No Sofá, Na Cama, Em Você
por FanfiqueiraO corpo dela tremia, pedindo, implorando. Mas Jungkook não ia facilitar.
Ele enfiava seu pau dentro dela com estocadas lentas, profundas, tirando quase tudo e depois afundando até o fundo de novo, torturando cada centímetro dela.
— Pede… — ele murmurou, a boca colada no ouvido dela, a respiração quente fazendo sua pele arrepiar. — Quero ouvir você implorar, baby.
Ela mordeu o lábio, tentando se conter, mas ele puxou seu cabelo para trás, a forçando a olhar para ele por cima do ombro.
— Fala, porra. — ele rosnou, a mão apertando sua garganta de leve. — Implora pra mim.
Ela gemeu, a voz falhando de tanto tesão:
— Por favor, Jungkook… me deixa gozar… eu preciso… por favor…
Ele sorriu, um sorriso sujo, perverso.
— Boa garota. — ele murmurou, beijando sua nuca. — Mas ainda não.
Ele saiu de dentro dela, a deixando ofegante e vazia, gemendo em frustração.
Jungkook a virou de frente, empurrou-a deitada no sofá e se ajoelhou entre suas pernas, abrindo-as sem piedade.
— Agora eu vou brincar com você. — ele avisou, o olhar selvagem.
Primeiro, ele deslizou dois dedos dentro dela, sem aviso, afundando fundo, curvando-os no ponto certo que a fazia ver estrelas.
Ela arqueou o corpo, gemendo alto.
Ele a fodia com os dedos, ritmado, rápido, enquanto sugava e mordiscava seu clitóris com a língua habilidosa, sem dar trégua.
— Gosta disso, né, sua putinha? — ele murmurava contra ela. — Gosta de ser minha?
Ela mal conseguia responder, o corpo inteiro tremendo, implorando para explodir.
Quando ela estava prestes a gozar, ele parou de novo, a deixando louca.
Ela choramingou de frustração, os olhos brilhando de lágrimas.
Jungkook apenas riu, se levantando, indo até uma gaveta próxima do sofá e puxando um pequeno vibrador.
— Comprei isso pensando em você, minha putinha… — ele falou, mostrando o brinquedo para ela.
Sem dar tempo para pensar, ele ligou o vibrador e encostou diretamente no clitóris inchado dela.
Ela gritou, jogando a cabeça para trás, agarrando as almofadas do sofá.
Ele passava o brinquedo lentamente, torturando, aumentando a velocidade do vibrador até ela quase perder a cabeça.
— Me dá esse gozo. — ele ordenou, a voz rasgando. — Goza pra mim, caralho!
O corpo dela explodiu num orgasmo intenso, brutal, os espasmos fazendo as pernas dela tremerem.
Mas Jungkook não parou.
Tirou o vibrador, jogou de lado e encaixou seu pau dentro dela de novo, sem dar tempo para respirar.
Começou a estocar forte, fundo, rápido.
— Isso, caralho! — ele grunhiu, as mãos segurando com força seus quadris. — Grita meu nome, porra! Me mostra quem manda nessa bocetinha!
Ela gritava, gemia, chorava de prazer.
Os orgasmos vinham um atrás do outro, sem parar, deixando ela completamente quebrada, entregue.
Jungkook gemia alto também, a cabeça jogada para trás, os músculos tensos.
Ele estava perdido nela.
Com mais algumas estocadas brutais, ele gozou forte, derramando tudo dentro dela com um gemido rouco e rasgado, agarrando-a como se precisasse dela pra respirar.
Ficaram ali, ofegantes, suados, os corpos ainda se contraindo.
Ele não soltou dela.
Apenas a abraçou forte, escondendo o rosto na curva do pescoço dela.
A voz dele saiu rouca, ainda trêmula:
— Minha… pra sempre.
E ela soube naquele instante:
Não existia mais volta.
Ele era dela.
E ela era completamente dele.
Depois de explodirem juntos no sofá, Jungkook ficou ali, segurando ela no colo, os corpos ainda suados, o cheiro forte de sexo pairando no ar.
Ele beijou a testa dela, murmurando com a voz rouca:
— Vamos pra cama, meu amor.
Ela só conseguiu balbuciar algo incoerente, tão exausta que parecia flutuar.
Com cuidado, Jungkook a pegou no colo — como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo — e a carregou até o quarto.
Deitou-a na cama com todo carinho, cobriu o corpo dela com o edredom e se deitou ao lado, puxando-a contra seu peito.
Ela apagou em segundos, o rosto enterrado no peito quente dele, ouvindo o som calmo de seu coração batendo forte.
Jungkook ficou acordado um tempo, só acariciando os cabelos dela, admirando, bobo e completamente apaixonado, antes de também adormecer.
Algumas horas depois…
O quarto estava escuro, a luz suave da lua entrando pelas janelas.
Ela acordou no meio da madrugada, o corpo ainda dolorido, mas o calor entre as pernas pulsando de desejo.
