começando a se mover, fodendo a boca dela com estocadas lentas no começo, depois mais rápidas, mais intensas.

A mão dele mantinha o ritmo, guiando a cabeça dela, os gemidos dele ficando mais roucos, mais desesperados.

— Porra, que boca perfeita… — ele murmurava, cada palavra entrecortada pelos gemidos que ele não conseguia mais segurar. — Sempre me deixando maluco, sua safada…

Os olhos dela lacrimejavam com a intensidade, mas ela não parava, não recuava, aceitando tudo, se entregando completamente pra ele.

Jungkook sentia que estava no limite.

O prazer era insuportável, brutal.

Ele puxou o pau para fora da boca dela, ofegante, a mão ainda segurando o cabelo dela com firmeza.

— Sobe aqui, baby… — ele pediu, a voz rasgada. — Quero gozar dentro de você.

Ela se levantou, os olhos brilhando de desejo e submissão, e ele a virou de costas no sofá, puxando sua cintura para trás.

Sem aviso, ele a penetrou de novo, com uma estocada forte, arrancando um gemido alto dela.

— Isso, caralho… — ele rosnou, a mão descendo para segurar a garganta dela com firmeza, controlando cada movimento, cada investida brutal.

O corpo dela tremia, pedindo, implorando. Mas Jungkook não ia facilitar.

Ele enfiava seu pau dentro dela com estocadas lentas, profundas, tirando quase tudo e depois afundando até o fundo de novo, torturando cada centímetro dela.

— Pede… — ele murmurou, a boca colada no ouvido dela, a respiração quente fazendo sua pele arrepiar. — Quero ouvir você implorar, baby.

Ela mordeu o lábio, tentando se conter, mas ele puxou seu cabelo para trás, a forçando a olhar para ele por cima do ombro.

— Fala, porra. — ele rosnou, a mão apertando sua garganta de leve. — Implora pra mim.

Ela gemeu, a voz falhando de tanto tesão:

— Por favor, Jungkook… me deixa gozar… eu preciso… por favor…

Ele sorriu, um sorriso sujo, perverso.

— Boa garota. — ele murmurou, beijando sua nuca. — Mas ainda não.

Ele saiu de dentro dela, a deixando ofegante e vazia, gemendo em frustração.

Jungkook a virou de frente, empurrou-a deitada no sofá e se ajoelhou entre suas pernas, abrindo-as sem piedade.

— Agora eu vou brincar com você. — ele avisou, o olhar selvagem.

Primeiro, ele deslizou dois dedos dentro dela, sem aviso, afundando fundo, curvando-os no ponto certo que a fazia ver estrelas.

Ela arqueou o corpo, gemendo alto.

Ele a fodia com os dedos, ritmado, rápido, enquanto sugava e mordiscava seu clitóris com a língua habilidosa, sem dar trégua.

— Gosta disso, né, sua putinha? — ele murmurava contra ela. — Gosta de ser minha?

Ela mal conseguia responder, o corpo inteiro tremendo, implorando para explodir.

Quando ela estava prestes a gozar, ele parou de novo, a deixando louca.

Ela choramingou de frustração, os olhos brilhando de lágrimas.

Jungkook apenas riu, se levantando, indo até uma gaveta próxima do sofá e puxando um pequeno vibrador.

— Comprei isso pensando em você, minha putinha… — ele falou, mostrando o brinquedo para ela.

Sem dar tempo para pensar, ele ligou o vibrador e encostou diretamente no clitóris inchado dela.

Ela gritou, jogando a cabeça para trás, agarrando as almofadas do sofá.

Ele passava o brinquedo lentamente, torturando, aumentando a velocidade do vibrador até ela quase perder a cabeça.

— Me dá esse gozo. — ele ordenou, a voz rasgando. — Goza pra mim, caralho!

O corpo dela explodiu num orgasmo intenso, brutal, os espasmos fazendo as pernas dela tremerem.

Mas Jungkook não parou.

Tirou o vibrador, jogou de lado e encaixou seu pau dentro dela de novo, sem dar tempo para respirar.

Começou a estocar forte, fundo, rápido.

— Isso, caralho! — ele grunhiu, as mãos segurando com força seus quadris. — Grita meu nome, porra! Me mostra quem manda nessa bocetinha!

Ela gritava, gemia, chorava de prazer.

Os orgasmos vinham um atrás do outro, sem parar, deixando ela completamente quebrada, entregue.

Jungkook gemia alto também, a cabeça jogada para trás, os músculos tensos.

Ele estava perdido nela.

Com mais algumas estocadas brutais, ele gozou forte, derramando tudo dentro dela com um gemido rouco e rasgado, agarrando-a como se precisasse dela pra respirar.

Ficaram ali, ofegantes, suados, os corpos ainda se contraindo.

Ele não soltou dela.

Apenas a abraçou forte, escondendo o rosto na curva do pescoço dela.

A voz dele saiu rouca, ainda trêmula:

— Minha… pra sempre.

Depois de explodirem juntos no sofá, Jungkook ficou ali, segurando ela no colo, os corpos ainda suados, o cheiro forte de sexo pairando no ar.

Ele beijou a testa dela, murmurando com a voz rouca:

— Vamos pra cama, meu amor.

Ela só conseguiu balbuciar algo incoerente, tão exausta que parecia flutuar.

Com cuidado, Jungkook a pegou no colo — como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo — e a carregou até o quarto.

Deitou-a na cama com todo carinho, cobriu o corpo dela com o edredom e se deitou ao lado, puxando-a contra seu peito.

Ela apagou em segundos, o rosto enterrado no peito quente dele, ouvindo o som calmo de seu coração batendo forte.

Jungkook ficou acordado um tempo, só acariciando os cabelos dela, admirando, bobo e completamente apaixonado, antes de também adormecer.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 17, '26 at 10:13 am

    Isso não é um homem, é uma máquina hahah

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