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Depois de alguns beijos e provocações sussurradas, SN se afastou de Jungkook rindo baixinho, puxando-o pela mão como se soubesse que, se demorassem mais um minuto ali, não sairiam nunca do sofá. Bam já esperava na porta, abanando o rabo como se soubesse que finalmente teria sua atenção de volta.

— Vamos, bebê — ela disse ao cachorro, agachando para acariciar a cabeça dele. — Tá na hora do seu banho.

Jungkook passou ao lado dela e deu um tapinha leve na bunda dela antes de pegar a guia do cão.

— Vou deixar vocês dois lindos pra quando meus pais chegarem amanhã — brincou ele, piscando.

Eles foram juntos ao quintal, e mesmo que o banho de Bam fosse uma missão que envolvia respingos, água no rosto e pelos por todo lado, os dois estavam rindo como adolescentes. Jungkook encharcado, SN com a camiseta dele grudada no corpo, e Bam balançando o corpo feito louco, ensopando ainda mais os dois.

— Eu devia estar brava com você por ter deixado ele me molhar toda — ela disse, fingindo uma expressão séria.

— Mas você não tá — ele respondeu, se aproximando para dar um beijo rápido na pontinha do nariz dela. — Porque você me ama.

Ela revirou os olhos, mas não conseguiu segurar o sorriso.

Depois do banho, foram direto pra cozinha.

SN se sentou na bancada, ainda vestindo a camiseta dele e com os cabelos meio bagunçados. Estava com as pernas cruzadas, balançando uma delas preguiçosamente enquanto o observava na cozinha, cortando legumes e se movimentando com familiaridade.

— Você cozinha tão bem que chega a ser sexy — ela comentou, pegando uma uva que estava em um prato encima da mesa de levando à boca. — Tipo… perigoso.

— Perigoso por quê? — ele perguntou com um sorrisinho convencido, sem nem virar.

— Porque dá vontade de subir nessa bancada e te agarrar. Aí o almoço vai pro espaço — ela disse casualmente.

Jungkook parou por dois segundos, respirou fundo, depois voltou a cortar os legumes — mas com as orelhas levemente coradas.

Quando tudo estava no fogo e só restava esperar a comida terminar de cozinhar, ele largou a colher e caminhou devagar até ela.

SN o olhou com aquele olhar provocador, já sabendo que ele vinha com segundas intenções.

Jungkook se posicionou entre as pernas dela, abrindo-as com o corpo, as mãos pousando suavemente em suas coxas nuas.

— Já que você falou em me agarrar… — ele murmurou, a voz rouca, os olhos fixos nos dela.

Ela sorriu, passando os braços ao redor do pescoço dele.

— Não falei que seria agora… — provocou.

— Mas você pensou.

Ele se inclinou, encostando os lábios devagar na curva do pescoço dela. Um beijo. Depois outro. Um pouco mais molhado. A mão dele subiu pelas costas dela por baixo da camiseta, sentindo a pele quente e arrepiada.

— Você tá gelada… — ele murmurou, mas o tom deixava claro que ele não pretendia deixá-la assim por muito tempo.

Os beijos no pescoço viraram leves mordidas, depois ele passou a língua até o queixo dela, fazendo-a suspirar.

— Kook… o almoço — ela tentou falar, mas a voz saiu falha.

— Ainda falta uns dez minutos — ele sussurrou contra os lábios dela, antes de puxá-los num beijo mais profundo.

As mãos dele agora estavam mais atrevidas, apertando a cintura dela, subindo até o sutiã — que não existia. Ele soltou um som baixo na garganta ao perceber isso, e SN sorriu no meio do beijo.

— Você que me deixou só de calcinha… — ela disse, entre uma pausa e outra.

— Melhor decisão da manhã inteira — ele respondeu, já com a respiração acelerada, os beijos descendo para o colo dela, mordendo levemente a parte exposta dos seios sob a camiseta dele.

SN agarrou os cabelos dele com uma das mãos, inclinando o corpo pra frente, deixando-o continuar. Os gemidos começaram baixos, contidos, mas inevitáveis.

Jungkook murmurou contra a pele dela:

— Se eu me apressar… dá tempo.

Ela sorriu, ofegante, e respondeu no mesmo tom:

— Então não perde tempo, oppa…

O sorriso de Jungkook foi de pura malícia quando ouviu aquele “oppa” sussurrado com voz manhosa e provocante. Ele a fez escorregar um pouco mais para a beirada da bancada, mantendo os olhos colados nos dela, sem perder o contato por um segundo sequer. A tensão elétrica entre os dois era quase palpável.