Olhou para Jungkook, dormindo pesado, lindo, o rosto sereno, os cabelos bagunçados.
O desejo tomou conta dela.
Uma fome crua.
Ela queria ele.
Queria usar ele.
Com um sorriso safado nos lábios, ela subiu devagar sobre ele.
Se posicionou acima do rosto dele, tirando a calcinha que ainda usava, e sem hesitar, sentou na cara dele.
O contato da língua quente dele contra ela fez seu corpo inteiro se arrepiar.
Mesmo adormecido, Jungkook instintivamente abriu a boca, recebendo-a, lambendo sem parar, gemendo contra sua pele.
Ela rebolava lenta, esfregando o clitóris contra a boca dele, gemendo baixinho, os dedos agarrando os cabelos bagunçados de Jungkook.
Ele acordou, ainda meio atordoado, mas o instinto tomou conta.
Segurou as coxas dela com força e enfiou a língua com mais voracidade, chupando o clitóris, fodendo com a língua de um jeito sujo, desesperado.
Ela gemia alto, cavalgando a língua dele, esfregando cada vez mais forte, sem vergonha nenhuma.
— Isso, baby… — Jungkook murmurou contra ela, a voz rouca de sono e tesão. — Se esfrega toda na minha cara… me fode assim…
Ela gemeu alto, rebolando cada vez mais rápido, até que o prazer explodiu dentro dela como uma bomba, fazendo o corpo inteiro tremer violentamente.
Ela gritou o nome dele, gozando forte na boca dele, sem parar de se esfregar, até quase perder as forças.
Jungkook a segurava firme, lambendo cada gota, gemendo de prazer por tê-la assim, fodendo a boca dele sem pudor.
Quando ela finalmente caiu sobre ele, ofegante, ele a abraçou, lambendo os lábios como se estivesse provando um doce proibido.
— Porra… — ele riu baixinho, ainda ofegante. — Melhor jeito de acordar de toda a minha vida.
Ela sorriu, aninhando-se contra ele, o corpo exausto de novo, o coração explodindo de amor e desejo.
Alguns minutos depois…
Ela ainda tentava recuperar o fôlego, deitada mole sobre o peito de Jungkook, quando sentiu.
O membro dele.
Duro. Latejando.
Jungkook a virou de repente, com uma brutalidade cheia de desejo, fazendo ela soltar um gritinho surpreso.
— Você acha que pode me acordar desse jeito… — ele rosnou, a voz tão rouca que parecia um animal. — Me fazer lamber sua bocetinha gostosa e sair impune?
Ela sorriu safada, desafiadora.
Mas antes que pudesse responder, Jungkook já estava arrancando o resto da roupa dela, sem delicadeza nenhuma.
— Agora você vai pagar, porra. — Ele cuspiu no próprio pau e esfregou a cabeça vermelha contra a entrada molhada dela, a provocando, mas sem enfiar ainda. — Vai implorar pra eu foder essa boceta direitinho.
Ela gemeu alto, se arqueando, querendo mais.
Sem aviso, Jungkook entrou de uma vez, enterrando fundo, até a base.
Ela gritou de prazer, agarrando os lençóis, o corpo arqueando.
— Isso, caralho… — ele gemeu contra o ouvido dela, socando fundo e forte. — Você é minha putinha, né? Só minha… minha vadia gostosa…
Cada palavra suja parecia fazer ela gozar ainda mais rápido.
— Fala pra mim, porra — ele grunhiu, segurando o quadril dela e fodendo sem piedade, as estocadas fortes e rápidas. — Fala de quem é essa boceta apertada.
— T-tua! — ela gritou, perdida, olhos lacrimejando. — Só tua, Jungkook!
— Isso… — ele sorriu contra o pescoço dela, mordendo forte. — Minha putinha safada… minha vadia… meu amorzinho… — A mistura suja e fofa só deixava ela mais louca.
Ele a virou de barriga pra cima, levantou uma das pernas dela sobre seu ombro e enfiou ainda mais fundo, tão fundo que ela achou que ia ver estrelas.
— Porra, como você é apertadinha… — ele resmungou, olhando o pau sumindo e aparecendo devagar entre os gemidos dela. — Essa boceta nasceu pra me foder, não nasceu?
— N-nasci… Jungkook… — ela soluçava, o prazer explodindo dentro dela.
— Gosta assim, né, putinha? Gosta de ser fodida até esquecer seu nome, né?
Ela só conseguia gemer, sem forças pra responder.
Ele abaixou o corpo, pressionando o peito suado contra o dela, fodendo cada vez mais forte, falando bem no ouvido dela:
— Vou te foder até você gozar chorando, baby… até implorar pra eu parar…
E ela queria isso.
Queria ser fodida até perder a cabeça.
— Implora pra mim, vai… — ele grunhiu. — Implora pra eu gozar dentro de você.
Ela choramingou, a voz falhando:
— P-por favor, Jungkook… por favor… goza em mim…
Ouvindo ela implorar daquele jeito, Jungkook perdeu totalmente o controle.
Socou ainda mais rápido, mais bruto, até que o orgasmo explodiu dentro dos dois ao mesmo tempo.
Ela gritou o nome dele, o corpo tremendo violentamente.
Ele gozou fundo dentro dela, derramando tudo, gemendo forte contra a boca dela:
— Porra… minha… só minha…
Ela ainda tremia, o corpo mole, sentindo o calor do gozo dele vazando devagar entre suas pernas.
Minutos depois…
Eles estavam entrelaçados um no outro, os corpos nus ainda suados, as respirações se encontrando no ar denso do quarto. O silêncio era preenchido apenas pelo som das batidas aceleradas de seus corações. Ela, sem forças, apoiou o rosto no peito dele, sentindo a pele quente sob a dela. Seus dedos deslizaram preguiçosamente pela lateral do corpo dele antes de murmurar com a voz baixa, um pouco embargada:
— Putinha, vadia? Amor… o que houve com você? Cadê o meu bebê fofo e romântico?
Jungkook ficou em silêncio por alguns segundos. Sua mão, que acariciava distraidamente as costas dela, parou. O olhar dele desceu até encontrar o dela, e havia ali um misto de confusão e culpa, como se de repente ele tivesse se dado conta da intensidade com que havia deixado seus sentimentos explodirem.
Ele engoliu em seco, afastando um pouco o rosto para vê-la melhor, seus olhos se suavizando.
— Eu… me perdi um pouco. — a voz saiu mais baixa do que ele esperava. — Foi tudo tão intenso, você me provoca sem nem perceber… — ele sorriu de leve, mas havia sinceridade demais no olhar. — Mas você tem razão. Eu passei do ponto… não devia ter falado assim com você.
Ele segurou o rosto dela com as duas mãos, os polegares acariciando de leve suas bochechas ainda coradas.
— Desculpa se te machuquei. Você não é nada disso, tá? Você é minha. Só minha. E eu te amo de um jeito que às vezes me faz perder a cabeça. — Ele a puxou para um beijo mais calmo, quase reverente, como se quisesse desfazer o que quer que tivesse causado nela.
Depois do beijo, ele encostou a testa na dela.
— Você ainda tem o meu lado fofo. Ele tá aqui. — sorriu fraco, tentando aliviar o clima. — Quer que eu prove?
Ela o olhou com um misto de cansaço e ternura, ainda tentando entender como o Jeon carinhoso e o homem intenso de minutos atrás podiam existir no mesmo corpo.
Ela riu, ainda aninhada no peito dele, e levantou o rosto só o suficiente para encará-lo com uma expressão debochada, os olhos brilhando de diversão.
— Não tô reclamando… eu só… fiquei intrigada. — disse, fazendo uma pausa dramática, antes de exagerar na imitação, com uma voz forçada e teatral. — “Vai, sua vadia!” — e revirou os olhos teatralmente, empurrando de leve o ombro dele com a mão fraca.
Jungkook arregalou os olhos e caiu na gargalhada, cobrindo o rosto com a mão por um segundo, totalmente constrangido e rindo ao mesmo tempo.
— Aigoo, para! Você me imitando é a pior coisa que eu já vi! — falou entre risos, escondendo o rosto no pescoço dela como se quisesse desaparecer. — Você vai me deixar com vergonha do que eu falei!
Ela sorriu e acariciou os fios molhados de suor no cabelo dele.
— Mas, sim… eu quero o meu namorado fofo… só um pouquinho. — disse em tom mais doce agora, deixando os dedos deslizarem pela nuca dele. — Mas eu amo esse seu lado safado também. — completou com um sorriso malicioso no canto dos lábios.
Ele levantou o rosto devagar, os olhos castanhos agora mais suaves, e sorriu de volta — aquele sorrisinho torto, tímido e encantador, como se fosse um menino travesso flagrado fazendo algo errado.
— Então eu sou… fofo e safado? — perguntou, arqueando uma sobrancelha, o tom brincalhão. — Você tem certeza que aguenta os dois?
Ela o puxou pela nuca, os rostos bem próximos.
— Tenho certeza que sim. — respondeu, antes de dar um selinho demorado nele. — Mas agora me abraça, Jeon… só me abraça um pouquinho. Me deixa sentir o meu bebê.
Ele não hesitou. A envolveu nos braços com ternura, o corpo colado ao dela, e beijou o topo de sua cabeça com delicadeza. O silêncio agora era confortável, quente, cheio de carinho.
— Eu tô aqui. Todo seu. — sussurrou, com a voz baixa, quase como uma promessa.
Que isso Jeykey kkkkkkk ta muito selvagem
Se perdeu um pouco né kkkk eita Jeon tu virou uma fera
Te entendo mulher, nós queremos as duas versões rs
Não quer ser todo meu não? Fiquei com inveja da S/N