Com um movimento lento, ele afastou a calcinha dela para o lado, seus dedos deslizando pela pele sensível e já úmida.

— Tão pronta pra mim assim, baby? — ele murmurou, a voz rouca e arrastada.

SN se apoiou nos cotovelos, olhando pra ele com os lábios entreabertos, já quase sem ar, só pela expectativa.

Sem dizer mais nada, Jungkook se abaixou entre as pernas dela e passou a língua devagar, de baixo pra cima, saboreando cada reação. O gemido que ela soltou foi fraco, contido, mas trêmulo — e ele adorava provocar aquele som nela.

Ele levou os dedos junto, dois deslizando pra dentro com facilidade, enquanto a boca brincava com o ponto mais sensível, o ritmo se tornando mais intenso a cada suspiro que ela soltava. SN já agarrava o cabelo dele com força, sem saber se queria puxá-lo mais ou se implorava para que ele parasse, antes que ela perdesse o controle de vez.

— Jungkook… ah—h… eu não vou aguentar — ela sussurrou, ofegante, o corpo inteiro tremendo.

Ele apenas sorriu contra a pele dela, e continuou. Mais fundo, mais rápido com os dedos, mais firme com a língua, alternando entre sugadas e lambidas longas e provocantes. Ela estava à beira do ápice, as pernas se contraindo ao redor da cabeça dele, o quadril tentando acompanhar os movimentos.

Mas antes que ela chegasse lá, ele parou.

— Jungkook! — ela reclamou, quase choramingando, as mãos ainda em seus cabelos.

Ele se levantou devagar, os olhos brilhando de excitação. Passou as mãos pelo peitoral suado e inclinou-se para beijá-la, deixando que ela sentisse o próprio gosto na boca dele.

— Agora sou eu que não vou aguentar… — ele murmurou contra os lábios dela, já abrindo o moletom, deixando o membro livre, duro e latejante.

Ela apenas assentiu, puxando-o com as pernas ao redor da cintura dele.

Com uma estocada firme e precisa, ele a penetrou, e ambos soltaram um gemido abafado. Ele a segurava com força pela cintura, mantendo os movimentos lentos no início, mas fundos. A boca dele passeava pelo pescoço dela, enquanto sussurrava coisas em coreano e arfava contra sua pele, o controle escorrendo pelos dedos a cada segundo.

— Você é minha, SN… só minha… — ele disse entre os gemidos, acelerando os movimentos, a respiração entrecortada, o corpo inteiro tensionado.

Ela já estava ali de novo, no limite, tremendo, os olhos fechando e a boca entreaberta enquanto gemia baixo, sem conseguir conter os sons.

— Vai, Kook… não para… por favor — ela implorou.

Ele gemeu com força ao ouvi-la daquele jeito e segurou firme a nuca dela com uma das mãos enquanto movia os quadris mais rápido, mais profundo, desesperado pelo fim.

Em poucos segundos, ela chegou primeiro, o corpo todo estremecendo, os gemidos abafados contra o pescoço dele. Isso foi o suficiente para levá-lo junto — ele soltou um gemido grave, os músculos das costas se contraindo enquanto se derramava dentro dela, o corpo inteiro colado no dela.

Ficaram assim por um tempo, ofegantes, grudados, os corações disparados.

Jungkook encostou a testa na dela, sorrindo ainda sem fôlego.

— Acho que a comida vai queimar…

Ela soltou uma risada fraca, ainda sem conseguir se mexer.

— Deixa queimar. Valeu a pena.

Ele riu junto e deu um beijo demorado nos lábios dela, sem pressa, cheio de carinho, antes de sussurrar:

— Depois a gente come alguma coisa. Agora… você é meu prato principal.

O cheiro da comida começava a dar sinais de que estava prestes a passar do ponto. Jungkook, ainda com o corpo colado ao de SN, soltou um suspiro e, com um último beijo nos lábios dela, se afastou com relutância.

— Eu desligo o fogo antes que a gente perca a panela. — Ele riu baixinho, ajeitando o moletom de qualquer jeito enquanto caminhava até o fogão.

SN ficou ali por um segundo, ainda sentada na bancada, tentando recuperar o fôlego. Quando ele voltou, a olhou com aquele sorriso malandro de canto e estendeu a mão.

— Vem. A gente continua isso no banho.

Ela aceitou, ainda sem forças nas pernas, e ele a guiou até o banheiro com aquele toque protetor e cheio de segundas intenções. No caminho, tiraram o pouco de roupa que restava.

Assim que entraram debaixo da água morna, ele a prensou suavemente contra a parede de azulejos frios, contrastando com o calor da pele deles. As mãos grandes escorregaram pelas costas dela até a bunda, apertando com força. Ele a beijava com fome agora, mais intenso, mais profundo. A água escorria pelos dois corpos colados.

Sem perder tempo, Jungkook levantou uma das pernas dela, apoiando-a em seu quadril, e a penetrou de uma vez. Ela gemeu alto, o som abafado pela água e pelo beijo que ele insistia em manter.

Ali, o ritmo era mais urgente, quase selvagem. O som dos corpos se chocando ecoava no banheiro junto dos gemidos abafados. As mãos dele exploravam cada centímetro dela, escorregando com a água, os dedos firmes marcando presença nas curvas dela. Ele a observava com olhos escuros de desejo, amando vê-la vulnerável, entregue, completamente dele.

— Não tem lugar que eu não queira você… — ele murmurou, entre estocadas fortes e ritmadas.

Ela segurava nos ombros dele com força, os olhos revirando de prazer. As palavras dele, a forma como a tocava, tudo levava ela mais rápido para o ápice.

Ele a virou de costas com um movimento fluido, inclinando-a levemente para frente. SN apoiou as mãos na parede enquanto sentia ele deslizar para dentro de novo, mais fundo, com mais precisão. Ele gemia contra a nuca dela, os movimentos perdendo o controle conforme o prazer aumentava.

— Você é perfeita… tão gostosa… minha… — ele arfava, acelerando.

Quando ela chegou ao clímax, o corpo tremendo, os gemidos entrecortados, ele a segurou firme, segurando o quadril dela com força, e se entregou também, a respiração pesada, os músculos contraídos, liberando tudo dentro dela.

Foram segundos em silêncio, apenas com a água do chuveiro caindo sobre os dois.

Ele encostou a testa nas costas dela, rindo baixo.

— A gente definitivamente não sabe tomar banho como pessoas normais.

Ela riu também, virando-se devagar para ele, os olhos brilhando de prazer e carinho.

— Sorte a nossa, então.

Depois de se limparem de verdade, tomaram um banho rápido e se enrolaram em toalhas. SN vestiu de novo a blusa larga dele, agora seca, e Jungkook ficou apenas com uma calça de moletom baixa nos quadris.

De volta à cozinha, ele reaqueceu o arroz e os acompanhamentos, montando os pratos com cuidado.

— Pronta pra comer de verdade agora? — ele perguntou com um sorriso satisfeito, entregando o prato para ela, que estava sentada de novo na bancada.

— Uhum. Mas se você continuar me olhando assim… eu não respondo pelos meus pensamentos. — Ela piscou.

Ele se aproximou, deu um beijo na testa dela e riu.

— Vamos comer antes que um de nós acabe pelado na pia.

Durante o almoço, conversaram sobre a chegada dos pais dele no dia seguinte, sobre como ela estava se sentindo nervosa e animada ao mesmo tempo.

— Eles vão te amar, SN. Não tem como não amar. — ele disse, de boca cheia, com a tranquilidade de quem sabia o que estava dizendo.

— Eu só espero não gaguejar nem derrubar nada. — ela respondeu, mordendo os lábios.

— Mesmo se derrubar, você vai continuar linda. Minha namorada atrapalhada e perfeita.

Depois de comerem, ele a levou para o sofá da sala, puxando-a para seu colo.

Se aconchegaram ali, a cabeça dela no peito nu dele, as pernas entrelaçadas.

— Acho que eu poderia passar o resto do dia assim com você. — ela disse, de olhos fechados.

— Pode. — ele respondeu, acariciando os cabelos dela. — Hoje você é só minha. Amanhã também. E depois. E depois.

Ela sorriu, sentindo o coração bater calmo. Entre beijos, carinhos e cochilos intercalados, o sábado deles se desenrolava como um sonho quente e apaixonado — do jeitinho que só os dois sabiam viver.

1 Comentário

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  1. IASMINE
    Feb 17, '26 at 11:07 am

    Esses dois é um fogo menina, não podem nem se olhar kkkkk eu to é gag

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